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Macedo

( 2008 ), apresenta as seguintes definições: A ____________, construída pelos outros, é a imagem que as pessoas têm sobre o indivíduo deficiente. O próprio indivíduo também tem uma autoimagem, nomeada por Goffman

( 1982 ) de ___________, que em geral é construída com os elementos que o senso comum usa para montar o quadro da identidade pessoal. A(O) ___________ é como cada pessoa elabora a imagem de seu próprio corpo, acentuando ou modificando as diferentes partes em função dos mecanismos de sua personalidade e de todas as suas vivências. Já o processo do indivíduo organizar suas experiências, reais ou imaginárias, e desempenhar a função de autorregulação deve ser denominado de ___________. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.

A identidade pessoal ... imagem corporal ... autoconceito ... identidade do eu
B identidade do eu ... identidade pessoal ... imagem corporal ... autoconceito
C identidade pessoal ... identidade do eu ... imagem corporal ... autoconceito
D imagem corporal ... identidade do eu ... identidade pessoal ... autoconceito
E imagem corporal ... identidade pessoal ... autoconceito ... identidade do eu

De acordo com Amorim e Alves

( 2008 ), para o desenvolvimento de uma criança cega, é importante atender a suas necessidades educacionais específicas, como trabalhar os requisitos prévios para aprendizagem em braille. Para essas autoras, são necessários alguns pré- -requisitos, como noções de espaço e tempo; percepção das relações espaciais e noções básicas de tamanho e formas. Assinale a alternativa relacionada às noções básicas de formas e tamanhos com base nas autoras.

A Saber utilizar e interpretar conceitos espaciais básicos, em si mesmo, em outras pessoas e em objetos em relação a si mesmo.
B Compreender e nomear os conceitos básicos de “acima”/“abaixo”, “à frente”/“atrás” e “dentro”/“fora”.
C Reconhecer a posição de um objeto no espaço em relação a outros objetos, nomeando “ao lado de”, “à direita” e “à esquerda”.
D Aprender conceitos básicos de tempo e velocidade, como “rápido”, “lento”, “devagar”, “antes”, “agora” e “depois”.
E Ter conhecimento de modelos geométricos, do tridimensional ao bidimensional, até chegar às representações gráficas.

Victor (em Baptista; Caiado e Jesus, 2010) aponta que, para Vygotsky, uma das principais limitações da educação tradicional direcionada a crianças com deficiência envolve

A a crença de superação da deficiência por meio de socialização.
B sua ênfase excessiva nas estratégias cognitivas de ensino.
C ações educativas que tendem à lástima e filantropia.
D a substituição da atuação docente por terapias clínicas e médicas.
E a aplicação indiscriminada de tecnologias assistivas.

De acordo com Victor (em Baptista; Caiado e Jesus, 2010), as concepções de Vygotsky revelam a sua preocupação em livrar-se de um olhar biologizante sobre a deficiência para pôr em seu lugar um olhar

A liberal.
B social.
C pedagógico.
D psicológico.
E progressista.

Douglas é uma criança cega que está iniciando os primeiros contatos com a escrita em braille. Para a sua aprendizagem, será necessário trabalhar requisitos específicos, que segundo Amorim e Alves

( 2008 ), referem-se a

A aprimorar as habilidades de leitura visual, o uso da força dos dedos e a flexibilidade da cabeça e do pescoço.
B desenvolver a destreza nas mãos, o uso de resíduo da visão periférica e a flexibilidade dos ombros e cotovelos.
C refinar as destrezas de manipulação, o uso da força da mão e a flexibilidade de punhos e dedos.
D fortalecer a coordenação motora fina, o uso da força dos dedos e a flexibilidade dos punhos e do pescoço para a leitura.
E melhorar as habilidades de escrita com máquina braille, o uso da coordenação motora e a flexibilidade dos dedos das mãos.

Em relação ao desenvolvimento da criança cega, Lima

( 2018 ) destaca que, quando recebe os estímulos adequados e o apoio necessário nos primeiros anos de vida, a criança cega alcança, aos 4 anos, um desenvolvimento muito próximo ao de uma criança com visão normal. Dessa forma, a sua participação na escola torna-se essencial para garantir um desenvolvimento social e acadêmico adequado. Segundo a autora, os principais aspectos a serem observados no desenvolvimento da criança cega são:

A percepção sensorial, utilização dos resíduos visuais, orientação e mobilidade, exploração e curiosidade.
B contato com o braille, exploração do espaço para o uso da bengala longa, organização do pensamento e da linguagem.
C linguagem e sua relação com a cognição, percepção auditiva, reconhecimento tátil, noção de tempo e espaço.
D coordenação motora global, coordenação motora fina, linguagem e sua relação com o mundo.
E estimulação tátil, coordenação motora grossa e fina, treino auditivo e comunicação alternativa e aumentativa.

Segundo Vygotsky ( In : Almeida et. Al. – 2015), a linguagem é um evento social que se desenvolve a partir das interações sociais, nas relações interpessoais. De acordo com o excerto, é correto afirmar:

A O desenvolvimento tardio de linguagem dos surdos não ocorre pela grande redução das trocas simbólicas com o meio social, mas pela língua usada para estabelecer diálogos.
B A teoria não se aplica aos surdos, já que há trocas simbólicas e mediação de uma língua nas relações e, ainda assim, normalmente, o desenvolvimento da linguagem é tardio.
C As funções mentais superiores são construídas ao longo da história social do sujeito, em sua relação com o mundo.
D A criança com uma defasagem na linguagem não enfrentará dificuldades quanto à aquisição dos conhecimentos escolares se houver uma relação social adequada.
E Os conceitos são construídos, os significados e sentidos são apropriados pela relação com ou outro, independentemente da constituição da linguagem.

Zerbato e Mendes

( 2018 ) apontam que a aprendizagem dos alunos

A condiciona a memória ao desenvolvimento neuropsicomotor.
B envolve a necessidade de experiências significativas.
C diz respeito aos aspectos fisiológicos dos comportamentos.
D é aprimorada com ameaças e desafios.
E refere-se à maturação das funções psicológicas primárias.

De acordo com Domingues et al

( 2010 ), durante o desenvolvimento da criança com cegueira congênita, é necessária a mediação adequada do adulto para estimular e criar outras formas de comportamentos exploratórios por meio do contato físico e da fala pautados em referencial perceptivo não visual para preencher as lacunas ocasionadas pela falta da visão. Podem aparecer comportamentos como o verbalismo, caracterizado

A por repetições sistemáticas semelhantes ao autismo, com maneirismos, tendência ao isolamento e a falar sozinho.
B pelo hábito de falar em terceira pessoa e de repetir o que ouve como um eco da fala do outro.
C pelo movimento rotativo das mãos, balanço e manipulação do corpo e inclinação do corpo para compensar a falta de visão.
D pelo uso de palavras, expressões e termos desprovidos de sentido e significado, porque a falta de visão colabora para substituir com palavras aquilo que não enxerga.
E pela repetição, de forma automática e perseverante, de uma ideia ou frase simplesmente para preencher o vazio da falta de contato e de interação.

Nas palavras de Domingues (2010, p. 35): “uma criança com cegueira levará mais tempo para conhecer ou reconhecer as coisas ou objetos porque manuseia e analisa palmo a palmo o objeto”; isto porque, pelo tato, a criança

A percebe detalhes e minúcias de forma abrangente e simultânea.
B organiza seu mundo a distância pela exploração dos objetos.
C percebe formas e tamanhos de maneira simultânea e sequencial.
D analisa objetos de maneira imediata e global.
E tem acesso às informações de forma limitada, pois o tato é sequencial e lento.