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Sobre a prática contínua na aprendizagem de habilidades matemáticas, assinalar a alternativa CORRETA.

A Não é relevante para a aprendizagem de matemática, uma vez que a compreensão teórica é suficiente.
B É fundamental para reforçar e consolidar o conhecimento matemático, melhorando a habilidade de aplicar conceitos e resolver problemas de maneira eficiente.
C Deve ser limitada, pois pode levar ao desenvolvimento de habilidades apenas superficiais e não à compreensão profunda.
D Apenas a prática esporádica é necessária, uma vez que a compreensão teórica e a memória são os principais fatores para o sucesso em matemática.

Em uma sala de aula de matemática, os alunos estão trabalhando em grupos para resolver um problema desafiador de geometria em que precisam projetar o layout de um parque com diferentes formas geométricas e área total definida. A professora atua como facilitadora, guiando os alunos na discussão e na exploração de diferentes estratégias para resolver o problema. Qual o tipo de metodologia de ensino está sendo utilizada nesse caso?

A Metodologia do Ensino Tradicional.
B Metodologia de Ensino Construtivista.
C Metodologia de Ensino Montessori.
D Metodologia de Ensino Tecnicista.

Assinalar a alternativa que apresenta uma forma de contextualizar o ensino da matemática na Educação Infantil, levando em consideração o impacto dessa abordagem na compreensão e aplicação dos conceitos matemáticos pelas crianças.

A Enriquecer as aulas com exemplos do cotidiano pode aumentar o engajamento das crianças, mas não tem impacto direto na construção de um entendimento profundo dos conceitos matemáticos.
B Integrar situações do dia a dia no ensino da matemática ajuda as crianças a conectar conceitos abstratos com experiências reais, promovendo uma aprendizagem mais significativa e duradoura.
C A contextualização não é necessária, porque os conceitos matemáticos são aplicáveis independentemente do contexto em que são apresentados.
D Utilizar da contextualização, esporadicamente, pois o uso frequente de exemplos práticos pode limitar o desenvolvimento do raciocínio abstrato das crianças e dificultar a compreensão de conceitos matemáticos complexos.

Durante uma aula de matemática, um professor observa que alguns alunos estão tendo dificuldade em resolver um problema complexo. Qual das seguintes estratégias é mais consistente com a abordagem interacionista de Lev Vygotsky para a aprendizagem?

A Pedir aos alunos que resolvam o problema individualmente, sem interação com os colegas, para reforçar a autonomia;
B Explicar detalhadamente a solução do problema para os alunos;
C Dividir a turma em grupos e atribuir a cada grupo a tarefa de resolver o problema juntos, encorajando a discussão e a colaboração;
D Apresentar o problema e pedir aos alunos que o resolvam silenciosamente, com acesso a todo material de estudo;
E Desistir do problema e passar para outro tópico.

Quais são as abordagens conceituais e metodológicas de ensino-aprendizagem da matemática adotadas na Base Curricular da Rede Municipal de Ensino de Palhoça? 1. Resolução de Problemas (RP) 2. Educação Matemática Realística (EMR) 3. Educação Matemática Segmentada (EMS) 4. Educação Matemática Utilitarista (MEU) Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas .

A São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
B São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
C São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
D São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
E São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.

De acordo com os Parâmetros Curriculares de Matemática, deve-se tomar como ponto de partida a ideia de que aprender Matemática vai além de simplesmente acumular um conteúdo. Assim, saber e saber fazer Matemática está associado à ideia de que

A o saber se remete às habilidades de aritmética apreendidas pelos estudantes, e o saber fazer às habilidades de raciocínio lógico-matemático e tecnológico.
B o saber se remete aos conhecimentos apreendidos pelo estudante, e o saber fazer à sua capacidade de mobilizar esses conhecimentos como resposta a um problema.
C o saber se remete aos conhecimentos apreendidos pelo estudante, e o saber fazer à sua capacidade de aplicar tecnologicamente os conhecimentos adquiridos.
D tanto o saber quanto o saber fazer se referem ao uso de variadas técnicas de resolução de problemas no campo matemático e na aplicação dessas estratégias de resolução
E tanto o saber quanto o saber fazer se referem às habilidades de desenvolver o pensamento matemático e as suas competências e especificidades.

“A visão convencional da matemática como ciência da lógica, da exatidão e da certeza pode descrever a ordem da estrutura , isto é, a organização do conhecimento matemático científico e seus critérios de legitimação aceitos hoje –porém, não corresponde às ordens de invenção , ou seja, às formas de produção de conhecimento que estiveram e estão presentes nas diversas práticas hoje chamadas de matemáticas .” GIRALDO,

V. ; ROQUE, T. Por uma Matemática Problematizada: as Ordens de (Re)Invenção. Perspectivas da Educação Matemática: INMA/UFMS – v. 14, n. 35, 2021. No trecho acima, os autores defendem que o conhecimento matemático científico

A não deve ser entendido como o conhecimento da certeza, da lógica e da exatidão.
B é estruturado de forma arbitrária, sem considerar critérios e aspectos lógicos.
C não está, em geral, organizado conforme a ordem com que foi produzido.
D está organizado conforme às ordens de invenção.
E não possui critérios de legitimação coerentes.

Sobre os objetivos da Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Deve-se levar em conta as experiências e os conhecimentos matemáticos já vivenciados pelos alunos.

( ) Deve-se estimular a memorização de fórmulas, resultados e algoritmos necessários para solucionar problemas de maneira mais rápida.

( ) Nessa fase precisa ser destacada a importância da comunicação em linguagem matemática com o uso da linguagem simbólica, da representação e da argumentação. As afirmativas são, respectivamente,

A F – F – V.
B F – V – V.
C V – F – F.
D V – V – F.
E V – F – V.

“Mais interessante é saber por que razões essa matemática e não outra, essa forma de organizá-la [...] e não outra, essa forma de ensiná-la e não outra acabaram sendo vistas como válidas e legítimas.” SILVA, Tomaz Tadeu da. Apresentação. In: GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e educação. Tradução: Attílio Brunetta. Petrópolis, RJ: Vozes, pp. 8, 1995. A discussão indicada pelo autor relaciona-se, mais especificamente, com

A novas perspectivas teóricas no campo da educação.
B movimentos de reformas curriculares.
C o pensamento matemático avançado.
D mudanças na formação docente.
E a racionalidade.

“Matemática Financeira é um conjunto de conhecimentos, conceitos e algoritmos que os professores problematizam em suas aulas buscando resolver problemas de Matemática com foco em finanças, juros, capitalização, etc. É uma ferramenta que pode compor a Educação Financeira de um indivíduo-consumidor [...]” VAZ, R. F. N.; KISTEMANN JR., M. A. Uma avaliação feita por licenciandos sobre atividades investigativa-exploratórias de matemática financeira. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, Cascavel, v. 3, n. 2, pp. 317. 2019. Sobre Matemática Financeira, de acordo com o trecho acima, é correto afirmar que

A não deve tratar de endividamento e inadimplência.
B não se trata de conteúdo da Educação Básica.
C é um sinônimo de Educação Financeira.
D faz parte do tema de Educação Financeira.
E deve estimular o consumo.