QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
41 questões encontradas

Com base nas análises de Netto

( 2017 ) acerca do capitalismo e da questão social, assinale a alternativa correta.

A A questão social leva ao pauperismo, que por sua vez leva o capitalismo ao seu estágio monopolista.
B A supressão da questão social só é possível a partir da eliminação do capitalismo.
C Cada novo estágio de desenvolvimento capitalista se apresenta uma nova questão social.
D O capitalismo é o regime no qual a exploração se materializa, sendo este o seu traço distintivo.

Considerando as atribuições do assistente social, suas condições e relações de trabalho, bem como seus espaços sócio-ocupacionais, julgue o item subsequente. A iniciativa privada tem sido, historicamente, a maior empregadora dos profissionais do serviço social no Brasil.

A Certo
B Errado

Considerando as atribuições do assistente social, suas condições e relações de trabalho, bem como seus espaços sócio-ocupacionais, julgue o item subsequente. São possíveis espaços sócio-ocupacionais do profissional do serviço social: o Estado, nas esferas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; empresas privadas capitalistas; organizações da sociedade civil sem fins lucrativos; movimentos sociais.

A Certo
B Errado

Analisando as transformações societárias contemporâneas e seus rebatimentos no Serviço Social, Netto

( 1996 ) afirma que o confronto com o conservadorismo estará posto pelas demandas do mercado de trabalho. Nesse mercado, as prioridades dos empregadores de assistentes sociais tenderão a enfatizar

A os programas de refilantropização da assistência.
B a redução da dimensão teórico-metodológica.
C o apelo à parceria da sociedade civil na intervenção.
D as resultantes prático-operativas do trabalho dos profissionais.
E o trabalho via pejotização.

No Brasil, a terceirização se transformou no mais importante recurso estratégico para a redução dos custos do trabalho, tanto nos serviços privados como nos serviços públicos. Nessa conjuntura, a mercantilização e a financeirização dos serviços públicos, a transformação das políticas sociais em nichos de rentabilidade para o capital modificam

A o objeto e a instrumentalidade do Serviço Social.
B a função social e as diretrizes norteadoras do Serviço Social.
C a forma e o conteúdo do trabalho de assistentes sociais.
D o projeto ético-político e as diretrizes políticas do Serviço Social.
E o arcabouço legal e os princípios fundamentais que direcionam a ação de assistentes sociais.

As questões sociais têm demandado aos assistentes sociais, em seus diferentes campos sócio-ocupacionais, respostas profissionais qualificadas e institucionalizadas com a finalidade de promover mudanças significativas ao contexto de vida da população usuária de seus serviços sociais. Com base nesta afirmação, assinale a alternativa que indica corretamente os desafios que a pesquisa social apresenta para o Serviço Social.

A O principal desafio da pesquisa social no Serviço Social é a sua irrelevância para o exercício profissional, pois o trabalho prático não necessita de investigação acadêmica.
B A pesquisa social no Serviço Social deve ser compreendida como uma mediação central para o exercício profissional, mas um dos desafios é evitar a preponderância do debate sobre o método, que pode atribuir um caráter secundário ao objeto.
C A pesquisa social no Serviço Social não enfrenta desafios, pois é sempre executada de forma eficiente e plenamente integrada ao trabalho cotidiano dos assistentes sociais.
D O único desafio da pesquisa no Serviço Social é a dificuldade técnica de aplicar métodos científicos em contextos sociais complexos, sem impactos maiores na prática profissional.
E O debate sobre o método da pesquisa social no Serviço Social afeta o exercício profissional, sendo considerado uma questão menor e sem relevância para os resultados.

Os caminhos e descaminhos da política social no Brasil são determinados pelas particularidades da formação social brasileira, com especial atenção para o desenvolvimento do capitalismo dependente e para a edificação de um Estado autocrático condensador dos interesses das burguesias interna e externa. O caráter dependente do capitalismo brasileiro advém do fato de que a independência política não alterou a posição subordinada do país na Divisão Internacional do Trabalho, antes as transformações políticas e econômicas operadas ao longo do século XX aprofundaram essa relação. Uma das particularidades mais perversas do capitalismo de tipo dependente consiste

A na prestação de políticas universais e seletivas vinculadas a classe trabalhadora.
B na superexploração da força de trabalho.
C em instituir o familismo como condão para as políticas sociais.
D em estabelecer uma relação limítrofe entre democracia e o capitalismo brasileiro.
E em buscar o consenso entre capital e trabalho em um contexto de distribuição da riqueza social.

Falar de trabalho, hoje, remete obrigatoriamente ao teletrabalho, ao trabalho por turno, ao trabalho temporário e às formas de uberização, “individualizadas e invisibilizadas, assumindo, assim, a aparência de ‘prestação de serviços’ e obliterando as relações de assalariamento e de exploração do trabalho.” (ANTUNES, 2020). A precarização tornou-se uma marca do trabalho, seja ele manual ou intelectual, em países ricos ou pobres. Mas, para os países ricos, certas relações, a exemplo do trabalho informal, é uma novidade. O trabalho sem proteção social, contemporaneamente, em alguns países centrais, foi inaugurado

A na crise da bolsa de Nova York iniciada em 1929.
B pelas oligarquias que movimentaram o capital monopolista.
C pela reestruturação produtiva do capital, sob os auspícios da flexibilização, ofertada como uma das principais políticas para a solução da crise.
D na vigência do modelo taylorista-fordista.
E concomitantemente ao declínio da reestruturação produtiva do capital.

Portador de caráter anti-humano e destrutivo, o capital lança sobre a sociabilidade um profundo processo de reordenamento, recriando, na velha e necessária (para o capital) exploração da força de trabalho novos contornos, cada vez mais agudos, ao passo que a lógica da intensificação do ritmo da produção se coaduna com o aprofundamento da devastação dos direitos sociais, humanos e trabalhistas. O capitalismo contemporâneo restabelece, sob novas e agudas bases, o conflito capital-trabalho, sobretudo

A em decorrência do pleno emprego na contemporaneidade.
B reeditando o modelo taylorista/fordista.
C ao se contrapor ao seu caráter financeiro, adotada como solução à crise contemporânea.
D após um longo período de acumulação de capitais, que ocorreu durante o apogeu do fordismo e da fase keynesiana.
E ao adotar medidas de proteção social à classe trabalhadora, visando a distribuição da riqueza socialmente produzida.

A profissão, como uma especialização da divisão social, técnica, sexual e racial do trabalho, intervém no âmbito das relações Estado/sociedade civil, em determinado momento histórico no qual as sequelas/refrações da questão social, passam a receber uma intervenção direta e sistemática por parte do Estado. Os fundamentos da Teoria Social, entendem que o capitalismo é um sistema de produção e reprodução social que, na medida em que produz riqueza social, aumenta o contingente de miseráveis. O Estado passa a assumir parte do ônus com a força de trabalho e o faz via políticas sociais, imprimindo uma nova racionalidade adotada no “trato” da questão social

A deslocando o viés de responsabilidade individual ou coletiva, contrapondo-se a estrutura de desigualdade do modo de produção capitalista.
B como questão política, por meio da busca de consensos.
C moderando as funções econômicas e políticas para preservar a força de trabalho.
D concebendo-a no âmbito da estrutura de desigualdade do modo de produção capitalista, interpelando a ordem burguesa em uma perspectiva de coesão social.
E vinculando as dimensões histórico-sociais, aos problemas de ordem moral e comportamental dos indivíduos, conformando assim a força de trabalho.