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Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. Transpondo-se adequadamente o tratamento verbal para 2ª pessoa do singular e a forma ativa para a passiva da frase acima, ela ficará:

A Terás sobre a terra o direito de a cultivares com suas próprias mãos.
B Tem teu direito sobre a terra que tuas próprias mãos cultivam.
C Tens direito sobre a terra que cultivou-se por suas próprias mãos.
D Tens direito sobre a terra que foi cultivada por tuas próprias mãos.
E Tereis sobre a terra o direito que fora cultivado por tuas próprias mãos.
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Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma. À frase acima segue correta e explicita seu sentido coerente nesta outra forma:

A Foste um monstro, não tendo minha religião, posto que nenhuma outra.
B Sendo o monstro que és, não tens a minha religião e, portanto, nenhuma outra.
C Ainda és um monstro, por que não tens minha religião, visto que não tens nenhuma.
D Por monstro que sejas, ao não teres religião, nenhuma religião virá a ler.
E Se és um monstro, não terás minha religião, nem terás nenhuma outra.
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Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

De acordo com Voltaire, o direito natural e o direito dos homens

A caracterizam-se pelo afastamento que mantêm de valores morais ou de mérito.
B mantêm entre eles um grau de tolerância reciproca altamente inspiradora.
C complementam-se, acima de qualquer pressuposto de hierarquização ou precedência.
D inspiram-se reciprocamente ao longo da história, numa permanente relação dialética.
E ligam-se pela absorção dos fundamentos da natureza pelos do direito humano.
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Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Analisando-se a relação entre os parágrafos do texto, é coerente afirmar que

A o princípio universal identificado no 2º parágrafo tem como contraponto antitético o direito da intolerância, no 4º parágrafo.
B o 2º e o 3º parágrafos ligam-se pela exemplificação dos princípios universais que devem ligar o homem à natureza.
C o conceito de direito presente no 1º parágrafo contesta o conceito de direito presente no 2º parágrafo.
D o que se declara entre aspas no 3º parágrafo exemplifica a intolerância a que se refere o 4º parágrafo.
E a expressão direito sobre a terra, do 1º parágrafo, ilustra um dos abusos acusados no 4º parágrafo.

Os amigos Leonardo, Marcos e Nilton encontram-se no aeroporto e cada um deles irá para uma cidade diferente: Campinas, Salvador e Belém, não necessariamente nessa ordem. Além disso, um deles está viajando a trabalho, outro para estudar e outro a passeio. São fornecidas as seguintes informações: 1. Leonardo não vai trabalhar e não vai para Belém. 2. Marcos vai para Campinas, mas não é para estudar. 3. Um dos amigos vai para Belém a passeio. Considerando essas informações, é correto concluir que

A Um dos amigos vai estudar em Salvador.
B Um dos amigos val passear em Campinas.
C Nilton não vai para Belém.
D Marcos val passear.
E Leonardo val para Salvador a passeio.

Ana compra uma revista por mês e um livro a cada dois meses. Em janeiro de 2021, ela comprou uma revista e um livro. O preço de um livro é 5 vezes o preço de uma revista. No final de dezembro, Ana constatou que gastou R$ 546,00 em livros e revistas. Ao comprar um livro e uma revista, Ana gasta

A R$ 26,00
B R$ 39,00
C R$ 78,00
D R$ 65,00
E R$ 52,00

Considere todos os números maiores do que 99 e menores do que 1000 tais que: 1. todos os algarismos sejam distintos. 2. o algarismo da unidade é igual à soma dos outros dois algarismos. A quantidade de números que obedecem a essas condições é:

A 48
B 41
C 16
D 32
E 64

As idades de 19 entrevistados para uma vaga de emprego são: 23, 32, 45, 28, 27, 43, 18, 26, 25, 19, 26, 20, 41,40, 21, 32, 29,37, 32 É correto afirmar que a moda difere da mediana em

A 2 anos.
B 1 ano.
C 3 anos.
D 5 anos.
E 4 anos.

De acordo com a Lei nº 8.112/1990, o servidor público ocupante de cargo em comissão

A poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que receberá as duas remunerações durante o período da interinidade.
B poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, com prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que devera receber, obrigatoriamente, apenas a remuneração do primeiro cargo durante O período da interinidade.
C poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá optar pela remuneração de um deles durante o período da interinidade.
D não poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, por expressa vedação legal.
E poderá ser nomeado para ter exercício, interinamente, em outro cargo de confiança, com prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa, hipótese em que deverá receber, obrigatoriamente, apenas a remuneração do novo cargo durante o período da interinidade.

Bartolomeu é servidor público e, injustificadamente, recusou-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente. De acordo com a Lei nº 8.112/1990, baseando-se apenas nas informações fornecidas, Bartolomeu será punido com

A advertência.
B suspensão de até 30 dias, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.
C suspensão de até 15 dias, cessando os efeitos da penalidade uma vez cumprida a determinação.
D suspensão de até 30 dias, não cessando os efeitos da penalidade se cumprida a determinação antes de referido prazo.
E demissão.