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Para exibir o cpf (varchar) de todos os procuradores, na tabela de mesmo nome, que tenham o valor ' 5 ' como segundo caractere do cpf utiliza-se a instrução PL/SQL:

SELECT cpf FROM Procuradores WHERE

A cpf LIKE '_5%';
B SUBSRT(cpf,2,'5');
C (cpf,2,'5');
D SUBSTRING(cpf,1) LIKE '5';
E cpf HAVE '_5*';

Um Analista de Sistemas atua no desenvolvimento de software utilizando diferentes processos e metodologias cujas características são:

I. A fase de transição se concentra nas atividades necessárias para colocar o software nas mãos dos usuários. Tipicamente, essa fase inclui várias iterações, incluindo versões beta, versões de disponibilidade geral, além de correções de erros e lançamentos de aprimoramento. Um esforço considerável é gasto em atividades ligadas ao usuário: documentação de sistema, treinamento e suporte no uso inicial do produto. Neste ponto, no entanto, o feedback do usuário deve limitar-se principalmente a problemas de ajuste, configuração, instalação e usabilidade do produto.
II. Aspectos significativos do processo devem estar visíveis aos responsáveis pelos resultados. A transparência requer que estes aspectos tenham uma definição padrão comum para que os observadores compartilhem um mesmo entendimento do que está sendo visto. Por exemplo: uma linguagem comum referindo-se ao processo deve ser compartilhada por todos os participantes; e aqueles que realizam o trabalho e aqueles que inspecionam o incremento resultado do trabalho devem compartilhar uma definição comum de Pronto.
III. A implementação inicial do software apoia duas atividades do processo de engenharia de requisitos: a) levantamento de requisitos, pois os usuários podem realizar experiências para ver como o sistema apoia seu trabalho, podendo ter novas ideias para os requisitos, identificar pontos positivos e negativos do software e até propor novos requisitos de sistema; b) validação de requisitos, pois a implementação pode revelar erros e omissões nos requisitos propostos, levando os usuários a crerem que sua visão inicial era incorreta e incompleta e dando a eles oportunidade de fazerem ajustes na especificação de sistema para refletir sua compreensão alterada dos requisitos.
IV. O cliente está sempre participando do desenvolvimento do sistema; testes de unidade e de aceitação fornecem feedback sobre o sistema; oportunidades e problemas são identificados o mais rápido possível; os códigos são integrados e testados constantemente, para o caso de algum problema ser detectado, poder ser corrigido imediatamente.

As características I, II, III e IV são, respectivamente,

A RUP -- ; -- Scrum -- ; -- Prototipação -- ; -- XP.
B RUP -- ; -- RUP -- ; -- XP -- ; -- XP.
C XP -- ; -- RUP -- ; -- Scrum -- ; -- XP.
D XP -- ; -- UML -- ; -- XP -- ; -- UML.
E XP -- ; -- Prototipação -- ; -- UML -- ; -- RUP.

De acordo com a Norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013, no âmbito do Gerenciamento da segurança em redes, um método de controlar a segurança da informação em grandes redes é

A definir que os administradores de sistemas não tenham permissão de exclusão ou desativação dos registros ( log ) de suas próprias atividades.
B definir que as atividades e requisitos de auditoria envolvendo a verificação nos sistemas operacionais sejam cuidadosamente planejados e acordados para minimizar interrupção dos processos do negócio.
C estabelecer e implementar regras definindo critérios para a instalação de software pelos usuários.
D definir que as atualizações do software operacional, aplicativos e bibliotecas de programas sejam executadas por administradores treinados e com autorização gerencial apropriada.
E dividir em diferentes domínios de redes que podem, por exemplo, ser escolhidos com base no nível de confiança.

Em uma situação hipotética, ao levantar os requisitos de um sistema de controle de estoque para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, um Analista de Sistema observa que, caso um produto não exista em estoque quando de sua verificação, deverá ser feita a compra do produto. Supondo-se que ele queira modelar os casos de uso Verificar Estoque e Comprar Produto , então o relacionamento entre esses dois casos será do tipo

A agregação.
B decomposição.
C inclusão.
D generalização.
E extensão.

Cristina é pessoa com deficiência e estuda em instituição privada de ensino há um ano. Ao consultar a Lei nº 13.146/2015, Cristina observa, dentre outras, medida concernente ao direito à educação da pessoa com deficiência, qual seja, a inclusão em conteúdos curriculares, em cursos de nível superior e de educação profissional técnica e tecnológica, de temas relacionados à pessoa com deficiência nos respectivos campos de conhecimento . A propósito do tema, a citada medida é

A facultativa tanto para as instituições públicas de ensino, quanto para as instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino; no entanto, caso adotada, admite a cobrança de valor adicional para o cumprimento da determinação.
B vedada para qualquer instituição de ensino, por caracterizar conduta discriminatória dos direitos da pessoa com deficiência.
C obrigatória tanto para as instituições públicas de ensino, quanto para as instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino, sendo admitida na hipótese a cobrança de valor adicional para o cumprimento dessa determinação.
D obrigatória para as instituições públicas de ensino e facultativa para as instituições privadas, sendo vedada a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza para o cumprimento dessa determinação.
E obrigatória tanto para as instituições públicas de ensino, quanto para as instituições privadas, de qualquer nível e modalidade de ensino, sendo vedada a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza para o cumprimento dessa determinação.

Considere que a separação de ambientes no TJUSC, de forma hipotética, funcione como mostra a figura abaixo.

O ambiente de desenvolvimento é utilizado pelos desenvolvedores para construir o software, reunindo máquinas nas quais o código é implementado. O ambiente de produção corresponde àquele em que os usuários finais utilizarão o software. O ambiente de testes

A possui infraestrutura que não corre o risco de ficar desatualizada, devido ao fato de o servidor I ser uma cópia do ambiente de produção e o servidor II ser uma cópia do servidor de desenvolvimento. Este ambiente deve espelhar o máximo possível o ambiente de desenvolvimento, de forma a buscar garantir sucesso na execução dos testes.
B deve ser distinto do ambiente de homologação, por isso os servidores I e II são cópias de segurança do ambiente de desenvolvimento. Não é recomendável montar o ambiente de testes usando virtualização, pois essa técnica não garante recursos suficientes para que não haja queda de desempenho do sistema, podendo comprometer a confiabilidade dos testes.
C corresponde ao ambiente de homologação, no qual o desenvolvedor publica o software para submetê-los aos testes alpha. É um ambiente criado para replicar todas as condições do ambiente de produção, contribuindo para a eficiência na execução dos testes e qualidade final da entrega.
D realiza os testes de desempenho, de carga, de esforço/estresse e de longevidade, que requerem um ambiente de testes similar ao de produção. Mas os testes de segurança não podem espelhar o ambiente de produção, devendo ser executados em ambiente similar ao de desenvolvimento, para que os testes exponham as vulnerabilidades do programador.
E deve estar preparado para os testes manuais, essenciais ao desenvolvimento ágil tanto no Scrum como no XP. Em ambas as metodologias, ter agilidade e trabalhar com testes automatizados não condiz com o mundo real.

Considere o texto abaixo.

Com os softwares de edição de imagens e vídeos, é importante atentar à quantidade de memória disponível, e o ideal é investir em uma certa quantidade e tipo, de forma que cada módulo de memória tenha 8 GB e clock de 2.400 MHz.

No caso do armazenamento, também é interessante usar dois tipos de dispositivos: o primeiro, com cerca de 240 GB, para executar o sistema operacional e os programas que requerem mais processamento, e o segundo, com cerca de 2 TB, para armazenar arquivos editados.

(Adaptado de: https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/2019/06/como-montar-um-computador-bom-e-barato-veja-dicas-parahora-da-compra.ghtml )

Ao ler o texto, um Analista de Sistemas conclui que a quantidade e o tipo de memória, bem como o primeiro e o segundo dispositivos de armazenamento, correspondem, correta e respectivamente, a

A 24 GB de RAM do tipo -- DDR3 -- – -- HDDI -- – -- HDD.
B 12 GB de SDRAM do tipo DDR4 -- – -- SSD -- – -- HD.
C 16 GB de RAM do tipo DDR4 -- – -- SSD -- – -- HD.
D 32 GB de memória DIMM de 240 pinos – SATA II -- – -- SATA III.
E 16 GB de RAM do tipo DDR3 -- – -- HDD -- – -- SSD.

ADO.NET é um conjunto de classes do .NET Framework desenvolvidas para facilitar o acesso das aplicações às bases de dados. Um desenvolvedor que deseja utilizar classes da ADO.NET que representam tabelas, colunas, linhas e que deseja utilizar a classe DataSet deve fazer por meio do namespace

A System.Command.
B System.Data.
C System.Odbc.
D System.Sql.
E System.DataBase.

Um Analista de Sistemas utilizou os seguintes símbolos em um diagrama BPMN 2.0:

Na ordem apresentada, I e II representam, respectivamente,

A gateway baseado em evento de envio e gateway baseado em evento de recebimento.
B conexão de fluxo inclusiva e conexão de fluxo exclusiva.
C conexão de envio de fluxo e conexão de recebimento de fluxo.
D envio de escalação e recebimento de escalação.
E conexão de recebimento de fluxo e conexão de envio de fluxo.

Considere o método abaixo, em uma classe PHP chamada Cliente .

public function setNome($Nome) {
$this->Nome = $Nome;
}

A partir de outra classe, um objeto na classe Cliente foi instanciado por meio da instrução $cli = new Cliente;. Para chamar o método acima e passar o nome ' Paulo ' como parâmetro, utiliza-se a instrução

A $cli::setNome('Paulo');
B $cli->setNome('Paulo');
C $cli.nome('Paulo');
D $cli->send.setNome('Paulo');
E $cli.setNome('Paulo');