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No relato a seguir, o professor demonstra descontentamento com uma de suas aulas, pois a achou sem significado. “Não dei a aula que eu queria, porque eu tinha passado exercícios de fração (...) então na outra aula eu precisava corrigir. Aí eu corrigi e dei a prova, só de fração. Eu corrigi na lousa, fiz e eles copiaram. Em seguida, dei a prova. Só de fração. ” Pensando no conceito de reflexão sobre a ação, o problema de fato, desse formador é:

A o uso de exercícios de fração, apenas. Poderia ter acrescentado outros conteúdos.
B a utilização rígida das atividades programadas no plano de ensino elaborado pelo professor.
C a aplicação flexível do plano de aula que permite adequação às necessidades dos alunos.
D a falta de clareza sobre os objetivos e a metodologia do conteúdo que ele havia incluído em seu plano de aula.
E o emprego de uma avaliação específica para somente um conteúdo.

Identificar os níveis de desenvolvimento e aprendizagem em que o aluno se encontra, para que, assim, possam ser tomadas decisões satisfatórias quanto às ações didáticas, tendo em vista a construção da aprendizagem, é função da avaliação:

A classificatória.
B Diagnóstica.
C somativa.
D formativa.
E punitiva.

Pensando a formação do professor numa perspectiva críticoreflexiva, pode-se concebê-la como um projeto único abarcando a formação inicial e a contínua. Para que isso ocorra, envolve um duplo processo, que é:

A a realização de uma graduação e uma pós-graduação na mesma universidade, com a mesma concepção ideológica direcionando melhor a evolução docente.
B um curso de formação inicial presencial e cursos posteriores em educação a distância todos direcionados a prática pedagógica.
C ambos os cursos, de formação inicial e de pós-graduação, realizados a distância, privilegiando estudos teóricos à troca de experiências.
D o de autoformação dos professores reelaborando saberes na prática e confrontando experiências nos contextos escolares, e, o de formação nas instituições escolares onde atuam.
E o de realização da formação inicial em curso presencial e a dedicação eficiente à prática da sala de aula que, intrinsecamente, já capacita.

O Teatro de Cultura Popular (TCP) foi um grupo de teatro criado pelo Movimento de Cultura Popular (MCP), em Recife, no contexto do projeto cultural e educacional do governo Miguel Arraes (1962-64), em sintonia com os ideais de Paulo Freire, de uma educação conscientizadora. Em um artigo para o jornal Última Hora – Nordeste, o ator José Wilker, então membro do MCP, esclareceu: Cultura popular expressa a necessidade de transformar em cidadãos brasileiros a imensa massa de camponeses de nosso Nordeste, quase que imensamente analfabeta; a necessidade de transformar nossa cultura num instrumento acessível a todo o povo, e não um privilégio das elites; a necessidade de transformação radical do estado de coisas que ainda permanece no Brasil. APEJE. Hemeroteca. Jornal Última Hora-Nordeste, 10/11/1963. A respeito do sentido atribuído à ação artística por grupos de educação e cultura popular organizados por intelectuais e artistas no início da década de 1960, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.

( ) A arte é um instrumentos de mobilização política e social, que permite a inclusão das camadas populares por intermédio da alfabetização de adultos, por exemplo.

( ) Aproximar o teatro das camadas operárias e camponesas, pressupõe conceber a cultura popular não apenas como a cultura que vem do povo, mas sim a que se faz pelo povo.

( ) A cultura popular é considerada um meio para educar as classes economicamente e culturalmente desfavorecidas, desenvolvendo a sua consciência política e social. As afirmativas são, respectivamente,

A F – V – V.
B V – F – V.
C F – V – F.
D V – F – F.
E V – V – V.

Nessa dança, os golpes da capoeira sugerem movimentos de ataque e defesa, como chutando de frente, pernada, abre-alas, rojão e tramela, passos firmes e agressivos. No abre-alas, por exemplo, parece que o passista está se preparando para brigar, dançando com as pernas abertas e os braços se movimentando para frente como se dessem socos no ar. No entanto, diferentemente do que ocorre na capoeira, no passo os dançarinos praticamente não se tocam e quase não há movimentos com as mãos no chão. Adaptado de http://portal.iphan.gov.br/ O trecho descreve movimentos próprios da dança brasileira denominada

A Coco.
B Frevo.
C Maracatu.
D Caboclinho.
E Ciranda.

Na definição de Viola Spolin, sua abordagem para ensino de teatro pode ser definida como

A fundamentada na história e teoria teatral com exercícios práticos em sequência.
B conjunto de exercícios corporais para a liberação das emoções.
C exercícios de atuação em grupo a partir de textos clássicos do teatro ocidental.
D método de atuação no qual o ator/atriz/aluno/aluna se transforma na personagem.
E técnica, nas oficinas propostas, que fornece problemas para solucionar problemas.

Segundo as indicações de Martins, Picosque & Guerra

( 2011 ), são elementos da estrutura da linguagem teatral,

A corpo, sons, texto e ator/atriz.
B ação dramática, espaço cênico, personagem e relação palco/plateia.
C cenário, iluminação, roteiro e sonoridades.
D dramaturgia, atuação, cenografia e figurino.
E edifício do teatro, espectadores, atores/atrizes e tempo cênico.

Para Marques

( 2002 ), no Brasil, as propostas de Rudolf Laban são compreendidas e divulgadas fundamentalmente no campo educacional ou mesmo no campo terapêutico, sendo que a preparação de dançarinos para espetáculos se dá posteriormente. Essa característica ocorre porque

A as propostas de Rudolf Laban são eminentemente para a educação e não para o treinamento de dançarinos, segundo afirmações do coreógrafo.
B a prática profissional de R.Laban se deu em escolas para crianças e adolescentes. Foram seus discípulos que elaboraram treinamentos para profissionais da dança.
C as escolas brasileiras, de matriz escolanovista, acolheram imediatamente as propostas de dança livre e moderna desde os anos 1920, caracterizando a abordagem.
D a abordagem para a dança de R. Laban trata apenas das qualidades de movimento e características dos corpos infantis e foi pensada para a educação dessa faixa.
E Maria Duschenes, que introduziu a obra de R. Laban ainda nos anos 1940, divulgou as práticas do coreógrafo nos meios educacionais que frequentava.

De acordo com o capítulo IV da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei n° 13.146/2015), no que concerne especificamente à educação de alunos surdos, é incumbência do poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar, entre outros,

A a universalização das aulas de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para todas as comunidades escolares, sendo ministradas por professores – surdos ou ouvintes – proficientes nesta língua.
B a observância dos princípios da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, encerrando escolas e classes bilíngues, também chamadas de especiais, e garantindo a inclusão desse alunado em salas comuns.
C a formação de professores regentes e professores bilíngues para atuação em modelo de dupla docência, assegurando a todos os alunos o acesso ao conhecimento em suas primeiras línguas.
D a oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas.
E a garantia do ensino da Escrita de Sinais (SignWriting) para alunos que tenham como L1 (primeira língua) línguas de modalidade visual-espacial, como a Libras, e do ensino de tópicos das culturas surdas.

“O diretor de teatro inglês Peter Brook diz que a beleza de uma peça está na qualidade e na perfeição que o público é capaz de identificar num simples gesto ou numa palavra. Afirma que, para ser arte, uma interpretação deve ser capaz de estimular a imaginação do público que a ela se entrega”. (Costa, 2004) Segundo Costa

( 2004 ), o que o autor procura mostrar é que

A as peças teatrais e outras obras de arte que alcançam precisão técnica são facilmente identificadas como de boa qualidade artística.
B a qualidade de uma obra de arte é apontada pela unanimidade em relação à sua qualidade por parte da maioria do público.
C a beleza que caracteriza a obra de arte deve vir de dentro do observador, sob a forma de uma entrega ou de uma fruição emocionada.
D a obra de arte tem, em si, a qualidade que a torna boa ou ruim, cabendo ao público captar essa essência.
E o público deve ser educado para que possa interpretar as obras de arte em conformidade ao que elas significam.