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Observe o seguinte texto descritivo de Van Gogh: “Estes troncos estavam num charco, em meio à lama preta. Alguns, pretos, encontravam-se sob a água na qual reverberavam, outros, descorados, sobre a campina preta. Um caminhozinho branco atravessa a planície, e atrás há ainda mais turfas, de um preto de fuligem. Por cima, um céu de tempestade”. Assinale a observação que não está adequada ao texto acima.

A As cores ganham destaque na observação das realidades descritas.
B A estratégia descritiva mostra uma aproximação progressiva do observador em relação aos elementos observados.
C A descrição é de caráter objetivo, dando destaque a características visuais do que é descrito.
D O texto tem por objeto aspectos de uma paisagem, sem a presença de humanos.
E Os elementos descritos estão apresentados de forma dispersa, sem relações lógicas entre eles.

Entre as frases a seguir, assinale aquela em que a substituição proposta é adequada, por tratar-se do único caso de adjunto adnominal.

A Os grandes artistas não são os copistas do mundo (mundiais), são seus rivais.
B Toda arte é imitação da natureza (natural).
C A obra de arte é uma imitação do tempo (temporal).
D Aprender a ver é a mais longa aprendizagem de todas as artes (artística).
E Meus filmes são respostas a perguntas de meus filhos (filiais).

Entre as frases a seguir, do livro A Cidade e as Serras , de Eça de Queiroz, assinale aquela em que a forma sublinhada está mal-empregada.

A “Chamados pôr uma grande voz, que se esganiçava no vento, avistamos num campo mais alto, à beira dum alpendre, o Silvério, debaixo dum guarda-chuva vermelho, que acenava, nos indicava o trilho mais curto para aquele abrigo”.
B “-É a tal mulher que está doente, a mulher do Esgueira, ali do casal da figueira. E ainda tem outro abaixo deste... Filharada não lhe falta”.
C “Caminhamos, com o Silvério no meio, pensativo, a fronte enrugada sob a vasta aba do chapéu, a barba imensa espalhada pelo peito, e a barraca exorbitante do guarda-chuva vermelho enrolada abaixo do braço”.
D “Elas replicavam, familiarizadas, numa crescente simpatia pelo meu Príncipe: -Ora o senhor fala bem, porque fica debaixo de telhas...”.
E “...e, como eu, encolheriam desdenhosamente os ombros ante a grande Ilusão que findara, agora para sempre inútil, arrumada como um lixo histórico, guardado debaixo da lona”.

Em alguns vocábulos, o acento tônico pode ter valor distintivo, ou seja, mostra duas palavras diferentes. Assinale a opção em que isso não ocorre.

A périto e perito.
B dúvida e duvida.
C história e historia.
D crédito e credito.
E público e publico.
Texto associado
Texto CG1A7-I O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas. No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos. Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação , afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro. Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística. Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”. Internet: (com adaptações).

Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto CG1A7-I, a forma verbal “levarmos” (segundo período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída por

A levado.
B levar.
C levássemos.
D levamos.
E levassem.
Texto associado
Texto CG1A7-I O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas. No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos. Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação , afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro. Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística. Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”. Internet: (com adaptações).

No primeiro período do segundo parágrafo do texto CG1A7-I, a palavra “ambígua” foi empregada como sinônimo de

A equivocada.
B enganosa.
C dúbia.
D desleal.
E instável.

Em um conjunto de armazenamento externo com quatro discos ativos, optou-se pelo máximo desempenho em leitura e escrita, porém, em determinado momento, houve falha em um dos discos, fato que gerou indisponibilidade dos dados. Nessa situação hipotética, é correto inferir que o arranjo de discos utilizado é do tipo

A RAID 10.
B RAID 0.
C RAID 5.
D RAID 6.
E RAID 1.

Caso um órgão público necessite adquirir, por inexigibilidade de licitação, equipamentos de informática, o processo de contratação deverá ser obrigatoriamente instruído, entre outros, com

A documento que comprove que o fornecedor não foi condenado por qualquer infração.
B pesquisa de mercado que avalie o preço proposto.
C a razão da escolha do contratado.
D atestado de conformidade.
E a comprovação de o fornecedor já ter vencido licitação do órgão contratante.

Com referência aos fatos relevantes que ocorreram na administração pública brasileira após o ano de 1930, assinale a opção correta.

A No período de 1930 a 1945, prevaleceu o patrimonialismo oligárquico, representado pela concentração de poder nas mãos das elites agrárias.
B A reforma gerencial ocorreu exclusivamente a partir da década de 90, com o fortalecimento da administração indireta mediante a remoção da produção de bens e serviços pelas empresas públicas e sociedades de economia mista.
C O Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado (PDRAE), lançado em 1995, compreendeu três dimensões, que visavam: a descentralização do aparelho estatal; um modelo de administração por resultados; uma mudança cultural pautada pela confiança.
D A reforma burocrática ocorreu a partir de 1945, de maneira associada à modernização do sistema capitalista até então existente.
E Os desejos pela substituição do modelo burocrático manifestaram-se em meados da década de 80 em decorrência da finalização do regime militar.

Uma instituição que esteja realizando a análise de cenários internos e externos para a elaboração do seu planejamento estará na fase de

A elaboração do planejamento tático.
B elaboração do planejamento operacional.
C definição da missão.
D realização da análise SWOT.
E definição da visão.