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A empresa Fusão e Incorporação-F&I está implantando uma ferramenta de gestão, por indicadores, e começou por uma das dimensões dessa ferramenta. O diagnóstico dessa dimensão iniciou-se na F&I avaliando as reclamações nos sites de proteção dos direitos dos consumidores, bem como nas redes sociais. A ferramenta de gestão por indicadores, bem como a dimensão escolhida, são, respectivamente:

A Business Process Management-BPM; dos Clientes.
B Balanced Scorecard-BSC; dos Processos Internos.
C 5Ws 1H; dos Clientes.
D Balanced Scorecard-BSC; Financeira.
E Prêmio Nacional da Qualidade-PNQ; dos Processos Internos.
Texto associado
Assassinos culturais Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência. Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras. Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco. Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios. E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra? Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos. Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos. Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes. O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo. Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos. Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura? (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado) * Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

Assinale a alternativa em que a pontuação foi empregada para separar a oração subordinada adverbial.

A Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura.
B Sou um assassino cultural, e você também é.
C Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos.
D Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra?
E E quem fala em livrarias, fala em todo o resto.

O médico congolês Denis Mukwege, 63, e a ativista iraquiana Nadia Murad, 25, levaram o Nobel da Paz de 2018, anunciou o comitê do prêmio, em Oslo, nesta sexta-feira [05.10]. A importância do trabalho de Mukwege já tinha sido reconhecida, em 2014, pelo Parlamento Europeu, que concedeu a ele o prêmio Sakharov. Em 2016, Nadia foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade de um escritório das Nações Unidas.(Uol, 05.10.2018. Disponível em . Acesso em: 11.11.2018. Adaptado) A concessão desse prêmio foi um reconhecimento

A pela mobilização política em favor da educação feminina em países islâmicos.
B pela fundação de entidades de ajuda humanitária a refugiados.
C pelos esforços na luta contra o uso da violência sexual como arma de guerra.
D pelas campanhas de combate à subnutrição e à mortalidade infantil.
E pela assistência social a órfãos em regiões assoladas por conflitos étnicos.

Considere a seguinte afirmação: Se Ana e Maria foram classificadas para a segunda fase do concurso, então elas têm chance de aprovação. Assinale a alternativa que contém uma negação lógica para essa afirmação.

A Se Ana e Maria não foram classificadas para a segunda fase do concurso, então elas não têm chance de aprovação.
B Ana ou Maria não têm chance de aprovação e não foram classificadas para a segunda fase do concurso.
C Se Ana ou Maria não têm chance de aprovação, então elas não foram classificadas para a segunda fase do concurso.
D Ana e Maria foram classificadas para a segunda fase do concurso, mas elas não têm chance de aprovação.
E Se Ana ou se Maria, mas não ambas, não foi classificada para o concurso, então ela não tem chance de aprovação.
Texto associado
Assassinos culturais Sou um assassino cultural, e você também é. Sei que é romântico chorar quando uma livraria fecha as portas. Mas convém não abusar do romantismo – e da hipocrisia. Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência. Falo por mim. Os livros físicos que entram lá em casa são cada vez mais ofertas – de amigos ou editoras. Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira. Comprava tanto e carregava tanto que desconfio que o meu problema de ciática é, na sua essência, um problema livresco. Hoje? Gosto da flânerie*. Mas depois, fotografo as capas com o meu celular antes de regressar para o psicanalista o famoso dr. Kindle. Culpado? Um pouco. E em minha defesa só posso afirmar que pago pelos meus vícios. E quem fala em livrarias, fala em todo o resto. Eu também ajudei a matar a Tower Records e a Virgin Megastore. Havia lá dentro uma bizarria chamada CD – você se lembra? Hoje, com alguns aplicativos, tenho uma espécie de discoteca de Alexandria onde, a meu bel-prazer, escuto meus clássicos e descubro novos. Se juntarmos ao pacote o iTunes e a Netflix, você percebe por que eu também tenho o sangue dos cinemas e dos blockbusters nas mãos. Eis a realidade: vivemos a desmaterialização da cultura. Mas não é apenas a cultura que se desmaterializa e tem deixado as nossas salas e estantes mais vazias. É a nossa relação com ela. Não somos mais proprietários de “coisas”; somos apenas consumidores e, palavra importante, assinantes. O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação. É uma reflexão sobre a “economia de assinaturas” que conquista a economia global. Conta o autor que mais de metade das empresas da famosa lista da “Fortune” já não existiam em 2017. O que tinham em comum? O objetivo meritório de vender “coisas” – muitas coisas, para muita gente, como sempre aconteceu desde os primórdios do capitalismo. Já as empresas que sobreviveram e as novas que entraram na lista souberam se adaptar à economia digital, vendendo serviços (ou, de forma mais precisa, acessos). Claro que na mudança algo se perde. O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem). Além disso, ler no papel não é o mesmo que ler na tela. Mas o interesse do livro de Tzuo não está apenas nos números; está no retrato de uma nova geração para quem a experiência cultural é mais importante do que a mera posse de objetos. Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço – ou, para sermos bem filosóficos, o triunfo do espírito sobre a matéria. E não será essa, no fim das contas, a vocação mais autêntica da cultura? (João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 28.08.2018. Adaptado) * Flânerie: ato de passear, de caminhar sem compromisso.

Assinale o trecho do texto em que está presente a figura de linguagem chamada metáfora.

A Aos 20, quando viajava por territórios estranhos, entrava nas livrarias locais como um faminto na capoeira.
B O desaparecimento das livrarias não acredito que seja total no futuro (e ainda bem).
C O livro “Subscribed”, de Tien Tzuo, analisa a situação.
D Há quem veja aqui um retrocesso, mas também é possível ver um avanço...
E Fomos nós que matamos aquela livraria e o crime não nos pesa muito na consciência

Nonaka e Takeuchi

( 1997 ) têm sido os autores mais citados e referenciados quando se fala em Gestão do Conhecimento. Eles dividem o conhecimento em tácito (implícito) e formal (explícito). O tácito vem da experiência e, também, da experimentação. O formal é sistemático, e pode ser expresso por textos, apostilas, etc. Porém, eles não são excludentes e passa-se de um para outro em quatro quadrantes (socialização, externalização, combinação e internalização) de uma espécie de matriz, retornando sempre ao ponto de partida. O nome desse modelo é

A matriz de aprendizagem.
B espiral de aprendizado.
C matriz do conhecimento.
D curva de aprendizagem.
E espiral do conhecimento.

Cada vez mais frequente em organizações contemporâneas, especialmente as mais jovens e vinculadas a setores mais dinâmicos da economia, em muitos casos com foco em inovação, as estruturas organizacionais têm se apresentado de variadas formas. Uma dessas formas combina duas ou mais variáveis, podendo ser áreas funcionais e processos ou produtos, ou ainda projetos, delineando múltiplas “linhas de autoridade” a serem atendidas. O nome dessa estrutura é

A matricial.
B por equipe.
C funcional.
D por projeto.
E vertical.

Um plano de amortização corresponde a um empréstimo no valor de R$ 40.000,00 para ser liquidado por meio de 96 prestações mensais, iguais e consecutivas, vencendo a primeira ao final do 1° mês. Considerou-se o sistema francês (tabela Price) de amortização, à taxa de juros compostos de 1% ao mês, obtendo-se o valor de R$ 650,00 para cada prestação.Conforme essas informações, o saldo devedor da dívida, imediatamente após o pagamento da 2ª prestação, é de

A R$ 39.295,50
B R$ 39.497,50
C R$ 39.209,00
D R$ 39.202,50
E R$ 39.500,00

Um usuário precisa verificar os sites recentemente visitados por meio do Microsoft Edge, em sua configuração padrão, para organizar um relatório contendo as fontes usadas para consultar normas de recursos humanos nos sites oficiais do governo. O atalho por teclado para abrir a janela de histórico é:

A Ctrl + J
B Ctrl + H
C Alt + F4
D Alt + F1
E Ctrl + F

O valor atual de um título descontado 3 meses antes de seu vencimento foi igual a R$ 19.100,00. A taxa de desconto utilizada foi de 18% ao ano, segundo uma operação de desconto comercial simples. Se a taxa de desconto tivesse sido de 14,4% ao ano, então o valor atual desse título seria de

A R$ 19.160,00
B R$ 19.250,00
C R$ 19.120,00
D R$ 19.280,00
E R$ 19.200,00