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Durante a realização do curso teórico-técnico de formação para habilitação de condutores de veículos automotores, na estrutura curricular de direção defensiva para veículos de duas ou mais rodas, deve-se ministrar o conteúdo relativo

A à responsabilidade com a manutenção do veículo.
B à verificação das condições gerais da vítima.
C à manutenção preventiva do automóvel e da motocicleta, para preservação do meio ambiente.
D à abordagem teórica da condução de motocicletas com passageiro e ou cargas.
E às alternativas de solução para eventualidades mais comuns.

Ao condutor que se evadir da fiscalização, não submetendo veículo à pesagem obrigatória nos pontos de pesagem, fixos ou móveis, será aplicada a seguinte penalidade, além da obrigação de retornar ao ponto de evasão para fim de pesagem obrigatória:

A multa e apreensão do veículo.
B multa, apenas.
C apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir.
D multa e suspensão do direito de dirigir.
E apreensão do veículo e recolhimento do documento de habilitação.
Texto associado
O paradoxo da promessa Em que circunstâncias alguém se exalta e defende com ardor uma opinião? “Ninguém sustenta fervorosamente que 7 x 8 = 56, pois se pode demonstrar que isso é uma verdade”, observa Bertrand Russel. O ânimo persuasivo só recrudesce e lança mão das artes e artimanhas da retórica apaixonada quando se trata de incutir opiniões que são duvidosas ou demonstravelmente falsas. O mesmo vale para o ato de prometer alguma coisa. O simples fato de que uma promessa precisa ser feita com toda a ênfase indica a existência de dúvida quanto à sua concretização. Só prometemos acerca do que exige um esforço extra da vontade. E quanto mais solene ou enfática a promessa – “Te juro, meu amor, agora é pra valer!” – mais duvidosa ela é: protesting too much (‘proclamar excessivo’), como dizem os ingleses. “Só os deuses podem prometer, porque são imortais”, adverte o poeta. (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 26)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

A se exalta e defende com ardor (1° parágrafo) = arrebata-se e sustenta com paixão.
B ânimo persuasivo só recrudesce (1° parágrafo) = intenção retórica só se arrefece.
C lança mão das artes e artimanhas (1° parágrafo) = exclui a força artesanal convincente.
D dúvida quanto à sua concretização (2° parágrafo) = projeção da fé em sua efetividade.
E quanto mais solene ou enfática (2° parágrafo) = tanto mais sincera quanto consciente.

No que se refere à condução de veículos por motoristas profissionais,

A serão observados 30 minutos para descanso a cada 4 horas na condução de veículo rodoviário de passageiros, sendo facultado o seu fracionamento e o do tempo de direção.
B é vedado ao motorista profissional dirigir, por mais de 4 horas e meia ininterruptas, veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas.
C serão observados 30 minutos para descanso dentro de cada 5 horas na condução de veículo de transporte de carga, sendo facultado o seu fracionamento
D o condutor é obrigado, dentro do período de 24 horas, a observar o mínimo de 9 horas de descanso, que podem ser fracionadas.
E em situações excepcionais de inobservância justificada de tempo de direção, devidamente registradas, o tempo de direção poderá ser elevado por mais 4 horas, desde que não haja comprometimento da segurança rodoviária.

Quando o veículo estiver em movimento, deve-se manter o farol baixo aceso durante o dia, nas rodovias, considerando que:

I. As cores e as formas dos veículos modernos contribuem para mascará-los no meio ambiente, dificultando a sua visualização a uma distância efetivamente segura para qualquer ação preventiva, mesmo em condições de boa luminosidade.

II. O sistema de iluminação é elemento integrante da segurança ativa dos veículos.

III. A velocidade das estradas é superior à das vias urbanas. Está correto o que consta de

A II, apenas.
B III, apenas
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E I, II e III.
Texto associado
O paradoxo da promessa Em que circunstâncias alguém se exalta e defende com ardor uma opinião? “Ninguém sustenta fervorosamente que 7 x 8 = 56, pois se pode demonstrar que isso é uma verdade”, observa Bertrand Russel. O ânimo persuasivo só recrudesce e lança mão das artes e artimanhas da retórica apaixonada quando se trata de incutir opiniões que são duvidosas ou demonstravelmente falsas. O mesmo vale para o ato de prometer alguma coisa. O simples fato de que uma promessa precisa ser feita com toda a ênfase indica a existência de dúvida quanto à sua concretização. Só prometemos acerca do que exige um esforço extra da vontade. E quanto mais solene ou enfática a promessa – “Te juro, meu amor, agora é pra valer!” – mais duvidosa ela é: protesting too much (‘proclamar excessivo’), como dizem os ingleses. “Só os deuses podem prometer, porque são imortais”, adverte o poeta. (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 26)

Deve-se entender, segundo a fundamentação apresentada no texto, que uma promessa

A produz seus efeitos toda vez que formulada com recursos de uma retórica vibrante.
B terá cumprimento à medida que seu sujeito tenha vontade de cumpri-la.
C costuma indicar não o seu cumprimento, mas a dificuldade de efetivação dele.
D é por vezes tão frágil em si mesma que os próprios deuses não têm como cumpri-la.
E vale muitas vezes mais do que uma opinião que não possa ser comprovada.

Onde não existir sinalização regulamentada, a velocidade máxima nas vias rurais será, nas rodovias de pista dupla, de ..

I. . km/h para automóveis, camionetas e motocicletas e de ..

II. . km/h para os demais veículos, e nas rodovias de pista simples será de ..

III. . km/h para automóveis, camionetas e motociclistas e de ..

IV. . km/h para os demais veículos. Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas acima:

A I - 120 II - 90 III - 90 IV - 80
B I - 110 II - 90 III - 100 IV - 90
C I - 120 II - 80 III - 100 IV - 80
D I - 110 II - 80 III - 90 IV - 80
E I - 120 II - 90 III - 110 IV - 90

Uma rodovia estadual, cuja exploração é feita mediante contrato de concessão de serviço público, foi cenário de um grave acidente: um veículo particular transitava por uma faixa de rolamento quando o motorista perdeu o controle da direção ao passar por um buraco existente na pista em função de obras de reparo em curso. As vítimas, que afirmaram a inexistência de qualquer sinalização na rodovia para advertir os motoristas sobre os reparos em curso e sobre os buracos existentes, sofreram danos físicos e materiais de grande monta. Essas vítimas

A devem buscar indenização direta, integral e exclusivamente da concessionária, sujeita à responsabilidade objetiva pura, não sendo relevante perquirir sobre excludentes de responsabilidade.
B devem buscar reparo para os danos morais e materiais junto ao poder concedente, tendo em vista que se trata de rodovia de propriedade pública, cabendo apenas direito de regresso em face da concessionária.
C podem ser ressarcidas pela concessionária de serviço público que explorava a rodovia, desde que comprovada sua negligência, imprudência ou imperícia na condução das obras de manutenção.
D podem deduzir pleito indenizatório em face da concessionária de serviço público e do poder concedente, ambos respondendo sob a modalidade objetiva de responsabilidade, ainda que aquelas sejam dotadas de personalidade jurídica de direito privado.
E podem apresentar ação de indenização sob a modalidade de responsabilidade objetiva em face da concessionária de serviço público, tendo em vista que o vínculo jurídico formado com o contrato de concessão de serviço público confere à empresa natureza jurídica de direito público.

Uma pesquisa sobre meio de transporte utilizado pelos funcionários de uma empresa para ir ao trabalho apresentou os seguintes resultados: 50% do total de funcionários utilizam trem ou ônibus ou ambos, e, desses, 50% utilizam trem, e 60%, ônibus; 25% do total de funcionários utilizam apenas seu próprio automóvel; 15% do total de funcionários vão ao trabalho, exclusivamente, a pé; os demais funcionários, em um total de 18, utilizam outro meio de transporte para ir ao trabalho. O número de funcionários que utilizam tanto trem quanto ônibus para ir ao trabalho é igual a

A 12.
B 9
C 6
D 3
E 15
Texto associado
O paradoxo da promessa Em que circunstâncias alguém se exalta e defende com ardor uma opinião? “Ninguém sustenta fervorosamente que 7 x 8 = 56, pois se pode demonstrar que isso é uma verdade”, observa Bertrand Russel. O ânimo persuasivo só recrudesce e lança mão das artes e artimanhas da retórica apaixonada quando se trata de incutir opiniões que são duvidosas ou demonstravelmente falsas. O mesmo vale para o ato de prometer alguma coisa. O simples fato de que uma promessa precisa ser feita com toda a ênfase indica a existência de dúvida quanto à sua concretização. Só prometemos acerca do que exige um esforço extra da vontade. E quanto mais solene ou enfática a promessa – “Te juro, meu amor, agora é pra valer!” – mais duvidosa ela é: protesting too much (‘proclamar excessivo’), como dizem os ingleses. “Só os deuses podem prometer, porque são imortais”, adverte o poeta. (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 26)

É adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

A As promessas de que não cumprimos são aquelas à quem emprestamos a maior ênfase.
B A ênfase com cuja ele se exprime não faz ninguém confiar nada ao que ele diga.
C A frase de Bertrand Russel na qual o autor se refere é uma verdade onde ninguém duvida.
D A frase que a tradução está entre parênteses expressa uma denúncia para os excessos do amor.
E A sinceridade é um sentimento em que não cabe exagero, nada conspira contra sua força.