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Recentemente, o Banco Central lançou o Pix Parcelado, uma novidade que está mudando a forma como os brasileiros fazem pagamentos. A ideia é simples: dar a opção de parcelar compras diretamente pelo Pix, algo que já é super popular para pagamentos à vista. Essa mudança busca atender tanto às necessidades dos consumidores quanto dos lojistas, que ganham mais flexibilidade nas transações. A prática que melhor reflete uma abordagem centrada no cliente, no lançamento de uma nova funcionalidade como o Pix Parcelado, é

A lançar o Pix Parcelado sem consultar os usuários, acreditando que a novidade será bem recebida apenas com base nas necessidades da empresa.
B testar o Pix Parcelado com um grupo pequeno de usuários antes de lançar nacionalmente, ajustando as funcionalidades conforme o feedback recebido.
C implementar todas as possíveis funcionalidades de uma vez, garantindo que o serviço tenha o máximo de recursos no lançamento, sem prever futuras atualizações.
D evitar qualquer tipo de mudança na funcionalidade após o lançamento, mesmo que o feedback dos usuários seja negativo.
E lançar o Pix Parcelado apenas quando absolutamente todos os bancos estiverem prontos para oferecer o serviço, sem considerar uma implementação gradual.

Em um mundo cada vez mais digital, a segurança e a eficiência das operações de TI tornaram-se cruciais para qualquer empresa. Não é à toa que vimos, nos últimos anos, grandes players do mercado, como instituições financeiras na Geórgia e a gigante de TI Wipro, adotarem frameworks como o COBIT 2019 e o ITIL v4. Enquanto as instituições financeiras da Geórgia buscaram no COBIT uma forma de se blindar contra as ameaças cibernéticas e se alinhar às regulamentações do Banco Nacional, a Wipro viu no ITIL v4 a chave para turbinar seu atendimento ao cliente, agilizando a resolução de problemas e aumentando a satisfação. Diante desses cases de sucesso, assinale a opção que descreve corretamente o uso desses frameworks.

A O COBIT 2019 foi a ferramenta escolhida para lidar com incidentes de TI em tempo real, enquanto o ITIL v4 entrou em cena para garantir que tudo estivesse dentro das normas de segurança.
B A Wipro apostou no ITIL v4 para resolver problemas de TI com mais rapidez, e as instituições financeiras da Geórgia usaram o COBIT 2019 para se manterem em dia com as regulamentações e a segurança cibernética.
C Tanto o COBIT 2019 quanto o ITIL v4 foram usados pelas duas empresas, sem distinção clara entre suas funções, para gerenciar as operações e garantir que tudo estivesse de acordo com as leis.
D O COBIT 2019 tem seu foco principal nos serviços operacionais de TI, enquanto o ITIL v4 é mais voltado para a governança de TI em um nível mais estratégico.
E O ITIL v4 foi a escolha para acompanhar o desempenho dos fornecedores de TI, e o COBIT 2019 ficou responsável pelo suporte operacional nas duas empresas.

No contexto da Engenharia de Software, o levantamento e a elicitação de requisitos são etapas essenciais para garantir que o sistema atenda às expectativas dos stakeholders. Um time de desenvolvimento está utilizando diferentes técnicas para elicitar requisitos para um novo sistema de gestão de projetos. Para garantir que todos os requisitos críticos sejam corretamente identificados e documentados, deve-se

A focar exclusivamente em entrevistas com a alta direção, ignorando os usuários finais.
B utilizar técnicas de prototipação para permitir que os usuários interajam com um modelo preliminar e forneçam feedback antes do desenvolvimento completo.
C implementar imediatamente um MVP sem coletar feedback de stakeholders , para acelerar o lançamento.
D reunir todos os requisitos de uma vez no início do projeto e evitar mudanças durante o desenvolvimento.
E deixar que a equipe de desenvolvimento defina os requisitos sem a participação dos stakeholders.

Ao desenvolver um sistema de software, a escolha da arquitetura é crucial para garantir que ele seja capaz de lidar com grandes volumes de dados e manter uma alta disponibilidade. O arquiteto de soluções de um projeto está encarregado de criar um sistema que não só precisa ser escalável, mas também seguro e estável ao longo do tempo. Dado esse cenário, a abordagem ideal é a de

A colocar tudo em um único servidor central, para manter todos os dados controlados em um só lugar.
B optar por uma arquitetura de microsserviços, onde cada parte do sistema pode crescer de forma independente e usar replicação para garantir que, mesmo se algo falhar, o sistema continue funcionando.
C configurar um banco de dados local em cada estação de trabalho, sem a necessidade de conectar as máquinas entre si.
D centralizar tudo em um único data center, sem planejar nenhum tipo de backup ou replicação dos dados.
E focar apenas no desempenho imediato, sem considerar se o sistema vai precisar escalar no futuro.

Quando falamos sobre as diferenças entre a gestão por processos e a gestão funcional tradicional, é correto afirmar que

A a gestão funcional se concentra em otimizar os processos de ponta a ponta, enquanto a gestão por processos foca em áreas específicas dentro da empresa.
B a gestão por processos melhora a eficiência da empresa ao integrar atividades entre os departamentos, quebrando aquelas barreiras que existem entre as áreas.
C a gestão funcional é mais flexível e ajuda a empresa a se adaptar melhor às mudanças do mercado do que à gestão por processos.
D na gestão por processos, a comunicação é restrita a um departamento, diferente da gestão funcional, que promove a comunicação entre diferentes áreas.
E a gestão por processos não incentiva a melhoria contínua, já que seu foco está em estruturas hierárquicas muito rígidas.

Na gestão de processos, os KPIs são como o GPS da empresa: nos mostram se estamos no caminho certo para alcançar nossos objetivos. A estratégia mais inteligente para que eles realmente nos ajudem a melhorar é

A encher o mapa de pontos de referência, mesmo que alguns não tenham nada a ver com o destino.
B focar só em atalhos que parecem mais rápidos, mesmo que a estrada seja perigosa ou o destino não seja o que a gente realmente precisa.
C escolher os pontos-chave que realmente importam para chegar lá, e ir checando o mapa durante a viagem, ajustando a rota se precisar.
D ignorar o mapa e seguir apenas a intuição, mesmo que isso signifique se perder pelo caminho.
E olhar o mapa só quando a viagem acabar, para ver se chegamos aonde queríamos.

A acessibilidade digital é cada vez mais importante. Muitas empresas, como a startup brasileira Hand Talk, estão investindo em tornar seus sites e aplicativos inclusivos para pessoas com deficiência. Isso envolve um conjunto de práticas com esse fim. Diante desse contexto, a prática mais eficaz para promover a acessibilidade digital é

A criar interfaces com alto contraste, mas não se preocupar em adicionar descrições nas imagens ou legendas nos vídeos.
B usar ferramentas que traduzem para Libras e garantir que imagens e gráficos tenham descrições adequadas para leitores de tela.
C reduzir o uso de elementos visuais para acelerar o carregamento, mesmo que isso comprometa a acessibilidade.
D tornar vídeos mais interativos, mas deixar de lado as legendas e audiodescrições.
E aplicar acessibilidade apenas nas páginas mais acessadas, ignorando áreas secundárias.

Prototipar é uma parte essencial no desenvolvimento de software, pois permite que as equipes testem ideias com os usuários antes de partirem para o produto. Em um projeto, a equipe de desenvolvimento decide criar um protótipo de alta fidelidade para validar a interface com os usuários antes de seguir adiante. Durante a fase de prototipação, a abordagem correta é

A criar o protótipo de alta fidelidade sem envolver os usuários, para ganhar tempo e não se preocupar com feedback inicial.
B pular a etapa de prototipação e lançar logo o produto final, acelerando o cronograma do projeto.
C usar o protótipo para testar com os usuários, coletando feedback que ajude a melhorar o design antes de desenvolver o sistema completo.
D focar só no design visual do protótipo e deixar a navegação e interação para depois.
E ignorar a experiência dos usuários e concentrar-se apenas nas questões técnicas.

A negociação, em qualquer contexto, pode ser um processo desafiador. Existem boas práticas que ajudam a tornar o diálogo mais produtivo e aumentar as chances de alcançar um acordo que beneficie todas as partes. Uma dessas práticas é garantir que os interesses reais de cada lado sejam levados em consideração, em vez de focar apenas nas posições iniciais. Outra prática importante é manter a comunicação clara e respeitosa, separando as pessoas do problema e tratando as questões com base em dados e critérios objetivos. Uma boa prática de negociação é

A insistir que uma parte ceda em todas as suas exigências para que o acordo seja possível.
B tratar a negociação como um jogo onde o que um lado ganha, o outro perde.
C buscar entender os interesses reais de cada parte, com o objetivo de criar soluções que beneficiem ambos os lados.
D garantir que apenas uma parte obtenha o máximo de vantagens, ignorando as necessidades da outra.
E desconsiderar critérios objetivos e focar em emoções para conduzir a negociação.

Uma empresa de exportações enfrenta dificuldades em acessar dados atualizados sobre suas vendas e a satisfação de seus clientes, o que dificulta a tomada de decisões estratégicas. Para solucionar esse problema, o departamento de TI decidiu implementar uma ferramenta de Business Intelligence (BI) que permita a criação de relatórios e dashboards interativos. Com essa solução, os gestores poderão visualizar gráficos atualizados, filtrar informações por período ou região e identificar rapidamente tendências e problemas. Nesse contexto, uma das principais vantagens de utilizar dashboards que permitem a interação do usuário com os dados em ferramentas de BI é a

A facilidade na visualização e interpretação de grandes volumes de dados em tempo real.
B capacidade de realizar análises preditivas avançadas, utilizando técnicas de mineração de dados a fim de prever tendências futuras.
C possibilidade de colaboração e compartilhamento de informações entre diferentes equipes.
D automatização da criação de relatórios, eliminando a necessidade de intervenção manual.
E redução do tempo gasto na coleta e preparação dos dados para análise.