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A frase em que o vocábulo mas tem valor aditivo é:

A “Perseverança não é só bater em porta certa, mas bater até abrir”. (Guy Falks);
B “Nossa maior glória não é nunca cair, mas sim levantar toda vez que caímos”. (Oliver Goldsmith);
C “Eu caminho devagar, mas nunca caminho para trás”. (Abraham Lincoln);
D “Não podemos fazer tudo imediatamente, mas podemos fazer alguma coisa já”. (Calvin Coolidge);
E “Ele estudava todos os dias do ano, mas isso contribuía para seu progresso”. (Nouailles).

A frase em que a redundância está ausente é:

A “Ninguém jamais se afogou em seu próprio suor”. (Ann Landers);
B “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. (Chico Xavier);
C “Espero que sua vida seja tão inteira como duas metades”. (anônimo);
D “Todos os funcionários receberam um prêmio adicional extra por seu desempenho”. (Cartaz em lanchonete);
E “Os cemitérios estão cheios de gente insubstituível”. (Charles De Gaulle).

O conhecimento do grau de maturidade da gestão de riscos de organizaç es públicas é importante para que sejam feitas recomendações para a melhoria da governança e para a efetividade das políticas públicas. Há diversos modelos de referência (ou framework) para gestão de riscos. Entretanto, há um modelo que introduziu a noção de que controles internos devem ser ferramentas de gestão e monitoração de riscos para o alcance de objetivos, e não apenas para riscos de origem financeira, deixando de lado a função de mero avaliador da conformidade legal das despesas públicas. Esse modelo é conhecido como “Enterprise Risk Management”. A descrição acima refere-se ao modelo de referência apresentado à administração pública no Brasil pelo TCU e criado internacionalmente pelo(a):

A AICPA - American Institute of Certified Public Accounts;
B BIS - Bank for International Settlements;
C COSO - Committe of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission;
D ISO - International Organization for Standardization;
E OGC - Office for Government Commerce.

Um analista de planejamento e gestão, recém integrado aos quadros de uma determinada organização pública fundacional, se apresentou ao Coordenador do Comitê Gestor do GESPÚBLICA, oferecendo-se para integrar o Comitê Gestor. Sua apresentação foi considerada indevida, pois é necessário:

A ser indicado pelo dirigente do órgão e designado pelo Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão;
B ser integrante dos círculos da qualidade em sua organização de origem;
C ocupar um cargo ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República;
D ser professor universitário com notório saber e especialização em sua área de atuação;
E ser representante de entidade privada com notório engajamento na área de qualidade da gestão.

Na administração pública devem ser constantes os esforços no sentido de modernização das estruturas organizacionais, de forma a promover a integração da organização ao ambiente externo. Essa integração deve estar adequadamente centrada na ideia de:

A serviços estabelecidos pela oferta;
B processos orientados pelos técnicos;
C formação de equipes dependentes;
D extinção da configuração hierárquica;
E adaptação às mudanças conjunturais.

A trajetória histórica da Administração Pública no Brasil, após 1930, revela um conjunto de fatores que justificaram a criação e a implementação do modelo gerencial a partir de meados da década de 90. A justificativa para a adoção do modelo gerencial NÃO pode ser atribuída:

A à crise fiscal, caracterizada pela crescente perda do crédito por parte do Estado;
B à dificuldade em administrar as crescentes expectativas em relação à política de bem-estar;
C ao esgotamento da estratégia estatizante de intervenção do Estado;
D à falência da estratégia de substituição de importações;
E à necessidade de fortalecer o papel do Estado como responsável pelo desenvolvimento econômico e social.

Existem correlações bioclimáticas entre a vegetação e a quantidade e intensidade de chuvas. No Brasil, podem-se separar, pelo menos, quatro áreas geográficas em função do número de meses com chuva e meses sem chuva, durante o ano. Quatro dessas áreas são: I – áreas permanentemente úmidas (0-1 mês seco ao ano); II – áreas úmidas (0-3 meses secos no ano); III – áreas estacionalmente secas (4-5 meses secos no ano); IV – áreas semiáridas/áridas (6-9 meses secos no ano). Os Campos de Planície Sul-Rio-Grandense e as Restingas são caracterizados, respectivamente, como áreas:

A permanentemente úmida; úmida;
B úmida; semiárida/árida;
C estacionalmente seca; permanentemente úmida;
D úmida; estacionalmente seca;
E semiárida/árida; permanentemente úmida.

A determinação do número de espécies que vivem em certa área nem sempre é uma atividade fácil de ser realizada, entre outras coisas, devido à variação da riqueza de espécies como função do tamanho da amostra. Para reduzir os erros no momento de avaliar a riqueza de espécies, foram criados diferentes métodos. A alternativa que contém apenas os métodos de avaliar a riqueza de espécies de uma área de estudo é:

A Índice de diversidade de Simpson; Estimativa Jackknife; Coeficiente de Sorensen;
B Procedimento Bootstrap; Estimativa Jackknife; Coeficiente de Jaccard;
C Coeficiente de Sorensen; Índice de diversidade de Shannon; Curva espécie-área;
D Método da rarefação; Estimativa Jackknife; Curva espécie-área;
E Método da rarefação; Índice de diversidade de Shannon; Coeficiente de Jaccard.

No mundo foram identificadas 34 áreas de alta biodiversidade conhecidas como “hotspots” de biodiversidade. Essas áreas foram definidas basicamente por dois critérios: que a presença de pelo menos 0,5% das plantas vasculares sejam espécies endêmicas e que a área esteja ameaçada de destruição, tendo perdido grande parte de sua biodiversidade. No Brasil, as áreas de “hotspots” estão situadas nos biomas:

A Amazônia e Cerrado;
B Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica;
C Amazônia e Mata Atlântica;
D Caatinga , Cerrado e Mata Atlântica;
E Cerrado e Mata Atlântica.

Gabarito: Alternativa C O clima também responde ao albedo, conceito que expressa a fração da radiação solar refletida por uma superfície. Regiões claras apresentam albedo elevado, devolvem grande parte da luz incidente e, por isso, acumulam menos calor — exemplo típico é o gelo, que reflete a maior parcela da energia solar. Em contraste, superfícies escuras exibem albedo reduzido e absorvem mais radiação, como ocorre em áreas urbanas asfaltadas. Florestas, devido ao dossel verde, refletem apenas entre 3% e 10% da luz, enquanto a água retorna de 2% a 4% da radiação. Em linhas gerais, quanto menor o albedo, maior a tendência de aquecimento da superfície. Com base nesses princípios, analisam-se as afirmações sobre os efeitos do reflorestamento:

I. O plantio de árvores contribui para a remoção de CO₂ da atmosfera, já que a vegetação incorpora carbono em seus tecidos. Essa captura reduz a concentração do gás e, por consequência, atenua o efeito estufa e o aquecimento. A proposição é correta.

II. A introdução de cobertura arbórea tende a reduzir o albedo, pois o dossel reflete menos luz do que superfícies antes expostas. A menor refletividade implica maior absorção de radiação e favorece o aquecimento superficial. A afirmativa é verdadeira.

III. Sustenta-se que o plantio de árvores elevaria o albedo, diminuindo a absorção de radiação e, portanto, as temperaturas. Essa conclusão é incompatível com a natureza da cobertura vegetal, que possui albedo baixo. O reflorestamento não aumenta, mas reduz o albedo. A proposição é falsa.

A I;
B II;
C I e II;
D I e III;
E II e III.