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A noção de “socialização” guarda estreitas relações com a educação escolar e não escolar e pode ser entendida como

A a orientação que assume um indivíduo que constitui e define, ao mesmo tempo, sua participação no interior de um
processo de interação social.
B o processo pelo qual o indivíduo se integra à sociedade, mediante a internalização das normas, valores e ideias
predominantes nos coletivos sociais de que participa.
C o conjunto de normas estabelecidas por um conjunto de diferentes grupos socialmente unidos entre si.
D a unidade de comportamento e pensamento comum a todos os indivíduos pertencentes a uma determinada sociedade ou
a grupos sociais específicos.
E o conjunto de relações sociais, do passado e do presente, possíveis de serem observadas e analisadas direta ou
indiretamente.

A Lei Federal nº 9.795/99, em seu Artigo 1o, define a educação ambiental como:

A os caminhos que permitem o debate sobre as formas de combater e superar os danos socioambientais, assim como os
próprios modos de vida das sociedades com desenvolvimento industrial e agrícola desordenados.
B os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades,
atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia
qualidade de vida e sua sustentabilidade.
C o conjunto de interações e relações entre coletivos sociais e instituições públicas que gerem uma sensibilidade ética em
defesa do crescimento econômico, com custo mínimo ao meio ambiente e seus diferentes recursos.
D o processo de interações dialógicas que toma como pressuposto a modernização socioambiental mediante o uso de mecanismos
tecnológicos e de indicadores, visando combinar desenvolvimento econômico com preservação do meio ambiente.
E as práticas e processos que levam os indivíduos a considerarem os laços existentes entre a identidade, os modos de vida
e a natureza, bem como a conscientização de que pela mediação do meio ambiente é possível o reencontro com nossa
humanidade e com os seres vivos.

A Educação Escolar Quilombola é desenvolvida em unidades educacionais inscritas em suas terras e cultura, requerendo
pedagogia própria em respeito à especificidade étnico-cultural de cada comunidade e formação específica de seu quadro
docente, observados os princípios constitucionais, a base nacional e os princípios que orientam a Educação Básica brasileira.

Amparada na Lei de Diretrizes e Bases − LDB, Lei no 9.394/1996,

A cabe a cada instituição da rede pública de ensino incluir ou não o ensino da História do Povo Afro-Brasileiro.
B as ações afirmativas do movimento negro torna-se a base para a organização curricular das escolas quilombolas.
C a grade curricular das escolas quilombolas deve abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e o estudo da
língua materna dos quilombolas.
D nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e particulares, é obrigatório o ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira.
E é facultativo, no ensino da educação física, a inclusão do estudo da cultura dos quilombolas, em especial a capoeira.

Cidadania ambiental no âmbito da Lei no 9.279/2010 pode ser entendida como aquela que

A reflete atitudes e comportamentos de interesse individual ou grupal motivado por questões predominantemente
econômicas.
B desenvolve a consciência de que ações locais interferem ou refletem em todo o mundo e estimula o exercício dos direitos
e deveres ambientais.
C garante a melhoria da qualidade de vida de certos grupos sociais pela conquista legal de privilégios.
D freia o crescimento populacional mundial para garantir uma relação sustentável da sociedade com o ambiente que a
integra.
E defende direitos plenos sobre a propriedade privada sem restrições relacionadas à sustentabilidade coletiva.

Para a execução da Política Estadual de Educação Ambiental no Estado do Maranhão, a Lei no 9.279/2010 estabelece as
seguintes competências:

A Compete à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais − SEMA elaborar, reproduzir e distribuir materiais
educacionais regionais e contextualizados ao meio ambiente e culturas locais e revisar os materiais didáticos, para que
sirvam de referência para a educação ambiental nas diversas etapas e modalidades de ensino da educação básica.
B Compete à Secretaria de Estado de Educação realizar a educação ambiental no processo de licenciamento, assim como
no planejamento e execução de obras, nas atividades, nos processos produtivos e outras atividades de gestão ambiental.
C Compete ao Conselho Estadual de Educação e ao Conselho Estadual de Meio Ambiente desenvolver pesquisas e
extensões sobre metodologias voltadas ao aprimoramento da abordagem da Educação Ambiental, bem como sobre
práticas e tecnologias sustentáveis.
D Compete às Instituições educativas da rede pública e privada financiar e participar da negociação do financiamento de
programas, planos e projetos de Educação Ambiental.
E Compete aos indivíduos, movimentos sociais, associações sem fins lucrativos, organizações, grupos, coletivos e redes
participarem do desenvolvimento ou do acompanhamento de programas, planos e projetos de Educação Ambiental, em
consonância com esta Política e participarem dos processos decisórios ambientais, exercendo o controle social sobre as
ações da gestão pública e na proteção da sadia qualidade de vida ambiental para as presentes e futuras gerações.

A problemática da sustentabilidade assume neste novo século um papel central na reflexão sobre as dimensões do desenvolvimento
e das alternativas que se configuram. O quadro socioambiental que caracteriza as sociedades contemporâneas
revela que o impacto dos humanos sobre o meio ambiente tem tido consequências cada vez mais complexas, tanto em termos
quantitativos quanto qualitativos.

O conceito de desenvolvimento sustentável surge para enfrentar a crise ecológica, sendo que uma das “correntes” que dá
sustentação às ideias acima é

A a que postula a necessidade de investimento no consumo e no turismo ecológicos, de forma a atingir o equilíbrio
econômico, promovendo o congelamento do crescimento industrial em termos globais.
B aquela que defende a posição de que o desenvolvimento sustentável só se concretizará nos países do Hemisfério Norte,
dado que suas necessidades e demandas por consumo de recursos naturais ou ecológicos seriam atendidas pelos países
pobres ou em desenvolvimento.
C aquela que exige do Estado, dos coletivos que integram o sistema de representação política e da sociedade civil
organizada o esforço na elaboração de um pacto de curto prazo de modo a desmercadorizar os recursos naturais,
tornando-os bens coletivos.
D a denominada crítica à maneira como os homens se apossam dos recursos ambientais e econômicos, fazendo com que
desastres e tragédias ambientais e climáticas ocorram continuamente, trazendo graves consequências à vida cotidiana.
E a crítica ao modo de vida atual que tem por objetivo encontrar uma resposta à necessidade de sintonizar os processos
ambientais com os socioeconômicos, aumentando a produção de novos ecossistemas que poderiam favorecer melhor
qualidade de vida.

A função da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado do Maranhão − CIEA-MA quanto aos Conselhos de
Meio Ambiente e de Educação do Estado é a de

A integração e articulação.
B definição de competências.
C supervisão e avaliação.
D supervisão e acompanhamento.
E planejamento e avaliação.

Uma concepção crítica de educação e educação escolar é aquela que adota como princípio elementar que os educandos,
homens e mulheres, são

A sujeitos histórico-sociais, inacabados, situados no espaço e no tempo, produtores de cultura e de sua própria humanidade.
B sujeitos-objetos da ação cultural daqueles que detêm a capacidade de transmitir o acervo de conhecimento produzido pela
ação e história do homem.
C sujeitos que herdam o acervo de conhecimentos e experiências acumulados pelas gerações passadas de forma a adaptarse
à realidade em que está inserido.
D indivíduos situados no espaço e no tempo, livres, ainda que submetidos ao peso da cultura e dos valores transmitidos
pelas religiões, pela publicidade organizada e pela ideologia.
E pessoas que precisam da instituição escolar, por meio da ação mediadora dos profissionais da educação para seu
processo de formação.

Pode-se definir questionário como a técnica de investigação composta por um conjunto de questões que são submetidas a
pessoas com o propósito de obter informações sobre conhecimentos, crenças, sentimentos, valores, interesses, expectativas,
aspirações, temores, comportamento presente ou passado, dentre outros aspectos

Construir um questionário significa

A traduzir os objetivos da pesquisa em questões específicas que proporcionem os dados requeridos.
B elaborar perguntas claras e objetivas que permitam respostas igualmente objetivas e claras.
C planejar o número de perguntas e respostas e a forma de aplicação, tomando por base outros questionários já testados.
D considerar o público alvo e o nível de escolaridade dos respondentes, para calcular o tempo de resposta de cada grupo.
E limitar o número de respostas possíveis e criar categorias que facilitem a tabulação das respostas.

Os homens/sujeitos relacionam-se diretamente com o lugar em que vivem, preenchido de percepções de sua realidade e
sentimentos, caracterizados em suas experiências. Por isso, exige-se uma leitura que não se contenta em ter no lugar, mera
localização, mas a compreensão das diversas experiências vividas tanto no lugar como no espaço de atuação.

Nessa perspectiva, uma proposta educacional

A não deve adotar uma pluralidade de currículos, pois estes dificultam a unidade de conhecimentos de uma nação.
B exige uma base nacional comum, a ser complementada pelo conhecimento específico de cada etapa da educação básica.
C necessita atender as experiências compatíveis aos projetos instituídos pela administração pública em exercício.
D não pode ser única e de acordo com propostas curriculares determinadas e padronizadas.
E precisa partir da realidade dos alunos e professores para viabilizar a compreensão de conceitos abstratos.