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Analise o seguinte caso hipotético:
-
Marinalva, prefeita municipal, foi condenada em ação de improbidade administrativa por ter nomeado seu cônjuge, José, para o exercício de cargo em comissão como Chefe de Gabinete. Nos termos da Lei Federal nº 8.429/1992, a conduta de Marinalva caracterizou ato de improbidade administrativa, na modalidade

A enriquecimento ilícito, podendo acarretar, dentre outras penas, a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por até 14 (catorze) anos.
B lesão ao erário, podendo acarretar, dentre outras penas, a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por até 12 (doze) anos.
C Lesão ao erário, podendo acarretar, dentre outras penas, o pagamento de multa civil de até 12 (doze) vezes o valor da remuneração percebida pelo agente.
D violação aos princípios da administração pública, podendo acarretar, dentre outras penas, a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por até 4 (quatro) anos.
E violação aos princípios da administração pública, podendo acarretar, dentre outras penas, o pagamento de multa civil de até 24 (vinte e quatro) vezes o valor da remuneração percebida pelo agente.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022

Em relação à taxa linear de juros, é correto afirmar que

A 2,44% a.m. é proporcional à taxa de 33,50% a.a
B 3,54% a.b. é proporcional à taxa de 6,31% a.t.
C 4,64% a.q. é proporcional à taxa de 3,32% a.b.
D 5,74% a.t. é proporcional à taxa de 23,96% a.a.
E 6,84% a.s. é proporcional à taxa de 2,28% a.b.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022
Texto associado
O surpreendente efeito da positividade tóxica na saúde mental
-
Lucía Blasco
-
Pode parecer contraditório, mas a positividade pode ser tóxica.
-
"Qualquer tentativa de escapar do negativo — evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo — falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento", escreveu o escritor americano Mark Manson em seu livro A Arte Sutil de Ligar o Foda-se . É precisamente nisso que consiste a positividade tóxica ou positivismo extremo: impor a nós mesmos — ou aos outros — uma atitude falsamente positiva, generalizar um estado feliz e otimista seja qual for a situação, silenciar nossas emoções "negativas" ou as dos outros. (...)
O psicólogo da saúde Antonio Rodellar, especialista em transtornos de ansiedade e hipnose clínica, prefere falar em "emoções desreguladas" do que "negativas". "A paleta de cores emocionais engloba emoções desreguladas, como tristeza, frustração, raiva, ansiedade ou inveja. Não podemos ignorar que, como seres humanos, temos aquela gama de emoções que têm uma utilidade e que nos dão informações sobre o que acontece no nosso meio e no nosso corpo", explica Rodellar à BBC News Mundo.
Para a terapeuta e psicóloga britânica Sally Baker, "o problema com a positividade tóxica é que ela é uma negação de todos os aspectos emocionais que sentimos diante de qualquer situação que nos represente um desafio." " É desonesto em relação a quem somos permitir-nos apenas expressões positivas", diz Baker. (...) “Nós nos escondemos atrás da positividade para manter outras pessoas longe de uma imagem que nos mostra imperfeitos." (...) "Quando ignoramos nossas emoções negativas, nosso corpo aumenta o volume para chamar nossa atenção para esse problema. Suprimir as emoções nos esgota mental e fisicamente. Não é saudável e não é sustentável a longo prazo", diz a terapeuta. (...)
Teresa Gutiérrez, psicopedagoga e especialista em neuropsicologia, considera que "o positivismo tóxico tem consequências psicológicas e psiquiátricas mais graves do que a depressão". "Pode levar a uma vida irreal que prejudica nossa saúde mental. Tanto positivismo não é positivo para ninguém. Se não houver frustração e fracasso, não aprendemos a desenvolver em nossas vidas", disse ele à BBC Mundo.
O positivismo tóxico está na moda? Baker pensa que sim e atribui isso às redes sociais, "que nos obrigam a comparar nossas vidas com as vidas perfeitas que vemos online". (...) "Se houvesse mais honestidade sobre as vulnerabilidades, nos sentiríamos mais livres para experimentar todos os tipos de emoções. Somos humanos e devemos nos permitir sentir todo o espectro de emoções. É ok não estar bem. Não podemos ser positivos o tempo todo."
Gutiérrez acredita que houve um aumento do positivismo tóxico "nos últimos anos", mas principalmente durante a pandemia. (...) "Todas as emoções são como ondas: ganham intensidade e depois descem e tornam-se espuma, até desaparecer aos poucos. O problema é quando não as queremos sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima". (...)
Stephanie Preston, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos EUA, acredita que a melhor maneira de validar as emoções é "apenas ouvi-las". "Quando alguém compartilha sentimentos negativos com você, em vez de correr para fazer essa pessoa se sentir melhor ou pensar mais positivamente ("Tudo vai ficar bem"), tente levar um segundo para refletir sobre seu desconforto ou medo e faça o possível para ouvir", aconselha a especialista. (...)
Como aplicar isso na prática? Em vez de dizer "não pense nisso, seja positivo", diga "me diz o que você está sentindo, eu te escuto". Em vez de falar "poderia ser pior", diga "sinto muito que está passando por isso". Em vez de "não se preocupe, seja feliz", diga "estou aqui para você". (...) "Tudo bem olhar para o copo meio cheio , mas aceitando que pode haver situações em que o copo está meio vazio e, a partir daí, assumir a responsabilidade de como construímos nossas vidas".
Para Baker, o que devemos lembrar é que "todas as nossas emoções são autênticas e reais, e todas elas são válidas".
-
Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55278174. Acesso em: 28 dez. 2021.

No trecho “(...) ‘Se não houver frustração e fracasso, não aprendemos a desenvolver em nossas vidas’, disse ele à BBC Mundo.”, o acento grave, indicativo de crase, foi utilizado devido

A ao emprego do verbo “dizer”, que sempre ocasiona a ocorrência de crase ao ser utilizado, uma vez que “quem diz diz algo a alguém.”.
B à expressão “à BBC Mundo” corresponder a uma locução adverbial de lugar formada por palavra feminina.
C à fusão da preposição “a”, que rege o verbo “dizer”, com o artigo “a”, que acompanha a locução feminina “BBC Mundo”, correspondente ao nome de uma corporação.
D ao encontro de duas preposições “a”: o “a” que o verbo “dizer” exige, e o “a” que acompanha a expressão “BBC Mundo”, nome de uma corporação de rádio e TV.
E à locução “à BBC Mundo” ter função de objeto indireto, complemento verbal que exige preposição e, por sua vez, a ocorrência de crase.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022
Texto associado
O surpreendente efeito da positividade tóxica na saúde mental
-
Lucía Blasco
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Pode parecer contraditório, mas a positividade pode ser tóxica.
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"Qualquer tentativa de escapar do negativo — evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo — falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento", escreveu o escritor americano Mark Manson em seu livro A Arte Sutil de Ligar o Foda-se . É precisamente nisso que consiste a positividade tóxica ou positivismo extremo: impor a nós mesmos — ou aos outros — uma atitude falsamente positiva, generalizar um estado feliz e otimista seja qual for a situação, silenciar nossas emoções "negativas" ou as dos outros. (...)
O psicólogo da saúde Antonio Rodellar, especialista em transtornos de ansiedade e hipnose clínica, prefere falar em "emoções desreguladas" do que "negativas". "A paleta de cores emocionais engloba emoções desreguladas, como tristeza, frustração, raiva, ansiedade ou inveja. Não podemos ignorar que, como seres humanos, temos aquela gama de emoções que têm uma utilidade e que nos dão informações sobre o que acontece no nosso meio e no nosso corpo", explica Rodellar à BBC News Mundo.
Para a terapeuta e psicóloga britânica Sally Baker, "o problema com a positividade tóxica é que ela é uma negação de todos os aspectos emocionais que sentimos diante de qualquer situação que nos represente um desafio." " É desonesto em relação a quem somos permitir-nos apenas expressões positivas", diz Baker. (...) “Nós nos escondemos atrás da positividade para manter outras pessoas longe de uma imagem que nos mostra imperfeitos." (...) "Quando ignoramos nossas emoções negativas, nosso corpo aumenta o volume para chamar nossa atenção para esse problema. Suprimir as emoções nos esgota mental e fisicamente. Não é saudável e não é sustentável a longo prazo", diz a terapeuta. (...)
Teresa Gutiérrez, psicopedagoga e especialista em neuropsicologia, considera que "o positivismo tóxico tem consequências psicológicas e psiquiátricas mais graves do que a depressão". "Pode levar a uma vida irreal que prejudica nossa saúde mental. Tanto positivismo não é positivo para ninguém. Se não houver frustração e fracasso, não aprendemos a desenvolver em nossas vidas", disse ele à BBC Mundo.
O positivismo tóxico está na moda? Baker pensa que sim e atribui isso às redes sociais, "que nos obrigam a comparar nossas vidas com as vidas perfeitas que vemos online". (...) "Se houvesse mais honestidade sobre as vulnerabilidades, nos sentiríamos mais livres para experimentar todos os tipos de emoções. Somos humanos e devemos nos permitir sentir todo o espectro de emoções. É ok não estar bem. Não podemos ser positivos o tempo todo."
Gutiérrez acredita que houve um aumento do positivismo tóxico "nos últimos anos", mas principalmente durante a pandemia. (...) "Todas as emoções são como ondas: ganham intensidade e depois descem e tornam-se espuma, até desaparecer aos poucos. O problema é quando não as queremos sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima". (...)
Stephanie Preston, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos EUA, acredita que a melhor maneira de validar as emoções é "apenas ouvi-las". "Quando alguém compartilha sentimentos negativos com você, em vez de correr para fazer essa pessoa se sentir melhor ou pensar mais positivamente ("Tudo vai ficar bem"), tente levar um segundo para refletir sobre seu desconforto ou medo e faça o possível para ouvir", aconselha a especialista. (...)
Como aplicar isso na prática? Em vez de dizer "não pense nisso, seja positivo", diga "me diz o que você está sentindo, eu te escuto". Em vez de falar "poderia ser pior", diga "sinto muito que está passando por isso". Em vez de "não se preocupe, seja feliz", diga "estou aqui para você". (...) "Tudo bem olhar para o copo meio cheio , mas aceitando que pode haver situações em que o copo está meio vazio e, a partir daí, assumir a responsabilidade de como construímos nossas vidas".
Para Baker, o que devemos lembrar é que "todas as nossas emoções são autênticas e reais, e todas elas são válidas".
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Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55278174. Acesso em: 28 dez. 2021.

Leia o excerto que segue e analise as respectivas reescritas propostas para ele. (Atente-se às alterações destacadas, comparando-as com o excerto original).
-
“O problema é quando não as queremos sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
-
I. “O problema é se não queremos senti- las porque nos tornamos mais dóceis perante uma ‘onda’ que se aproxima”.
II. “O problema é no momento em que não as queremos sentir por tornarmo-nos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
III. “O problema é quando não queremos as sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que aproxima- se ”.
IV. “O problema é quando não as queremos sentir na medida em que nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que aproxima- se ”.
V. “O problema é quando não as queremos sentir uma vez que tornamo-nos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
-
O sentido e a correção gramatical do excerto foram devidamente mantidos apenas em

A I.
B II.
C V.
D II e IV.
E III e V.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022

Considerando o Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Rio Grande do Sul – RPPS/RS, regido pela Lei Complementar nº 15.142/2018, assinale a alternativa correta.
-
São segurados do RPPS/RS:
-
I. O servidor titular de cargo efetivo do Poder Executivo;
II. O militar estadual;
III. O servidor ocupante de cargo público
de provimento em comissão;
IV. O servidor ocupante de emprego público.

A Apenas I e II.
B Apenas I e IV.
C Apenas II e III.
D Apenas I, II e IV.
E I, II, III e IV.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022

Para conhecer a opinião em relação à possível aplicação de dois fundos de Previdência em um plano aberto de Previdência, identificados por A e B, uma Instituição Financeira aplicou um questionário entre seus conveniados e verificou que:
-
• 48% de seus conveniados gostariam que o Fundo de Previdência A fosse aplicado em seus planos;
• 35% de seus conveniados gostariam que o Fundo de Previdência B fosse aplicado em seus planos;
• 12% de seus conveniados gostariam que o Fundo de Previdência A e o Fundo de Previdência B fossem aplicados em seus planos.
-
Dessa forma, é correto afirmar que

A mais de 30% dos conveniados não responderam ao questionário ou não manifestaram interesse em qualquer um dos dois Fundos de Previdência.
B o percentual de conveniados que gostariam que somente o Fundo de Previdência A fosse aplicado em seus planos foi de 23%.
C 71 conveniados gostariam que pelo menos um dos dois Fundos de Previdência fosse aplicado em seus planos.
D mais de 4 1 ​ dos conveniados gostariam que somente o Fundo de Previdência B fosse aplicado em seus planos.
E mais de 70% dos conveniados gostariam que pelo menos um dos dois Fundos de Previdência fosse aplicado em seus planos, A ou B ou ambos.
Órgão: Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul Cargo: Analista Previdenciário - Área Economia Prova: Instituto AOCP - Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul - Analista Previdenciário - Área Economia - 2022

Dois títulos de valores nominais iguais são descontados, em uma mesma data, em um banco 4 meses antes de seus vencimentos. Para um dos títulos, utilizou-se a operação de desconto comercial simples a uma taxa de desconto de 12% ao ano e para o outro título utilizou-se a operação de desconto racional simples a uma taxa de desconto, também, de 12% ao ano. Sabendo-se que o valor do desconto segundo a operação de desconto racional simples foi de R$ 800,00, então o valor da soma dos respectivos valores atuais foi, em reais, de

A 40.800,00
B 39.936,00
C 39.950,00
D 39.968,00
E 41.600,00

Considerando-se os instrumentos da política fiscal e seus efeitos sobre a distribuição de renda,

A teoricamente, uma estrutura tributária regressiva pode ser corrigida por uma regressividade maior do lado do gasto público, implicando um efeito positivo na distribuição dos benefícios.
B os conceitos de déficit público representam cálculos “acima da linha”, em que se explicitam o efeito do déficit na variação da dívida pública, pela ótica do seu financiamento.
C a progressividade dos impostos sobre a renda pessoal é não apenas uma possibilidade teórica, como é imune, na prática, a isenções, deduções e abatimentos concedidos pelo governo.
D o conceito de dívida líquida do setor público é um cálculo “acima da linha”, dado pela soma das dívidas interna e externa do setor público, em todos os níveis de governo, junto ao setor privado.
E a distribuição dos benefícios dos gastos públicos varia de intensidade, de acordo com a natureza dos bens produzidos, entre públicos e semipúblicos.

Considere uma economia aberta em que o governo recolha impostos e efetue gastos. A despesa agregada da economia é representada pela seguinte relação: Y = C + I + G + X − M, cujas variáveis equivalem, respectivamente, à renda interna bruta, ao consumo agregado, ao investimento, aos gastos do governo, às exportações e às importações. A partir da contabilidade nacional,

A o produto nacional líquido equivale ao produto interno bruto descontado das reservas internacionais detidas pelo Banco Central.
B os investimentos agregados brutos equivalem ao valor da formação bruta de capital fixo descontada a depreciação do estoque de capital.
C o equilíbrio macroeconômico fundamental expressa a identidade entre o valor agregado dos investimentos e a somatória da poupança nacional e do déficit em transações correntes do balanço de pagamentos (M − X).
D o produto interno bruto, medido pela ótica da produção, equivale à soma do valor de mercado dos bens e serviços finais e intermediários.
E a mensuração do PIB pela ótica da despesa considera, em seu cálculo, o valor dos salários, lucros, juros e outras remunerações aos fatores de produção.

Considere as seguintes competências:

I. Regulamentar, com observância da política definida pelo Conselho Monetário Nacional, as matérias expressamente previstas na Lei n° 6.385/1976, e na lei de sociedades por ações.
II. Definir a política a ser observada na organização e no funcionamento do mercado de valores mobiliários.
III. Fiscalizar as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários.
IV. Regular a utilização do crédito no mercado de valores mobiliários.

São competências da Comissão de Valores Mobiliários o que se encontra contido APENAS em

A I, II e III.
B I e III.
C I, II e IV.
D II e IV.
E III e IV.