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Durante uma auditoria interna, um órgão público identificou que não possui um processo formal para restaurar sistemas críticos após falhas graves, nem um procedimento estruturado para tratar incidentes de segurança ou gerenciar vulnerabilidades. A equipe de TI foi orientada a implementar práticas alinhadas às normas e padrões reconhecidos, garantindo a continuidade dos serviços e a proteção das informações.

A abordagem mais apropriada para este cenário é:

A Adotar um cronograma de backup anual com cópias completas armazenadas em mídia física local, complementado por registros básicos de incidentes mantidos pelo Service Desk . A restauração seria feita apenas quando solicitada por áreas críticas, sem necessidade de testes prévios, priorizando a economia de recursos.
B Implementar backups incrementais diários para os sistemas mais utilizados, mas sem incluir rotinas formais de verificação de integridade ou testes de recuperação. O tratamento de vulnerabilidades seria conduzido apenas quando houvesse evidências claras de exploração, evitando ações preventivas que possam gerar indisponibilidade.
C Utilizar backups diferenciais semanais para todos os servidores e delegar a gestão de incidentes exclusivamente ao Service Desk , que registraria e encaminharia as ocorrências sem envolvimento direto da equipe de segurança da informação. A análise de vulnerabilidades seria feita de forma eventual, quando surgissem demandas específicas.
D Implementar uma política de backup com cópias completas e incrementais armazenadas em locais distintos ( on-premises e nuvem ), realizar testes regulares de recuperação, estabelecer um processo formal de tratamento de incidentes com análise de causa raiz e plano de resposta e adotar um ciclo contínuo de gestão de vulnerabilidades com identificação, classificação, correção e verificação.
E Utilizar exclusivamente backups automáticos na nuvem, sem manter cópias locais ou documentação detalhada dos procedimentos. O tratamento de vulnerabilidades seria feito por meio de atualizações ocasionais, aplicadas sem avaliação prévia de impacto ou priorização baseada em risco.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um analista de infraestrutura é responsável por projetar o cabeamento estruturado para o novo datacenter da instituição. O projeto deve suportar velocidades de 10 Gbps e ser dimensionado para uma vida útil de no mínimo 10 anos, seguindo as diretrizes de desempenho, custo e planejamento para cabeamento estruturado. A infraestrutura deve conectar os racks de servidores no datacenter e os pontos de acesso na área de trabalho. A solução de cabeamento mais adequada para atender a esses requisitos é

A utilizar cabos de cobre de Categoria 6b tanto no backbone do datacenter quanto no cabeamento horizontal para as áreas de trabalho.
B usar cabos de par trançado Categoria 5e para todo o projeto, pois é o tipo mais comum e atende a maioria das necessidades de rede.
C instalar cabos de fibra óptica monomodo (082) em todos os pontos de rede (horizontal e backbone ) para garantir a máxima velocidade e distância, inclusive nas áreas de trabalho.
D criar uma rede totalmente sem fio ( wireless ) do tipo Wi-Fi 6 em todo o prédio, pois a norma prioriza a mobilidade e a redução do cabeamento físico.
E implementar um backbone de fibra óptica multimodo (OM4 ou superior) para a interligação dos racks no datacenter e utilizar cabos de cobre de Categoria 6A (Cat. 6A) para o cabeamento horizontal até os pontos de trabalho.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Durante uma auditoria de segurança foi descoberto que um invasor estabeleceu, persistentemente, um ataque man-in-themiddle através de uma sequência sofisticada: inicialmente, explorou uma vulnerabilidade de MAC Spoofing para burlar a lista de controle de acesso; em seguida, realizou ARP Poisoning para se posicionar como intermediário nas comunicações; e, finalmente, utilizou Access Point Spoofing para redirecionar vítimas para um portal falso de autenticação. Considerando os possíveis mecanismos de defesa e protocolos de segurança wireless, a correlação correta entre as contramedidas técnicas e as vulnerabilidades exploradas são:

A MAC Spoofing : Autenticação 802.1X com EAP-TLS; ARP Poisoning : entradas estáticas ARP; Access Point Spoofing : WPAS3; Enterprise com verificação de certificado do servidor.
B MAC Spoofing : Filtragem MAC por lista branca; ARP Poisoning : Monitoramento de tabelas ARP com detecção de duplicatas; Access Point Spoofing: Ocultação do SSID.
C MAC Spoofing : Desabilitação do WPS; ARP Poisoning : aumentar o timeout do chache ARP; Access Point Spoofing: WEP com chave rotativa.
D MAC Spoofing : IP Source Guard ; ARP Poisoning : DHCP Snooping; Access Point Spoofing : Autenticação compartilhada WPA-PSK.
E MAC Spoofing : Redução de potência do sinal; ARP Poisoning : Configuração de VLAN por porta; Access Point Spoofing : Broadcast de SSID.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um Ministério Público precisa atualizar sua Política de Segurança da Informação (PSI), incluindo diretrizes para continuidade do serviço e tratamento de incidentes críticos. Durante o processo de revisão, o Comitê de Governança de TI discute como integrar o Plano de Contingência e o Plano de Recuperação de Desastres à PSI.

À abordagem mais adequada ao setor público é:

A O Plano de Contingência e o de Recuperação de Desastres devem estar alinhados à PSI, servindo como instrumentos práticos que detalham procedimentos e responsabilidades para manter a continuidade dos serviços essenciais, reduzir impactos e restabelecer a operação após incidentes graves.
B A PSI deve ser independente de planos operacionais, sendo suficiente por si só para definir como os serviços serão restabelecidos após um desastre.
C O Plano de Recuperação de Desastres pode substituir integralmente a PSI, já que foca em continuidade e segurança dos dados.
D No setor público, apenas a existência da PSI já atende às exigências legais de continuidade de serviços, tornando desnecessários planos adicionais de contingência.
E O Plano de Contingência é aplicável apenas a situações de falhas de energia elétrica, não sendo necessário expandi-lo para outros cenários, como ataques cibernéticos ou indisponibilidade de infraestrutura em nuvem.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Uma analista de Infraestrutura precisa implementar políticas de segurança para estações de trabalho em uma Promotoria de um Ministério Público. Nessa Promotoria existe o setor de Coordenação que requer configurações específicas de firewall e restrições de acesso, enquanto outros departamentos necessitam de políticas menos restritivas, como o de TI. Diante desse cenário, a analista implementou de forma eficiente a Política de Grupo (GPO) do Active Directory utilizando a estratégia de

A criar uma GPO vinculado ao domínio, configurando todas as políticas necessárias para todos os usuários, pois heranças de política simplificam o gerenciamento.
B criar Unidades Organizacionais (UOs) separadas para o departamento de Coordenação e TI, e vincular GPOs específicos a cada UO, aplicando filtros de segurança quando necessário.
C criar GPOs aplicadas no nível de site , já que ela tem prioridade sobre políticas de Unidade Organizacional (UO), e configurar restrições mais rigorosas diretamente no site .
D desabilitar o processamento assíncrono de GPOs para o departamento de Promotoria, garantindo que todas as políticas sejam aplicadas antes do login do usuário.
E customizar as CSEs (Extensões do Lado do Cliente) via script de inicialização para cada computadores, pois a infraestrutura padrão de GPO não suporta configurações diferenciadas por UO.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um analista de um Ministério Público está configurando um ambiente virtualizado com Windows Server para aplicações que requerem aceleração gráfica e precisa particionar uma GPU física entre múltiplas VMs, garantindo isolamento e desempenho adequado. Considerando os pré-requisitos para o servidor host e especificações técnicas do particionamento de GPU no Hyper-V , ele deve adotar o procedimento de

A instalar GPUs de modelos diferentes nos servidores do cluster, habilitar virtualização no BIOS e atribuir múltiplas partições de GPU para uma mesma VM usando o Windows Admin Center .
B utilizar GPUs do mesmo fabricante, modelo e tamanho em todos os servidores do cluster, instalar drivers de particionamento e configurar a contagem de partições suportada pela GPU.
C atualizar a BIOS para suportar a virtualização e, em caso de GPUs de diferentes fabricantes, instalar o drive compatível com Hyper-V .
D instalar a extensão GPUs superiores a 1.0 no Windows Admin Center , particionar GPUs com configurações diferentes no mesmo cluster eatribuir partições a VMs sem desligá-las previamente.
E utilizar PowerShell para atribuir partições de GPU a VMs em execução, configurar contagens de partições personalizadas suportadas pelo fabricante e migrar VMs entre hosts com GPUs heterogêneas.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um analista de infraestrutura está implementando uma VPN IPsec em ambiente IPv6 entre dois gateways de duas promotorias em localidades diferentes. A solução deve garantir confidencialidade, integridade e autenticação do tráfego, utilizando os protocolos AH e ESP em conjunto, no modo túnel. Considerando o comportamento dos protocolos e a ordem recomendada de aplicação, deve-se saber que, nessa configuração, o

A AH autentica o pacote IPv6 original, e o ESP, em seguida, criptografa apenas a carga de dados, ignorando os cabeçalhos.
B ESP oferece apenas autenticação; por isso, o AH é necessário para criptografar o novo cabeçalho IPv6 gerado, mas essa combinação não funciona se houver NAT IPv4 no caminho.
C ESP criptografa e encapsula o pacote IPv6 original, e o AH subsequente autentica o novo cabeçalho IPv6 externo e os cabeçalhos de extensão.
D AH criptografa o pacote original, e o ESP é usado para autenticar o novo cabeçalho externo do túnel.
E ESP criptografa apenas a carga de dados original, enquanto o cabeçalho IPv6 e os cabeçalhos de extensão permanecem visíveis.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

O Pacto internacional dos Direitos Civis e Políticos, tratado internacional sobre direitos humanos, acaba por

A coibir a utilização de prisão cautelar como medida possível em casos não flagranciais.
B ser introduzido no ordenamento brasileiro a partir de 1998, com a publicação de Decreto presidencial que destacou adesão integral ao texto.
C deixar para outra normativa internacional a regulamentação sobre o tráfico de pessoas.
D ratificar os mesmos direitos esculpidos na Declaração Universal, apresentando diretrizes de cumprimento obrigatório para os países que a ele aderirem.
E definir prazo limite de duração do inquérito policial.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um Ministério Público está avaliando a adoção de soluções de computação em nuvem para modernizar sua infraestrutura de TI. A equipe de tecnologia precisa decidir entre nuvem pública, privada ou híbrida, levando em conta fatores como segurança da informação, escalabilidade, custos e requisitos regulatórios.

Um analista da equipe de Infraestrutura distingue os conceitos de nuvem pública, privada e híbrida, esclarecendo que a nuvem

A pública é caracterizada pelo compartilhamento de recursos entre diversos clientes, mas, por esse motivo, seria sempre inadequada para órgãos públicos ou empresas que lidam com dados sensíveis. Nesse modelo, não haveria possibilidade de atender a requisitos de conformidade ou de implementar controles de segurança específicos.
B privada é entendida como uma infraestrutura que obrigatoriamente deve estar localizada dentro do datacenter da própria organização. Nesse cenário, não seria possível contratar provedores externos para hospedar a nuvem privada, já que a definição exigiria controle físico direto sobre os servidores.
C híbrida é frequentemente descrita como uma variação da nuvem pública em que parte dos dados é criptografada e parte não. Nesse modelo, não haveria integração real com ambientes locais, apenas diferentes níveis de proteção aplicados dentro da mesma infraestrutura pública.
D pública seria indicada apenas para pequenas empresas que não possuem requisitos de segurança ou compliance, enquanto a nuvem privada seria restrita a grandes corporações com orçamentos elevados. A nuvem híbrida, nesse entendimento, não teria aplicação prática, pois misturaria modelos incompatíveis.
E pública disponibiliza recursos de TI em infraestrutura compartilhada por meio de provedores externos; a nuvem privada é dedicada a uma única organização, podendo estar on-premises ou em ambiente de terceiros; e a nuvem hibrida combina os dois modelos, permitindo que cargas de trabalho e dados transitem entre eles, equilibrando escalabilidade, custo e requisitos de conformidade.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026

Um servidor Linux apresentou repentina degradação de performance. O analista suspeita de consumo excessivo de E/S por algum processo. Em condições e com permissões ideais, o comando que permite identificar rapidamente o processo ou thread que está realizando mais operações de leitura/escrita no disco é

A iostat -x 1
B ioctop
C wmstat 1
E 1sof | grep /dev/sda
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Infraestrutura - 2026