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O DIMINUTIVO O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente a usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida também porque a usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais. Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior. Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente. No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha. - Mais um feijãozinho? O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias. O diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar duas horas tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de duas cervejas. E agora, um docinho. E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões. Luís Fernando Veríssimo

No trecho “E surge um tacho de ambrosia QUE é um porta-aviões.”, o termo destacado QUE tem o seguinte valor morfossintático:

A conjunção/sujeito
B pronome relativo/objeto direto
C advérbio/objeto indireto
D preposição/predicativo
E pronome relativo/sujeito

A alternativa correta quanto aos três modelos de administração pública no Brasil é a seguinte:

A patrimonialista, burocrático e assistencial.
B patrimonialista, democrático e gerencial.
C patrimonialista, burocrático e gerencial.
D burocrático, gerencial e assistencial.
E gerencial, patrimonialista e assistencial.
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O DIMINUTIVO O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente a usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida também porque a usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais. Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior. Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente. No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha. - Mais um feijãozinho? O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias. O diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar duas horas tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de duas cervejas. E agora, um docinho. E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões. Luís Fernando Veríssimo

Das situações mencionadas abaixo, a que está em DESACORDO com o texto, em relação ao uso do diminutivo, é:

A desagradar as pessoas que não são bem-vindas.
B despertar sentimentos carinhosos em outrem.
C indicar tudo aquilo que é agradável.
D cuidar para que as palavras não soem hostis.
E dissimular o prazer pelas grandes porções de comida.

Uma torneira despeja 240 litros de água, num reservatório em 24 minutos. Em uma hora e vinte minutos, a quantidade de litros de água despejados dentro desse reservatório será de:

A 480 litros.
B 600 litros.
C 720 litros.
D 800 litros.
E 880 litros.

Durante a edição de um documento em Word o profissional X decide continuar numa nova página (quebra de página). O item da barra de ferramentas em que se encontra essa função é:

A Layout da página.
B Correspondências.
C Revisão.
D Inserir.
E Exibição.
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O DIMINUTIVO O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa porque geralmente a usamos para designar o que é agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido. E precavida também porque a usamos para desarmar certas palavras que, na sua forma original, são ameaçadoras demais. Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora. Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma operação certamente durará horas e os resultados são incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei não. Melhor se preparar para o pior. Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade. Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão banal que quase dispensa a presença do paciente. No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha. - Mais um feijãozinho? O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Mas a dona da casa o trata como um mingau de todos os dias. O diminutivo é também uma forma de disfarçar o nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito psicológico inegável. Você pode passar duas horas tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria depois de duas cervejas. E agora, um docinho. E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões. Luís Fernando Veríssimo

No período “O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo AFETUOSO e PRECAVIDO de usar a linguagem.”, as palavras destacadas podem ser substituídas, sem prejuízo do sentido, respectivamente, por:

A previdente/agradável.
B amoroso/cauteloso.
C sensato/prazeroso.
D amistoso/carinhoso.
E fraterno/dissimulado.

A Lei nº 8429/92, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa, prevê uma série de condutas em que o servidor público incorre em ato de improbidade e, portanto, devem ser evitadas por ele. Caso o servidor cometa algum dos atos descritos na referida lei, estará sujeito às respectivas penalidades. Dentre elas, pode-se destacar o(a):

A reclusão, de 1(um) a 5 (cinco) anos.
B detenção, de 2 (dois) a 10 (dez) anos.
C prisão simples, de 15(quinze) dias a 3(três) meses.
D ressarcimento parcial do dano.
E pagamento de multa civil.