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Segundo o Código de Ética e Conduta da EBSERH, é correto afirmar que

A são uma forma de demonstração de lealdade à empresa as críticas feitas às claras e pelos canais de comunicação adequados.
B o empregado da empresa não pode discordar, implícita ou expressamente, de práticas ou políticas adotadas pela empresa.
C é vedado ao agente público da empresa manifestar, por si ou por intermédio de terceiros, suas opiniões sobre as atividades da EBSERH.
D a EBSERH estimula o convívio social e as festividades culturais e esportivas como forma de encorajar a criatividade e o desenvolvimento de seus empregados.
E o agente público da empresa, ao manifestar publicamente suas opiniões sobre a EBSERH, não poderá dizer que se trata de sua opinião pessoal.

Na hipótese de um cidadão que não tenha qualquer relação pessoal ou vínculo com a EBSERH pretender fazer uma denúncia de descumprimento de conduta ética, o Código de Ética e Conduta da empresa estabelece que

A poderá fazê-lo diretamente à Diretoria, desde que o faça por meio de formulário fornecido pela empresa para essa finalidade.
B não poderá fazê-lo em razão de ausência de vínculo ou relação pessoal do denunciante com a EBSERH.
C poderá fazê-lo pelos canais indicados na intranet e internet, sendo assegurados total sigilo e confidencialidade das informações.
D a denúncia deverá ser encaminhada à Comissão de Ética, que, no caso de fatos graves, poderá aplicar a sanção cabível, sem ouvir o denunciado.
E a denúncia deverá ser feita por meio da Ouvidoria, e esta encaminhará o caso à Diretoria, que, por sua vez, deverá instaurar o respectivo processo administrativo.

A vertente norte-americana do desenvolvimento do Serviço Social difunde-se no Brasil e em toda a América Latina a partir da década de 1940. Vinculada ao processo de organização da cultura dominante, funda-se em uma visão psicologista da questão social, reduzida às suas manifestações individuais. O processo de ajuda psicossocial no Serviço Social parte do ponto de vista de que a questão social constitui-se um problema moral, justificando uma intervenção, via assistência social individualizada, direcionada para a reforma moral e a

A emancipação conjuntural.
B transformação objetiva.
C superação global.
D reintegração social.
E mudança estrutural.

Questionamentos ao Serviço Social tradicional desenvolvido na América Latina desde sua origem, fundamentaram o Movimento de Reconceituação, construído por segmentos expressivos de profissionais intelectuais em seus diferentes países. Datado dos fins da década de 1960, o movimento por mudanças foi determinante na criação das condições objetivas e subjetivas que impulsionaram seus protagonistas a propor e avançar na construção de uma alternativa ao Serviço Social na América Latina, necessária ao desenvolvimento da profissão. O eixo avaliativo em torno do caráter pragmatista do Serviço Social assumiu centralidade na criação de uma nova cultura dos assistentes sociais e de um processo de formação

A e revisão permanente.
B da consciência crítica.
C para a adequação estrutural.
D e manutenção do status quo .
E e consequente adaptação.

As diferentes configurações do Serviço Social nos vários países da América Latina são tributárias das relações entre as classes e destas com o Estado, em suas refrações nas expressões da questão social e na política social pública. Também são resultados de iniciativas de assistentes sociais na institucionalização e no desenvolvimento do Serviço Social nos respectivos países, diversidades essas que se apresentam na formação acadêmica, na prática profissional, na produção científica e nas formas de representação político-corporativas de assistentes sociais. Distintas matrizes de conhecimento presidem a análise do Serviço Social e a ação de assistentes sociais, forjando

A uma base doutrinária única.
B a fragmentação teórico-metodológica contemporânea.
C a variedade de pautas em debate na atualidade.
D a presença do pensamento positivista.
E a tendência ideológica na profissão.

A pedagogia da participação consolida-se na prática do assistente social, a partir das propostas de Desenvolvimento de Comunidade (DC), sob a influência da ideologia desenvolvimentista. Essa proposta é difundida no continente latino-americano nos marcos das estratégias expansionistas do capitalismo. A ideologia desenvolvimentista vincula-se a uma concepção fundada na teoria da modernização, que explica o subdesenvolvimento como um estágio de transição entre tempos históricos distintos. Sob a influência da ideologia desenvolvimentista modernizadora, a participação redimensiona-se para além de uma atitude inerente ao processo de ajuda, constituindo-se uma esfera programática da intervenção profissional nas

A relações sociais.
B políticas públicas.
C estruturas consolidadas.
D situações emergenciais.
E particularidades individuais.

Como uma atividade curricular obrigatória no curso de Serviço Social, o estágio é estratégico no processo de formação profissional do assistente social, uma vez que objetiva aprofundar os conhecimentos apreendidos em sala de aula, permitindo a convergência e o desvelamento dos diversos conteúdos a partir de sua inserção efetiva em campo de estágio. Como atividade complementar para a formação, essa inserção no contexto social aproxima o profissional, em processo de formação, do caráter interventivo da profissão, explicitando suas dificuldades, dilemas e contradições cotidianas, objetivando ainda vincular e fortalecer o projeto profissional a

A um interesse pessoal.
B uma formação genérica.
C um projeto societário.
D um campo restrito.
E uma perspectiva subjetiva.

O Serviço Social é perpassado por lutas coletivas que imprimem à profissão características específicas e reconhecidas socialmente, que de certa maneira condicionam a prática profissional. As ações profissionais não podem ser compreendidas sem se levar em conta as relações concretas da sociedade. Sendo assim, as reflexões sobre a historicidade da profissão, possibilitam a vinculação com seu presente que cotidianamente é criado e recriado com a construção e incorporação de saberes, a mobilização e recuperação do passado e a produção e experimentação de

A estratégias adequadas.
B mecanismos de superação.
C padrões universais de atendimento.
D ações comportamentais comuns.
E novas abordagens.

Muitos profissionais ainda sustentam uma compreensão equivocada da relação teoria/prática, cunhada pela expressão de que a teoria na prática é outra. O entendimento dessa relação, como unidade, é fundamental para a apropriação teórico-metodológica do Serviço Social, em um movimento que une as bases, reflexiva e operacional, da profissão. Nessa perspectiva, por mais que ambas representem momentos diferenciados, teoria e prática formam o mesmo todo, em uma relação dialética de totalidade. A prática profissional assim constitui um importante momento de materialização dessa teoria que, por sua vez, a

A supera.
B determina.
C fragmenta.
D retroalimenta.
E sobrepõe.

A materialização do Serviço Social demanda reflexões sobre as características do cotidiano e sobre como os assistentes sociais se inserem nele e ali constroem sua prática. Permeando essa prática e condicionando-a, questiona-se até que ponto o Serviço Social estaria preso às amarras do cotidiano. Dentro de limites impostos pelas estruturas econômicas, sociais e históricas, os assistentes sociais imprimem à prática profissional aquilo que terá maior relevância na cotidianidade e influenciam, de uma maneira ou de outra, os rumos das ações profissionais, o que ressalta a importância no próprio cotidiano profissional dos processos de

A tolerância.
B mediação.
C imediatismo.
D pragmatismo.
E empirismo.