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Jorge adquiriu imóvel, no ano de 2020, cuja construção tinha sido regularmente autorizada. Em 12 de fevereiro de 2024, a obra foi concluída e. uma semana depois, o imóvel foi entregue a Jorge. A Fiscalização municipal, todavia, constatou que essa obra foi entregue de forma indevida ao adquirente, pois o Habite-se ainda não havia sido concedido. Com base nessa hipótese e na disciplina do Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, o fato gerador do IPTU

A ocorreu no dia 1º de janeiro de 2024.
B não ocorreu, pois a concessão do Habite-se é requisito indispensável para a sua ocorrência.
C ocorreu no dia 02 de janeiro de 2024, primeiro dia útil do ano da conclusão da obra.
D ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2025.
E ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2024.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie.se no texto abaixo.

A Ilha do Conhecimento e o Oceano do Desconhecido

A totalidade do nosso conhecimento acumulado constitui uma ilha, que eu chamo de "Ilha do Conhecimento". Por "conhecimento" refiro-me principalmente ao conhecimento científico e tecnológico, embora a Ilha também possa incluir as criações artísticas e culturais da humanidade no decorrer da história. A Ilha do Conhecimento é cercada por um vasto oceano, o inexplorado "Oceano do Desconhecido" onde, inevitavelmente, ocultam-se os inúmeros mistérios.
Imaginemos então que a Ilha do Conhecimento cresce a cada vez que descobrimos algo mais sobre o mundo e sobre nós. Muitas vezes, esse crescimento faz um percurso incerto, refletido na região costeira da Ilha, cuja geografia dramática representa a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Considere-se ainda que o conhecimento pode até retroceder, quando ideias que achávamos corretas têm de ser abandonadas à luz de novas descobertas.
O crescimento da Ilha tem uma consequência tão surpreendente quanto essencial. Seria razoável supor que. quanto mais sabemos sobre o mundo, mais perto estaríamos de um destino final, que alguns chamam de Teoria de Tudo e outros de realidade última. No entanto vemos que quando a Ilha do Conhecimento cresce, nossa ignorância também cresce, delimitada pelo perímetro da Ilha, a fronteira entre o conhecido e o desconhecido: aprender mais sobre o mundo não nos aproxima de um destino final - cuja existência não passa de uma suposição alimentada por esperanças infundadas -, mas, sim, leva a novas perguntas e mistérios. Quanto mais sabemos, melhor nos damos conta de nossa ignorância e mais perguntas somos capazes de fazer, perguntas que, previamente, nem poderiam ter sido sonhadas.
O impulso criativo, o desejo que temos de sempre querer saber mais, vem justamente da atração pelo mistério, da compulsão que temos de ir além das fronteiras do conhecido. O alargamento da Ilha do Conhecimento é também um alargamento do Oceano do Desconhecido. O não saber é a musa do saber.

(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A ilha do conhecimento. 7.ed. Rio de Janeiro: Record, 2023, p. 14 e 22-23)

Ao concluir seu texto, diz o autor: "O não saber é a musa do saber" - uma afirmação que pode ser justificada por este segmento do texto:

A compulsão que temos de ir além das fronteiras do conhecido (4º parágrafo)
B A totalidade do nosso conhecimento acumulado constitui uma ilha (1º parágrafo)
C a Ilha do Conhecimento cresce a cada vez que descobrimos algo mais sobre o mundo (2º parágrafo)
D quanto mais sabemos sobre o mundo, mas perto estaríamos de um destino final (3º parágrafo)
E alguns chamam de Teoria do Tudo e outros de realidade última (3º parágrafo)

O Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, no caput do seu art. 150, assegura ao sujeito passivo o direito de ampla defesa no Procedimento Fiscal Administrativo - PFA. De acordo com esse Código, consideram-se como o instituto jurídico da defesa, no processo administrativo:

I. a impugnação de notificação fiscal, em face do não pagamento do ITBI, do IPTU, da quota parte do ICMS pertencente aos municípios, das taxas e da contribuição de melhoria.
II. a impugnação de auto de infração, em face do não pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).
III. o recurso voluntário, dirigido à Coordenação de Instrução e Julgamento, contra decisões que indeferirem, total ou parcialmente, os pedidos de revisão de lançamento de tributos lançados de ofício, previstos nesta Lei.

Está correto o que se afirma em

A II, apenas.
B I e III, apenas.
C I e II, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.

A prefeitura está desenvolvendo um novo sistema de informações para gerenciar suas operações internas envolvendo a integração de diversas funcionalidades criticas. A equipe de projeto precisa estimar a duração e o custo das atividades do projeto para garantir a alocação adequada de recursos e o cumprimento dos prazos. O gerente do projeto decidiu utilizar um método de estimativa descrito no PMBOK 7 a edição que avalia a duração ou o custo do projeto com base em dados históricos de um projeto semelhante. Trata-se do método conhecido como

A estimativa paramétrica.
B agrupamento de afinidades.
C estimativa análoga.
D ponto de função.
E estimativa multiponto.

Determinado contribuinte entende que efetuou o pagamento indevido do ISS, pois seu advogado lhe informou que a prestação de serviços por conta da qual esse pagamento foi feito era isenta. Em razão disso, esse contribuinte solicitou, administrativamente, a restituição da importância paga, mas a decisão administrativa lhe denegou a restituição. Inconformado, esse contribuinte pretende ajuizar ação judicial para anular a referida decisão administrativa. De acordo com o Código Tributário Nacional, o prazo de

A prescrição para ajuizamento dessa ação é de 5 anos e não comporta qualquer interrupção.
B decadência para ajuizamento dessa ação é de 5 anos e não comporta qualquer interrupção.
C revisão do ajuizamento dessa ação é de 3 anos e não comporta qualquer interrupção.
D prescrição para ajuizamento dessa ação é de 2 anos e comporta interrupção.
E decadência para ajuizamento dessa ação é de 2 anos e comporta interrupção.
Texto associado
Atenção : As questões de números 16 a 18 referem-se a Matemática Financeira.

Dois capitais, C 1 e C 2 , são aplicados em uma instituição financeira em uma determinada data. Sabe-se que C 1 foi aplicado, durante 8 meses, a uma taxa de juros simples de 18% ao ano apresentando, no final do período de aplicação, um montante igual a R$ 22.960.00. C 2 foi aplicado, durante 1 ano, a uma taxa de juros compostos de 6% ao semestre apresentando, no final do período de aplicação, um valor de juros correspondente de R$ 3.090.00. A razão de C 1 para C 2 é de

A 76%
B 80%
C 90%
D 82%
E 88%

Elisa gastou R$ 24,00 no armarinho. Ela comprou pelo menos, uma unidade de cada um dos três itens: zíper, botão e agulha. Um zíper custa R$ 4,00, um botão custa R$ 2,00 e uma agulha custa R$ 1,00. Se ela comprou no máximo 2 agulhas, o número de compras distintas que ela pode ter feito é

A 7.
B 6.
C 5.
D 4.
E 8.

Hendriksen e Van Breda (1999) argumentam que as teorias da contabilidade podem ser classificadas de três maneiras a partir da forma de raciocínio utilizada na teoria. Nesse sentido, as teorias da contabilidade podem ser classificadas como:

I. Linguagem, que contempla três abordagens: a pragmática, que é o estudo do efeito da linguagem; a semântica, que é o estudo do significado da linguagem; e a sintaxe, que é o estudo da lógica ou gramática da linguagem.
II. Raciocínio, que pode ser construído de modo indutivo, quando os argumentos fluem de generalizações a observações especificas; ou dedutivo, quando se parte de observações especificas a generalizações.
III. Decreto, que considera que elas podem ser positivas, que visam mostrar e explicar quais informações financeiras são apresentadas e comunicadas aos usuários de dados contábeis, e como: ou normativas, que almejam recomendar que dados devem ser comunicados e como devem ser apresentados.

Está correto o que se afirma em

A I, II e III.
B I apenas.
C II, apenas.
D I e III, apenas.
E II e III, apenas.

De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público. (I) a baixa de estoques decorrentes da distribuição de materiais educacionais por valor irrisório, (II) o pagamento de restos a pagar processados e (III) a arrecadação de receitas pela alienação de um terreno originam, respectivamente, uma

A variação patrimonial diminutiva, um dispêndio extraorçamentário e um ativo financeiro.
B variação patrimonial diminutiva, uma despesa orçamentária e um ativo financeiro.
C variação patrimonial diminutiva, uma despesa orçamentária e um ativo permanente.
D despesa orçamentária, uma despesa orçamentária e um ativo financeiro.
E despesa orçamentária, um dispêndio extraorçamentário e uma variação patrimonial aumentativa.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 6, baseie.se no texto abaixo.

A Ilha do Conhecimento e o Oceano do Desconhecido

A totalidade do nosso conhecimento acumulado constitui uma ilha, que eu chamo de "Ilha do Conhecimento". Por "conhecimento" refiro-me principalmente ao conhecimento científico e tecnológico, embora a Ilha também possa incluir as criações artísticas e culturais da humanidade no decorrer da história. A Ilha do Conhecimento é cercada por um vasto oceano, o inexplorado "Oceano do Desconhecido" onde, inevitavelmente, ocultam-se os inúmeros mistérios.
Imaginemos então que a Ilha do Conhecimento cresce a cada vez que descobrimos algo mais sobre o mundo e sobre nós. Muitas vezes, esse crescimento faz um percurso incerto, refletido na região costeira da Ilha, cuja geografia dramática representa a fronteira entre o conhecido e o desconhecido. Considere-se ainda que o conhecimento pode até retroceder, quando ideias que achávamos corretas têm de ser abandonadas à luz de novas descobertas.
O crescimento da Ilha tem uma consequência tão surpreendente quanto essencial. Seria razoável supor que. quanto mais sabemos sobre o mundo, mais perto estaríamos de um destino final, que alguns chamam de Teoria de Tudo e outros de realidade última. No entanto vemos que quando a Ilha do Conhecimento cresce, nossa ignorância também cresce, delimitada pelo perímetro da Ilha, a fronteira entre o conhecido e o desconhecido: aprender mais sobre o mundo não nos aproxima de um destino final - cuja existência não passa de uma suposição alimentada por esperanças infundadas -, mas, sim, leva a novas perguntas e mistérios. Quanto mais sabemos, melhor nos damos conta de nossa ignorância e mais perguntas somos capazes de fazer, perguntas que, previamente, nem poderiam ter sido sonhadas.
O impulso criativo, o desejo que temos de sempre querer saber mais, vem justamente da atração pelo mistério, da compulsão que temos de ir além das fronteiras do conhecido. O alargamento da Ilha do Conhecimento é também um alargamento do Oceano do Desconhecido. O não saber é a musa do saber.

(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A ilha do conhecimento. 7.ed. Rio de Janeiro: Record, 2023, p. 14 e 22-23)

Entre o que chama de "Ilha do Conhecimento" e "Oceano do Desconhecido", o autor do texto estabelece uma relação na qual esses dois elementos

A devem conservar-se independentes para que um cientista se valha do mérito próprio de cada um.
B opõem-se diametralmente, de modo a constituírem saberes que se negam para poderem evoluir solitariamente.
C dialogam fraternalmente para poderem atingir um mesmo ponto de excelência cientifica e tecnológica.
D excluem-se de modo determinante, o que toma inoperante qualquer projeto cientifico que busque associá-los.
E têm sua dimensão ampliada numa proporção de crescimento que se revela comum a ambos.