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Um time de desenvolvimento está definindo os requisitos para um sistema de controle de tributos estaduais. Eles estruturam o backlog da seguinte forma: “Processamento de Declarações Fiscais” como um épico, dentro dele uma feature “Importação de Declarações”, e várias histórias de usuário como: “Como Auditor, quero importar arquivo X para que o sistema valide os dados automaticamente”. Nessa abordagem, ao estimar o tamanho funcional bruto do sistema via Análise de Pontos de Função (APF), deve-se considerar

A as user stories que geram interfaces diretamente visíveis ao usuário. Também é possível usar os requisitos não funcionais focando no desempenho e segurança da informação.
B as histórias, features e épicos, todas, independentemente de gerarem funcionalidade visível, porque muitas funcionalidades estão “escondidas” por trás de requisitos não funcionais após sua elicitação.
C a iniciativa de negócio global do ponto de vista técnico.
D as tasks técnicas decorrentes das histórias de usuário.
E as funcionalidades do usuário que representam entradas, saídas, consultas ou arquivos lógicos referenciados no sistema.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda Estadual identificou que o processo de liberação de novas funcionalidades no sistema de arrecadação apresenta problemas recorrentes: atualizações são implantadas sem testes adequados em ambiente de homologação, causando indisponibilidade do sistema em horários de alta demanda, mudanças emergenciais para corrigir erros críticos são executadas sem documentação apropriada, dificultando rastreabilidade. Além disso, não há planejamento coordenado entre as equipes de desenvolvimento, infraestrutura e suporte, resultando em conflitos de agendamento e impactos não previstos aos contribuintes. A direção determinou revisão do processo baseando-se nas práticas do ITIL v4. Considerando as práticas de gerenciamento técnico do ITIL v4 aplicáveis a esse cenário, a abordagem mais adequada para resolver esses problemas é

A implementar a prática de Gerenciamento de Incidentes para tratar rapidamente problemas após implantações malsucedidas, estabelecendo equipe de plantão 24x7 para restaurar serviços afetados, e manter processo atual de liberação de mudanças com alterações básicas na configuração de mudanças SVS na prática de valor.
B adotar a prática de Gerenciamento de Problemas para identificar causas-raiz de falhas recorrentes em implantações, realizando análises post mortem após cada incidente significativo, mantendo integração com processo de mudanças ou releases na configuração básica, delegando correção de problemas identificados às equipes técnicas conforme disponibilidade.
C focar na prática de Gerenciamento de Configuração e Ativos de Serviço para documentar todos os componentes do sistema de arrecadação, mantendo base de dados atualizada de configurações, estabelecendo controles ad hoc sobre quando e como mudanças são implantadas nesses componentes.
D Implementar prática de gerenciamento de mudanças exigindo aprovação formal de comitê para qualquer alteração no sistema, aplicando testes da prática de valor no âmbito do SVS em ambiente controlado ou planejamento coordenado de releases com múltiplas mudanças.
E adotar de forma integrada as práticas de Gerenciamento de Mudanças, Gerenciamento de Release , Gerenciamento de Implantação, estabelecendo fluxos diferenciados para mudanças padrão, normais e emergenciais, com testes obrigatórios em homologação, janelas de mudança planejadas evitando horários críticos e comunicação antecipada aos stakeholders .
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está elaborando política de segurança da informação para proteger dados tributários sensíveis (declarações fiscais, informações bancárias de contribuintes e dados de fiscalizações). A política precisa definir responsabilidades sobre classificação de informações, controles de acesso, tratamento de incidentes de segurança e conformidade com a LGPD. Durante as reuniões de elaboração, surgem dúvidas sobre quem deve aprovar a política, quem é responsável por sua implementação técnica e quem deve monitorar a conformidade. Considerando boas práticas de governança sobre papéis e responsabilidades na gestão de políticas organizacionais de TIC,

A equipe técnica de infraestrutura de TI deve elaborar, aprovar e implementar a política de forma autônoma, visto que possui conhecimento especializado sobre segurança da informação, cabendo às áreas de negócio restringir as determinações técnicas estabelecidas pela área de tecnologia.
B a politica deve ser elaborada pela assessoria jurídica em conjunto com a área de TI, considerando requisitos da LGPD e sigilo fiscal, aprovada pelo secretário-adjunto administrativo, para garantir celeridade na tramitação, implementada por cada gestor de área, segundo orientações gerais estabelecidas no documento, e monitorada pela equipe de segurança da informação com apoio de controles internos periódicos.
C o responsável pela área de TI deve coordenar a elaboração técnica e aprovar as políticas relacionadas a tecnologia, incluindo segurança da informação, submetendo-as posteriormente à alta administração apenas para homologação formal, desde que a política seja tecnicamente adequada, esteja alinhada com frameworks de segurança e não demande investimentos superiores a 10% do orçamento anual de TI.
D a política deve ser elaborada por grupo de trabalho multidisciplinar incluindo TI, segurança, áreas finalísticas e jurídico, validada quanto à viabilidade técnica e conformidade legal, submetida à aprovação formal da alta administração que possui autoridade sobre políticas institucionais, implementada pela área de TI com apoio das demais áreas e monitorada por função independente de auditoria ou compliance .
E cada área finalística (de arrecadação, fiscalização, atendimento) deve elaborar sua própria política de segurança para seus sistemas, aprovando internamente suas normas, permitindo flexibilidade para adaptar controles conforme necessidades particulares de cada processo sem padronização institucional centralizada.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda do Estado possui um SGSI implementado conforme a ABNT NBR ISO/IEC 27001. Durante o monitoramento de rotina, foi detectada uma atividade anômala no sistema de processamento de declarações fiscais, indicando possível extração não autorizada de dados sigilosos de contribuintes em tempo real. A equipe de segurança confirmou que o incidente está ativo e há indícios de que possa se espalhar para outros sistemas internos. Considerando as diretrizes do controle de resposta a incidentes de segurança da informação da ISO/IEC 27002:2022, a ação inicial mais adequada e prioritária que a equipe de resposta a incidentes deve adotar consiste em

A comunicar imediatamente o fato à autoridade de proteção de dados e aos contribuintes afetados, conforme exigido pela LGPD, antes de qualquer ação de contenção.
B desligar imediatamente os servidores afetados para interromper qualquer atividade maliciosa e evitar danos maiores.
C isolar os sistemas comprometidos da rede para conter a propagação do incidente, mantendo seu estado para posterior análise forense.
D priorizar a restauração integral dos sistemas a partir do backup mais recente, garantindo a continuidade operacional dos serviços fiscais.
E solicitar ao fornecedor do software que realize uma análise remota do código-fonte para identificar a origem da vulnerabilidade.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma equipe de auditoria possui uma tabela de NF-e com mais de 1 bilhão de registros em um pyspark.sql.DataFrame chamado df . A auditora deseja inspecionar apenas 1.000 registros localmente em seu notebook, usando funcionalidades avançadas de pandas para buscar inconsistências. Nesse cenário, a abordagem em PySpark mais apropriada para gerar esses registros em um pandas. DataFrames , minimizando o risco de estouro de memória no ambiente local é :

A pdf = df.topandas ()
pdf_sample = pdf.sample (n=1000, random state=42)
B sample_df df = df.samplelFalse, 0.001, seed=42)
pdf_sample = sample_df.toPandas ()
C pdf_sample = df.limit (1000) .toPandas ()
D rows = df.collect ()
pdf_sample = pd.DataFrame(rows[:1000])
E pdf_sample = spark.createDataFrame (df. head (10001)) .toFandas()
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda realiza anualmente uma mudança obrigatória no cálculo de tributos, sempre válida a partir do primeiro dia do ano. Embora existam processos formais de homologação e acompanhamento pós-implantação, uma auditoria interna constatou falhas de rastreabilidade: incidentes em produção não apresentavam relação clara com as mudanças aplicadas. Considerando práticas consolidadas de rastreabilidade no ciclo de vida de software, a ação que garante rastreamento completo das mudanças, desde o código até a operação, é

A utilizar o histórico de commits para identificar alterações no código e respectivos responsáveis.
B criar verificações manuais após cada implantação em produção para registrar problemas observados.
C registrar documentação funcional de cada versão, sem integração com processos de mudança, mas integrado a ferramenta de IT Service Management .
D adotar pipeline CI/CD com versionamento imutável, registro de artefatos e controle de mudanças integrado a ferramenta de Gestão de Serviços de TI.
E manter logs de depuração ativados permanentemente em produção para facilitar análise de incidentes, auditoria e acompanhamento.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Consideram-se coligadas as sociedades que

A possuam, na mesma composição societária, mais da metade de sócios comuns.
B possuam os mesmos sócios, ainda que tenham atividades diversas.
C tenham o mesmo objeto social, contando com pelo menos um sócio comum.
D sejam, em suas relações de capital, controladas, filiadas, ou de simples participação.
E exerçam temporariamente a parceria em determinada região.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

A legislação do ICMS do Estado de São Paulo disciplina os procedimentos administrativos relacionados à atuação do Auditor Fiscal da Receita Estadual, estabelecendo regras sobre fiscalização, deveres dos contribuintes, bem como instrumentos utilizados pela administração tributária para a verificação e a auditoria do cumprimento das obrigações tributárias principais e acessórias.

Com base nos dispositivos da legislação do ICMS paulista que tratam da fiscalização, considere:

I. Os livros comerciais e contábeis somente podem ser exigidos pela fiscalização quando houver processo judicial ou administrativo previamente instaurado contra o contribuinte, sendo vedada sua requisição em fiscalizações de rotina.
II. A legislação do ICMS paulista autoriza a fiscalização a exigir a exibição de livros comerciais e contábeis, documentos fiscais e arquivos eletrônicos, inclusive programas e arquivos magnéticos, não sendo oponível ao fisco qualquer disposição legal que limite esse direito, desde que observada a competência da autoridade fiscal.
III. O levantamento fiscal limita-se à análise dos estoques Inicial e final do contribuinte, não podendo considerar os valores das mercadorias entradas, das mercadorias saídas, despesas, outros encargos, lucro do estabelecimento ou outros elementos informativos.
IV. A constatação pelo auditor fiscal da manutenção, no passivo da entidade, de obrigações já pagas ou inexistentes, bem como a falta de escrituração de pagamentos efetuados; não gera presunção legal de omissão de operações tributáveis, por configurarem meros erros ou fraudes contábeis sem nenhum impacto tributário.
V. A constatação pelo auditor fiscal de saldo credor de caixa, de ativos ocultos ou de suprimentos a caixa não comprovados pela entidade gera presunção legal de omissão de operações tributáveis, transferindo ao contribuinte o ônus de comprovar a inexistência do fato gerador ou o pagamento do imposto.

Está correto o que se afirma APENAS em

A I, II, III e V.
B III, IV e V.
C II e V.
D I, III e IV.
E I, II e IV.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

Durante os procedimentos de auditoria aplicados pelo auditor fiscal do Estado de São Paulo, podem ser identificadas situações em que se evidenciam a superavaliação ou subavaliação das disponibilidades no ativo circulante:

Situações verificadas pelo auditor no decorrer da auditoria:

I. Simulação de Cancelamento de Vendas de mercadorias que foram efetivamente entregues e os valores recebidos, sem que houvesse real devolução/cancelamento.
II. Pagamento de empréstimos (passivos) que não foram comprovados documentalmente.
III. Contração de empréstimos simulados que não existem.
IV. Despesas contabilizadas por um valor menor do que a despesa efetivamente comprovada.
V. Vendas à vista registradas na contabilidade equivocadamente como se fossem a prazo.

Conclusão dos impactos das situações verificadas nas contas de disponibilidades:
( ) Detecção de créditos nas contas de disponibilidades que diminuem também as contas de passivo.
( ) Detecção da falta de débitos (existentes) nas contas de disponibilidades que foram debitados em outras contas de ativo.
( ) Detecção de créditos a menor nas contas de disponibilidades que deixam seu saldo maior e que diminuem indevidamente as contas de despesas.
( ) Detecção de créditos irregulares nas contas de disponibilidades que diminuem também indevidamente as contas de receitas (no resultado).
( ) Detecção de débitos irregulares nas contas de disponibilidades que aumentam também indevidamente as contas de passivo.

A sequência que apresenta a correlação correta entre a situação verificada pelo auditor e a respectiva conclusão do Impacto nas contas de disponibilidades no ativo circulante é:

A II - V - IV - I - III.
B III - V - IV - I - II.
C I - V - IV - II - III.
D III - V - I - IV - II.
E I - IV - V - II - III.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

A Companhia Alfa S.A atua em região beneficiada por programa governamental de incentivo ao desenvolvimento econômico. No exercício social de 20X4, a entidade usufruiu de redução de ICMS decorrente de incentivo fiscal concedido pelo governo estadual e autorizado pelo CONFAZ, atendendo a todos os requisitos legais e operacionais exigidos pelo programa, caracterizando-se como subvenção governamental para investimentos.
O valor do incentivo foi inicialmente reconhecido no resultado do exercício, aumentando o lucro líquido do periodo. Na sequência, por proposta da administração, parte desse lucro foi destinada à reserva de incentivos fiscais, registrada no patrimônio líquido, com o objetivo de não integrar a base de cálculo dos dividendos obrigatórios.
Durante os trabalhos de auditoria independente das demonstrações contábeis de 31/12/20X4, o auditor independente concentrou sua análise na cometa constituição, contabilização e apresentação da reserva de incentivos fiscais, considerando as normas contábeis e societárias aplicáveis.

À luz do Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) e do art. 195-A da Lei nº 6.404/1976, que prevê que a assembleia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório, o tratamento contábil e societário da reserva de incentivos fiscais deverá ser:

A A subvenção governamental para investimento deve ser registrada diretamente no patrimônio líquido, em conta de reserva específica, sem transitar pela demonstração do resultado, por proposta da administração e desde que aprovada em assembleia geral.
B A reserva de Incentivos fiscais pode ser constituida diretamente a partir do valor bruto do incentivo fiscal concedido, independentemente de seu reconhecimento prévio no resultado do exercício, por proposta da administração.
C O reconhecimento da subvenção governamental no resultado é vedado pelas normas contábeis, devendo o incentivo fiscal ser registrado exclusivamente como ajuste de capital, em observância ao princípio da prudência.
D A constituição da reserva de incentivos fiscais dispensa proposta da administração e deliberação assemblear, desde que o benefício fiscal esteja previsto em legislação específica.
E A subvenção governamental deve ser reconhecida como receita no resultado ao longo do período e confrontada com as despesas que pretende compensar, observado o regime de competência, e, por proposta da administração e aprovação em assembleia, poderá a parcela do lucro líquido decorrente de subvenção governamental para investimentos ser transferida do lucro líquido para a reserva de incentivos fiscais.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026