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Atenção : Para responder às questões de números 21 a 23, oonsidere o texto a seguir.

Climate change can affect mental health. Now these Californians are doing something about it

by Shreya Agrawal
October 10, 2023

The facts of climate change can lead to feelings of hopelessness and despair. Some California activists are creating communities for people to talk about those feelings.
Maksim Batuyev's college studies on the climate crisis left him feeling depressed.
"I was questioning the sheer gravity of it all and how all of it is systemic. None of it has an easy solution, he said. "That really started to bring me into some dark places."
During his senior year at Michigan State University, in 2020, he started talking online to people from around the world about their emotions related to climate change, which ranged from feeling overwhelmed and scared about the future to grieving the parts of nature that have already been lost.
"They sounded just like me," he said. "And it sounded like too much for one person to take on."
He decided to do something about it. ln 2022, he and climate activist Cindy Pace started informal gatherings in Los Angeles to talk about climate emotions. These groups, commonly known as climate cafes, encourage various kinds of people to come together and talk about their climate feelings in moderated discussions.
Those meetups represent one of the small ways young Californians are beginning to address the global climate crisis as a mental health crisis. Popular organizations and nonprofits are offering community-based therapy solutions, such as climate cafes, urban gardens and other events where people can come together and talk. Some are turning to nature-based therapy, also known as ecotherapy, which involves spending time in nature to enable growth and healing.
But mental health advocates say the largely popular-driven efforts are not nearly enough to meet the needs of younger generations. Mental health advocates say they need more resources and funding to build stronger community-based systems and provide a good alternative to therapy, which can often be expensive and less accessible.
"lt's clear young people are focused on climate change and for good reason. A lot of past policies, actions, and inactions have created a situation that has folks very worried about the future, and I share that worry," said state Senator Ben Allen, the Redondo Beach Democrat who sponsored the 2021 budget item that funded the school program. "I hope that elected officials, industry leaders, and others in positions of power listen to what they're asking for and respond with the urgency it demands."
But the ultimate cure to eco-anxiety, Batuyev said, is "to solve the climate problem."

(Adapted from https://calmatters.org/health/mental-health/2023/10/climate-change-california-youth-mental-health/)

Segundo o texto,

A embora as terapias tradicionais sejam caras, ainda assim há poucos terapeutas capacitados para tratar doenças mentais decorrentes da crise climática.
B defensores da saúde mental reivindicam mais recursos e financiamentos para reforçar programas comunitários que ofereçam alternativas à terapia tradicional.
C os esforços populares para administrar problemas de saúde mental devido à crise climática têm beneficiado apenas as gerações mais Jovens.
D os programas populares para ajudar no tratamento de depressão devido à crise climática têm apresentado resultados bastante satisfatórios.
E as terapias tradicionais ainda representam a melhor opção para o tratamento da depressão dos adolescentes causada pela crise climática.

Uma seguradora tem 6 corretores que fazem vendas individuais e que formam parcerias fixas, com dois vendedores em cada parceria, que disputam um bônus mensal a ser recebido pela dupla com o maior número de seguros vendidos. Em janeiro. Alberto foi o corretor com mais vendas, sendo que vendeu o triplo de seguros que o parceiro de Denis e vendeu 1 seguro a mais do que o próprio Denis. Os números de seguros vendidos por Breno, Cosme e Elvis foram, respectivamente, 9, 12 e 3. No mês de janeiro, esses 6 corretores venderam um total de 65 seguros e Flávio fez parte da dupla vencedora desse mês. Em janeiro, o número de seguros vendidos pela dupla da qual Breno faz parte excedeu o número de seguros vendidos pelo parceiro de Elvis em

A 6
B 3
C 15
D 12
E 9
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 8 a 15, considere o texto a seguir.

Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos de experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem as ruas, implantam a infraestrutura, depois os prédios e, se sobrar espaço, colocam uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.
Outra forma de avaliação da cidade seria através da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não tem nenhuma função específica.
Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstram que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a praça São Marcos.
É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis as de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do melo ambiente, não é apenas uma peça decorativa, colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?

(Adaptado de: ECKBO. Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)

Considere os seguintes trechos:

Primeiro, constroem as ruas . .. (1º parágrafo)
...da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço . (4º parágrafo)
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano .. . (último parágrafo)

Os termos sublinhados são corretamente substituídos por pronomes em:

A constroem-nas - molda-o - o compõem
B constroem-nas - o molda - compõem-no
C as constroem - molda-lhe - o compõem
D as constroem - molda-lhe - compõem-no
E constroem-as - o molda - compõem-o
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 8 a 15, considere o texto a seguir.

Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos de experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem as ruas, implantam a infraestrutura, depois os prédios e, se sobrar espaço, colocam uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.
Outra forma de avaliação da cidade seria através da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não tem nenhuma função específica.
Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstram que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a praça São Marcos.
É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis as de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do melo ambiente, não é apenas uma peça decorativa, colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.
Além das árvores e outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?

(Adaptado de: ECKBO. Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)

O elemento sublinhado está empregado corretamente em:

A Olhando para os espaços livres em que ainda restam na periferia, percebe-se um grande potencial de áreas livres para convívio e habitação.
B O espaço excessivo, ocupado por automóveis, por cuja reordenação se tem lutado, é um problema comum aos grandes centros urbanos.
C Um dos argumentos contrários, de que se costuma referir, à conformação atual das cidades é seu impacto climático no meio ambiente.
D São quatro os elementos estruturais pelos quais se baseiam os planejamentos urbanos.
E Deve-se pensar no contato com a natureza com que atualmente não é proporcionado à população.

Uma população (P 1 ) é formada pelos 40 salários dos funcionários em uma prefeitura que apresenta uma média salarial Igual a 5 salários mínimos (SM) com um coeficiente de variação Igual a 10%. Essa prefeitura decide abrir vaga para admissão de mais 10 funcionários ganhando, cada um, 5 SM formando uma nova população (P 2 ) com os 50 funcionários. A variância de P 2 , em (SM) 2 , é igual a

A 0,35
B 0,20
C 0,01
D 0,25
E 0,05

Ao dispor sobre o estágio probatório para o cargo de Auditor Municipal de Controle Interno, a Lei Municipal nº 16.193/2015 estabelece que

A a homologação da reprovação no estágio probatório dar-se-á por ato do Secretário Municipal de Gestão, em até sessenta dias antes do término do prazo de dois anos previsto para o referido estágio.
B a realização de curso de capacitação, anterior ao Início do exercício no cargo de Auditor, será considerada para fins de aprovação no estágio probatório, que se dá mediante avaliação por Comissão Especial, constituída exclusivamente por servidores efetivos estáveis que sejam da mesma carreira que o avaliado.
C o estágio probatório corresponde ao período de três anos de efetivo exercício que se segue ao início de exercício no cargo, considerando, se de efetivo exercício, para esse fim, os afastamentos em virtude de férias.
D o estágio probatório corresponde ao período de dois anos de efetivo exercício que se segue à posse no cargo, considerando-se de efetivo exercício, para esse fim, os afastamentos em virtude de luto ou casamento, até oito dias.
E a homologação da aprovação no estágio probatório dar-se-á por ato do chefe do Executivo municipal, a partir do primeiro dia subsequente ao término do prazo de três anos previsto para aquisição da estabilidade.

O Portal de Dados Abertos da Prefeitura de São Paulo, disponível em http://dados.prefeitura.sp.gov.br/, reúne conjuntos de dados de todas as secretarias, subprefeituras e empresas públicas municipais, e tem origem no Catálogo Municipal de Bases de Dados (CMBD). Como consta do Portal, o CMBD " tem por finalidade divulgar uma listagem de todas as bases de dados produzidas pelos órgãos e entidade da administração municipal " e " apresenta aos munícipes uma relação com todos os dados disponíveis produzidos pela Prefeitura ". Por meio da plataforma adotada para viabilizar a construção do Portal, que permite " fácil acesso e pesquisa por parte de programadores, jornalistas, pesquisadores e cidadãos em geral ", " cada unidade da administração municipal poderá inserir suas bases [de dados] e manter um fluxo de atualização constante ", de modo que, gradativamente, todas as bases municipais passem a figurar no Portal.

A criação e disponibilização de Portal com as características referidas está em conformidade com determinação constante da Lei Orgânica do Município, segundo a qual

A agentes públicos ficam obrigados a fornecer ao Município, nos termos da lei, todos os dados e Informações necessários à manutenção de um sistema municipal de Informações, sendo vedado, contudo, estabelecer exigências similares em relação a agentes privados.
B o sistema de informações municipais estabelecerá indicadores variados, mantendo-os atualizados e divulgando-os periodicamente, de forma a permitir o conhecimento, pelos munícipes, dos resultados da ação dos órgãos de controle interno e externo sobre os atos da administração.
C cabe ao Município apresentar, periodicamente, em audiência pública, relatório detalhado contendo Informações completas sobre receitas arrecadadas, transferências e recursos recebidos, bem como a prestação de contas das verbas utilizadas, discriminadas por programa.
D compete ao Município implantar e manter atualizado um sistema de informações de relevante interesse municipal, assegurada sua ampla e periódica divulgação, e garantido seu acesso aos munícipes.
E o sistema de Informações disponibilizado aos munícipes deve atender aos princípios da simplificação, gratuidade e divulgação ampla, ainda que, para atingir sua finalidade, implique duplicações de meios e instrumentos.

Suponha que, analisando denúncia apresentada à Controladoria-Geral do Município por empresa contratada pelo Município de São Paulo em que a queixosa alega que seus pagamentos estão sendo abusivamente retidos, o Auditor de Controle Interno encarregado, após informação prestada pelo setor responsável, constatou os seguintes fatos:
I. Do edital que governou o Pregão Eletrônico nº xxxxxx/2025 antecedente ao contraio constava o dispositivo abaixo.
19.1.3 Antes do pagamento a contratante efetuará consulta ao Cadastro Informativo Municipal - CADIN MUNICIPAL, por força da Lei Municipal nº 14.094/2005 e Decreto nº 47.096/2005, do qual não poderá constar qualquer pendência.
II. Em busca ao CADIN MUNICIPAL, foram encontradas pendências tanto para a pessoa jurídica representante quanto para um de seus sócios.
III. Em busca ao sistema de execução de empenhos e pagamentos da Secretaria de Fazenda, apuraram-se outros empenhos de contratos similares que, ainda que com liquidações posteriores ao contrato mencionado, já haviam sido pagos antes dele.

Nesses termos, a denúncia deve ser

A arquivada, tendo, em vista que o dispositivo mencionado consta do modelo de edital padrão, derrogando a apuração do órgão de controle Interno para o momento posterior à execução do contrato.
B conhecida e apreciada, pois a alteração na ordem cronológica de pagamentos deve ser precedida por declaração das relevantes razões de interesse público que a determinaram, embora não seja necessária comunicação posterior ao controle interno, bastando a publicação.
C arquivada, pois é genérica, vaga e imprecisa, Inviabilizando uma averiguação razoável.
D arquivada, pois a fiscalização da ordem de pagamentos não é competência legal do órgão de controle interno.
E conhecida e apreciada, pois a alteração na ordem cronológica de pagamentos deve ser precedida por justificativa fundada em certas situações legais e sucedida por comunicação ao controle interno.

Suponha que a tabela abaixo corresponde a um levantamento em que foi registrado diariamente, durante um período de 64 dias, o número de determinados tipos de processos autuados em uma região do município de São Paulo. As quantidades de dias em que foram autuados 2 e 4 processos são desconhecidas (denotados na tabela por x e y, respectivamente).

Número de processos
0
1
2
3
4
Total
Quantidade de dias
9
10
x
20
y
64

Se (x - y) é igual a 5, então com relação às medidas de posição verifica-se que a

A média é igual a 64% do valor da moda.
B mediana é igual a 80% do valor da média.
C moda é igual à mediana.
D média supera a mediana, mas é interior à moda.
E moda supera a mediana em 0,50.

A população formada pelos tempos de durações de atendimento a uma pessoa em um guichê de um órgão público é considerada normalmente distribuída com uma variância populacional igual a 2,56 (minutos) 2 . Uma amostra aleatória de tamanho 64 foi extraída, com reposição, dessa população, obtendo-se uma média amostral igual a 15 minutos. Com base na amostra, um Intervalo de confiança de 95% foi construído para a média populacional, considerando que na curva normal padrão (Z) as probabilidades P(Z ≤ 1,64) = 95% e P(Z ≤ 1,96) = 97,5%. O limite superior do Intervalo encontrado apresenta um valor igual a

A 15,4018
B 15,5160
C 15,6272
D 15,3920
E 15,5248