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Assinale a opção cujo evento descrito provoca uma redução imediata do valor do patrimônio líquido de uma sociedade anônima, sem, contudo, causar, qualquer efeito concomitante em contas de resultado.

A baixa de valores positivos registrados na conta ajustes de avaliação patrimonial, em função da venda definitiva dos ativos originadores desses valores
B aquisição de ações de emissão própria
C incorporação de reservas de lucros ao capital social
D ágio na emissão de novas ações
E reconhecimento de provisão passiva

De acordo com a Lei Complementar n.º 105/2001, as autoridades e os agentes fiscais tributários dos estados somente poderão examinar documentos, livros e registros de instituições financeiras, inclusive os referentes a contas de depósitos e aplicações financeiras, quando

A houver expressa autorização do Banco Central do Brasil ou da CVM, a depender da natureza da instituição financeira.
B houver prévia e expressa autorização judicial concedida em processo judicial fundamentado.
C houver processo administrativo instaurado ou procedimento fiscal em curso e tal exame for considerado indispensável pela autoridade administrativa competente.
D houver prévia e expressa autorização das pessoas físicas ou jurídicas sobre quem as informações digam respeito.
E se tratar de operações de arrendamento mercantil ou aquisições de moeda estrangeira.

Considerando que um auditor esteja elaborando seu programa de auditoria para o passivo de uma empresa, assinale a opção que, no que tange a empréstimos e financiamentos bancários, apresenta um teste aplicável quando o objetivo do auditor for identificar a integridade e a existência dos passivos registrados.

A contagem do estoque físico
B circularização
C análise de ajustes a valor justo
D recálculo da depreciação
E recálculo da amortização

De acordo com as normas brasileiras de contabilidade, os gastos incorridos por uma empresa na busca de alternativas para melhorar a produtividade das máquinas utilizadas na fabricação dos seus produtos devem ser reconhecidos a débito de

A uma conta do ativo imobilizado.
B uma conta do ativo intangível.
C uma conta de despesa.
D outros resultados abrangentes.
E despesas antecipadas.

Os eventos cujo efeito uma sociedade anônima terá de apresentar por meio de uma conta retificadora no seu balanço patrimonial incluem a

I constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa.
II aquisição de ações de emissão própria.
III constituição de provisão para ajustes por perdas no valor recuperável de ativos.
IV constituição de provisão para riscos fiscais.
V constituição de provisão para perda por redução no valor realizável líquido de ativos.

Estão certos apenas os itens

A I e II.
B III e IV.
C I, IV e V.
D I, II, III e V.
E II, III, IV e V.
Texto associado
Texto CG1A1-I Somente o trabalho cria riqueza, o objetivo último do desenvolvimento. É certo que, caso se desejasse sumariar em uma única expressão o significado de desenvolvimento, se diria que o seu processo consiste no aumento continuado da produtividade do trabalho. É por meio do aumento do produto por trabalhador, propiciado pelo aumento da produtividade do trabalho, que se geram os recursos necessários que tornam possível atingir as demais dimensões do desenvolvimento. Sem esse crescimento, não há desenvolvimento, embora às vezes o crescimento não propicie o desenvolvimento em suas demais dimensões — redução contínua da pobreza, melhoria da saúde e da educação da população e aumento da expectativa de vida, entre tantas outras. Certamente não há escassez de estratégias de desenvolvimento, e elas estão disponíveis para quem delas quiser tomar conhecimento. Lembrou-nos recentemente Delfim Netto que Adam Smith, em Riqueza das Nações (1776), sumariava o seu receituário para o crescimento (a “riqueza das nações”) em poucas e simples proposições. Primeiro, a carga tributária deve ser leve. Segundo, com os recursos tributários arrecadados, deve-se assegurar a paz interna, já que cabe ao Estado o monopólio do uso da força para fazer valer o Estado de direito; fazer valer o Estado de direito significa proteger o direito à propriedade privada, garantir a aplicação da justiça e construir e manter a infraestrutura de uso comum. Por fim, deve-se estimular a competição entre os agentes econômicos, salvaguardando-se os mercados livres e punindo-se os monopólios. No dizer de Delfim, “quando isso se realiza, o crescimento econômico acontece quase por gravidade: será o resultado da ação dos empresários em busca do lucro e do comportamento dos consumidores na busca de melhor e maior satisfação de suas necessidades. Elas se harmonizam pela liberdade de escolha de cada um por meio do sistema de preços dos fatores de produção e dos bens de consumo”. Essas mesmas ideias simples eram moeda corrente em nosso país pela época da Independência. A primeira tradução da obra Riqueza das Nações surgiu na Espanha, em 1794, e a obra de José da Silva Lisboa, o futuro Visconde Cairu, foi significativamente influenciada por Smith, especialmente os seus Princípios de Economia Política (1804). Mas também tiveram a mesma influência a Memória dos Benefícios Políticos do Governo de El-Rei Nosso Senhor D. João VI (1818) e, particularmente, os seus Estudos sobre o Bem Comum (18191820). Com as ideias simples smithianas, Cairu, ao proclamar o “deixai fazer, deixai passar, deixai vender”, de Gournay, legou-nos a abertura dos portos, a liberdade da indústria e a fundação de nosso primeiro banco. Não pouca coisa. Roberto Fendt. Desenvolvimento é o aumento persistente da produtividade do trabalho . In : João Sicsú e Armando Castelar (orgs.). Sociedade e economia : estratégias de crescimento e desenvolvimento. Brasília: IPEA, 2009 (com adaptações).

Sem prejuízo para os sentidos do texto CG1A1-I, o verbo “assegurar” (quarto período do segundo parágrafo) poderia ser substituído por

A controlar.
B garantir.
C viabilizar.
D priorizar.
E promover.
Texto associado
Texto CG1A1-I Somente o trabalho cria riqueza, o objetivo último do desenvolvimento. É certo que, caso se desejasse sumariar em uma única expressão o significado de desenvolvimento, se diria que o seu processo consiste no aumento continuado da produtividade do trabalho. É por meio do aumento do produto por trabalhador, propiciado pelo aumento da produtividade do trabalho, que se geram os recursos necessários que tornam possível atingir as demais dimensões do desenvolvimento. Sem esse crescimento, não há desenvolvimento, embora às vezes o crescimento não propicie o desenvolvimento em suas demais dimensões — redução contínua da pobreza, melhoria da saúde e da educação da população e aumento da expectativa de vida, entre tantas outras. Certamente não há escassez de estratégias de desenvolvimento, e elas estão disponíveis para quem delas quiser tomar conhecimento. Lembrou-nos recentemente Delfim Netto que Adam Smith, em Riqueza das Nações (1776), sumariava o seu receituário para o crescimento (a “riqueza das nações”) em poucas e simples proposições. Primeiro, a carga tributária deve ser leve. Segundo, com os recursos tributários arrecadados, deve-se assegurar a paz interna, já que cabe ao Estado o monopólio do uso da força para fazer valer o Estado de direito; fazer valer o Estado de direito significa proteger o direito à propriedade privada, garantir a aplicação da justiça e construir e manter a infraestrutura de uso comum. Por fim, deve-se estimular a competição entre os agentes econômicos, salvaguardando-se os mercados livres e punindo-se os monopólios. No dizer de Delfim, “quando isso se realiza, o crescimento econômico acontece quase por gravidade: será o resultado da ação dos empresários em busca do lucro e do comportamento dos consumidores na busca de melhor e maior satisfação de suas necessidades. Elas se harmonizam pela liberdade de escolha de cada um por meio do sistema de preços dos fatores de produção e dos bens de consumo”. Essas mesmas ideias simples eram moeda corrente em nosso país pela época da Independência. A primeira tradução da obra Riqueza das Nações surgiu na Espanha, em 1794, e a obra de José da Silva Lisboa, o futuro Visconde Cairu, foi significativamente influenciada por Smith, especialmente os seus Princípios de Economia Política (1804). Mas também tiveram a mesma influência a Memória dos Benefícios Políticos do Governo de El-Rei Nosso Senhor D. João VI (1818) e, particularmente, os seus Estudos sobre o Bem Comum (18191820). Com as ideias simples smithianas, Cairu, ao proclamar o “deixai fazer, deixai passar, deixai vender”, de Gournay, legou-nos a abertura dos portos, a liberdade da indústria e a fundação de nosso primeiro banco. Não pouca coisa. Roberto Fendt. Desenvolvimento é o aumento persistente da produtividade do trabalho . In : João Sicsú e Armando Castelar (orgs.). Sociedade e economia : estratégias de crescimento e desenvolvimento. Brasília: IPEA, 2009 (com adaptações).

Depreende-se do segundo e do terceiro período do último parágrafo do texto CG1A1-I que

A as obras de Adam Smith tiveram como base as ideias do Visconde Cairu.
B José da Silva Lisboa foi o primeiro a traduzir a obra Riqueza das Nações , na Espanha, em 1794.
C o pensamento smithiano influenciou José da Silva Lisboa na produção de Memória dos Benefícios Políticos do Governo de El-Rei Nosso Senhor D. João VI e Estudos sobre o Bem Comum.
D Princípios de Economia Política é o título de uma das obras de Adam Smith.
E a obra Riqueza das Nações foi lançada em 1794 e motivou José da Silva Lisboa a escrever sobre o mesmo assunto nela tratado.
Texto associado
Texto CG1A1-I Somente o trabalho cria riqueza, o objetivo último do desenvolvimento. É certo que, caso se desejasse sumariar em uma única expressão o significado de desenvolvimento, se diria que o seu processo consiste no aumento continuado da produtividade do trabalho. É por meio do aumento do produto por trabalhador, propiciado pelo aumento da produtividade do trabalho, que se geram os recursos necessários que tornam possível atingir as demais dimensões do desenvolvimento. Sem esse crescimento, não há desenvolvimento, embora às vezes o crescimento não propicie o desenvolvimento em suas demais dimensões — redução contínua da pobreza, melhoria da saúde e da educação da população e aumento da expectativa de vida, entre tantas outras. Certamente não há escassez de estratégias de desenvolvimento, e elas estão disponíveis para quem delas quiser tomar conhecimento. Lembrou-nos recentemente Delfim Netto que Adam Smith, em Riqueza das Nações (1776), sumariava o seu receituário para o crescimento (a “riqueza das nações”) em poucas e simples proposições. Primeiro, a carga tributária deve ser leve. Segundo, com os recursos tributários arrecadados, deve-se assegurar a paz interna, já que cabe ao Estado o monopólio do uso da força para fazer valer o Estado de direito; fazer valer o Estado de direito significa proteger o direito à propriedade privada, garantir a aplicação da justiça e construir e manter a infraestrutura de uso comum. Por fim, deve-se estimular a competição entre os agentes econômicos, salvaguardando-se os mercados livres e punindo-se os monopólios. No dizer de Delfim, “quando isso se realiza, o crescimento econômico acontece quase por gravidade: será o resultado da ação dos empresários em busca do lucro e do comportamento dos consumidores na busca de melhor e maior satisfação de suas necessidades. Elas se harmonizam pela liberdade de escolha de cada um por meio do sistema de preços dos fatores de produção e dos bens de consumo”. Essas mesmas ideias simples eram moeda corrente em nosso país pela época da Independência. A primeira tradução da obra Riqueza das Nações surgiu na Espanha, em 1794, e a obra de José da Silva Lisboa, o futuro Visconde Cairu, foi significativamente influenciada por Smith, especialmente os seus Princípios de Economia Política (1804). Mas também tiveram a mesma influência a Memória dos Benefícios Políticos do Governo de El-Rei Nosso Senhor D. João VI (1818) e, particularmente, os seus Estudos sobre o Bem Comum (18191820). Com as ideias simples smithianas, Cairu, ao proclamar o “deixai fazer, deixai passar, deixai vender”, de Gournay, legou-nos a abertura dos portos, a liberdade da indústria e a fundação de nosso primeiro banco. Não pouca coisa. Roberto Fendt. Desenvolvimento é o aumento persistente da produtividade do trabalho . In : João Sicsú e Armando Castelar (orgs.). Sociedade e economia : estratégias de crescimento e desenvolvimento. Brasília: IPEA, 2009 (com adaptações).

Mantendo-se as relações de coesão e coerência do texto CG1A1-I, a expressão “ao proclamar” (quarto período do último parágrafo) poderia ser corretamente substituída por

A proclamou.
B que foi quem proclamava.
C até proclamava.
D que proclamou.
E quando proclamou.

No município de Laranjeiras, acontece uma das festas de maior tradição na cultura sergipana. A festa é um espetáculo cheio de cores, sons e história, na qual os moradores se vestem como negros e indígenas e saem em cortejo, homenageando a resistência dos negros escravizados na região, os quais lutavam por sua liberdade. Tudo se inicia nas primeiras horas da manhã, quando são armados o quilombo dos negros e a taba dos índios que, tendo sua princesa roubada pelos negros, dão início às estratégias de lutas para libertá-la, enriquecendo sua dramaturgia com cantos, danças e personagens definidos. Internet: (com adaptações). A festa objeto do texto em apreço é chamada de

A Caceteira do Rindu.
B Procissão do Encontro.
C Lambe-sujos e Caboclinhos.
D Nagô.
E Cacumbi.

A respeito de comissões parlamentares de inquérito (CPI), assinale a opção correta.

A Apesar de ter como objetivo a apuração de fato determinado, a CPI pode investigar fatos novos, que tenham derivado do fato originário e que a ele estejam relacionados.
B A instalação de uma CPI se submete ao juízo discricionário do presidente da casa legislativa na qual ela será instalada.
C CPI podem decretar tanto a busca e apreensão pessoal quanto a busca e apreensão domiciliar.
D A maioria simples dos membros da casa legislativa pode impedir a instauração de CPI.
E Governador pode ser obrigado a depor em CPI instaurada no Congresso Nacional.