Para responder às questões de 6 a 10 , leia os quadrinhos abaixo.
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A requisição de Carteira de Trabalho e Previdência Social para uso dos químicos, além do disposto no capítulo "Da Identificação Profissional" (Decreto-Lei nº 5.452/43), somente será processada mediante apresentação dos seguintes documentos que provem:
I. ser o requerente brasileiro, nato ou naturalizado, ou estrangeiro.
II. estar, se for brasileiro, de posse dos direitos civis e políticos.
III. ter diploma de químico, químico industrial, químico industrial agrícola ou engenheiro químico, expedido por escola superior oficial ou oficializada.
IV. ter, se diplomado no estrangeiro, o respectivo diploma revalidado nos termos da lei.
V. haver, o que for brasileiro naturalizado, prestado serviço militar no Brasil.
VI. achar-se o estrangeiro, ao ser promulgada a Constituição de 1934, exercendo legitimamente, na República, a profissão de químico, ou concorrer a seu favor a existência de reciprocidade internacional, admitida em lei, para o reconhecimento dos diplomas dessa especialidade.
Quantos incisos estão corretos?
O comitê municipal de esporte de uma cidade alagoana realizou uma pesquisa, com 100 alunos da rede oficial, sobre a preferência entre a prática de basquete ou vôlei, e obteve os seguintes dados: cinquenta e quatro alunos declararam preferir vôlei; quarenta e cinco disseram preferir basquete; doze afirmaram que não se interessavam por nenhum desses dois esportes. O número de estudantes que optaram pelos dois esportes é:
Pode-se usar o aplicativo de Calculadora para Windows para tudo, desde conversões e matemática simples até cálculos científicos. Os atalhos de teclado podem ser úteis no uso com a calculadora. A seguir, são listadas algumas funções. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, os atalhos correspondentes.
I. Limpar todos os números da memória.
II. Pressionar o botão CE.
III. Pressionar o botão C.
IV. Recuperar o número mais recente da memória.
O Conselho Federal de Química será constituído de brasileiros natos ou naturalizados, registrados de acordo com o art. 25 da Lei nº 2.800/56 e obedecerá à seguinte composição:
I. um presidente, nomeado pelo Presidente da República e escolhido dentre os nomes constantes da lista tríplice organizada pelos membros do Conselho.
II. nove conselheiros federais efetivos e três suplentes, escolhidos em assembleia constituída por delegado-eleitor de cada Conselho Regional de Química. Haverá entre os nove conselheiros, no mínimo, 1/3 de engenheiros químicos e 1/3 de químicos industriais ou químicos industriais agrícolas ou químicos. Haverá, também, entre os nove conselheiros, um técnico químico.
III. três conselheiros federais efetivos escolhidos pelas congregações das escolas padrões, sendo um engenheiro químico pela Escola Politécnica de São Paulo, um químico industrial pela Escola Nacional de Química e um bacharel em química pela Faculdade Nacional de Filosofia. O número de conselheiros federais poderá ser ampliado de mais três, mediante resolução do Conselho Federal de Química, conforme necessidades futuras.
Está correto o que se afirma em:
Na criação de um organograma, deve-se levar em consideração que ele é uma representação da organização em determinado momento e, pode, portanto, mudar. Para isso ele deve ser flexível e de fácil interpretação. Há um tipo de organograma que é usado para representar a estrutura das organizações que não apresentam uma definição clara das unidades funcionais, mas grupos de trabalhos por projetos que podem ser temporários (estrutura informal). De qual tipo estamos falando?
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto a seguir.
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil
Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram
Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)
A análise correta do trecho “A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo” é:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tudo é Química
Se pensarmos bem, a Química está em quase tudo o que vemos no nosso cotidiano. Diariamente – ou quase diariamente – todos nós usamos produtos de limpeza, cosméticos, cozinhamos. Fazer um bolo é química pura. O fermento, seu modo de funcionamento na hora de fazer crescer a massa, os processos que levam uma mistura de ingredientes secos e molhados a se transformar em um alimento macio, sem gosto de farinha e (se tudo der certo) de sabor agradável, que em nada lembra o gosto da farinha crua.
Mas não é assim que pensamos a Química. Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança. Isso só traz prejuízos: o aluno se sente obrigado a 1 aprender, o professor se sente desestimulado a 2 ensinar e, por fim, o jovem termina o Ensino Médio com a certeza de que as ciências exatas, dentre elas a 3 Química, são apenas disciplinas que exigem o treino mecânico, a 4 repetição e o cálculo.
As ciências exatas, então, são apresentadas de maneira limitada, como se fossem apenas a representação de átomos, equações e fórmulas escritos em um papel. Quando, na verdade, as ciências exatas são muito, muito mais do que isso. Física, Química e Matemática são maneiras de explicar o mundo. E não há nada que possa ser mais próximo de nós todos do que isso. Vivemos este mundo e ele só é assim porque o homem, por meio dos instrumentos mentais e práticos que possui (como as ciências exatas), transformou-o até chegar a este ponto.
Beatriz Duarte de Alcântara
Tudo é Química
Se pensarmos bem, a Química está em quase tudo o que vemos no nosso cotidiano. Diariamente – ou quase diariamente – todos nós usamos produtos de limpeza, cosméticos, cozinhamos. Fazer um bolo é química pura. O fermento, seu modo de funcionamento na hora de fazer crescer a massa, os processos que levam uma mistura de ingredientes secos e molhados a se transformar em um alimento macio, sem gosto de farinha e (se tudo der certo) de sabor agradável, que em nada lembra o gosto da farinha crua.
Mas não é assim que pensamos a Química. Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança. Isso só traz prejuízos: o aluno se sente obrigado a 1 aprender, o professor se sente desestimulado a 2 ensinar e, por fim, o jovem termina o Ensino Médio com a certeza de que as ciências exatas, dentre elas a 3 Química, são apenas disciplinas que exigem o treino mecânico, a 4 repetição e o cálculo.
As ciências exatas, então, são apresentadas de maneira limitada, como se fossem apenas a representação de átomos, equações e fórmulas escritos em um papel. Quando, na verdade, as ciências exatas são muito, muito mais do que isso. Física, Química e Matemática são maneiras de explicar o mundo. E não há nada que possa ser mais próximo de nós todos do que isso. Vivemos este mundo e ele só é assim porque o homem, por meio dos instrumentos mentais e práticos que possui (como as ciências exatas), transformou-o até chegar a este ponto.
Beatriz Duarte de Alcântara
Quando tratamos de classificação morfológica, há dez classes gramaticais que as palavras podem representar. Mais comumente, determinada palavra é representante de uma classe gramatical específica. Existem casos, porém, de palavras que mesclam, nelas mesmas, mais de uma classe gramatical. Assinale, entre as alternativas, uma em que a palavra destacada seja representativa de mais de uma classe gramatical, considerando-a no contexto em que aparece.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 6 , leia o texto abaixo.
Vereador é suspeito de exercício ilegal da
odontologia, no AM
De 2014 até maio de 2015, o Conselho Regional de
Odontologia do Amazonas (CRO-AM) emitiu 361 notificações
por diversos tipos de irregularidades na área de odontologia.
Dentre elas está o Exercício Ilegal da profissão.
Uma das ocorrências registradas nos primeiros
meses de 2015 foi a de um vereador flagrado exercendo a
atividade de forma ilegal. [...]
O presidente do órgão, João Franco, disse que o
vereador fazia atendimentos odontológicos em um
consultório na cidade de Uairini . Segundo Franco, o
parlamentar não tem qualquer formação na área e não
poderia estar atendendo pacientes. Ele já havia sido
notificado durante fiscalização anterior por atuar como
falso dentista.
"Ele já respondia pelo exercício ilegal. Ele foi
flagrado atendendo sem nenhum equipamento de
segurança", disse o presidente.
Dos casos registrados em 2014, 12 correspondem
ao exercício ilegal da profissão de dentista. Nenhuma das
pessoas tinha registro no Conselho, conforme o CRO. Neste
ano, já foram registradas nove notificações .
O presidente João Franco disse ainda que 81
clínicas foram flagradas funcionando no ano passado sem
qualquer registro no Conselho. Ao todo, 38 clínicas sem
registro foram notificadas em 2015.
Ainda há casos de exercício da atividade ilegal de
produção de prótese. Neste ano, foram registrados três
casos de pessoas que faziam o serviço sem autorização. No
ano passado, houve seis casos .
João Franco destacou que o Conselho cumpre um
cronograma de fiscalizações na capital e no interior do
estado. Novo Airão, Manacapuru, Careiro da Várzea,
Iranduba e Rio Preto da Eva estão entre os municípios que
receberam a ação nas últimas semanas.
O diretor observou que a programação de blitzes
está dentro prazo, mas disse que as distâncias entre as
cidades prejudicam o trabalho das equipes.
"Não é uma realidade apenas do Amazonas. Nossas
ações visam impedir que pessoas sem formação atendam e
coloquem em risco a saúde da população", disse.
Segundo o CRO, o paciente pode ajudar no
combate à atividade ilegal, caso identifique um local que
não possui condições apropriadas para atendimentos.
Denúncias podem ser feitas no Conselho ou ainda nos
distritos de polícia de Manaus.
João Franco alertou para o risco de contaminação.
"A prática ilegal pode resultar em complicações graves com
a contaminação de doenças, como herpes, HIV, hepatite e
infecções bacterianas ocasionadas pela falta de higiene ou
esterilização inadequada de alimentos", disse.
(g1.globo.com)
Vereador é suspeito de exercício ilegal da
odontologia, no AM
De 2014 até maio de 2015, o Conselho Regional de
Odontologia do Amazonas (CRO-AM) emitiu 361 notificações
por diversos tipos de irregularidades na área de odontologia.
Dentre elas está o Exercício Ilegal da profissão.
Uma das ocorrências registradas nos primeiros
meses de 2015 foi a de um vereador flagrado exercendo a
atividade de forma ilegal. [...]
O presidente do órgão, João Franco, disse que o
vereador fazia atendimentos odontológicos em um
consultório na cidade de Uairini . Segundo Franco, o
parlamentar não tem qualquer formação na área e não
poderia estar atendendo pacientes. Ele já havia sido
notificado durante fiscalização anterior por atuar como
falso dentista.
"Ele já respondia pelo exercício ilegal. Ele foi
flagrado atendendo sem nenhum equipamento de
segurança", disse o presidente.
Dos casos registrados em 2014, 12 correspondem
ao exercício ilegal da profissão de dentista. Nenhuma das
pessoas tinha registro no Conselho, conforme o CRO. Neste
ano, já foram registradas nove notificações .
O presidente João Franco disse ainda que 81
clínicas foram flagradas funcionando no ano passado sem
qualquer registro no Conselho. Ao todo, 38 clínicas sem
registro foram notificadas em 2015.
Ainda há casos de exercício da atividade ilegal de
produção de prótese. Neste ano, foram registrados três
casos de pessoas que faziam o serviço sem autorização. No
ano passado, houve seis casos .
João Franco destacou que o Conselho cumpre um
cronograma de fiscalizações na capital e no interior do
estado. Novo Airão, Manacapuru, Careiro da Várzea,
Iranduba e Rio Preto da Eva estão entre os municípios que
receberam a ação nas últimas semanas.
O diretor observou que a programação de blitzes
está dentro prazo, mas disse que as distâncias entre as
cidades prejudicam o trabalho das equipes.
"Não é uma realidade apenas do Amazonas. Nossas
ações visam impedir que pessoas sem formação atendam e
coloquem em risco a saúde da população", disse.
Segundo o CRO, o paciente pode ajudar no
combate à atividade ilegal, caso identifique um local que
não possui condições apropriadas para atendimentos.
Denúncias podem ser feitas no Conselho ou ainda nos
distritos de polícia de Manaus.
João Franco alertou para o risco de contaminação.
"A prática ilegal pode resultar em complicações graves com
a contaminação de doenças, como herpes, HIV, hepatite e
infecções bacterianas ocasionadas pela falta de higiene ou
esterilização inadequada de alimentos", disse.
(g1.globo.com)