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Indicadores de sustentabilidade são uma ferramenta criada com o objetivo de medir a sustentabilidade das estratégias de uma empresa nos níveis social, ambiental e institucional. Os indicadores de sustentabilidade da Organização Internacional de Padronização (ISO) foram estabelecidos dentro das normas de adesão voluntária, as quais foram projetadas para ajudar as organizações a operar com sustentabilidade, a aderir às regulamentações ambientais e a melhorar continuamente os processos. Para estabelecer diretrizes para a avaliação do desempenho ambiental do sistema gerencial, a NBR ISO 14031 usa três tipos de indicadores: os indicadores de desempenho da gestão (IDG), os indicadores de desempenho operacional (IDO) e os indicadores de condição ambiental (ICA). Os indicadores de desempenho da gestão (IDG) subdividem-se em quatro: os relacionados a políticas e programas de gestão; os relacionados à conformidade; os relacionados ao desempenho financeiro; e os relacionados às relações com a comunidade. Associe os diferentes indicadores aos seus respectivos tipos, apresentados a seguir: I - Indicador de desempenho da gestão relacionado à conformidade. II - Indicador de desempenho operacional. III - Indicador de condição ambiental. P - Número de empregados que participam de programas ambientais. Q - Quantidade consumida de óleo combustível por unidade de produto. R - Concentração de ozônio troposférico existente no ar local. S - Número de auditorias realizadas sobre as planeadas.

A I – P , II – Q , III – R
B I – P , II – R , III – S
C I – Q , II – S , III – P
D I – R , II – S , III – P
E I – S , II – Q , III – R

De acordo com uma pesquisa da Internet Advertising Bureau do Reino Unido, “cerca de 90% dos consumidores de fato recomendariam as marcas depois de interagir com elas na mídia social. De forma semelhante, uma pesquisa da NM Incite revelou que os consumidores que recebem um atendimento ao cliente positivo pela mídia social são três vezes mais propensos a se tornarem defensores da marca”. KOTLER, Philip; KARTAJAYA, Hermawan; SETIAWAN, Iwan. Marketing 4.0: do tradicional ao digital. Rio de Janeiro: Sextante, 2017. Percebe-se uma mudança entre o CRM, sigla em inglês de Customer Relationship Management , social e cuja tradução em português é Gestão do Relacionamento com o Cliente, e o CRM tradicional, sendo que o CRM social tem três usos típicos que são:

A ouvir as sugestões do cliente, pois a partir destas as empresas podem alterar alguma dinâmica ou incorporar novos produtos e serviços; influenciar de longe as opiniões do cliente através do uso de influenciadores pagos para dialogar com o cliente, sem que a empresa precise lidar diretamente com críticas nas redes sociais; responder a comentários elogiosos e excluir aqueles com críticas ou reclamações.
B ouvir a voz do cliente, pois as marcas podem extrair ideias das conversas gerais que acontecem na mídia social; envolver as marcas nas conversas gerais, de forma que as empresas possam escalar uma equipe para comentar e influenciar as conversas a fim de obter resultados mais favoráveis; lidar com reclamações que tenham potencial de levar a crises de marca, pois se espera que as empresas forneçam soluções aos problemas dos clientes antes que os problemas viralizem.
C ouvir a voz do cliente, pois as marcas podem acatar ideias e compartilhar postagens positivas do cliente; envolver influenciadores digitais na rotina empresarial, de forma que estes gerem conteúdos positivos que excluam ou menosprezem as possíveis reclamações ou críticas do cliente; fomentar soluções com o intuito de eliminar quaisquer possíveis crises de marca nas mídias digitais.
D ouvir os influenciadores digitais, pois estes possuem mais experiência nas mídias digitais e devem atuar como consultores da marca; envolver a marca em grupos específicos de discussão e polêmica on-line, pois a partir de debates ou mesmo a partir de situações de conflito, o cliente pode se surpreender com os posicionamentos da marca; manter a atenção apenas em comentários pessimistas e críticos com o intuito de responder à altura, não permitindo que o cliente avance em disseminar o problema com a marca.
E ouvir e responder a sugestões, críticas e reclamações que venham a surgir apenas na página da empresa nas mídias digitais; manter relacionamento esporádico com o cliente nas mídias digitais; acompanhar as métricas de audiência da página, pensando sempre em aumentar o número de seguidores, mesmo que em detrimento de maior engajamento do público.

Apreender a atenção do público é uma característica fundamental da narrativa na contemporaneidade e apareceu, em 2014, na Pesquisa Brasileira de Mídia da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), como forma de selecionar os veículos de comunicação para o emprego de recursos públicos. Tendo como objetivo a captura da atenção do público, com relação à elaboração de um texto jornalístico para as plataformas digitais, verifica-se que

A podcast é uma forma de entretenimento que se utiliza da linguagem formal para atrair mais o público.
B o release e a informação jornalística são rigorosamente iguais, tanto em forma como em conteúdo, e visam apreender a atenção do mesmo tipo de público.
C a pirâmide invertida é sempre a melhor forma de trazer o leitor para a notícia, já que resume, em poucas linhas, aquilo que ele precisa saber para estar bem-informado.
D o jornalista, figura central na escolha do que deverá ou não ser publicado, é hoje considerado um gatekeeper , já que sua experiência e excelência tornam prescindível a participação do público na seleção das publicações.
E a narrativa fortemente adotada nos Estados Unidos nos anos de 1960 e 1970, conhecida como New Journalism , aproxima o jornalista de um contador de histórias, podendo, com isso, em certas situações, apreender com mais eficiência a atenção do público para a informação jornalística.

De acordo com a Teoria da Opinião Pública, formulada pela cientista política Elizabeth Noelle-Newmann, a espiral do silêncio

A explica a forma como a opinião pública é refletida nas sociedades tecnologicamente mais desenvolvidas.
B explica as razões pelas quais se faz necessária a formulação de políticas públicas para a comunicação social.
C é uma teoria que tem sido fortemente utilizada para substituir os órgãos de pesquisa, em um movimento espiral que busca silenciar as informações de natureza científica.
D é uma teoria que considera o poder dos veículos de comunicação de massa e, por esse motivo, não deve ser aplicada a outros contextos, como é o caso da comunicação rápida e dinâmica das redes sociais.
E faz com que grupos e indivíduos se eximam de expressar sua opinião pela percepção de um “clima de opinião”, por meio do qual observam que suas opiniões são contrárias às da maioria, evitando, assim, zombaria e exclusão.

Considere o texto sobre relacionamento e atendimento à imprensa. Não dispare um interrogatório quando atender o jornalista. Para encaminhar o pedido de informação que ele lhe fez, você precisa saber dados elementares, como qual é a pauta, foco da matéria, se outras instituições estão sendo consultadas e outras questões pertinentes. MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa . Como se relacionar com a mídia. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2015. p. 14. Com base no tema abordado no texto, o assessor de imprensa deve

A insistir para que o repórter antecipe o título.
B perguntar ao jornalista como vai ser o lead de sua matéria.
C ligar para o redator-chefe, pedindo destaque do material na edição da publicação.exigir que o repórter leia o material antes da publicação para que o entrevistado avalie as informações.
D exigir que o repórter leia o material antes da publicação para que o entrevistado avalie as informações.
E acompanhar a entrevista, fornecendo material de apoio, como fotografias, gráficos e biografia do entrevistado.

O direito à informação, comparado a uma via de mão dupla de informar e de ser informado, pode ser desafiado pela imposição ou necessidade da fonte de manter sua identidade sob sigilo. Considere que um assessor de imprensa de um órgão público condicionou o agendamento de uma entrevista exclusiva de um agente público à obtenção do nome da fonte da informação apurada com exclusividade pelo jornalista no exercício de sua profissão. De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, a conduta desse assessor de imprensa

A é eticamente aceita, pois assessores e jornalistas fazem parte do mesmo campo profissional e têm objetivos comuns.
B garante o direito a informações privilegiadas, possibilitando ao assessor trabalhar melhor a imagem do órgão para o qual trabalha.
C é prática comum no relacionamento entre assessores de imprensa e jornalistas, que no dia a dia se tornam íntimos e mutuamente confiáveis.
D é prática comum no cotidiano, fundamental para dar ao assessor de imprensa a segurança de que fará um excelente trabalho no acompanhamento da entrevista.
E é moralmente inadmissível, pois, além de ser uma prática contrária ao Código de Ética do Jornalista Brasileiro, afronta a garantia ao sigilo da fonte, assegurado pela Constituição Federal de 1988.

O press kit , peça importante para a assessoria de comunicação, é

A um conjunto de infográficos sobre o desempenho da assessoria de imprensa.
B o texto que visa convencer o jornalista da importância da pauta fornecida pelo assessor.
C um pacote com brindes e peças promocionais oferecido ao jornalista em eventos de divulgação promovidos pelas assessorias de imprensa.
D um conjunto de recursos e informações para fornecer ao jornalista o maior embasamento possível para a confecção de matérias.
E uma coletânea de matérias publicadas na mídia sobre um artista ou grupo de artistas, ou sobre uma determinada obra, incluindo comentários e críticas.

Um assessor recebeu a tarefa de elaborar um fôlder em papel para ser distribuído em evento incentivado pelo BNDES ao lado de outros parceiros. Considerando-se que a escolha do suporte dos impressos é essencial para o resultado comunicacional que se pretende atingir, esse assessor deve

A utilizar o papel mais brilhoso, característica essencial para transmitir uma boa imagem e o peso da instituição.
B optar pelo papel-jornal, com alta porosidade, facilitando as dobras.
C escolher um papel que facilite a reprodução de ilustrações, quer sejam a traço ou de tom contínuo, como o couché .
D utilizar o papel sulfite, que tem baixo custo e transmite uma imagem de maior profissionalismo.
E preterir a gramatura e o sistema de impressão, já que a mensagem, por si só, revela as intenções e a imagem da instituição.

A compreensão dos aspectos psicológicos relacionados à influência das cores é fundamental para uma boa comunicação. As cores têm um impacto profundo nas emoções das pessoas, influenciando a forma como elas experimentam ambientes e produtos, além de influenciar o modo como as mensagens são percebidas e interpretadas. Para elaborar uma página que transmita leveza e amplie a superfície do suporte, o assessor de comunicação responsável pelo projeto deve atentar para as seguintes características:

A as cores frias e escuras diminuem a sensação de peso e seriam a melhor opção para a página.
B o magenta produziria desequilíbrio e, com isso, criaria movimento, dando a sensação de leveza.
C a cor amarela é perfeita para uma sinalização que vise a limitar o espaço que o circula, já que não se expande.
D as cores claras e quentes seriam as adequadas, pois ampliam a superfície do suporte, diminuindo psicologicamente a sensação de peso.
E o ciano, que tem a propriedade de reduzir profundidade e distância, seria a cor ideal para trazer a sensação de leveza à página produzida.

A crença de que o jornalismo reflete fielmente a realidade, de forma objetiva e desvinculada da mera opinião, e de que para ser jornalista basta ter a capacidade de escrever bem, ser bem-intencionado e moralmente íntegro coaduna-se com a

A teoria construtivista, segundo a qual o jornalismo constrói a realidade.
B teoria do agendamento, segundo a qual os meios de comunicação influenciam a percepção do público.
C teoria do espelho, a primeira a tentar explicar o motivo pelo qual as notícias são como são, de inspiração positivista.
D teoria crítica, sempre comprometida com a observação dos meios de comunicação de massa enquanto formadores de opinião.
E teoria dos definidores primários, segundo a qual determinados grupos exercem influência na construção de significados.