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Atenção : As questões de números 31 e 32 referem-se ao texto abaixo que relata as observações de um estagiário em escola pública de ensino fundamental em um dia de estágio.

“São sete horas da manhã. Os alunos chegam em grupos, rindo, brincando, xingando (...). Não há ninguém da direção presente nesse momento, apenas a inspetora de alunos, a secretária e os professores. Dos professores faltam cinco e há somente dois professores eventuais. A escola nesse momento parece o caos. A professora da 8 a D está nervosa porque na sala dela tinha ocorrido uma briga de alunos. Ela queria mandá-los para a coordenação ou direção, mas não havia ninguém na escola; (...) Enquanto isso, a professora da 8 a D deixa a sala de aula; espera alguém da direção chegar para resolver o problema dos meninos que estavam brigando (...). Observei esta turma na aula vaga e foi tranquilo. Eles estavam querendo ficar na sala porque no pátio estava muito frio, mas a inspetora não deixou. Ficaram todos no pátio. Formaram grupos de amigos, e ficaram conversando e brincando o tempo todo. Após o intervalo, pedi para assistir a próxima aula na 8 a E. A professora estava copiando um texto sobre cultura na lousa; alguns estavam copiando, outros não. O aluno do fundo da sala, xinga o menino da frente; este se levanta e começa a correr atrás do agressor. Era um corre-corre na sala, um tremendo barulho e gritaria. A professora não conseguiu colocar ordem na sala, a voz dela era baixa e assim ela teve muita dificuldade para chamar a atenção deles. Quando ela terminou de passar a lição na lousa, sentou-se na mesa e começou a fazer a chamada. Depois bate o sinal, e a professora vai embora. Enquanto o outro professor não entra na sala, eles correm atrás um do outro, empurram-se, jogam cadeiras no chão, gritam muito. Um menino pega a mochila de um garoto pequeno, rasga a mochila e joga os materiais no chão; os outros começaram a chutar os livros. O garoto pequeno fica nervoso e segue para a diretoria para reclamar; é encaminhado até a coordenadora que acabara de chegar. Na classe chega o professor de História para dar aula, ele está muito sério e nervoso. Parou na porta e ficou olhando sério para os alunos até eles se acalmarem. O professor fala em tom alto que ‘se da próxima vez que ele entrar para dar aula a sala estiver do mesmo jeito, eles vão ficar sem professor’ (...). Quando o professor termina a lição, eles começam a conversar mais ainda, guardam os materiais e ficam conversando, esperando o sinal da escola. Em seguida, o professor sai da sala e entra acompanhado pelo vice-diretor. Este fala que ‘se houver este comportamento novamente todos irão levar suspensão e só entrarão na escola acompanhados da mãe’. Em seguida ele vai embora, e bate o sinal.”

Tendo em vista o relato do observador, para articular as ações da equipe educacional, visando o cumprimento do plano escolar/projeto pedagógico é necessário ao diretor

A preparar um detalhamento de todas as ações de cada membro da equipe e construir um guia de procedimentos adequados para que cada um saiba decidir sobre os problemas, com autonomia e responsabilidade.
B fazer-se presente em todas as horas e espaços da escola, presencialmente, para velar pelo cumprimento do projeto pedagógico da escola e tomar as melhores decisões em cada caso.
C envolver todos os segmentos da escola, tanto na concepção e elaboração, quanto no acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico da escola, criando meios e oportunidades para um aprendizado coletivo permanente.
D estabelecer formas de vigilância discretas sobre toda a equipe educacional, a fim de garantir a execução do projeto pedagógico e do plano escolar em conformidade com as determinações centrais.
E possibilitar plena autonomia aos profissionais para que decidam sobre as melhores formas de atuação para o cumprimento do plano escolar e do projeto pedagógico garantindo uma gestão democrática da escola.

A revisão da literatura que trata das relações entre escola e família aponta para o predomínio de: uma relação marcada por situações vinculadas a algum problema, pela ação da escola em orientar os pais sobre como educar seus filhos, e pelo decréscimo da participação dos pais nas atividades escolares à medida que o filho avança nas séries. Tendo em vista a importância da aproximação entre escola e família caberia ao diretor de escola induzir

A ações sistemáticas de aproximação entre a escola e as famílias, tornando-as interlocutoras ativas no acompanhamento ao projeto pedagógico da escola e incentivadas a tomarem parte na gestão democrática da escola.
B ações que obriguem as famílias a se interessarem pela educação escolar de seus filhos utilizando os meios legais previstos para responsabilizá-los pelos cuidados e pelo êxito escolar dos filhos.
C a conscientização da família sobre seu papel na socialização da criança, por meio do aprendizado de regras de convivência em grupo para que a escola não seja responsabilizada por realizar a missão das famílias.
D encontros bimestrais entre as famílias e professores para tomarem conhecimento do desenvolvimento e da vida escolar dos filhos e receberem as orientações necessárias à superação dos problemas.
E a modernização da comunicação da escola utilizando meios eletrônicos e redes sociais para divulgar o trabalho pedagógico e os resultados da aprendizagem dos estudantes e do desenvolvimento das crianças.

Os Parâmetros de Qualidade para a Educação Infantil dirigidos à relação escola-família listados abaixo, estabelecem que:

I. As propostas pedagógicas devem considerar o trabalho desenvolvido na escola, como complementar à ação da família, e a interação entre as duas instâncias é essencial para um trabalho de qualidade.
II. O período de acolhimento inicial (“adaptação”) demanda das professoras, professores e gestores atenção especial com as famílias e/ou responsáveis pelas crianças, possibilitando, até mesmo, a presença de um representante destas nas dependências da instituição.
III. Os profissionais desenvolvem atitudes mútuas e em relação às crianças e aos seus familiares de respeito à diversidade e orientam as atitudes desejáveis a serem desenvolvidas pelos grupos familiares de composição diversa das famílias tradicionais.
IV. As professoras, professores e gestores devem ser atenciosos com mães, pais e familiares ou responsáveis, estando disponíveis cotidianamente para ouvir solicitações, sugestões e reclamações.
V. Mães e pais e/ou responsáveis devem ser comunicados sobre o desenvolvimento da proposta pedagógica e as regras da instituição.

Está correto o que se afirma APENAS em

A I, II e IV.
B II, III e IV.
C III, IV e V.
D I, III e V.
E I, II e V.

Considere as respostas de estudantes de anos iniciais do Ensino Fundamental sobre indisciplina, conforme quadro abaixo.

ALUNO
O que é indisciplina na sala de aula?
Quando/Como acontece?
Como o professor age?
A indisciplina atrapalha seu aprendizado?
A
Indisciplina é bagunça
Às vezes quando a professora não está na sala de aula
A professora grita, leva na coordenação para assinar o livro preto.
Quando eles conversam, brincam, ficam correndo na sala, atrapalha; eu errei o “S” e tive que apagar e fazer de novo
B
É quando as crianças começam a falar, pegar a borracha e brigam, brigam...
Eles ficam correndo na sala e deixam a professora nervosa
Deixa de castigo
Atrapalha quando não consigo fazer a atividade
C
Indisciplina é quando eles estão brigando, correndo, conversando
Hoje eles estão quietos, mas tem dia que eles brigam, brigam e as meninas uma não quer ser amiga da outra.
Ela grita: se levantar mais uma vez ela leva para a coordenação
Atrapalha, às vezes eu tô copiando eles me chamam para brincar de pega-pega na sala.

Cabe ao diretor e ao vice-diretor:

A Disciplinar os professores para que desempenhem seu papel de educadores mantendo domínio sobre sua turma, a fim de que a aprendizagem não seja prejudicada pelo comportamento dos estudantes, garantindo registros sistemáticos das ocorrências.
B Rever as normas disciplinares da escola e os combinados didáticos estabelecidos e apresentá-los aos pais juntamente com o rol de punições respectivas, tendo em vista diminuir os conflitos em sala de aula e garantir a execução do plano escolar.
C Estudar a ocorrência de incivilidades e de comportamentos hiperativos identificados nos estudantes que precisam de apoio especial, para guiar o trabalho do orientador educacional no auxílio aos professores e para decidir medidas disciplinares cabíveis em cada caso.
D Dar autonomia aos professores para que tomem as providências que considerarem necessárias e dispor-se a auxiliar os orientadores educacionais e professores, diretamente, para tratar dos casos mais graves visitando as salas de aula e se fazendo presente nas reuniões de pais.
E Acompanhar as dificuldades narradas pelos professores, estudando os problemas de maneira ampla e articular as ações da equipe para a superação dos problemas, tendo em vista o desenvolvimento do projeto pedagógico da escola.

O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Básico, o PDDE Mais Cultura e o Mais Educação são recursos federais destinados às escolas. Na rede municipal de ensino de Campinas, os recursos são recebidos:

A pelo Conselho das Escolas Municipais que repassa os recursos aos Conselhos Escolares das escolas de Educação Infantil e das de Ensino Fundamental.
B pela Associação de Pais e Mestres e pela Associação de Amigos da Escola, nas escolas de Educação Infantil e nas de Ensino Fundamental, respectivamente.
C pela Secretaria Municipal de Educação que distribui os recursos às escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental, em conformidade com planos de aplicação aprovados.
D pelos diretores, em conta bancária especificamente destinada a essa finalidade, cuja aplicação deve ser precedida de autorização do Conselho de Escola.
E pelo Caixa Escolar e pela Associação de Amigos da Escola, nas escolas de Educação Infantil e nas de Ensino Fundamental, respectivamente.
Texto associado
Atenção : Considere a Pesquisa abaixo para responder às questões de números 43 e 44.

Pesquisa nacional inédita realizada em 2009, sob a coordenação do INEP-MEC, sobre Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar de escolas públicas envolvendo estudantes, professores, diretores, profissionais da educação, pais, mães e responsáveis, buscou analisar a abrangência do preconceito e da discriminação em sete áreas temáticas e avaliar: percepções sobre preconceito e discriminação; percepções quanto às situações de violência psicológica e física; relações do preconceito e discriminação com o desempenho escolar.

Considere o gráfico abaixo.

A mesma pesquisa analisou a relação entre o preconceito declarado e o nível de proximidade ou distância que se pretende estabelecer com diferentes grupos sociais e constatou:

Um exemplo deste fenômeno é a diferença entre a percepção [do nível de preconceito] e a distância social verificada entre os públicos-alvo da pesquisa. Os funcionários, professores e, principalmente, os diretores de escolas são os públicos que evidenciaram as atitudes menos preconceituosas. Entretanto, os resultados indicam que os diretores, seguidos de funcionários e professores, respectivamente, foram aqueles que apresentaram menor predisposição a estabelecer contatos, em níveis de proximidade com os grupos sociais pesquisados, comparativamente ao verificado com alunos e pais/mães.

Considerando os resultados para os profissionais das escolas pesquisadas, essa constatação pode ser traduzida no âmbito dessa pesquisa como:

A Diretores, seguidos de funcionários e professores, respectivamente, são os que apresentam menos atitudes preconceituosas e mais disposição para a proximidade com os grupos sociais pesquisados, sugerindo que não são preconceituosos e não discriminam pessoas desses grupos.
B Alunos, pais e mães, apesar de apresentarem maior evidência de atitudes preconceituosas, formam o grupo com a maior predisposição a estabelecer contatos em níveis de proximidade com os grupos sociais pesquisados, comparativamente ao verificado com os profissionais da escola.
C Inválida, uma vez que a relação entre o preconceito declarado e o nível de proximidade ou distância que se pretende estabelecer com diferentes grupos sociais é frágil não permitindo concluir se há preconceito ou discriminação nas escolas, pela inconsistência demonstrada.
D Os alunos das escolas públicas não apenas têm atitudes e comportamentos preconceituosos e discriminatórios, como sofrem os efeitos de comportamentos similares de outros atores do ambiente escolar, como diretores, professores, funcionários e do conselho escolar.
E Diretores, seguidos de funcionários e professores, respectivamente, são os que apresentam a maior diferença entre atitudes preconceituosas e disposição para a proximidade com os grupos sociais pesquisados, sugerindo dificuldades para assumir que são preconceituosos e discriminam pessoas desses grupos.

A mãe de uma criança busca o Conselho Tutelar (CT) de sua região para denunciar profissionais da escola e a diretora, em razão de sua criança de três anos de idade ter sido forçada a alimentar-se na creche, restando, além da narrativa da criança, sinais de agressão no braço e na boca. Relativamente ao procedimento da mãe, a responsabilidade da creche e ao que cabe ao Conselho Tutelar, está correto afirmar que

A a mãe não poderia procurar o CT antes de informar a escola sobre o ocorrido e dar conhecimento à diretora sobre o fato, que então faria a averiguação e o comunicaria ao CT, se necessário.
B o problema diz respeito a assunto que não é pertinente ao tratamento de casos pelo CT e nem tem previsão de abordagem no Estatuto da Criança e do Adolescente, por envolver questão alimentar.
C a mãe agiu de forma incorreta, dentro do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente − ECA, para os casos de suspeita ou confirmação de castigo; tendo a suspeita ocorrido na escola, a comunicação obrigatoriamente deve ser feita pelo diretor da escola.
D a mãe agiu dentro do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente − ECA para os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante contra criança, que devem ser obrigatoriamente comunicados ao CT.
E não cabe às mães buscarem o CT para denunciarem as escolas, sendo o procedimento correto reportar o fato à Ouvidoria da Secretaria Municipal de Educação que buscaria apurar e esclarecer o caso.
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Pequenas injustiças no calor da hora

Nestes dias tumultuados de incerteza política que estamos vivendo, há outras incertezas de menor visibilidade, que vêm de longe, e fazem parte de um sistema articulado de crise social e de decadência de que anomalias de agora são apenas parte do problema. Os sociólogos definem situações desse tipo como estados de anomia, caracterizados pela perda da eficácia dos valores e das regras sociais que tornam a vida em sociedade possível. O Brasil, aparentemente, está ultrapassando o limite dessa segurança coletiva. Alguns episódios recentes são indicativos do que está acontecendo.
Alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a que se juntou um da Pontifícia Universidade Católica, segundo as notícias, na noite do último dia 19, diante da residência estudantil, agrediram a socos e pontapés um estudante do Curso de Veterinária, Nerlei Fidelis, de 31 anos, que estava acompanhado de um sobrinho. Da nação Caingangue, ele é um dos 76 alunos indígenas que ingressaram na Universidade através do vestibular especial ali implantado. (...). Os agressores incriminaram em Nerlei o fato de ser índio, e deram início a agressão com a pergunta “o que esses índios estão fazendo aí?”
Os preconceitos de vários tipos, no Brasil, raciais, sociais, religiosos, de gênero e outros estão fundados no pressuposto de que cada um é livre e tem direitos nos limites do espaço a ele ou ela destinado. Não se trata, portanto, apenas de racismo, palavra que escamoteia um conjunto grande de preconceitos. Trata-se de uma concepção remotamente fundada no preconceito de casta ou no preconceito estamental, próprio de uma sociedade baseada no pressuposto de que as pessoas nascem e morrem socialmente desiguais.
O Brasil sempre foi um país intolerante e, de vários modos, autoritário. Construímos um conjunto de disfarces formais e meramente rituais para enfrentar o desconforto da intolerância e das injustiças que dela decorrem. Mas, nos momentos de crise e de tensão sociais, os disfarces derretem-se sob o calor da hora e ficamos nus diante do espelho. Nunca conseguimos construir uma verdadeira identidade social. No papel, sim, mas, na vida, não. Com facilidade tendemos ao corporativismo e são muitos os que se fecham numa identidade restrita, sobreposta ao que deveria ser a identidade de todos, a da Pátria.
(Adaptado de: MARTINS, José de Souza. Pequenas injustiças no calor da hora. In: O ESTADO DE S. PAULO . Aliás, E2, Domingo, 3 de abril de 2016.)

No quarto parágrafo, os disfarces formais e meramente rituais a que se refere o enunciador, encobrem

A o momento de crise e de tensão da sociedade brasileira.
B a verdadeira identidade social brasileira.
C a intolerância histórica intrínseca da sociedade brasileira.
D a necessidade de construção de uma identidade nacional.
E o imperativo de revisão das leis que regem a sociedade brasileira.
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Pequenas injustiças no calor da hora

Nestes dias tumultuados de incerteza política que estamos vivendo, há outras incertezas de menor visibilidade, que vêm de longe, e fazem parte de um sistema articulado de crise social e de decadência de que anomalias de agora são apenas parte do problema. Os sociólogos definem situações desse tipo como estados de anomia, caracterizados pela perda da eficácia dos valores e das regras sociais que tornam a vida em sociedade possível. O Brasil, aparentemente, está ultrapassando o limite dessa segurança coletiva. Alguns episódios recentes são indicativos do que está acontecendo.
Alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a que se juntou um da Pontifícia Universidade Católica, segundo as notícias, na noite do último dia 19, diante da residência estudantil, agrediram a socos e pontapés um estudante do Curso de Veterinária, Nerlei Fidelis, de 31 anos, que estava acompanhado de um sobrinho. Da nação Caingangue, ele é um dos 76 alunos indígenas que ingressaram na Universidade através do vestibular especial ali implantado. (...). Os agressores incriminaram em Nerlei o fato de ser índio, e deram início a agressão com a pergunta “o que esses índios estão fazendo aí?”
Os preconceitos de vários tipos, no Brasil, raciais, sociais, religiosos, de gênero e outros estão fundados no pressuposto de que cada um é livre e tem direitos nos limites do espaço a ele ou ela destinado. Não se trata, portanto, apenas de racismo, palavra que escamoteia um conjunto grande de preconceitos. Trata-se de uma concepção remotamente fundada no preconceito de casta ou no preconceito estamental, próprio de uma sociedade baseada no pressuposto de que as pessoas nascem e morrem socialmente desiguais.
O Brasil sempre foi um país intolerante e, de vários modos, autoritário. Construímos um conjunto de disfarces formais e meramente rituais para enfrentar o desconforto da intolerância e das injustiças que dela decorrem. Mas, nos momentos de crise e de tensão sociais, os disfarces derretem-se sob o calor da hora e ficamos nus diante do espelho. Nunca conseguimos construir uma verdadeira identidade social. No papel, sim, mas, na vida, não. Com facilidade tendemos ao corporativismo e são muitos os que se fecham numa identidade restrita, sobreposta ao que deveria ser a identidade de todos, a da Pátria.
(Adaptado de: MARTINS, José de Souza. Pequenas injustiças no calor da hora. In: O ESTADO DE S. PAULO . Aliás, E2, Domingo, 3 de abril de 2016.)

No contexto do quarto parágrafo, a expressão utilizada com sentido figurado é

A “um país intolerante”.
B “conjunto de disfarces formais”.
C “momentos de crise e de tensão sociais”.
D “identidade restrita”.
E “nus diante do espelho”.

O projeto pedagógico da escola “é o documento que registra o compromisso público da comunidade escolar em aperfeiçoar, continuadamente, a educação ofertada na unidade educacional” . A elaboração coletiva do projeto pedagógico, a sistematização, implementação e avaliação do Projeto Pedagógico na RME é atribuição e responsabilidade

A do Conselho das Escolas Municipais de Educação.
B do orientador pedagógico.
C do Conselho de Escola.
D da Comissão Própria de Avaliação.
E do Diretor.