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Borges

( 2020 ) indica que a Política Nacional de Educação Especial de 2008, além de delimitar o público-alvo da educação especial e definir diretrizes para a educação especial na perspectiva inclusiva, reafirmou o objetivo do atendimento educacional especializado (AEE), que não deve substituir o ensino comum, mas

A estabelecer critérios de atendimentos diferenciados para os objetivos e interesses específicos de cada educador.
B organizá-lo a partir do projeto político pedagógico da escola, que define os formatos dos atendimentos colaborativos na escola.
C organizar-se de modo paralelo à ensino da sala comum, promovendo possibilidades para a personalização dos atendimentos.
D complementá-lo ou suplementá-lo, reforçando a necessidade de articulação entre os diferentes espaços no ensino comum.
E promover a atuação nos mesmos tempos e espaços escolares, promovendo articulação entre os profissionais da educação.
Texto associado
Para responder à questão, considere o seguinte

texto: De acordo com a pesquisa de Borges (2020), a Resolução CNE/CEB de 2001, um importante documento que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, apresenta dois tipos de professores para atuar com os estudantes que fazem parte do público-alvo da educação especial: os professores capacitados e os professores especializados.

De acordo com a Resolução mencionada pela autora, são considerados professores especializados em Educação Especial aqueles que, entre outros aspectos, desenvolveram competências para

A realizar o atendimento educacional especializado em espaços de salas e classes especiais, organizadas para o público da educação especial.
B elaborar o plano educacional especializado, para que os alunos com deficiência tenham acesso ao currículo comum.
C atuar em escolas comuns inclusivas, promovendo adaptações estruturais e pedagógicas para a plena integração dos alunos.
D estabelecer plano de ação e estratégias inclusivas que garantam a participação plena de todos os alunos nas salas de recursos.
E identificar as necessidades dos alunos, definir, implementar, liderar e apoiar a implementação de estratégias de flexibilização e adaptação curricular.
Texto associado
Para responder à questão, considere o seguinte

texto: De acordo com a pesquisa de Borges (2020), a Resolução CNE/CEB de 2001, um importante documento que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, apresenta dois tipos de professores para atuar com os estudantes que fazem parte do público-alvo da educação especial: os professores capacitados e os professores especializados.

São considerados professores capacitados, de acordo com a Resolução mencionada pela autora, aqueles que comprovem, em sua formação de nível médio ou superior, a inclusão de conteúdos sobre educação especial que promovam o desenvolvimento de competências e valores necessários para atuar em classes comuns com os estudantes público-alvo da educação especial. Entre essas competências, destaca-se:

A atuar em cooperação com a equipe gestora para elaboração do plano de atendimento de integração dos alunos em situação de inclusão.
B apoiar os professores das salas comuns, em processo de capacitação, para o atendimento das necessidades dos estudantes.
C realizar o atendimento educacional especializado nas salas de recursos multifuncionais em contraturno escolar.
D avaliar continuamente a eficácia do processo educativo para o atendimento das necessidades educacionais específicas dos alunos.
E organizar atividades adaptadas para a personalização e redução curricular para atender às necessidades específicas dos alunos.

Em relação aos alunos atendidos pela Educação Especial, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

( 2008 ) apresenta que por muito tempo houve o entendimento de que a educação especial, organizada de forma paralela à educação comum, seria a forma mais apropriada para o atendimento de alunos que apresentavam deficiência. Essa concepção exerceu impacto na história da educação especial, resultando em práticas que enfatizavam os aspectos relacionados à deficiência, em contraposição à dimensão

A especializada.
B interdisciplinar.
C clínica.
D pedagógica.
E colaborativa.

Com base na teoria vygotskyana, Trentin

( 2018 ) destaca que a ideia de que a criança deve atingir um determinado nível de desenvolvimento conforme sua idade é inválida. Isso ocorre porque o desenvolvimento é construído de forma individual e não depende exclusivamente da idade, mas dos estímulos recebidos no ambiente em que a criança está inserida. Assim, em relação à criança com Deficiência Intelectual, é essencial a compreensão de suas

A conquistas.
B singularidades.
C fraquezas.
D complexidades.
E dificuldades.

De acordo com Zerbato e Mendes

( 2018 ), os dispositivos normativos no Brasil, que garantem o direito de escolarização dos estudantes público-alvo da Educação Especial em classes de ensino comum, também se referem aos serviços de apoio especializados que devem ser implantados para a efetivação da

A matrícula em escola comum inclusiva, mediante a oferta de serviços de apoio e atendimento em escola especializada em contraturno.
B permanência com qualidade nas salas de aulas da escola inclusiva, com adaptações necessárias para acesso ao currículo diferenciado.
C inclusão escolar, garantindo não apenas a inserção na sala de aula, mas também o acesso efetivo ao conhecimento e à aprendizagem.
D aprendizagem ao longo da vida, possibilitando a participação em condições de equidade com os demais alunos com deficiência.
E integração total dos alunos, público-alvo da Educação Especial, em salas de aulas habilitadas para complementação e suplementação curricular.