QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
1.028 questões encontradas

Sobre os aspectos legais da Sistematização
da Assistência de Enfermagem e do Processo
de Enfermagem, estabelecidos pelo Conselho
Federal de Enfermagem – COFEN, assinale a
alternativa correta.

A O COFEN estabelece normas e diretrizes
sobre a Sistematização da Assistência de
Enfermagem e implementação do Processo de
Enfermagem nos serviços públicos de saúde,
porém não contempla os serviços privados de
saúde.
B Processo deliberado, sistemático e contínuo
de verificação de mudanças nas respostas da
pessoa, família ou coletividade humana em
um dado momento do processo saúde doença,
consiste na fase V do processo de enfermagem,
denominada avaliação de enfermagem.
C Quando realizado em instituições prestadoras
de serviços ambulatoriais de saúde, domicílios,
escolas, associações comunitárias, entre
outros, o Processo de Enfermagem é
usualmente denominado como Atendimento de
Enfermagem.
D O Processo de Enfermagem organiza-se em
cinco etapas que são independentes entre si.
E A determinação dos resultados que se espera
alcançar e das ações ou intervenções de
enfermagem que serão realizadas face às
respostas da pessoa, família ou coletividade
humana, em um dado momento do processo
saúde e doença, refere-se à IV etapa do PE, ou
seja, Implementação.

De acordo com o estabelecido no Regimento
Interno da EBSERH, são órgãos de
administração:

A Conselho de Administração, Diretoria Executiva
e Conselho Consultivo.
B Conselho de Administração, Conselho
Consultivo e Conselho Fiscal.
C Conselho de Administração, Diretoria Executiva
e Conselho Fiscal.
D Diretoria Executiva, Conselho Consultivo e
Conselho Fiscal.
E Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Auditoria
Interna.

Comumente, representamos dados
estatísticos em um sectograma (gráfico de
pizza). Tal representação conta com um
círculo dividido em partes proporcionais ao
valor total. Se certa pesquisa foi feita com
540 pessoas, sendo 135 homens, a fração do
círculo que representa as mulheres é

A 3/4.
B 1/8.
C 135/100.
D 1/3.
E 2/5.

Paciente, 52 anos, sexo feminino, comparece
ao ambulatório de feridas apresentando lesão
ulcerativa em região dorsal de pé esquerdo.
No exame físico do membro, observou-se
ainda a presença de dermatite ocre, eczema,
lipodermatoesclerose e edema. Os achados
clínicos sugerem que se trata de

A úlcera venosa.
B úlcera arterial.
C úlcera por leishmaniose.
D úlcera por diabetes.
E úlcera por pressão.
Texto associado
SOMOS
OS MAIORES
INIMIGOS DE
NOSSA
POSSIBILIDADE DE PENSAR

Contardo
Calligaris

Um ano atrás,
decidi seguir os conselhos de
meu filho e abri uma conta no Facebook. A
conta
é no nome da cachorra pointer que foi
minha
grande companheira nos anos 1970 e
funciona
assim: ninguém sabe que é minha conta, não
tenho amigos, não posto nada e não
converso com
ninguém. Uso o Face apenas para selecionar
um
“feed” de notícias, que são minha primeira
leitura
rápida de cada dia.
Meu plano era acordar e
verificar imediatamente
os editoriais e as chamadas dos jornais,
sites, blogs
que escolhi e, claro, percorrer a opinião
de meus
colunistas preferidos, nos EUA e na
Europa. Alguns
links eu abriria, mas sem usurpar
excessivamente
o tempo dedicado à leitura do jornal, que
acontece
depois, enquanto tomo meu café.
Tudo ótimo, no melhor dos
mundos. Até o dia
em que me dei conta do seguinte: sem que
esta
fosse minha intenção, eu tinha selecionado
só
a mídia que pensa como eu – ou quase. Meu
dia
começava excessivamente feliz, com a
sensação
de que eu vivia (até que enfim) na paz de
um
consenso universal.
Mesmo na minha
juventude, eu nunca
tinha conhecido um tamanho sentimento de
unanimidade. Naquela época, eu lia
“L’Unità” e, a
cada dia, identificava-me com o editorial.
Não havia
propriamente colunistas: a linguagem usada
no
jornal inteiro já continha e propunha uma
visão do
mundo. Ora, junto com “L’Unità” eu sempre
lia mais
um jornal – o “Corriere della Sera”, se eu
estivesse
em Milão, o “Journal de Genève”, em
Genebra, e o
“Le Monde”, em Paris. Nesses segundos
jornais,
eu verificava os fatos (não dava para
acreditar nem
mesmo no lado da gente) e assim esbarrava
nos
colunistas – em geral laicos e
independentes, sem
posições partidárias ou religiosas
definidas.
Em sua
grande maioria, eles não escreviam
para convencer o leitor: preferiam
levantar
dúvidas, inclusive neles mesmos. E era
isso que
eu apreciava.
Hoje,
os colunistas desse tipo ainda existem,
embora sejam poucos. Eles estão mais na
imprensa tradicional; na internet, duvidar
não é
uma boa ideia, porque é preciso criar e
alimentar os consensos do
“feed” do Face.
O
“feed” do Face, elogiado por muitos por
ser
uma espécie de jornal sob medida,
transformase, para cada um, numa voz
única, um jornal que
apresenta apenas uma visão, piorado por
uma falsa
sensação de pluralidade (produzida pelo
número
de links).
A gente
se queixa que a mídia estaria difundindo
uma versão única e parcial de fatos e
ideias, mas
a realidade é pior: não são os
conglomerados,
somos nós que, ao confeccionar um jornal
de
nossas notícias preferidas, criamos nosso
próprio
isolamento e vivemos nele. Como sempre
acontece,
somos nossos piores censores, os maiores
inimigos de nossa possibilidade de pensar.

De um lado, o
leitor do “feed” não se informa
para saber o que aconteceu e decidir o que
pensar,
ele se informa para fazer grupo, para
fazer parte
de um consenso. Do outro, o comentarista
escreve,
sobretudo para ser integrado nesses
consensos e
para se tornar seu porta-voz. O resultado
é uma
escrita extrema, em que os escritores
competem
por leitores tanto mais polarizados que
eles
conseguiram excluir de seu “jornal” as
notícias e as
ideias com as quais eles poderiam não
concordar:
leitores à procura de quem pensa como
eles.
Claro, que não
é um caso de ignorância completa,
mas a internet potencializa a vontade de
se perder
na opinião do grupo e de não pensar por
conta
própria. Essa vontade é a mesma que
tínhamos no
meu tempo de juventude – se não cresceu. O
que
temos, na verdade, é uma paixão pelo
consenso.
Entre
consensos opostos, obviamente, não há
diálogo nem argumentos, só ódio.
Em suma, provavelmente, o
resultado último
da informação à la carte (que a internet e
o “feed”
facilitam) será a polarização e o
tribalismo.
Eu mesmo
me surpreendo: em geral, acho
chatérrimos os profetas do apocalipse, que
estão
com medo de que o mundo se torne líquido
ou coisa
que valha. Mas, por uma vez, a
contemporaneidade
me deixa, digamos, pensativo.

Texto adaptado de:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/conta
rdocalligaris/2016/09/1817706-somos-os-
maiores-inimigos-de-nossa-possibilidade-
de-pensar.shtml

Referente aos excertos “Uso o Face apenas
para selecionar um “feed” de notícias[...]”
e “O resultado é uma escrita extrema[...]”,
assinale a alternativa correta.

A Tanto no primeiro quanto no segundo excerto há
verbo transitivo direto.
B No primeiro excerto, o “para” introduz uma noção
de finalidade e, no segundo excerto, identifica-se sujeito simples.
C No primeiro excerto, há verbo transitivo indireto
e, no segundo excerto, há predicativo do sujeito.
D Tanto no primeiro quanto no segundo excerto há
indeterminação de sujeito.
E No primeiro excerto, o “para” introduz uma
noção de modo e, no segundo excerto, há verbo
de ligação.

Foram prescritos, para a filha da Sra. TIUH, 45 ml de xarope por dia. Como a Sra. TIUH não conhece o sistema numérico e não teve a oportunidade de frequentar a escola, a mesma foi direcionada para que a Enfermeira da Unidade realizasse a educação da paciente convertendo a quantidade do sistema métrico para o sistema domiciliar. Assim sendo, 45 ml corresponderá a quantas colheres de chá que a mãe deverá administrar na residência?

A 9 colheres de chá.
B 3 colheres de chá.
C 6 colheres de chá.
D 2 colheres de chá.
E 5 colheres de chá.

A palpação obstétrica e a mensuração da altura uterina, na atenção primária, tem por objetivos identificar o crescimento fetal, diagnosticar os desvios de normalidade a partir da relação entre a altura uterina e a idade gestacional e identificar a situação e a apresentação fetal. A técnica de palpação fetal, também conhecida como Manobra de Leopold, deve ser realizada em 4 tempos. Analise as figuras e, em seguida, relacione a ordem em que a palpação deve ser realizada com a letra da figura.

A A: 1º tempo; B: 2º tempo; C: 3º tempo; D: 4º tempo.
B A: 4º tempo; B: 3º tempo; C: 2º tempo; D: 1º tempo.
C A: 3º tempo; B: 1º tempo; C: 4º tempo; D: 2º tempo.
D A: 1º tempo; B: 3º tempo; C: 2º tempo; D: 4º tempo.
E A: 2º tempo; B: 4º tempo; C: 1º tempo; D: 3º tempo.

Diabetes Mellitus (DM) refere-se a um transtorno metabólico de etiologias heterogêneas, caracterizado por hiperglicemia e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultantes de defeitos da secreção e/ou ação da insulina. O DM vem aumentando sua importância por sua crescente prevalência e habitualmente está associado à dislipidemia, à hipertensão arterial e à disfunção endotelial. É um problema de saúde em que as evidências demonstram que o bom manejo desse problema ainda na Atenção Básica evita hospitalizações e mortes por complicações cardiovasculares e cerebrovasculares. Nessa conjuntura, o enfermeiro deve conhecer a fundo a patologia para que possa realizar um plano de cuidados preventivo e até mesmo não farmacológico para tratamento do DM, tendo em vista que a prevalência de DM nos países da América Central e do Sul foi estimada em 26,4 milhões de pessoas e projetada para 40 milhões, em 2030. Portanto, são valores preconizados para diagnóstico de DM tipo 2 e seus estágios pré-clínicos ( TTG = Teste de Tolerância à Glicose ):

A glicemia de jejum ≥ 126, TTG: duas horas após 75 g de glicose ≥ 200, glicemia casual 200 com sintomas clássicos: poliúria, polidipsia e polifagia e hemoglobina glicada > 6,5%.
B glicemia de jejum ≥ 110, TTG: duas horas após 75 g de glicose ≥ 140 e glicemia casual < 200.
C glicemia de jejum ≥ 200, TTG: duas horas após 75 g de glicose ≥ 140 e < 200 com sintomas clássicos: poliúria, polidipsia e polifagia e hemoglobina glicada > 5%.
D glicemia de jejum ≥ 160, TTG: duas horas após 75 g de glicose ≥ 220, glicemia casual ≥ 200 e > 250 sem sintomas.
E glicemia de jejum ≥ 130, TTG: duas horas após 75 g de glicose ≥ 180, glicemia casual < 200 sem sintomas.

Uma endemia pode ser qualquer doença que aconteça apenas em um determinado local ou região, não atingindo nem se espalhando para outras comunidades. Enquanto a epidemia se espalha por outras localidades, a endemia tem duração contínua, mas restrita a uma determinada área. Portanto, o comportamento endêmico de uma doença se dá:

A quando sua ocorrência se apresenta na comunidade de forma regular.
B quando apresenta variável sazonal bem definida e em diversas regiões de forma simultânea.
C quando ocorre em grande número de países simultaneamente.
D quando sua ocorrência está claramente em excesso em relação ao normal esperado.
E quando sua ocorrência está abaixo do normal esperado.

Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combates a Endemias (ACE) são trabalhadores fundamentais dentro do Sistema Único de Saúde. Ambos trabalham com a comunidade da área, do bairro, da cidade ou da região rural para facilitar o acesso da população à saúde e prevenir doenças. Entre as atividades desenvolvidas pelos ACS, que são de corresponsabilidade do enfermeiro da unidade básica, podemos citar:

A visitar regularmente residências e fazer registros da população, em relação a documentos básicos para o acesso aos serviços de saúde e em relação aos possíveis problemas de saúde que possam ser identificados na residência.
B promover ações de educação em saúde junto à comunidade e informar à população sobre os riscos das doenças.
C realizar visitas aos imóveis ou outras localidades com o objetivo de prevenir e controlar doenças como dengue, malária, leishmaniose e doença de Chagas.
D atuar no controle de roedores e na prevenção de acidentes por cobras, escorpiões e aranhas.
E participar das ações de vacinação de cães e gatos para prevenção e controle da raiva.