QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
1.028 questões encontradas

Em um hospital-dia, é utilizada a teoria de enfermagem de Hildegard Peplau como referência teórica para subsidiar a assistência de enfermagem prestada a pacientes com problemas de saúde mental. Essa teoria tem como tema central (TC) e aplicação à prática clínica (APC):

A TC = a interação contínua da pessoa com o ambiente e sua participação na manutenção da saúde; APC = a saúde como um processo aberto e contínuo, e não ausência de enfermidade, com o cuidado de enfermagem planejado com base na perspectiva de saúde e nos cuidados do paciente.
B TC = o autocuidado é uma necessidade humana e déficits de autocuidado requerem ações de enfermagem; APC = a enfermagem é um serviço humano e os enfermeiros elaboram intervenções para oferecer e lidar com atos de autocuidado que mantenham a saúde ou recuperem o indivíduo da doença.
C TC = as pessoas estão em constante contato com estressores no ambiente; APC = o maior interesse da enfermagem é manter o paciente estável por meio da avaliação precisa dos efeitos dos estressores ambientais e do auxílio ao paciente nos ajustes necessários para o bem-estar.
D TC = o paciente é um indivíduo que precisa de ajuda para atingir a independência; APC = a prática de enfermagem é independente, suas funções autônomas são identificadas e são descritos os conceitos de autoajuda.
E TC = a enfermagem como processo terapêutico, interpessoal e voltado para metas; APC = as intervenções de enfermagem estão voltadas ao desenvolvimento da personalidade do paciente para uma vida pessoal e comunitária produtiva.

O enfermeiro do Programa de Atendimento e Internação Domiciliares realizou visita domiciliar programada para M.T., 62 anos, sexo masculino, tabagista, portador de diabete melito tipo 2 há 14 anos. Após realizar a anamnese e o exame físico do paciente, utilizando a taxonomia NANDA 2015-2017, estabeleceu, entre outros itens, o seguinte diagnóstico de enfermagem: “Perfusão tissular periférica ineficaz relacionada à diabete melito, conhecimento deficiente do processo da doença e tabagismo evidenciada por claudicação intermitente, pulso periférico diminuído e cor e sensibilidade da pele alteradas”. Esse diagnóstico tem como característica(s) definidora(s)

A perfusão tissular periférica ineficaz.
B diabete melito tipo 2.
C perfusão tissular perférica ineficaz, diabete melito e conhecimento deficiente do processo da doença.
D diabete melito, conhecimento deficiente do processo da doença e tabagismo.
E claudicação intermitente, pulso periférico diminuído e cor e sensibilidade da pele alteradas.

Considere os aspectos aos quais o enfermeiro deve estar atento ao prestar assistência de enfermagem a um paciente/cliente em uso de antidepressivos e assinale a alternativa correta.

A Os antidepressivos tricíclicos (ADT) estimulam a recaptação de neurotransmissores, principalmente noradrenalina e serotonina, e, em menor proporção, dopamina, e os efeitos clínicos do tratamento já podem ser observados 24 horas após iniciado o tratamento.
B Para reduzir o risco de crise hipertensiva, durante o tratamento com inibidores da monoaminooxidase (IMAO), está contraindicado o uso de descongestionantes nasais e broncodilatadores.
C Pacientes/clientes em tratamento com os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) devem ingerir dieta pobre em tiramina, evitando alimentos tais como: frios embutidos ou defumados, fígado, cerveja e queijos maturados ou envelhecidos.
D Os antidepressivos tricíclicos (ADT) inibem os efeitos dos anticoagulantes orais e anticonvulsivantes.
E Devido à sua ação anticolinérgica, os antidepressivos tricíclicos (ADT) podem provocar sialorreia, diarreia, poliúria e visão turva, entre outros efeitos colaterais.

. A incontinência urinária (IU), independentemente do tipo, tem grande impacto sobre a qualidade de vida das pessoas idosas, gerando, muitas vezes, grande constrangimento e induzindo ao isolamento social e à depressão. Na IU de esforço ocorre o

A extravasamento de urina, quase sempre em volumes grandes, pela incapacidade para retardar a micção após perceber a sensação de plenitude vesical, e o enfermeiro deve orientar o paciente/cliente a evitar a ingestão de grandes quantidades de líquidos quando não houver disponibilidade de banheiros acessíveis.
B escape de urina, quase sempre em pequenas quantidades, secundário a esforço mecânico sobre a bexiga distendida, e, no caso de pacientes/clientes do sexo feminino, o enfermeiro deve esclarecer que o tratamento consiste em aplicações locais de estrógenos com creme vaginal a base de estriol, 1 a 2 x por semana.
C escape de urina relacionado com a incapacidade para usar o vaso sanitário por dano da função cognitiva ou física, falta de disposição psicológica ou barreiras no ambiente, e o enfermeiro deve orientar o paciente/cliente a fazer adaptações ambientais que facilitem a chegada ao banheiro.
D escape involuntário de urina, quase sempre em pequenas quantidades, com aumentos da pressão intra­ -abdominal, e o enfermeiro deve orientar pacientes/ clientes portadores desse tipo de IU sobre a realização dos exercícios de Kegel para o fortalecimento do assoalho pélvico como uma das formas de tratamento.
E extravasamento de urina, em volumes grandes variáveis, sem causa aparente, e o enfermeiro deve instruir o paciente/cliente a realizar o treinamento vesical estabelecendo pequenos intervalos entre as micções e aumentá-los, progressivamente, até atingir três ou quatro horas sem incontinência, esclarecendo que durante os episódios de urgência, deve levantar-se ou sentar-se lentamente, ao mesmo tempo que tenta contrair a musculatura pélvica.

M.P., 65 anos, sexo feminino, com diagnóstico de mieloma múltiplo, está internada em tratamento quimioterápico. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou, entre outras condições, que a paciente apresentava mucosite oral grau 3, estabelecendo como diagnóstico de enfermagem “Mucosa oral prejudicada relacionada à imunossupressão evidenciada por úlcera oral, sangramento e xerostomia”. Frente a essa situação, a prescrição de enfermagem deve compreender, entre outros cuidados,

A a escovação dos dentes e gengivas com escova estreita, de cerdas duras, antes e após as refeições, pela manhã e à noite.
B o enxague bucal com água oxigenada 10 volumes, antes das refeições.
C a realização de bochechos com soro fisiológico, 3/3 horas.
D o enxágue bucal com antisséptico oral em veículo alcoólico, 4/4 horas, após cada escovação dentária.
E a realização de bochechos com água morna antes das refeições, para alívio da xerostomia.

Em consonância com a Política Nacional de Humanização – PNH, foi implantado o acolhimento com avaliação e classificação de risco na unidade de pronto-socorro. Utilizando esse método, após avaliar um paciente com 64 anos de idade, queixando-se de lombalgia há seis horas, o enfermeiro deve classificá-lo e identificá-lo com a cor

A verde.
B azul.
C amarela.
D laranja.
E vermelha.

A família de

I. S., 71 anos, sexo feminino, internada com diagnóstico de insuficiência cardíaca esquerda, solicitou a presença da enfermagem, referindo que a paciente estava se sentindo mal. Ao avaliar

I. S., o enfermeiro constatou que apresentava confusão mental, pele acinzentada, mãos frias e úmidas, leitos ungueais cianóticos, dispneia, tosse incessante com expectoração espumosa de cor rósea, em pequena quantidade; presença de estertores à ausculta pulmonar, taquicardia e estase jugular. Frente a essa situação, deve solicitar o comparecimento imediato do médico, suspeitando se tratar de um caso de

A edema agudo de pulmão e, entre outros cuidados imediatos, posicionar a paciente na posição ereta, de preferência com as pernas pendentes sobre a lateral do leito.
B infarto agudo do miocárdio, e realizar, imediatamente, um eletrocardiograma de doze derivações.
C tamponamento cardíaco e, entre outros cuidados imediatos, colocar a paciente em posição de Fowler alto.
D edema agudo de pulmão, e colher, imediatamente, sangue arterial para realização de gasometria.
E tamponamento cardíaco e, entre outros cuidados imediatos, administrar oxigênio úmido, por cateter, em fluxo de 3 litros por minuto.

A assistência de enfermagem a um paciente com diagnóstico de acidente vascular cerebral isquêmico agudo, em uso de terapia tromboembolítica (tPA) por via endovenosa, deve compreender, entre outros cuidados:

A realizar sondagem nasogástrica em todos os pacientes, imediatamente após iniciada a administração do medicamento.
B manter o paciente em posição de Trendelenburg.
C realizar controle neurológico rigoroso por meio da aplicação da escala de Cincinatti a cada 30 minutos durante a infusão.
D aferir os sinais vitais a cada hora, pelas primeiras 6 horas de tratamento, e, daí por diante, a cada 2 horas até 24 horas após iniciada a administração da droga.
E monitorar, rigorosamente, a presença de qualquer sangramento.

. No momento da alta hospitalar, ao realizar as orientações sobre anticoncepção para mulheres que sofreram aborto no primeiro trimestre de gestação, sem quaisquer sinais ou suspeita de infecção, o enfermeiro deve esclarecer que

A o método Ogino Knauss é o método de eleição no período pós-aborto, devendo ser iniciado imediatamente desde que o dia em que ocorreu o aborto seja considerado como o primeiro dia do ciclo menstrual.
B o dispositivo intrauterino – DIU só poderá ser inserido seis meses após o aborto quando se tratar de aborto induzido.
C os anticoncepcionais hormonais podem ser usados imediatamente após o aborto, podendo ser iniciados/ administrados entre o dia do esvaziamento uterino e o 5º dia pós-abortamento.
D o uso do diafragma é contraindicado no primeiro mês após o aborto devido à necessidade de manuseio vaginal durante a sua inserção.
E a atividade sexual pode ser retomada tão logo a mulher deseje, sendo aconselhável a dupla proteção por meio do uso concomitante das camisinhas feminina e masculina.

Considere os aspectos relacionados ao controle do câncer de colo uterino e assinale a alternativa correta.

A A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero e deve ser realizado por todas as mulheres a partir dos 18 anos de idade.
B Em gestantes, devido ao risco de parto prematuro, a coleta de material para o exame citopatológico deve ser adiada até o final do período de puerpério.
C A coleta de material para o exame citopatológico deve ser realizada anualmente até que a mulher entre em menopausa e, após esse evento, deve ser realizada a cada dois anos, até que complete 65 anos de idade.
D O início da coleta de material do colo uterino para a realização do exame de Papanicolaou deve ser aos 21 anos, independentemente de a mulher já ter ou não iniciado atividade sexual.
E A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HPV.