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Na elaboração do arranjo geral dos compartimentos de um navio, deve-se ter atenção aos requisitos de habitabilidade estabelecidos pelas Sociedades Classificadoras que buscam preservar o bem-estar e o conforto dos passageiros e dos tripulantes.

Nesse contexto, deve ser levada em consideração, EXCETO , a

A altura do pé direito dos compartimentos
B localização dos equipamentos de salvatagem
C largura dos corredores de circulação e acesso aos camarotes
D quantidade de aparelhos sanitários destinados aos passageiros e aos tripulantes
E separação dos espaços destinados ao transporte de passageiros dos espaços de carga

Um elemento estrutural de um navio tem as seguintes funções:

• Primária: transferir verticalmente as cargas atuantes nos conveses e plataformas para a estrutura do fundo do navio, onde serão equilibradas pelas forças de empuxo.
• Secundária: fazer a amarração da estrutura na direção vertical.

Essas funções são referentes ao elemento estrutural denominado

A hastilha
B longarina
C pilar
D quilha
E sicorda

Um navio de 4.250 toneladas de deslocamento, flutuando em água do mar ( γ = 1,025 t/m 3 ), possui um tanque de serviço de óleo combustível ( γ = 0,85 t/m 3 ) parcialmente cheio em sua praça de máquinas. A geometria desse tanque tem a forma de um paralelepípedo de comprimento l = 6 m, largura b = 10 m e altura h = 8 m. Sabe-se que o comprimento e a largura do tanque são, respectivamente, paralelos aos eixos longitudinal e transversal do navio.

Qual o valor, em mm, da ascensão vertical do centro de gravidade do navio, provocada pelo efeito de superfície livre do líquido desse tanque?

A 100
B 120
C 140
D 160
E 180

O campo de velocidade de um escoamento viscoso u(x,y,z,t) é dado por:

u x = 3x 2 t + y
u y = x y t - t 2
u z = 0

Sendo a aceleração desse campo dada por:

a = D t D u ​ = ∂ t ∂ u ​ + u . ∇ u , onde u . ∇ = u x ​ ∂ x ∂ ​ + u y ​ ∂ y ∂ ​ + u z ​ ∂ z ∂ ​

Com os dados acima e considerando o Sistema Internacional de Unidades (SI), a aceleração vetorial medida por um observador estacionário a x = 2 m, y = 3 m no tempo t = 2 s é

A 10 i + 2 j
B -12 i + 2 j
C -12 i - 2 j
D 12 i + 2 j
E 12 i - 2 j

A Figura abaixo representa a seção mestra de um navio.

O conjunto de itens que estão corretamente identificados está apresentado em:

A 1 – vau; 2 – sicorda; 3 – caverna; 4 – longitudinal; 5 – caverna; 6 – sobrequilha; 7 – hastilha; 8 – quilha
B 1 – sicorda; 2 – vau; 3 – caverna; 4 – caverna; 5 – flange; 6 – rabeta; 7 – hastilha; 8 – quilha
C 1 – sicorda; 2 – hastilha; 3 – pilar; 4 – caverna; 5 – flange; 6 – aleta; 7 – longarina; 8 – rabeta
D 1 – longitudinal; 2 – caverna; 3 – pilar; 4 – longitudinal; 5 – caverna; 6 – aleta; 7 – longarina; 8 – sicorda
E 1 – longitudinal; 2 – vau; 3 – pilar; 4 – longitudinal; 5 – caverna; 6 – aleta; 7 – longarina; 8 – quilha

No projeto de concepção das instalações propulsoras de navio, deve-se estimar o coeficiente propulsivo c p , que é a relação entre a potência requerida para deslocar o navio e a potência fornecida pela máquina. Para um navio hipotético STARSEA, e h = 0,90 é a eficiência do casco, e t = 0,98 é a eficiência de transmissão, e p = 0,80 é a eficiência do propulsor, quando instalado e operando na popa da embarcação, e p0 = 0,85, a eficiência do propulsor em água aberta, e e rr , a eficiência relativa rotativa do propulsor.

Nessa configuração, o valor estimado para c p será

A 0,5998
B 0,6664
C 0,6875
D 0,7056
E 0,7497

Durante o funcionamento de um propulsor naval do tipo HPC (Hélice de Passo Controlado), verificou-se um defeito em sua operação de controle de passo das pás que precisa ser corrigido. Para isso, o navio é levado ao dique seco e são executadas operações para a manutenção do HPC. Primeiramente, listam-se as tarefas de A até I, bem como os eventos que vão de 1 a 7, suas dependências e tempos gastos, numa sequência lógica para o reparo requerido, dada pelo diagrama de rede abaixo, onde a duração de cada atividade é mensurada em dias.
Durante o reparo em oficina, houve um atraso inesperado, e a duração das atividades H e I foi alterada, respectivamente, para 4 e 6 dias.
O caminho crítico do projeto, usando a técnica CPM (Critical Path Method – Método do Caminho Crítico), considerando o atraso na execução do serviço, é

A A-B-D-I
B A-C-E-I
C A-C-E-F-H
D A-G-F-H
E A-G-I

Considere a Curva de Estabilidade Estática (CEE) de um navio onde são apresentados os valores de braços de endireitamento (GZ) em função dos ângulos de inclinação transversal.

ÂNGULO DE INCLINAÇÃO
(graus)

Com base nessa curva, verifica-se que o ângulo correspondente à imersão do convés do navio é aproximadamente igual a

A 90º
B 81,5º
C 57,3º
D 49º
E 28º

De acordo com a Equação de Darcy-Weisbach, é possível escrever a perda de pressão do escoamento laminar em uma tubulação na forma de grandezas adimensionais:
Re=(cD ρ / η ): número de Reynolds
c: velocidade do escoamento
Δ p: perda de pressão
D: diâmetro do tubo
( c 2 p △ p ​ ) = Φ [ ( D ρ ​ ) ; ( R e 1 ​ ) ] , onde D: diâmetro do tubo
η : viscosidade dinâmica do fluido
𝓁 : comprimento do tubo
ρ : massa específica do fluido
Supõe-se que será construído um modelo em escala 1:10 para um projeto de uma tubulação para óleo, com 𝓁 = 100 m, D = 0,25 m e velocidade do escoamento c = 0,5 m/s. Se, no ensaio, o modelo apresentou uma perda de pressão de 1000 kPa com essa velocidade, a velocidade, em m/s, que o mesmo líquido deve ter no modelo para obter a similaridade dinâmica e a perda de carga, em kPa, na tubulação projetada valem, respectivamente,

A 4 e 12
B 5 e 10
C 6 e 14
D 7 e 11
E 8 e 15