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Atenção : Considere a Constituição Federal de 1988 para responder às questões de números 61 a 65.

Com relação aos servidores públicos,

A aplica-se ao agente público ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, de outro cargo temporário, exceto mandato eletivo, ou de emprego público, o Regime Geral de Previdência Social.
B são estáveis apenas após cinco anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.
C o servidor abrangido por regime próprio de previdência social será aposentado por incapacidade permanente para o trabaIho, no cargo em que estiver investido, ainda que suscetível de readaptação, hipótese em que será obrigatória a realização de avaliações periódicas para verificação da continuidade das condições que ensejarama concessão da aposentadoria, na forma de lei do respectivo ente federativo.
D é permitida a incorporação de vantagens de caráter temporário ou vinculadas ao exercício de função de confiança ou de cargo em comissão à remuneração do cargo efetivo.
E invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto seguinte.

Arquitetura indígena

É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a presença de lideranças indigenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição de existéncia.
Esse projeto surge em um momento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais" mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais, o respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indigena será um ato de aprendizado coletivo. Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indígena não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.

(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo . 01/11/2025)

A ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento (22 parágrafo) deve ser repelida, opondo-se a ela o que se indica no segmento

A Essa ideia de cidade nos afastou da natureza. (2º parágrafo)
B O modelo ocidental de crescimento urbano. (4º parágrafo)
C As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento. (2º parágrafo)
D concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. (2º parágrafo)
E Mostram um modo de vida em conexão com a natureza. (3º parágrafo)

Integram a Administração Pública indireta entidades com personalidade jurídica própria, distinta do ente instituidor, sendo que

A as organizações sociais que celebram contratos de gestão passam a integrar a Administração Indireta, com personalidade pública, mediante vínculo de colaboração.
B autarquias são instituídas por lei e possuem prerrogativas próprias do regime de direito público, entre as quais a impenhorabilidade de seus bens.
C as fundações instituídas ou mantidas pelo poder público somente possuem personalidade jurídica distinta do ente instituidor se submetidas ao regime de direito privado.
D sociedades de economia mista são criadas mediante autorização legislativa, para atuar exclusivamente no domínio econômico em atividades de interesse público.
E empresas públicas possuem personalidade de direito público, e são constituídas para desempenho de atividades sujeitas a monopólio ou que envolvam segurança nacional.

Considere que determinado agente público, encarregado da fiscalização de estabelecimentos, tenha procedido à interdição de uma casa de espetáculos, por constatar que referido estabelecimento não atendia às posturas municipais previstas na normatização aplicável. A atuação do referido agente expressa o exercício

A da discricionariedade administrativa, que autoriza medidas constritivas de direitos individuais em benefício da coletividade.
B dos poderes normativo e regulamentar, que autorizam os agentes públicos a praticar condutas não tipificadas em lei.
C de poder de polícia, que confere ao ato praticado o atributo da executoriedade, produzindo efeitos sem necessidade ordem judicial.
D de poder hierárquico, que autoriza o uso da força e contenção, em face do atributo da imperatividade que lhe é inerente.
E do princípio da supremacia do interesse público e prescinde da observância da legalidade em prol da segurança pública.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto seguinte.

Arquitetura indígena

É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a presença de lideranças indigenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.
Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.
A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição de existéncia.
Esse projeto surge em um momento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais" mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais, o respeito aos ciclos naturais etc.
A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indigena será um ato de aprendizado coletivo. Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.
Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indígena não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.

(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo . 01/11/2025)

Propõe-se no texto uma revisão de hábitos e preconceitos adquiridos ao longo da história quando se

A intensifica o compromisso que todos devemos ter com as práticas exploratórias de novos centros urbanos.
B busca descolonizar os processos de arquitetura pela discussão e aproveitamento dos saberes ancestrais.
C pensa a arquitetura como um lugara ser ocupado com o fito de aprimorar o desenvolvimento da civilização.
D manifesta a necessidade de privilegiar os centros urbanos como sedes de poder econômico.
E encarece aimportância dos projetos imobiliários na ocupação mais efetiva e progressiva dos espaços urbanos.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto seguinte:

O artista que nos ocupa

Um artista não entra sozinho na tua vida. O que ele melhor inventa fica com você. Quando criança, você não terá lido a história daquele Pedrinho que passava as férias no sítio do Picapau Amarelo, da sua avó? Sim? Pois aquele sítio, aquele menino e aquela avó, assim como muitas das peripécias daquela história, vieram ficar com você para sempre, não foi? Vivas imagens que ficaram te acompanhando pela vida.
Assim fazem conosco os grandes artistas, não importa qual arte enobreçam. As criações mais marcantes deles ficam sendo também suas. Vocês passama morar na mesma casa, no mesmo quarto, em regimes alternados de ocupação: enquanto um dorme e sonha, o outro vai pra rua. E tanto vão se cruzando na vida comum, que as melancolias cantadas por um podem se misturar com momentos festivos do outro. Em certas viagens, não se pode saber se o trem estará chegando ou estará partindo, para qual ou de qual estação.
Dessa forma, amigo, quando você ficar velho, mas muito velho mesmo, o seu artista fingirá que também envelheceu. Ele é capaz de inventar uma rouquidão ou uma tosse, como as suas, pra melhor lhe fazer companhia. E você já sabe: faz parte da arte do artista fingir que quem sabe morrer é ele, só para que vocé se distraia e distraia esse seu medo, cantando como ele canta.
Quando um artista entra de fato na sua vida, com o melhor de sua arte, não sai mais. E é por causa dele que você nunca se sentirá inteiramente só. Pelo contrário: nos momentos em que a solidão infeliz ameaçar entrar em vocé para não sair mais, não hesite: chame o seu artista, o artista que ficou morando dentro de você. Ele irá à porta da casa e dirá à dona solidão: - Desculpe, senhora, mas no momento meu amigo está ocupado, não pode receber ninguém. Quer deixar recado?

(Josimar de Alcântara, a editar)

As expressões melancolias cantadas/momentos festivos, assim como as expressões se o trem estará chegando / ou estará partindo , atestam que a relação entre o grande artista criador e seu receptor

A é apenas imaginária, não resistindo à prova da realidade.
B deixa clara a superioridade de um sobre o outro.
C compõe sempre uma aparente e indivisível unidade.
D se enfraquece ou se dilui, com a dinâmica do tempo.
E passa também por dinâmicas contraposições.

Como técnica de mapeamento, análise e melhoria de processos,a metodologia Seis Sigma tem como objetivo:

A identificar, explorar e demonstrar, graficamente, todas as causas possíveis relacionadas a um problema com o intuito de descobrir a causa subjacente.
B desenvolver o ciclo de pesquisa de satisfação dos clientes externos e internos com escalas quantificáveis intercambiáveis.
C praticar benchmark para elevar os níveis de desempenho a patamares de "melhor da categoria".
D reduzir ou restringir a variação no desempenho, a partir dos desvios-padrão, nos limites definidos pelas expectativas dos clientes.
E facilitar o gerenciamento de processo por meio da documentação e do cumprimento de normas.

No processo de evolução da Administração Pública, com sucessão de modelos com diferentes características e premissas próprias, tem-se que o modelo

A burocrático mostrou-se ineficiente em função do clientelismo e nepotismo que estão fortemente presentes em tal modelo, que despreza o papel técnico dos agentes públicos.
B patrimonialista diverge do modelo gerencial em face da maior preocupação com a preservação do patrimônio público, enquanto, no gerencial, as privatizações são priorizadas.
C patrimonialista busca, como o próprio nome sugere, a separação entre o patrimônio do Estado e dos governantes, e propõe maior intervenção do Estado no domínio econômico.
D gerencial busca a eficiência na atuação da Administração, com avaliação de resultados, estruturas fortemente hierarquizadas e adoção de mecanismos de controle preventivos.
E burocrático representou uma evolução em relação ao patrimonialista, por adotar a meritocracia e pelo fortalecimento das estruturas administrativas, ainda que com excessivo formalismo.

Em matéria de improbidade administrativa, de acordo coma Lei federal nº 8.429/92 e a posição do STF,

A consideram-se atos de improbidade administrativa as condutas cometidas com dolo ou culpa grave tipificadas na lei.
B a ação de improbidade prescreve em 5 anos, contados da ocorrência do fato ou da cessação da sua permanência.
C foi restabelecida a legitimidade ativa concorrente e disjuntiva entre o Ministério Público e as pessoas jurídicas interessadas para a propositura da ação de improbidade.
D não se aplicam as disposições da lei aos que não sejam agentes públicos, ainda que eles induzam ou concorram para a prática do ato de improbidade.
E nas hipóteses de fusão e incorporação, a responsabilidade da sucessora compreende, via de regra, a obrigação de reparação integral do dano, não se limitando ao patrimônio transferido.