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Chega, ao ambulatório, uma criança de 2 anos, trazida pelos pais, com microtia, sem atresia de canal auditivo externo, unilateral.

Considerando esse caso clínico e as recomendações sobre reconstrução de pavilhão auricular, o procedimento a ser seguido é

A tratar a deformidade como do tipo IIA, de acordo com a classificação de Tanzer para defeitos auriculares.
B iniciar os exames pré-operatórios para corrigir a microtia aos 3 anos, idade ideal para correção de defeitos auriculares.
C tratar a orelha proeminente como do tipo V, de acordo com a classificação de Tanzer para defeitos auriculares.
D realizar a reconstrução da orelha com cartilagem costal ou com prótese de silicone; em ambos os casos, tal reconstrução é feita em um único tempo cirúrgico.
E usar a fáscia temporal profunda com os vasos sanguíneos para dar projeção na orelha reconstruída, técnica descrita por Nagata para correção de microtia.

O Ministério da Saúde tem publicado protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas primordialmente para as doenças e condições clínicas prioritárias tratadas com medicamentos do chamado “Componente Especializado da Assistência Farmacêutica”.

Os critérios definidos para inclusão dos medicamentos estabelecidos nesse componente por norma ministerial (Art 4 o Portaria n o 1.554 de 30 de julho de 2013) são os seguintes:

A a elevada frequência e a gravidade da doença.
B a necessidade de importação do medicamento e a sua relevância.
C a complexidade do tratamento, a garantia da integralidade no âmbito da linha de cuidado e a manutenção do equilíbrio financeiro do SUS.
D a raridade da doença e a inclusão de medicamentos no complexo produtivo da saúde.
E o custo do tratamento e a existência de protocolos que discriminem seu uso.