Em relação aos conceitos e
procedimentos para uma navegação
segura na Internet, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
Obs.: O caractere “+”, quando utilizado,
serve apenas para interpretação do item.
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A imagem a seguir indica que a guia do
Texto associado
Atlântida
O primeiro a falar do continente perdido
da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão
(417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele
teria ouvido a história de alguém que a ouvira
do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez,
a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de
Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes
da época de Sólon (mais ou menos 10.000
a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do
Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além
dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos
como o Estreito de Gibraltar), era governada
por um colegiado de dez reis e tinha sido
fundada por descendentes do titã Atlas
(daí o nome). Os atlantes, muito abusados,
resolveram escravizar todos os povos do
mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram
a civilização desaparecer do mapa numa série
de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça
a existência de uma civilização avançada em
10.000 (Jericó, a comunidade humana mais
antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada
mais era que uma vila de agricultores cercada
por muros e barro), ideias associadas à Atlântida
aparecem na literatura paracientífica, seitas
exóticas, escolas esotéricas, organizações
secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca
encontrou artefato ou ruína que comprove a
existência da Atlântida. Teorias que associam
as pirâmides maias às egípcias, como prova de
uma herança cultural comum, caem por terra
quando se confrontam datas de construção
dos monumentos. As egípcias foram feitas
em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi
terminado por volta de 1.487 d.C. É possível,
entretanto, que uma vasta conspiração da
ciência oficial esteja nos escondendo a
verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial,
2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o texto “Atlântida” como
um todo e os aspectos linguísticos
da Língua Portuguesa, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
O primeiro a falar do continente perdido
da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão
(417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele
teria ouvido a história de alguém que a ouvira
do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez,
a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de
Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes
da época de Sólon (mais ou menos 10.000
a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do
Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além
dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos
como o Estreito de Gibraltar), era governada
por um colegiado de dez reis e tinha sido
fundada por descendentes do titã Atlas
(daí o nome). Os atlantes, muito abusados,
resolveram escravizar todos os povos do
mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram
a civilização desaparecer do mapa numa série
de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça
a existência de uma civilização avançada em
10.000 (Jericó, a comunidade humana mais
antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada
mais era que uma vila de agricultores cercada
por muros e barro), ideias associadas à Atlântida
aparecem na literatura paracientífica, seitas
exóticas, escolas esotéricas, organizações
secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca
encontrou artefato ou ruína que comprove a
existência da Atlântida. Teorias que associam
as pirâmides maias às egípcias, como prova de
uma herança cultural comum, caem por terra
quando se confrontam datas de construção
dos monumentos. As egípcias foram feitas
em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi
terminado por volta de 1.487 d.C. É possível,
entretanto, que uma vasta conspiração da
ciência oficial esteja nos escondendo a
verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial,
2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o texto “Atlântida” como
um todo e os aspectos linguísticos
da Língua Portuguesa, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
O texto indica uma oposição entre o discurso
da ciência oficial e o de outras fontes como
a literatura paracientífica, seitas exóticas
etc.
Texto associado
De acordo com o Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal – RIISPOA –
(decreto n° 30691, de 29/03/1952), ficam
sujeitos à inspeção e reinspeção, os
animais de açougue, a caça, o pescado,
o leite, o ovo, o mel, a cera de abelhas e
seus subprodutos derivados. De acordo
com as normas de inspeção e tecnologia
de produtos de origem animal, julgue,
como VERDADEIRO ou FALSO, os itens
a seguir.
Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal – RIISPOA –
(decreto n° 30691, de 29/03/1952), ficam
sujeitos à inspeção e reinspeção, os
animais de açougue, a caça, o pescado,
o leite, o ovo, o mel, a cera de abelhas e
seus subprodutos derivados. De acordo
com as normas de inspeção e tecnologia
de produtos de origem animal, julgue,
como VERDADEIRO ou FALSO, os itens
a seguir.
Se considerarmos um tratamento térmico
no leite, um teste de resultado negativo para
fosfatase alcalina e positivo para peroxidase
significa que o leite foi superaquecido.
Texto associado
O controle sanitário de alimentos trata
os Programas de Autocontrole como
requisitos básicos para a garantia
da inocuidade dos produtos. Esses
Programas incluem o Programa de Procedimentos Padrão de Higiene
Operacional – PPHO –, o Programa de
Análise de Perigos e Pontos Críticos de
Controle – APPCC – e, em um contexto
mais amplo, as Boas Práticas de
Fabricação – BPF. Com relação à higiene
e legislação de alimentos, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
os Programas de Autocontrole como
requisitos básicos para a garantia
da inocuidade dos produtos. Esses
Programas incluem o Programa de Procedimentos Padrão de Higiene
Operacional – PPHO –, o Programa de
Análise de Perigos e Pontos Críticos de
Controle – APPCC – e, em um contexto
mais amplo, as Boas Práticas de
Fabricação – BPF. Com relação à higiene
e legislação de alimentos, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
É correto considerar que a sigla APPCC
representa o sistema mais utilizado para
controle da segurança alimentar e está
descrita na portaria 46 do MAPA de 1998.
Texto associado
Atlântida
O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros e barro), ideias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1.487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial, 2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o segundo parágrafo
do texto “Atlântida” e os aspectos
linguísticos da Língua Portuguesa,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
O primeiro a falar do continente perdido da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão (417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele teria ouvido a história de alguém que a ouvira do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes da época de Sólon (mais ou menos 10.000 a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos como o Estreito de Gibraltar), era governada por um colegiado de dez reis e tinha sido fundada por descendentes do titã Atlas (daí o nome). Os atlantes, muito abusados, resolveram escravizar todos os povos do mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram a civilização desaparecer do mapa numa série de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça a existência de uma civilização avançada em 10.000 (Jericó, a comunidade humana mais antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada mais era que uma vila de agricultores cercada por muros e barro), ideias associadas à Atlântida aparecem na literatura paracientífica, seitas exóticas, escolas esotéricas, organizações secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca encontrou artefato ou ruína que comprove a existência da Atlântida. Teorias que associam as pirâmides maias às egípcias, como prova de uma herança cultural comum, caem por terra quando se confrontam datas de construção dos monumentos. As egípcias foram feitas em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi terminado por volta de 1.487 d.C. É possível, entretanto, que uma vasta conspiração da ciência oficial esteja nos escondendo a verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial, 2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o segundo parágrafo
do texto “Atlântida” e os aspectos
linguísticos da Língua Portuguesa,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
A oração iniciada por “Embora” tem valor
concessivo, ou seja, apresenta uma ideia
que concorda com a ideia da oração principal
(“ideias associadas [...] conspiratórias.”).
Texto associado
Com base no Microsoft Word 2013, versão
em português em sua configuração
padrão, julgue, como VERDADEIRO ou
FALSO, os itens a seguir.
Obs.: O caractere “+”, quando utilizado,
serve apenas para interpretação do item.
em português em sua configuração
padrão, julgue, como VERDADEIRO ou
FALSO, os itens a seguir.
Obs.: O caractere “+”, quando utilizado,
serve apenas para interpretação do item.
Basta selecionar o texto e ir pressionando
a tecla de atalho Shift + F3 para alternar
entre letras minúsculas e maiúsculas e para
colocar a primeira letra de cada palavra em
maiúscula.
Texto associado
Atlântida
O primeiro a falar do continente perdido
da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão
(417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele
teria ouvido a história de alguém que a ouvira
do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez,
a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de
Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes
da época de Sólon (mais ou menos 10.000
a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do
Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além
dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos
como o Estreito de Gibraltar), era governada
por um colegiado de dez reis e tinha sido
fundada por descendentes do titã Atlas
(daí o nome). Os atlantes, muito abusados,
resolveram escravizar todos os povos do
mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram
a civilização desaparecer do mapa numa série
de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça
a existência de uma civilização avançada em
10.000 (Jericó, a comunidade humana mais
antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada
mais era que uma vila de agricultores cercada
por muros e barro), ideias associadas à Atlântida
aparecem na literatura paracientífica, seitas
exóticas, escolas esotéricas, organizações
secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca
encontrou artefato ou ruína que comprove a
existência da Atlântida. Teorias que associam
as pirâmides maias às egípcias, como prova de
uma herança cultural comum, caem por terra
quando se confrontam datas de construção
dos monumentos. As egípcias foram feitas
em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi
terminado por volta de 1.487 d.C. É possível,
entretanto, que uma vasta conspiração da
ciência oficial esteja nos escondendo a
verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial,
2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o terceiro parágrafo
do texto “Atlântida” e os aspectos
linguísticos da Língua Portuguesa,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
O primeiro a falar do continente perdido
da Atlântida foi o filósofo ateniense Platão
(417-347 a.C.) nos textos Timeu e Crítias. Ele
teria ouvido a história de alguém que a ouvira
do poeta Sólon (615-535 a.C.) que, por sua vez,
a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de
Sais. Segundo o relato, nove mil anos antes
da época de Sólon (mais ou menos 10.000
a.C.), a Atlântida dominava toda a costa do
Mediterrâneo. A ilha-continente ficava além
dos Pilares de Hércules (que hoje conhecemos
como o Estreito de Gibraltar), era governada
por um colegiado de dez reis e tinha sido
fundada por descendentes do titã Atlas
(daí o nome). Os atlantes, muito abusados,
resolveram escravizar todos os povos do
mundo. Os deuses ficaram furiosos e fizeram
a civilização desaparecer do mapa numa série
de terremotos e inundações.
Embora a história oficial não reconheça
a existência de uma civilização avançada em
10.000 (Jericó, a comunidade humana mais
antiga do mundo, surgiu em 9.000 a.C. e nada
mais era que uma vila de agricultores cercada
por muros e barro), ideias associadas à Atlântida
aparecem na literatura paracientífica, seitas
exóticas, escolas esotéricas, organizações
secretas e teorias conspiratórias. [...]
A arqueologia, no entanto, nunca
encontrou artefato ou ruína que comprove a
existência da Atlântida. Teorias que associam
as pirâmides maias às egípcias, como prova de
uma herança cultural comum, caem por terra
quando se confrontam datas de construção
dos monumentos. As egípcias foram feitas
em 2.700 a.C. O templo de Tenochtitlan foi
terminado por volta de 1.487 d.C. É possível,
entretanto, que uma vasta conspiração da
ciência oficial esteja nos escondendo a
verdade. Vai saber.
Fonte: ARAN, Edson. Conspirações. São Paulo: Geração Editorial,
2004. p. 41-2. (adaptado).
Considerando o terceiro parágrafo
do texto “Atlântida” e os aspectos
linguísticos da Língua Portuguesa,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
No trecho “[...] caem por terra quando
se confrontam datas de construção dos
monumentos.”, o termo “se” indica a
indeterminação do sujeito.
Texto associado
De acordo com o Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal – RIISPOA –
(decreto n° 30691, de 29/03/1952), ficam
sujeitos à inspeção e reinspeção, os
animais de açougue, a caça, o pescado,
o leite, o ovo, o mel, a cera de abelhas e
seus subprodutos derivados. De acordo
com as normas de inspeção e tecnologia
de produtos de origem animal, julgue,
como VERDADEIRO ou FALSO, os itens
a seguir.
Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal – RIISPOA –
(decreto n° 30691, de 29/03/1952), ficam
sujeitos à inspeção e reinspeção, os
animais de açougue, a caça, o pescado,
o leite, o ovo, o mel, a cera de abelhas e
seus subprodutos derivados. De acordo
com as normas de inspeção e tecnologia
de produtos de origem animal, julgue,
como VERDADEIRO ou FALSO, os itens
a seguir.
Conforme instrução normativa n° 03 de
17/01/2000 do MAPA, o abate humanitário,
ou mesmo bem-estar animal, pode ser
definido como o conjunto de procedimentos
técnicos e científicos, que garantem o bemestar
dos animais, desde a dessensibilização
até a sangria
Texto associado
Com o aumento da atuação do Médico
Veterinário na área de saúde pública,
torna-se cada vez mais importante
que os cursos de Medicina Veterinária
formem profissionais mais generalistas
contemplando os aspectos das Ciências
Agrárias e das Ciências da Saúde. Sendo
assim, entende-se que há a necessidade
de inserção nas ementas das
disciplinas sobre legislações vigentes,
regulamentos e políticas públicas na
área de saúde. Em relação à importância
da Medicina Veterinária na saúde pública,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
Veterinário na área de saúde pública,
torna-se cada vez mais importante
que os cursos de Medicina Veterinária
formem profissionais mais generalistas
contemplando os aspectos das Ciências
Agrárias e das Ciências da Saúde. Sendo
assim, entende-se que há a necessidade
de inserção nas ementas das
disciplinas sobre legislações vigentes,
regulamentos e políticas públicas na
área de saúde. Em relação à importância
da Medicina Veterinária na saúde pública,
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO,
os itens a seguir.
O profissional Veterinário pode agir na
fiscalização da implantação do plano de
gerenciamento de resíduos de serviços
de saúde, animal ou humana, para os
resíduos de origem biológico, da destinação
de cadáveres e carcaças, dos produtos
químicos, físicos ou inertes.
Texto associado
A Universidade Federal da Bahia
(UFBA) é uma autarquia com autonomia
didático-científica, administrativa,
patrimonial e financeira, nos termos da
lei, de seu Estatuto e de seu Regimento
interno. Tendo como base tais diplomas
relativos a essa autarquia, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.
(UFBA) é uma autarquia com autonomia
didático-científica, administrativa,
patrimonial e financeira, nos termos da
lei, de seu Estatuto e de seu Regimento
interno. Tendo como base tais diplomas
relativos a essa autarquia, julgue, como
VERDADEIRO ou FALSO, os itens a
seguir.