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O poder da música no coração: como ela interfere na saúde cardiovascular?

Paulo Chaccur

A música é tida por muitas pessoas como uma fonte de diversão, inspiração e entretenimento. No entanto, ela tem uma atuação que vai muito além disso. Você já teve a sensação de ouvir uma canção, e ela tocar diretamente o seu coração? Estudos indicam que certas composições são capazes de despertar sentimentos e emoções, e, assim, interferir positivamente no funcionamento do nosso sistema cardiovascular. [...] E isso acontece ao ouvir música, tocar um instrumento ou cantar mesmo informalmente, no carro ou no chuveiro. Por que e como isso ocorre?
Quando pensamos na ativação provocada por uma música, a primeira ligação que geralmente fazemos é com o sistema auditivo. Entretanto, uma canção que gostamos, seja qual for o estilo musical, é capaz de acionar várias partes do cérebro, incluindo áreas responsáveis pelo movimento, pela linguagem, pela atenção e estado de alerta, pela memória, pelas sensações e pelo centro de recompensa.
A música tem potencial para estimular ou inibir o sistema nervoso autônomo (SNA), modulando os sentimentos e as emoções. Isso ocorre a partir da liberação de neurotransmissores, como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação, e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural, capaz de melhorar o humor, controlar a ansiedade e reduzir a sensação de solidão.
Pesquisas revelam ainda que os níveis de ocitocina hormônio associado à empatia, confiança e construção de relacionamentos na corrente sanguínea ficam elevados quando pessoas cantam juntas. Tudo isso mesmo em canções tristes ou melancólicas. Nesses casos, a explicação é que certas composições podem nos conectar com o artista em questão e com a mensagem que ele transmite. É como se aquela pessoa entendesse e conseguisse dar voz ao que estamos sentindo, o que gera uma sensação de pertencimento e conforto. (...)
1. Redução do estresse
(...) As canções, especialmente as suaves e calmas, ajudam a promover um estado de relaxamento o aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático compensa a resposta de "luta ou fuga" do simpático, associado ao estresse. [...]
2. Alteração da frequência cardíaca
(...) Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca (e o contrário também ocorre) e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial, ajudando a manter seus níveis dentro do que é considerado saudável à medida que o coração bate mais devagar, próximo de um ritmo normal, há menos pressão sobre as paredes das artérias.
3. Vasos sanguíneos mais saudáveis
Alguns estudos apontam que a música contribui com a saúde dos vasos sanguíneos e com a chamada função endotelial, ligada à capacidade das células endoteliais (aquelas que revestem o interior dos vasos) de regular o fluxo de sangue e o tônus vascular. [...]
4. Melhora do humor
Ouvir músicas de que gostamos pode aumentar a liberação de endorfinas e outros neurotransmissores que têm um efeito positivo no humor. Um estado de espírito positivo pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular.
5. Aumento da motivação para o exercício
Muitas pessoas usam a música como estímulo durante um exercício físico. Isso pode aumentar a motivação e o desempenho durante o treino, o que é benéfico para o coração.
6. Mais qualidade do sono
Canções relaxantes antes de dormir contribuem com a qualidade do sono, uma vez que podem induzir a um estado de relaxamento profundo. E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte. [...]
7. Redução da dor e auxílio em tratamentos
A música também tem sido usada como terapia complementar para ajudar a reduzir a percepção da dor em pacientes que estão enfrentando determinados tratamentos e pós-cirurgias cardíacas. [...]
Música para seu coração
Falamos muito aqui de música tranquila e relaxante, mas é válido lembrar que as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra. Assim, o gosto, as preferências e as respostas pessoais de cada indivíduo à música também desempenham papel relevante. [...] E, apesar dos benefícios, a música não substitui os cuidados médicos e tratamentos recomendados por profissionais de saúde. De modo geral, ela é tida como uma aliada. Por fim, apesar do crescente número de evidências favoráveis que envolvem a saúde cardíaca, ainda existem muitos desafios nessa relação, como a necessidade de mais pesquisas e protocolos padronizados de aplicação e melhores práticas.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paulo-chaccur/2023/10/08/o-poder-da-musica-no-coracao-como-ela-interfere-na-saude-cardiovascular.htm. Acesso em: 15 de jan. 2024.

Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) NÃO tenha(m) sido empregada(s) para isolar segmentos e/ou expressões com valor explicativo.

A “[...] como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação [...]".
B “[...] e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural [...]".
C “[...] as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra [...]".
D “Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca [...] e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial [...]”.
E “E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte.”.

Maria, cozinheira responsável pela alimentação escolar, já passou por diversos treinamentos. O mais recente foi a respeito de contaminação cruzada, no qual uma das principais informações destacadas foi: o importante é ter sempre cuidado na manipulação de alimentos crus e, para eliminação das bactérias, é preciso submetê-los ao cozimento em temperaturas acima de

A 50 ºC.
B 55 ºC.
C 54 ºC.
D 60 ºC.
E 70 ºC.
Texto associado
O poder da música no coração: como ela interfere na saúde cardiovascular?

Paulo Chaccur

A música é tida por muitas pessoas como uma fonte de diversão, inspiração e entretenimento. No entanto, ela tem uma atuação que vai muito além disso. Você já teve a sensação de ouvir uma canção, e ela tocar diretamente o seu coração? Estudos indicam que certas composições são capazes de despertar sentimentos e emoções, e, assim, interferir positivamente no funcionamento do nosso sistema cardiovascular. [...] E isso acontece ao ouvir música, tocar um instrumento ou cantar mesmo informalmente, no carro ou no chuveiro. Por que e como isso ocorre?
Quando pensamos na ativação provocada por uma música, a primeira ligação que geralmente fazemos é com o sistema auditivo. Entretanto, uma canção que gostamos, seja qual for o estilo musical, é capaz de acionar várias partes do cérebro, incluindo áreas responsáveis pelo movimento, pela linguagem, pela atenção e estado de alerta, pela memória, pelas sensações e pelo centro de recompensa.
A música tem potencial para estimular ou inibir o sistema nervoso autônomo (SNA), modulando os sentimentos e as emoções. Isso ocorre a partir da liberação de neurotransmissores, como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação, e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural, capaz de melhorar o humor, controlar a ansiedade e reduzir a sensação de solidão.
Pesquisas revelam ainda que os níveis de ocitocina hormônio associado à empatia, confiança e construção de relacionamentos na corrente sanguínea ficam elevados quando pessoas cantam juntas. Tudo isso mesmo em canções tristes ou melancólicas. Nesses casos, a explicação é que certas composições podem nos conectar com o artista em questão e com a mensagem que ele transmite. É como se aquela pessoa entendesse e conseguisse dar voz ao que estamos sentindo, o que gera uma sensação de pertencimento e conforto. (...)
1. Redução do estresse
(...) As canções, especialmente as suaves e calmas, ajudam a promover um estado de relaxamento o aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático compensa a resposta de "luta ou fuga" do simpático, associado ao estresse. [...]
2. Alteração da frequência cardíaca
(...) Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca (e o contrário também ocorre) e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial, ajudando a manter seus níveis dentro do que é considerado saudável à medida que o coração bate mais devagar, próximo de um ritmo normal, há menos pressão sobre as paredes das artérias.
3. Vasos sanguíneos mais saudáveis
Alguns estudos apontam que a música contribui com a saúde dos vasos sanguíneos e com a chamada função endotelial, ligada à capacidade das células endoteliais (aquelas que revestem o interior dos vasos) de regular o fluxo de sangue e o tônus vascular. [...]
4. Melhora do humor
Ouvir músicas de que gostamos pode aumentar a liberação de endorfinas e outros neurotransmissores que têm um efeito positivo no humor. Um estado de espírito positivo pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular.
5. Aumento da motivação para o exercício
Muitas pessoas usam a música como estímulo durante um exercício físico. Isso pode aumentar a motivação e o desempenho durante o treino, o que é benéfico para o coração.
6. Mais qualidade do sono
Canções relaxantes antes de dormir contribuem com a qualidade do sono, uma vez que podem induzir a um estado de relaxamento profundo. E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte. [...]
7. Redução da dor e auxílio em tratamentos
A música também tem sido usada como terapia complementar para ajudar a reduzir a percepção da dor em pacientes que estão enfrentando determinados tratamentos e pós-cirurgias cardíacas. [...]
Música para seu coração
Falamos muito aqui de música tranquila e relaxante, mas é válido lembrar que as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra. Assim, o gosto, as preferências e as respostas pessoais de cada indivíduo à música também desempenham papel relevante. [...] E, apesar dos benefícios, a música não substitui os cuidados médicos e tratamentos recomendados por profissionais de saúde. De modo geral, ela é tida como uma aliada. Por fim, apesar do crescente número de evidências favoráveis que envolvem a saúde cardíaca, ainda existem muitos desafios nessa relação, como a necessidade de mais pesquisas e protocolos padronizados de aplicação e melhores práticas.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paulo-chaccur/2023/10/08/o-poder-da-musica-no-coracao-como-ela-interfere-na-saude-cardiovascular.htm. Acesso em: 15 de jan. 2024.

Dentre as expressões destacadas, a que exerce a mesma função sintática do segmento sublinhado em “[..] ainda existem muitos desafios nessa relação, como a necessidade de mais pesquisas e protocolos padronizados [...]” é

A “A música é tida por muitas pessoas como uma fonte de diversão [...]”.
B “[...] e assim interferir positivamente no funcionamento do nosso sistema cardiovascular.”.
C “Alteração da frequência cardíaca ”.
D “Um estado de espírito positivo pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular.”
E “Redução da dor e auxílio em tratamentos”.
Texto associado
O poder da música no coração: como ela interfere na saúde cardiovascular?

Paulo Chaccur

A música é tida por muitas pessoas como uma fonte de diversão, inspiração e entretenimento. No entanto, ela tem uma atuação que vai muito além disso. Você já teve a sensação de ouvir uma canção, e ela tocar diretamente o seu coração? Estudos indicam que certas composições são capazes de despertar sentimentos e emoções, e, assim, interferir positivamente no funcionamento do nosso sistema cardiovascular. [...] E isso acontece ao ouvir música, tocar um instrumento ou cantar mesmo informalmente, no carro ou no chuveiro. Por que e como isso ocorre?
Quando pensamos na ativação provocada por uma música, a primeira ligação que geralmente fazemos é com o sistema auditivo. Entretanto, uma canção que gostamos, seja qual for o estilo musical, é capaz de acionar várias partes do cérebro, incluindo áreas responsáveis pelo movimento, pela linguagem, pela atenção e estado de alerta, pela memória, pelas sensações e pelo centro de recompensa.
A música tem potencial para estimular ou inibir o sistema nervoso autônomo (SNA), modulando os sentimentos e as emoções. Isso ocorre a partir da liberação de neurotransmissores, como a dopamina, hormônio relacionado ao prazer e à motivação, e a serotonina, substância considerada um antidepressivo natural, capaz de melhorar o humor, controlar a ansiedade e reduzir a sensação de solidão.
Pesquisas revelam ainda que os níveis de ocitocina hormônio associado à empatia, confiança e construção de relacionamentos na corrente sanguínea ficam elevados quando pessoas cantam juntas. Tudo isso mesmo em canções tristes ou melancólicas. Nesses casos, a explicação é que certas composições podem nos conectar com o artista em questão e com a mensagem que ele transmite. É como se aquela pessoa entendesse e conseguisse dar voz ao que estamos sentindo, o que gera uma sensação de pertencimento e conforto. (...)
1. Redução do estresse
(...) As canções, especialmente as suaves e calmas, ajudam a promover um estado de relaxamento o aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático compensa a resposta de "luta ou fuga" do simpático, associado ao estresse. [...]
2. Alteração da frequência cardíaca
(...) Uma canção lenta e tranquilizante pode diminuir a frequência cardíaca (e o contrário também ocorre) e, dessa forma, interferir positivamente na pressão arterial, ajudando a manter seus níveis dentro do que é considerado saudável à medida que o coração bate mais devagar, próximo de um ritmo normal, há menos pressão sobre as paredes das artérias.
3. Vasos sanguíneos mais saudáveis
Alguns estudos apontam que a música contribui com a saúde dos vasos sanguíneos e com a chamada função endotelial, ligada à capacidade das células endoteliais (aquelas que revestem o interior dos vasos) de regular o fluxo de sangue e o tônus vascular. [...]
4. Melhora do humor
Ouvir músicas de que gostamos pode aumentar a liberação de endorfinas e outros neurotransmissores que têm um efeito positivo no humor. Um estado de espírito positivo pode trazer benefícios para a saúde cardiovascular.
5. Aumento da motivação para o exercício
Muitas pessoas usam a música como estímulo durante um exercício físico. Isso pode aumentar a motivação e o desempenho durante o treino, o que é benéfico para o coração.
6. Mais qualidade do sono
Canções relaxantes antes de dormir contribuem com a qualidade do sono, uma vez que podem induzir a um estado de relaxamento profundo. E vale salientar: dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte. [...]
7. Redução da dor e auxílio em tratamentos
A música também tem sido usada como terapia complementar para ajudar a reduzir a percepção da dor em pacientes que estão enfrentando determinados tratamentos e pós-cirurgias cardíacas. [...]
Música para seu coração
Falamos muito aqui de música tranquila e relaxante, mas é válido lembrar que as canções têm efeitos diferentes em cada indivíduo, ou seja, o que funciona para uma pessoa pode não ser igualmente eficaz para outra. Assim, o gosto, as preferências e as respostas pessoais de cada indivíduo à música também desempenham papel relevante. [...] E, apesar dos benefícios, a música não substitui os cuidados médicos e tratamentos recomendados por profissionais de saúde. De modo geral, ela é tida como uma aliada. Por fim, apesar do crescente número de evidências favoráveis que envolvem a saúde cardíaca, ainda existem muitos desafios nessa relação, como a necessidade de mais pesquisas e protocolos padronizados de aplicação e melhores práticas.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paulo-chaccur/2023/10/08/o-poder-da-musica-no-coracao-como-ela-interfere-na-saude-cardiovascular.htm. Acesso em: 15 de jan. 2024.

Assinale a alternativa em que o conectivo destacado tenha a mesma função que a do sublinhado em:

“Estudos indicam que certas composições são capazes de despertar sentimentos e emoções [...].

A “No entanto, ela tem uma atuação que vai muito além disso.”.
B “[...] a primeira ligação que geralmente fazemos é com o sistema auditivo.”.
C “Pesquisas revelam ainda que os níveis de ocitocina [...] na corrente sanguínea ficam elevados quando pessoas cantam juntas.”.
D “[...] outros neurotransmissores que têm um efeito positivo no humor.”.
E “[...] dormir é uma forma de recuperação do corpo, que precisa se recarregar para o dia seguinte”.

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

A avaliação de composição corporal pode completar a antropometria, podendo ser realizada por métodos __________________, como DEXA, tomografia computadorizada e ressonância magnética, ou através de métodos ____________________, como dobras cutâneas, circunferências corporais e bioimpedância.

A diretos / indiretos
B duplamente diretos / indiretos
C diretos / duplamente indiretos
D indiretos / duplamente indiretos
E diretos / duplamente diretos

As boas práticas são caracterizadas por procedimentos que devem ser adotados por serviços de alimentação a fim de garantir a qualidade higiênico‐sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária. Sendo assim, assinale a alternativa correta com relação às boas práticas em serviços de alimentação e à avaliação de qualidade do produto.

A Embora o manejo de resíduos seja muito importante para a sustentabilidade, ainda não faz parte dos procedimentos de boas práticas.
B O alimento que não foi consumido em um dia pode ser aproveitado para ser servido no dia seguinte, desde que não tenha sido servido aos clientes.
C Como procedimento de boas práticas, o prazo máximo de consumo do alimento preparado e conservado sob refrigeração, à temperatura de 8 ºC ou inferior, deve ser de sete dias.
D O controle integrado de pragas urbanas e vetores está inserido nos procedimentos de boas práticas.
E Os serviços de alimentação devem dispor de manual de boas práticas de posse exclusiva do nutricionista para ser apresentado à autoridade sanitária quando requerido.

A respeito dos métodos de cocção de calor seco e calor úmido empregados no preparo dos alimentos, é correto afirmar que

A os métodos de cocção por calor úmido tendem a apresentar fatores de cocção inferiores aos fatores obtidos pela cocção por meio de calor seco.
B a fritura é um método de calor úmido.
C a cocção em calor úmido não altera a quantidade nem a qualidade dos nutrientes presentes nos alimentos.
D a cocção em calor seco não altera a quantidade nem a qualidade dos nutrientes presentes nos alimentos.
E A cocção de um alimento em calor seco apresenta maior densidade energética que a cocção do mesmo alimento em calor úmido.

A ficha técnica de preparação é um instrumento de apoio operacional às unidades de alimentação e nutrição. Com relação à ficha técnica de preparação e à sua utilização, assinale a alternativa correta.

A Apresenta dados de fator de correção dos alimentos que são invariáveis em uma unidade de alimentação e nutrição, independentemente do manipulador, do utensílio ou do equipamento utilizado.
B Permite o levantamento dos custos, a ordenação do preparo dos alimentos e o cálculo do valor nutricional da preparação.
C Apresenta dados de fator de correção dos alimentos que são invariáveis entres diferentes unidades de alimentação e nutrição.
D É um instrumento que deve ser armazenado na sala do nutricionista responsável técnico pela unidade de alimentação e nutrição.
E Garante a qualidade nutricional das preparações ofertadas pela unidade de alimentação e nutrição.

O Conselho de Alimentação Escolar municipal é responsável por acompanhar e monitorar os recursos federais recebidos pelo município e garantir boas práticas sanitárias e de higiene dos alimentos da alimentação escolar. A composição do Conselho de Alimentação Escolar inclui, necessariamente,

A um representante indígena ou quilombola morador do município.
B um aluno regularmente matriculado no município, maior de doze anos de idade.
C um representante da associação brasileira das indústrias de alimentação.
D uma merendeira de escola municipal.
E um representante do Poder Executivo municipal.