QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
29 questões encontradas
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A pirataria para o brasileiro é algo tão comum que mal pensamos que este ato, na verdade, é ilegal. Nada como comprar aquele DVD pirata no camelô ou baixar um filminho no Pirate Bay para assistir com a namorada no final de semana, não é verdade? Entretanto, você já se indagou alguma vez se poderia ser punido por isso? Existe uma lenda urbana em nosso país que define como criminoso apenas quem lucra com a pirataria digital. Em outras palavras, a crença que circula de boca em boca é que somente vendedores ambulantes, falsificadores e sites que hospedam esse tipo de conteúdo são passíveis de punição jurídica. Entretanto, não é bem assim que funciona. O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras que possuem direitos autorais configura crime. Mas por que ninguém é preso ou recebe multas? Simples: a aceitação cultural é tão grande que não existe quase nenhum tipo de fiscalização ou punição para a reprodução e distribuição deste tipo de conteúdo. (Vinicius Munhoz, Como a pirataria é castigada em outros países do mundo? Disponível em: www.tecmundo.com.br. 14.07.2015.)

O termo “que” apresenta valor consecutivo na seguinte passagem do texto:

A Existe uma lenda urbana em nosso país que define como criminoso apenas quem lucra...
B … somente vendedores ambulantes, falsificadores e sites que hospedam esse tipo de conteúdo são passíveis de punição...
C Entretanto, não é bem assim que funciona.
D O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras...
E ... a aceitação cultural é tão grande que não existe quase nenhum tipo de fiscalização ou punição...
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. A pirataria para o brasileiro é algo tão comum que mal pensamos que este ato, na verdade, é ilegal. Nada como comprar aquele DVD pirata no camelô ou baixar um filminho no Pirate Bay para assistir com a namorada no final de semana, não é verdade? Entretanto, você já se indagou alguma vez se poderia ser punido por isso? Existe uma lenda urbana em nosso país que define como criminoso apenas quem lucra com a pirataria digital. Em outras palavras, a crença que circula de boca em boca é que somente vendedores ambulantes, falsificadores e sites que hospedam esse tipo de conteúdo são passíveis de punição jurídica. Entretanto, não é bem assim que funciona. O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras que possuem direitos autorais configura crime. Mas por que ninguém é preso ou recebe multas? Simples: a aceitação cultural é tão grande que não existe quase nenhum tipo de fiscalização ou punição para a reprodução e distribuição deste tipo de conteúdo. (Vinicius Munhoz, Como a pirataria é castigada em outros países do mundo? Disponível em: www.tecmundo.com.br. 14.07.2015.)

Uma frase escrita em conformidade com a norma culta e coerente com o que se afirma no trecho do texto – O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras que possuem direitos autorais configura crime. – é:

A Está sendo feito o download das obras que tem direitos autorais, embora o STJ tenha esclarecido de que é crime.
B O download de obras com direitos autorais constitui crime, conforme expresso reiteradamente pelo STJ.
C Apesar do STJ já ter avisado de que é crime fazer download de obras desrespeitando os direitos autorais, isto vêm acontecendo.
D Não é novidade que são criminosos, segundo o STJ, quem se dedica a fazer download de obras que dispõe de direitos autorais.
E Tratam-se de crimes praticar o download de obras que mantém direitos autorais, o que já foi denunciado pelo STJ.
Texto associado
Leia o prólogo do livro O guarani , de José de Alencar, para responder à questão. Prólogo Minha prima. – Gostou da minha história, e pede-me um romance; acha que posso fazer alguma coisa neste ramo de literatura. Engana-se; quando se conta aquilo que nos impressionou profundamente, o coração é que fala; quando se exprime aquilo que outros sentiram ou podem sentir, fala a memória ou a imaginação. Esta pode errar, pode exagerar-se; o coração é sempre verdadeiro, não diz senão o que sentiu; e o sentimento, qualquer que ele seja, tem a sua beleza. Assim, não me julgo habilitado a escrever um romance, apesar de já ter feito um com a minha vida. Entretanto, para satisfazê-la, quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei. Estava abandonado e quase todo estragado pela umidade e pelo cupim, esse roedor eterno, que antes do dilúvio já se havia agarrado à arca de Noé, e pôde assim escapar ao cataclisma. Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente, não as condene à primeira leitura, antes de ver as outras que as explicam. Envio-lhe a primeira parte do meu manuscrito, que eu e Carlota temos decifrado nos longos serões das nossas noites de inverno, em que escurece aqui às cinco horas. Adeus. Minas, 12 de dezembro. (José de Alencar, O guarani . Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Considerando-se a obra O guarani em seu conjunto, percebe-se que, ao afirmar – quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei –, o autor

A revela ao leitor que a história que irá apresentar foi escrita enquanto era muito jovem, por isso precisa ser retificada.
B mostra não ser responsável pela apresentação da narrativa, pois se limita a copiar mecanicamente um texto antigo.
C demonstra recusar-se a escrever um romance, por isso limita-se a compilar documentos oficiais, de teor burocrático.
D confessa que a narrativa que vai apresentar é escrita em uma linguagem arcaica, própria de textos religiosos.
E desperta a curiosidade do leitor, atribuindo foros de verdade à história que irá contar, embora seja fictícia.
Texto associado
Leia o prólogo do livro O guarani , de José de Alencar, para responder à questão. Prólogo Minha prima. – Gostou da minha história, e pede-me um romance; acha que posso fazer alguma coisa neste ramo de literatura. Engana-se; quando se conta aquilo que nos impressionou profundamente, o coração é que fala; quando se exprime aquilo que outros sentiram ou podem sentir, fala a memória ou a imaginação. Esta pode errar, pode exagerar-se; o coração é sempre verdadeiro, não diz senão o que sentiu; e o sentimento, qualquer que ele seja, tem a sua beleza. Assim, não me julgo habilitado a escrever um romance, apesar de já ter feito um com a minha vida. Entretanto, para satisfazê-la, quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei. Estava abandonado e quase todo estragado pela umidade e pelo cupim, esse roedor eterno, que antes do dilúvio já se havia agarrado à arca de Noé, e pôde assim escapar ao cataclisma. Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente, não as condene à primeira leitura, antes de ver as outras que as explicam. Envio-lhe a primeira parte do meu manuscrito, que eu e Carlota temos decifrado nos longos serões das nossas noites de inverno, em que escurece aqui às cinco horas. Adeus. Minas, 12 de dezembro. (José de Alencar, O guarani . Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Considerando-se o contexto global de O guarani , quando o autor afirma – Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente –, chama a atenção para o fato de a narrativa

A ser o relato de cenas que ocorreram quando Cabral chegou ao Brasil com sua esquadra, travando um primeiro contato com os nativos.
B apresentar elementos que remetem a um passado mítico, que não encontra paralelo com o registro histórico de fatos ocorridos no Brasil.
C ambientar-se no passado recente da história do Brasil, quando a descoberta das Minas Gerais promoveu a povoação do interior do país.
D tratar de eventos situados no passado, no período colonial, quando índios e brancos viviam lado a lado nas terras brasileiras.
E retratar o Brasil anterior à chegada dos portugueses, quando índios travaram entre si batalhas violentas pela posse de terras.
Texto associado
Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão. O pastor moribundo Cantiga de viola A existência dolorida Cansa em meu peito: eu bem sei Que morrerei! Contudo da minha vida Podia alentar-se a flor No teu amor! Do coração nos refolhos Solta um ai! num teu suspiro Eu respiro! Mas fita ao menos teus olhos Sobre os meus: eu quero-os ver Para morrer! Guarda contigo a viola Onde teus olhos cantei... E suspirei! Só a ideia me consola Que morro como vivi... Morro por ti! Se um dia tu’alma pura Tiver saudades de mim, Meu serafim! Talvez notas de ternura — Inspirem o doido amor Do trovador! (Álvares de Azevedo, Lira dos vinte anos .)

Um traço comum à estética romântica, presente tanto no texto citado de José de Alencar quanto no poema de Álvarez de Azevedo, é o

A didatismo.
B objetivismo.
C pessimismo.
D bucolismo.
E sentimentalismo.
Texto associado
Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão. O pastor moribundo Cantiga de viola A existência dolorida Cansa em meu peito: eu bem sei Que morrerei! Contudo da minha vida Podia alentar-se a flor No teu amor! Do coração nos refolhos Solta um ai! num teu suspiro Eu respiro! Mas fita ao menos teus olhos Sobre os meus: eu quero-os ver Para morrer! Guarda contigo a viola Onde teus olhos cantei... E suspirei! Só a ideia me consola Que morro como vivi... Morro por ti! Se um dia tu’alma pura Tiver saudades de mim, Meu serafim! Talvez notas de ternura — Inspirem o doido amor Do trovador! (Álvares de Azevedo, Lira dos vinte anos .)

É possível estabelecer uma relação intertextual entre esse poema e as cantigas de amor trovadorescas, porque nesses textos se constata

A a representação personificada de elementos da natureza.
B um eu lírico que diz morrer pela mulher amada.
C um eu lírico feminino que chora por ter sido abandonado.
D um pastor que se identifica com a vida simples do campo.
E a crítica social por meio do uso do discurso irônico.
Texto associado
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade. Toada do Amor E o amor sempre nessa toada: briga perdoa perdoa briga. Não se deve xingar a vida, a gente vive, depois esquece. Só o amor volta para brigar, para perdoar, amor cachorro bandido trem. Mas, se não fosse ele, também que graça que a vida tinha? Mariquita, dá cá o pito, no teu pito está o infinito. (Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia . In: Poesia 1930-1962.

Em harmonia com a estética do modernismo brasileiro, observa-se, no poema, o uso

A da métrica regular e a preferência por rimas internas.
B de um ritmo intenso, que aproxima a poesia da música.
C de uma linguagem coloquial e a irreverência ao tratar do amor
D de metáforas obscuras, distanciando a poesia da linguagem cotidiana.
E da pergunta retórica, revelando um discurso marcadamente intimista.
Texto associado
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade. Toada do Amor E o amor sempre nessa toada: briga perdoa perdoa briga. Não se deve xingar a vida, a gente vive, depois esquece. Só o amor volta para brigar, para perdoar, amor cachorro bandido trem. Mas, se não fosse ele, também que graça que a vida tinha? Mariquita, dá cá o pito, no teu pito está o infinito. (Carlos Drummond de Andrade, Alguma poesia . In: Poesia 1930-1962.

A respeito da construção de sentido do poema, é correto afirmar que

A a expressão a gente , no quarto verso, evidencia uma generalização sobre o comportamento humano, acentuando o tom filosófico e a linguagem formal do texto.
B o uso da conjunção E iniciando o primeiro verso sugere que o poema dá continuidade a uma espécie de conversa que já estava em curso, como se tratasse de uma velha história.
C a ausência de vírgulas no segundo e no sétimo versos reduz o ritmo do poema, tornando a leitura mais lenta e pausada, criando uma atmosfera de ausência de movimento.
D a expressão dá cá o pito explicita um discurso formal, o que contribui para encerrar o poema com uma tonalidade solene, condizente com a temática do amor.
E a combinação das formas verbais briga e perdoa , no segundo verso, serve para caracterizar o amor como um sentimento que não admite contradição.

A biografia do General Miguel Costa traz sua participação destacada em eventos de grande relevância para a História da Polícia Militar. Dos eventos a seguir, qual pode ser atribuído a Miguel Costa?

A Aluno destacado da Missão Francesa de Instrução da Força Pública, sua atuação foi primordial para o encerramento da Greve Operária de 1917.
B Sua intervenção permitiu que se estabelecessem negociações que levariam ao fim da Greve Operária de 1905, ocorrida em Rio Claro, na Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
C Como Comandante do Regimento de Cavalaria, liderou a Força Pública por ocasião da eclosão do movimento revolucionário na cidade de São Paulo, em 05 de julho de 1922.
D Foi um dos líderes militares que apoiou com suas tropas o Presidente Getúlio Vargas, quando da eclosão do “Estado Novo” em 1937.
E Comandava a Força Pública no dia 09 de Julho de 1932, quando pediu passagem para a Reserva, ciente da eclosão do Movimento Constitucionalista.

Dentre as principais realizações de Pedro Dias de Campos, é correto afirmar que

A atuou com denodo na campanha de Canudos, durante a qual veio a ferir-se com gravidade.
B foi o principal inspirador na fundação da Caixa Beneficente da Polícia Militar.
C defendeu e atuou vigorosamente na implantação do escotismo no Brasil.
D foi o mais importante assessor militar e aliado de Miguel Costa, como destacado revolucionário de 1924.
E criou a Cruz Azul de São Paulo em 1933, para atender aos órfãos e viúvas da Revolução Constitucionalista.