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Da Educação, Cultura, Esporte e Lazer disposto no estatuto do idoso podemos afirmar:

A Art. 20. A pessoa idosa tem direito à educação, cultura, esporte, lazer, diversão, espetáculos, produtos e serviços que respeitem sua peculiar condição de idade.
B Art. 21. O poder público criará oportunidades de acesso da pessoa idosa à educação desprovido da necessidade de adequar currículos, metodologias e material didático aos programas educacionais a ela destinados.
C Art. 22. Nos currículos dos diversos níveis de ensino serão inseridos conteúdos obrigatórios voltados ao processo de envelhecimento, ao respeito e à valorização da pessoa idosa, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria.
D Art. 23. A participação das pessoas idosas em atividades culturais e de lazer será determinada mediante gratuidade nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais.
E Art. 24. Os meios de comunicação manterão espaços com horários exclusivos voltados às pessoas idosas, com finalidade educativa, artística e cultural, e ao público sobre o processo de envelhecimento.

Nascido na Ilha das Canárias, uma possessão espanhola, estudou em Coimbra, Portugal, onde se formou em Letras. Lá, segundo Armando Cardoso

( 1977 ), biógrafo do missionário, tomou contato com a dramaturgia de Gil Vicente, maior autor do teatro medieval português, influência que levaria consigo ao se mudar para o Brasil. Durante muito tempo, especulou-se que a primeira peça, obra encomendada pelo padre Manuel da Nóbrega e conhecida pelo nome de Pregação Universal, teria sido montada entre 1567 e 1570 em São Vicente, litoral paulista. Armando Cardoso, valendo-se do cotejo de inúmeras fontes, defende que a referida encenação se deu na antiga Vila de Piratininga, núcleo germinal da cidade de São Paulo, no ano de 1561. O texto faz referência a:

A Antônio Vieira.
B José de Anchieta.
C Leonardo Nunes.
D Vicente Pires.
E João de Azpilcueta Navarro.

Seu aparecimento se deve, conforme relatam quase todos os compêndios de história teatral, às cerimônias religiosas realizadas em louvor de Dionísio, deus simbolicamente ligado à cultura da uva, à produção do vinho e ao delírio místico (desrazão). A principal fonte a quem os historiadores costumam recorrer é o Aristóteles, que em sua obra Poética ou Arte Poética afirma que tanto a tragédia como a comédia, os dois principais gêneros do teatro , se originaram a partir de cantos e louvores feitos em homenagem a Dionísio, deus também conhecido pelos nomes de Évio, Íaco, Báquio, Brômio. O texto faz referência:

A teatro Egípcio.
B teatro Romano.
C teatro Grego.
D teatro Mesopotâmico.
E teatro Assírio.

Gênero híbrido que misturava aspectos trágicos e cômicos. De acordo com Luiz Paulo Vasconcelos (2009, p. 100), “ neste gênero um personagem central, geralmente um dos heróis trágicos visto na trilogia precedente, era caricaturado numa situação ridícula qualquer” O texto está falando sobre:

A drama satírico.
B comédia.
C tragédia.
D tragicomédia.
E farsa.

Procura imitar o homem ou em sua própria medida ou, o que é mais comum, de maneira inferior a esta, ressaltando seus traços mais baixos e ridículos. Propõe uma reprodução mais realista, na qual os enredos são inventados pelos próprios autores e não retirados de mitologias ancestrais. O texto se relaciona:

A comédia.
B drama.
C farsa.
D tragédia.
E tragicomédia.

Sobre a Cena Grega podemos afirmar:

I. Tanto a tragédia como a comédia eram encenadas por atores mascarados.

II. As personagens femininas eram interpretadas por mulheres, pois somente estas tinham autorização para atuar.

III. Além das máscaras, que cobriam todo o rosto, os atores trágicos paramentavam-se com uma vestimenta de mangas largas e cores variadas chamada quíton.

IV. Para realçar suas presenças cênicas, conferindo-lhes maior estatura, calçavam pernas de pau com solas altas.

V. Na construção da cena, três atores se revezavam: o primeiro, conhecido como protagonista; o segundo, o antagonista; e o terceiro, o tritagonista.

A Somente as asserções I, II e III estão corretas.
B Somente as asserções II, III e IV estão corretas.
C Somente as asserções III, IV e V estão corretas.
D Somente as asserções I, III e V estão corretas.
E Somente as asserções II, IV e V estão corretas.

Alguns estudos sobre a história do teatro definem ____________ como um tipo rústico de farsa surgido na Sicília e que, posteriormente, desenvolveu-se na Grécia. Lá ele teria adquirido, inclusive, forma literária, pelas mãos de poetas como Sófron e Epicarmo, valendo-se de assuntos retirados do cotidiano e apresentados de modo burlesco. Segundo Margot Berthold

( 2010 ), as personagens eram pessoas anônimas do povo, tais como trapaceiros, estalajadeiras, alcoviteiras e cortesãs. A asserção que completa o texto corretamente é:

A thumelê.
B O mimo.
C A farsa.
D O coro.
E A sken.

O reaparecimento do teatro na Idade Média pelos canais da religião cristã-católica teria reproduzido, de certa forma, o processo já visto nos ritos gregos em louvor a Dionísio. O drama cristão primitivo surgiu a partir do desenvolvimento adquirido pela liturgia católica na celebração da páscoa, momento simbolicamente ligado à paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A transposição visual dos evangelhos, que começara nas artes plásticas, adentrava agora no campo das artes cênicas. Em meados do século IX, um diálogo foi inserido nas sequências mudas da missa de Páscoa, em torno do tema da ressurreição, gerando uma variação da liturgia original. O texto faz menção a um tipo de diálogo do teatro na idade média conhecido como:

A tropo.
B romântico.
C medieval.
D gótico.
E românico.