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A complexidade dos climas no Brasil, influenciada por fatores como a radiação solar, massas de ar e relevo, resulta em uma diversidade de domínios climáticos. Compreender esses domínios é crucial para análises ambientais e planejamento territorial, considerando a dinâmica atmosférica que os modela. Sobre os domínios climáticos brasileiros, é correto afirmar que o domínio:

A temperado tem verões secos e invernos chuvosos;
B equatorial apresenta baixa amplitude térmica anual;
C semiárido apresenta pluviosidade anual superior a 1.500 mm;
D tropical apresenta temperaturas médias anuais abaixo de 18 °C;
E subtropical sofre influência direta da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

A avaliação da influência térmica das condições atmosféricas sobre os seres humanos é um desafio complexo no contexto urbano, dado que envolve variáveis múltiplas e respostas individuais. No entanto, existem diferentes abordagens para modelar essa influência, cada uma com suas próprias premissas e limitações. A abordagem baseada no paradigma do “ótimo térmico universal”, utilizada em muitos modelos tradicionais de avaliação do conforto térmico, caracteriza-se por:

A valorizar a diversidade cultural;
B priorizar a adaptação individual;
C restringir-se a ambientes externos;
D considerar as variações climáticas regionais;
E basear-se em parâmetros físicos e fisiológicos.

Na atualidade, fenômenos associados às mudanças climáticas têm provocado sérios impactos nos ecossistemas e nas sociedades em todo o mundo. No contexto das mudanças climáticas atuais, a variabilidade climática:

A manifesta-se por meio de alterações tanto na intensidade quanto na frequência de eventos climáticos extremos;
B opera de forma isolada das tendências de aquecimento global, sendo determinada por ciclos naturais de curto prazo;
C apresenta padrões de comportamento que se mantêm previsíveis tanto em curtos quanto em longos intervalos de tempo;
D resulta em um decréscimo da frequência de eventos climáticos, como resultado da alteração das condições atmosféricas;
E caracteriza-se por uma atenuação da magnitude das oscilações climáticas observadas, com uma menor amplitude entre extremos.

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana/MG, em 2015, resultou em um desastre socioambiental que causou impactos significativos na estabilidade e no equilíbrio dos ecossistemas do rio Doce. Entre os principais impactos na estabilidade e no equilíbrio dos ecossistemas do rio Doce causados pelo rompimento da barragem de Fundão, destacam-se:

A a estabilização da cadeia trófica e o aumento da biomassa aquática;
B a diminuição da turbidez da água e o aumento da atividade fotossintética;
C a interrupção dos ciclos biogeoquímicos e a alteração da cadeia trófica;
D o aumento da resiliência dos ecossistemas e a adaptação às novas condições ambientais;
E a proliferação de bactérias benéficas e o aumento da diversidade de organismos aquáticos.

Um proprietário de imóvel rural, buscando contribuir com a preservação ambiental e obter benefícios econômicos, decide instituir uma servidão ambiental em parte de sua propriedade, seguindo os procedimentos legais. De acordo com a Lei nº 6.938/1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, a instituição da servidão ambiental deve:

A ser criada em Áreas de Preservação Permanente (APP);
B estabelecer prazo mínimo de dois anos para a modalidade temporária;
C impor limitação ao uso da vegetação inferior à estabelecida para a Reserva Legal;
D impedir a alienação, cessão ou transferência, total ou parcial, para outro proprietário rural;
E ser averbada no registro de imóveis competente, incluindo um memorial descritivo da área.

A Resolução CONAMA nº 01/1986 estabelece diretrizes para a avaliação de impacto ambiental, definindo que a área de influência de um projeto deve ser considerada para além de seus limites físicos. A correta delimitação dessa área é fundamental para a eficácia do estudo de impacto ambiental. De acordo com a Resolução CONAMA nº 01/1986, a definição dos limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente afetada pelos impactos de um projeto, denominada área de influência do projeto, deve considerar, em todos os casos:

A o perímetro urbano onde o projeto está inserido;
B a bacia hidrográfica na qual o projeto se localiza;
C a área definida pelas comunidades afetadas pelo projeto;
D a mesorregião homogênea na qual o projeto está situado;
E um raio de 100 km a partir do centroide da área do projeto.

Uma comunidade tradicional, que habita uma área de floresta nativa há várias gerações, é surpreendida com a notícia da criação de uma Floresta Nacional na região. A comunidade está preocupada com as possíveis mudanças em seu modo de vida e no uso dos recursos naturais, visto que a área agora estará sob nova gestão. A criação da Floresta Nacional implica que a comunidade:

A será removida da área, recebendo uma indenização pelas benfeitorias, e realocada para outro local com condições semelhantes, perdendo o direito de uso dos recursos naturais da floresta;
B não poderá mais residir na área, pois a Floresta Nacional é de posse e domínio públicos, e a permanência de populações tradicionais não é admitida nessa categoria de unidade de conservação;
C poderá permanecer na área, desde que compatibilize seu modo de vida com as diretrizes estabelecidas no Plano de Manejo, mantendo o direito de uso dos recursos naturais de forma sustentável;
D terá o direito de continuar utilizando todos os recursos naturais da área, sem restrições, pois a legislação garante a permanência de populações tradicionais, sem a necessidade de se adaptar a um Plano de Manejo;
E deverá solicitar autorização prévia para cada atividade de uso dos recursos naturais, pois a gestão da área passará a ser feita por uma organização não governamental, que decidirá de forma discricionária sobre as atividades da comunidade.