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Leia o texto para responder à questão. Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________. (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)

Completam as lacunas do texto, respectivamente:

A Realismo, Naturalismo, Romantismo — Simbolismo.
B Romantismo, Simbolismo, Naturalismo — Realismo.
C Realismo, Parnasianismo, Naturalismo — Simbolismo.
D Realismo, Naturalismo, Romantismo — Parnasianismo.
E Romantismo, Simbolismo, Naturalismo — Parnasianismo.
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Leia o texto para responder à questão. Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________. (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)

As palavras “indistinto” e “incorpóreo” são formadas com um prefixo que tem o mesmo significado do prefixo de

A intrauterino.
B subestimado.
C transnacional.
D semiaberto.
E acéfalo.
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Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão. De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa. Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte. Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto. Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata? ( O que é filosofia , 2008. Adaptado.)

Para o autor do texto, a comparação à literatura configura

A uma definição eficaz para o que seja a filosofia, que apaga as contradições produzidas por inúmeras definições imprecisas.
B uma especulação justificável, mas que falha em não estabelecer qual é o objeto mais específico da filosofia.
C uma solução definitiva para a definição de filosofia que, no entanto, deixa em aberto o problema de definir literatura.
D um jogo de linguagem, arguto embora ineficaz, que apenas transfere o problema de um lugar para outro, de definir filosofia para definir literatura.
E um esforço implausível de aproximar duas disciplinas que não possuem pontos em comum.
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Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão. De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa. Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte. Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto. Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata? ( O que é filosofia , 2008. Adaptado.)

“E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função − no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.” (1° parágrafo) A palavra sublinhada pode ser substituída, com correção gramatical, mantendo-se o sentido original do texto, por:

A pensamento.
B que.
C conseguinte.
D filosofia.
E ginástica do pensamento.
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Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão. De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa. Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte. Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto. Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata? ( O que é filosofia , 2008. Adaptado.)

“ Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro.” (2° parágrafo) Mantendo-se o significado original e a correção gramatical, os dois trechos sublinhados podem ser substituídos por:

A Ainda, porém, que — parece.
B Contudo, apesar de, — parecer.
C Embora, no entanto, — pareça.
D Mesmo, embora, que — pareça.
E No entanto, todavia, — parece.

Uma iniciativa global chega ao Brasil, o “Big Data para o Bem Comum”. O evento tem como objetivo conscientizar sobre o potencial do uso de Big Data — uma base massiva de dados — para a construção de políticas públicas e para soluções de problemas sociais. (Cristiano C. Pombo. “Iniciativa global discute como Big Data pode ajudar o bem comum no Brasil”. www.folha.com.br, 15.05.2019. Adaptado.) Tema central no evento noticiado, o chamado Big Data está inserido na conjuntura do

A meio biotecnológico.
B meio técnico-científico-informacional.
C meio técnico.
D meio técnico-científico.
E meio multinacional.

“Não posso recomendar aos judeus que usem o quipá (peça do vestuário judeu) todo o tempo e em qualquer lugar na Alemanha”, disse o comissário alemão Felix Klein. Ele afirmou que sua opinião sobre o assunto mudou devido a uma crescente desinibição social e brutalização da sociedade, que fizeram com que um tipo específico de preconceito aumentasse. (“Governo alemão alerta judeus contra o uso do quipá”. www.agenciabrasil.ebc.com.br, 27.05.2019. Adaptado.) O excerto faz alusão

A ao totalitarismo.
B à antropofobia.
C ao elitismo.
D à misoginia.
E ao antissemitismo.

A transumância é um movimento migratório que se caracteriza pela qualidade temporal __________ e pela motivação ________ para o deslocamento. Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto.

A sazonal – econômica
B definitiva – econômica
C sazonal – natural
D sazonal – política
E definitiva – natural

Na década de 1960, sob o lema “Integrar para não entregar”, o governo brasileiro

A estabeleceu redes de comunicação por todo o país, garantindo a coesão em um território até então desigual.
B adotou práticas de valorização da diversidade cultural, evitando manifestações separatistas pelo país.
C determinou a realização de pesquisas censitárias, orientando políticas de inclusão social.
D ampliou o recolhimento de impostos federais, minimizando a autonomia econômica dos municípios.
E implantou projetos de exploração econômica na Amazônia, ignorando as populações tradicionais na região.

Ao se afirmar que no Brasil há uma megalópole em formação, espera-se constatar

A a liderança econômica de uma metrópole no contexto nacional, especificamente São Paulo.
B a centralidade da administração pública nacional em um ponto comum, o caso de Brasília.
C a conurbação de duas regiões metropolitanas, no caso São Paulo e Rio de Janeiro.
D a redefinição de limites interestaduais, a princípio entre São Paulo e Rio de Janeiro.
E a estruturação de um território neutro para mediar acordos internacionais, oportunamente em Brasília.