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Assinale a concepção de Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme as diretrizes legais e pedagógicas estabelecidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

( 2008 ), especialmente no que se refere à articulação com o currículo comum e à oferta complementar e não substitutiva ao ensino regular.

A O AEE constitui uma modalidade de ensino autônoma, voltada à substituição total do currículo comum, garantindo às pessoas com deficiência uma trajetória educacional paralela, mais adequada às suas necessidades específicas.
B O AEE deve ocorrer preferencialmente fora do ambiente escolar comum, com a finalidade de evitar barreiras atitudinais e promover um espaço pedagógico isolado que maximize o rendimento do aluno com deficiência.
C O AEE é aplicado apenas nos anos iniciais da escolarização, uma vez que sua função é exclusivamente diagnóstica e transitória, servindo à triagem e ao encaminhamento para serviços especializados de saúde.
D O AEE configura-se como um serviço educacional específico, que tem por função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade para eliminar barreiras à plena participação dos estudantes público-alvo da educação especial.
E O AEE deve ser ofertado exclusivamente por profissionais da saúde, dada a natureza clínica das deficiências, sendo desnecessária sua articulação com os conteúdos escolares regulares.
Texto associado
TEXTO I Inclusão não é favor, é direito A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais. A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas. Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva. Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)

Qual é a ideia principal do texto?

A A inclusão é um processo meramente físico, com foco em adaptações arquitetônicas.
B A escola deve ensinar os diferentes a se adaptar ao padrão estabelecido.
C A inclusão serve para facilitar o trabalho do professor.
D A educação inclusiva é uma tendência passageira.
E A inclusão é um direito que exige transformação da escola para acolher todos com equidade.
Texto associado
TEXTO I Inclusão não é favor, é direito A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais. A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas. Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva. Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)

No texto “Inclusão não é favor, é direito.” a argumentação do autor se baseia principalmente em:

A experiências pessoais de alunos incluídos.
B relatos estatísticos e dados oficiais.
C trechos de legislações sobre inclusão escolar.
D reflexões críticas sobre o papel da escola e do educador.
E definições de dicionário sobre o conceito de inclusão.
Texto associado
TEXTO I Inclusão não é favor, é direito A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais. A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas. Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva. Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)

No texto “Inclusão não é favor, é direito”, no trecho “O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas” , o autor quer dizer que:

A A diferença deve ser ignorada para facilitar o ensino.
B A presença da diversidade enriquece o processo de ensino-aprendizagem.
C Todos os alunos devem aprender da mesma forma.
D A diversidade atrapalha o desempenho dos alunos padrão.
E O diferente deve ser isolado para facilitar sua inclusão.
Texto associado
TEXTO I Inclusão não é favor, é direito A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais. A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas. Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva. Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)

Com base nas ideias apresentadas no texto I “Inclusão não é favor, é direito” , qual alternativa apresenta a conclusão do autor?

A Explicar conceitos técnicos da legislação educacional.
B Defender a inclusão escolar como um direito fundamental que exige mudanças reais.
C Propor uma nova metodologia científica de ensino.
D Criticar a construção de rampas e intérpretes nas escolas.
E Descrever o funcionamento da Escola da Ponte.
Texto associado
TEXTO I Inclusão não é favor, é direito A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais. A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas. Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva. Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)

Segundo as ideias desenvolvidas no texto I “Inclusão não é favor, é direito” , é correto afirmar que:

A a verdadeira inclusão envolve escuta, formação docente e práticas flexíveis.
B a inclusão é opcional e depende da estrutura da escola.
C as escolas já são suficientemente inclusivas no Brasil.
D o foco da inclusão é o cumprimento de normas burocráticas.
E apenas alunos com deficiência devem ser alvo das práticas inclusivas.

Analise a frase abaixo. "Os desafios e as oportunidades presentes no cenário educacional atual são enormes e exigem uma postura comprometida dos professores." Assinale a alternativa que apresenta a análise correta da concordância nominal e verbal nessa frase.

A A concordância verbal está incorreta, pois o verbo "são" deveria estar no singular por concordar com o primeiro núcleo do sujeito, "desafios". E, a concordância nominal está correta, pois os adjetivos concordam adequadamente com os sujeitos e substantivos da frase.
B A concordância verbal está correta. E, a concordância nominal está incorreta, pois o adjetivo "comprometida" deveria concordar no plural com "professores", indicando que todos estão comprometidos.
C A concordância nominal e verbal está correta, pois o verbo "são" concorda com o sujeito composto, o verbo "exigem" está no plural para o sujeito composto, o adjetivo "presentes" concorda com ambos os núcleos, e "comprometida" concorda com o substantivo "postura".
D A concordância verbal está incorreta, pois o verbo "são" deveria ser utilizado no singular, já que o sujeito composto é tratado como uma única ideia indivisível, o que exige a concordância com um verbo no singular para manter a uniformidade da frase.
E A concordância nominal está correta e a concordância verbal está errada, pois o verbo "exigem" está incorreto, pois deveria estar no singular para concordar com o núcleo "postura".

Assinale a alternativa em que o uso da pontuação está de acordo com a norma culta da língua portuguesa.

A Se chover amanhã vamos cancelar, o passeio.
B Mariana decidiu viajar, mas esqueceu de comprar as passagens.
C O diretor anunciou que: os resultados sairiam hoje.
D Ele trouxe: livros, cadernos, lápis e borracha.
E Os alunos, que chegaram atrasados, não puderam entrar.

Em relação às variedades linguísticas, assinale a alternativa que apresenta um exemplo da norma culta da língua portuguesa.

A Nóis vai na festa mais tarde.
B As criança brinca no parque todo dia.
C Os alunos estudaram bastante para a prova final.
D Ocê tá indo pra onde agora?
E Ficamo tudo parado esperando o ônibus.

“No sertão, o ‘ocê’ é mais do que pronome: é o jeito de falar, de chegar, de estar.” (GUIMARÃES ROSA, João. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.) A citação apresenta uma forma regional do pronome “você”. Com base nesse exemplo, identifique a afirmativa correta sobre variação linguística.

A Representa um erro gramatical típico do português.
B É uma forma inadequada, incompatível com a norma padrão em qualquer registro.
C Demonstra a flexibilidade da língua e seu enraizamento cultural.
D Indica que a norma culta deve prevalecer em todas as situações comunicativas.
E Mostra uma tentativa de corrigir o uso popular do pronome de tratamento.