QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
111 questões encontradas

“Na ________ a integração nacional era dificultada pela heterogênea etnia: haussas, fulanis, iorubas e ibos. O predomínio dos haussas e a política centralizadora do governo federal provocaram a revolta dos ibos, que habitavam a província de Biafra (rica em petróleo). Embora com o apoio da URSS. A Guerra de Biafra (1967-1970) comprometeu a economia e constituiu-se em uma das lutas fratricidas mais terríveis da década de 1960: morreram cerca de dois milhões de pessoas” (Aquino, 2005). sustentados por EUA, França e Inglaterra, os ibos foram vencidos pelo governo federal, que contou Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

A Libéria
B Argélia
C Congo
D Nigéria

O governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) foi marcado por um projeto de desenvolvimento econômico acelerado, acompanhado de desafios relacionados à inflação, ao financiamento externo e às políticas de estabilização econômica. A respeito desse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.

A A política econômica do período enfrentou pressões de credores internacionais e do Fundo Monetário Internacional, cuja aprovação era considerada importante para garantir financiamento externo e credibilidade às medidas de ajuste.
B As propostas de estabilização econômica incluíam medidas como restrição de crédito, controle de gastos públicos e tentativa de reorganização das contas externas, ainda que sua implementação tenha sido parcial e objeto de disputas políticas.
C As iniciativas de controle da inflação e de ajuste econômico produziram efeitos homogêneos sobre os diferentes setores sociais, sendo amplamente aceitas por empresários e agentes políticos diante da necessidade de estabilização.
D As dificuldades de estabilização refletiam a tensão entre o objetivo de manter altas taxas de crescimento econômico e a necessidade de controlar desequilíbrios monetários e cambiais, característica recorrente do período.

A denominação “República dos coronéis” refere-se aos coronéis da antiga Guarda Nacional, que eram em sua maioria proprietários rurais com base local de poder. A expressão pode causar equívocos porque se, de um lado, o fenômeno do coronelismo se associa à primeira República, de outro seria errôneo dizer que a República “pertenceu” aos “coronéis” (Fausto, 2006). A Primeira República (1889–1930) apresentou características próprias de organização política e econômica. Considerando esse contexto histórico, assinale a alternativa correta.

A O federalismo republicano promoveu a centralização política e administrativa, reduzindo significativamente a autonomia das oligarquias estaduais no controle dos processos eleitorais.
B A política dos governadores consistiu no apoio político mútuo entre o governo federal e as elites estaduais, contribuindo para a manutenção de mecanismos de controle eleitoral.
C O coronelismo assumiu papel secundário a partir das primeiras décadas republicanas em função da institucionalização do voto secreto, o que garantiu maior autonomia ao eleitorado.
D A economia cafeeira perdeu sua centralidade ainda no início da República, sendo substituída por um modelo industrial consolidado e dominante no cenário nacional.

A formação do mundo islâmico no século VII envolveu transformações religiosas, políticas e sociais que redefiniram a organização das sociedades na Península Arábica. Considerando esse processo, assinale a alternativa INCORRETA.

A A pregação de Maomé articulou elementos monoteístas com práticas e tradições locais, promovendo a formação de uma comunidade de fiéis que transcendia vínculos tribais.
B A expansão inicial do islamismo combinou estratégias militares e acordos políticos, permitindo a incorporação de diferentes populações sob domínio islâmico.
C A organização do poder no início do mundo islâmico manteve uma separação rígida entre autoridade religiosa e política, evitando a centralização do poder nas lideranças religiosas.
D A Península Arábica pré-islâmica caracterizava-se por diversidade política e religiosa, com forte presença de estruturas tribais e práticas politeístas.

“Na França, foi chamado ___________, (...). A denominação, todavia, restringe a amplitude do Mercantilismo francês, dando falsa noção de que se limitou ao período luiscatorziano. Na realidade, a política mercantilista francesa seguiu práticas distintas na época de Sully, Ministro de Henrique IV, e Richelieu, Ministro de Luís XIII (...)” (Aquino, 2005). Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

A industrialismo
B bullionismo
C colonialismo
D colbertismo

“O nazismo sem dúvida tinha, e em parte realizou, um programa social para as massas: férias; esportes; o planejado “carro do povo”, que o mundo veio a conhecer após a Segunda Guerra Mundial como o “fusca” Volkswagen. Sua principal realização, porém, foi acabar com a Grande Depressão mais efetivamente do que qualquer outro governo (...)” (Hobsbawm, 1995). A Segunda Guerra Mundial pode ser compreendida, em parte, como resultado da radicalização de regimes totalitários na Europa, especialmente no contexto da crise do período entreguerras. Sobre os fatores que influenciaram a ascensão nazista na Alemanha, assinale a alternativa correta.

A Cooperação, no campo político alemão, entre forças ideologicamente antagônicas, como socialistas e nacionalistas, em torno de um projeto comum de reconstrução estatal.
B Consolidação de mecanismos institucionais democráticos que, ao ampliarem a participação política e as liberdades civis, contribuíram para a estabilização do regime diante das crises econômicas.
C Delimitação de esferas autônomas entre Estado e meios de comunicação, restringindo o uso sistemático da propaganda como instrumento de mobilização política de massas.
D Mobilização de tensões econômicas e sociais decorrentes da crise do entreguerras, articulada à difusão de discursos nacionalistas e excludentes, voltados à redefinição da identidade nacional.

Com relação à visão socioconstrutivista na educação, que foi desenvolvida por Lev Vigtotsky, analise as afirmativas a seguir.

I. A linguagem é a principal ferramenta para a aquisição de conhecimentos por parte do indivíduo e molda o pensamento.

II. O aprendizado é o processo de apropriação ativa do patrimônio de conhecimentos coletivos por cada indivíduo.

III. O processo de construção dos conhecimentos se segue espontaneamente do avanço dos estágios de desenvolvimento biológico. A respeito do socioconstrutivismo , está correto o que se afirma em

A I, apenas.
B I e II, apenas.
C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.

Leia o trecho a seguir. Comparações e conexões são dois meios muito diferentes de cruzar limites. As comparações visam transcender a unidade única e fechada de análise para contrastar entre duas ou mais unidades para destacar diferenças e/ou semelhanças, para testar atribuições casuais ou para formular um padrão ou generalização. A outra forma importante de transcender fronteiras é conectar unidades que são geralmente abordadas separadamente e sublinhando os laços em jogo entre eles. Neste caso, os limites são ultrapassados substancialmente, em vez de analiticamente, já que o cruzamento é indispensável para definir uma unidade de análise maior do que o normal ou o próprio objeto de pesquisa. Adaptado de: OLSTEIN , Diego. Thinking History Globally . New York: Palgrave Macmillan, 2015, p. 59. Com base na leitura do trecho, analise as afirmativas a seguir, que apresentam definições de História Comparada e de História Conectada.

I. A História Comparada estuda duas ou mais unidades de análise histórica para encontrar afinidades ou divergências entre elas.

II. A História Conectada examina uma única unidade de análise histórica para aprofundar o estudo e torná-lo mais específico.

III. A História Comparada e a História Conectada são metodologias idênticas, pois buscam relacionar diferentes unidades de análise históricas. Está correto o que se afirma em

A I, apenas.
B I e II, apenas.
C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.

Leia o trecho a seguir. A maioria das pessoas tende a pensar que a História Cultural aborda a cultura superior, a Cultura com C maiúsculo. Então, o leitor pode querer uma palavra de explicação. Enquanto o historiador das ideias esboça a filiação do pensamento formal, de um filósofo para outro, o historiador etnográfico estuda a maneira como as pessoas comuns entendiam o mundo. Tenta descobrir a cosmologia, mostrar como organizavam a realidade em suas mentes e a expressavam em seu comportamento. Não tenta transformar em filósofo o homem comum, mas ver como a vida comum exigia uma estratégia. Operando ao nível corriqueiro, as pessoas comuns aprendem a “se virar” e podem ser tão inteligentes, à sua maneira, quanto os filósofos. Mas, em vez de tirarem conclusões lógicas, pensam com coisas, ou com qualquer material que sua cultura lhes ponha à disposição, como histórias ou cerimônias. Adaptado de: DARNTON , Robert. O grande massacre dos gatos. E outros episódios da História cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986, p. XIV. Assinale a opção que descreve corretamente a compreensão do autor sobre o objeto de estudo da História Cultural.

A O estudo da cultura das elites intelectuais, que criaram e influenciaram os elementos culturais das sociedades.
B O estudo que reconhece que a população cria cultura, desconsiderando a capacidade do conhecimento filosófico de produzir saber.
C O estudo que investiga as experiências e visões da população comum sobre seus cotidianos.
D O estudo das expressões culturais individuais, sem considerar fatores externos.
E O estudo que separa o comportamento social da cultura para entender as expressões sociais.

Um professor de história propôs, como atividade didática, aos seus alunos uma roda de conversa para que lessem e discutissem a seguinte resposta da Tayse Campos a uma entrevista na qual compartilhou sua percepção sobre a identidade dos povos originários no Brasil. Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelo colonizador, pelos portugueses que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, a não ser usam a categoria que foi criada pelo colonizador. E que foi usada por esses povos para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Pankararu de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Porque todos nós éramos povos de etnias diferentes, de culturas diferentes. A grande maioria não se conhecia, porque para nós, a gente não conhecia quem morava no Norte, lá em 1500, a gente não tinha esse contato. Agora, eu acho que esse termo indígena, fortaleceu muito a partir da década de 70, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve contra a ditadura militar e a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal. Adaptado de: CAMPOS . Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 A respeito da atividade descrita, assinale a afirmativa que descreve corretamente os objetivos alcançados alinhados ao Referencial Curricular do Ensino Médio Potiguar.

A Permite que os alunos compreendam as consequências da ausência de direitos para os povos indígenas, evidenciadas na inexistência da presença indígena na região.
B Possibilita que os alunos entendam as questões relacionadas à autoidentificação em seus contextos atuais, rejeitando os legados do passado colonial em suas explicações.
C Ensina os alunos sobre a falta de conhecimento da população indígena em relação às suas histórias e aos direitos que lhes são assegurados pelo Estado brasileiro.
D Amplia o conhecimento dos alunos sobre a complexidade do processo de autorreconhecimento, influenciado tanto pela vivência quanto pelos marcos normativos.
E Orienta os alunos a identificar como os indígenas percebem a si mesmos como parte uma cultura unificada, o que justifica o uso do termo “índio”.