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A Lei Orgânica traz que a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, assim como:

I. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

II. incumbe ao poder público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, preferencialmente através de licitação, a prestação de serviços públicos. Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

A Apenas I está correta.
B I e II estão corretas.
C Apenas I está incorreta.
D I e II estão incorretas.

O Município, conforme a Lei Orgânica, prestará assistência social a quem dela necessitar, visando, entre outros, objetivos como os previstos em quantos dos seguintes itens?

I. Habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e promoção de suas integrações à vida social comunitária;

II. Amparo aos carentes e desassistidos;

III. Proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice.

A Nenhum deles.
B Apenas 1 deles.
C Apenas 2 deles.
D Todos os 3.

Analise o texto que segue, com base na Lei Orgânica: As instituições privadas poderão participar de forma complementar do Sistema Único de Saúde, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:

A Plenamente adequado, visto que observa a legislação municipal vigente.
B Parcialmente adequado, visto que não há preferência para entidades filantrópicas e as sem fim lucrativo.
C Parcialmente adequado, visto que as instituições privadas podem participar do Sistema Único de Saúde, mas de forma suplementar.
D Plenamente inadequado, visto que em nada observa a legislação municipal vigente.

No âmbito da Psicologia Social e da análise de grupos, o processo de socialização constitui um elemento central para a compreensão da constituição dos sujeitos e de suas formas de inserção nas dinâmicas coletivas. Considerando esse tema, analise as assertivas:

I. A socialização contribui para a internalização de papéis sociais e normas de convivência, que orientam as interações dos sujeitos nos diferentes grupos.

II. A socialização consiste em um processo individual e isolado, ocorrendo de forma autônoma e independente das relações estabelecidas entre os sujeitos.

III. A análise dos processos de socialização auxilia na compreensão das formas de pertencimento e identidade social dos indivíduos. Está CORRETO o que se afirma em

A I, apenas.
B II e III, apenas.
C I e lll, apenas.
D I, II e III.

Segundo critérios diagnósticos do DSM-5, a cleptomania integra o grupo dos transtornos disruptivos, do controle de impulsos e da conduta. Considerando suas características clínicas, assinale a alternativa CORRETA.

A O indivíduo apresenta prazer, gratificação ou alívio no momento de cometer o furto.
B O furto ocorre com finalidade econômica ou para suprir necessidades pessoais.
C O ato de furtar está associado à expressão de raiva, vingança ou protesto social.
D Os furtos são cuidadosamente planejados para evitar qualquer risco de detecção.

No contexto de atuação do Psicólogo na Atenção Básica, especialmente no âmbito das diretrizes do Sistema Único de Saúde, analise as partes que seguem: (1ª parte) : A escuta qualificada é instrumento fundamental para o acolhimento e construção do vínculo com os usuários. (2ª parte) :A construção de relações democráticas na Atenção Básica dispensa a análise das condições institucionais e das diretrizes da política pública. (3ª parte) :Na Atenção Básica, a intervenção psicológica deve seguir protocolos fixos sem considerar características individuais de gênero, idade ou cultura. Pode-se afirmar que:

A Apenas a 1ª parte está correta.
B Apenas a 1ª e a 2ª partes estão corretas.
C Apenas a 1ª e a 3ª partes estão corretas.
D Todas as partes estão incorretas.

Considerando o processo de avaliação clínica, assinale a alternativa INCORRETA acerca das características diagnósticas do Transtorno Depressivo Maior.

A A presença de sintomas físicos, como alterações no sono e no apetite, afasta o diagnóstico do transtorno.
B Em crianças e adolescentes, o humor pode se manifestar como irritabilidade, em vez de tristeza.
C Muitos indivíduos relatam prejuízo na capacidade de pensar, concentrar-se ou tomar decisões.
D A perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis é um dos sintomas centrais do transtorno.
Texto associado
Para responder à questão, leia o texto abaixo. Roteiros rasgados Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu. Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado. Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa. Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos. Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe omundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle. Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)

No período Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado , a oração iniciada por Quando estabelece, em relação à oração principal, uma determinada circunstância. Assim, essa oração classifica-se como:

A Oração subordinada adjetiva restritiva.
B Oração subordinada adverbial temporal.
C Oração subordinada adverbial proporcional.
D Oração subordinada substantiva objetiva direta.
Texto associado
Para responder à questão, leia o texto abaixo. Roteiros rasgados Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu. Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado. Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa. Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos. Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe omundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle. Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)

A análise fonológica das palavras exige distinguir com precisão letras, fonemas e dígrafos, observando os sons efetivamente realizados na pronúncia. Considerando palavras do texto, pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são compostas por 8 fonemas e 1 dígrafo, EXCETO:

A desmontar.
B carregado.
C estivesse.
D suspenso.
Texto associado
Para responder à questão, leia o texto abaixo. Roteiros rasgados Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu. Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado. Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa. Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos. Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe omundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle. Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)

No texto, a construção verbal contribui para a articulação entre relato, expectativa e reflexão, exigindo do leitor atenção não apenas ao tempo verbal empregado, mas também ao valor discursivo que ele assume em cada contexto. Nesse sentido, com base em trechos do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado , a forma verbal foi está no pretérito perfeito do indicativo e expressa, no contexto, uma ação pontual já concluída.

II. Em enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar , a forma verbal aguardava está no pretérito imperfeito do indicativo e sugere uma ação em curso no passado, ao passo que saberia está no futuro do pretérito do indicativo.

III. Em Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas , a forma verbal pudesse está no pretérito imperfeito do subjuntivo, empregado em contexto de hipótese ou atenuação enunciativa.

IV. Em nem tudo precisa caber nas categorias que criamos , a forma verbal precisa está no presente do subjuntivo, exprimindo possibilidade incerta no momento da enunciação. Estão CORRETAS:

A I, I, III e IV.
B Apenas II e IV.
C Apenas I, II e III.
D Apenas I, III e IV