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Considere a publicação Atendimento educacional especializado : deficiência física. MEC, (2007) de autoria de Schirmer, Browning; Bersch e Machado para responder à questão.

Schirmer et al. explicam que há vários sistemas de símbolos gráficos que são conhecidos internacionalmente e utilizados para a confecção de pranchas e cartões de comunicação, dentre eles: o Blissymbolics , o Pictogram Ideogram Communication Symbols (PIC) e o Picture Communication Symbols (PCS). O sistema PCS (Símbolos de Comunicação Pictórica) foi idealizado em 1980 e

A trata-se de um sistema fechado que não se adapta a questões regionais, culturais e pessoais do usuário.
B é um sistema basicamente pictográfico, motivo pelo qual não beneficia indivíduos de qualquer idade.
C é pouco utilizado por indivíduos que apresentam dificuldades em compreender representações mais abstratas.
D é um sistema composto por poucos símbolos, por isso não representa uma grande variedade de vocabulário.
E possui símbolos característicos e próprios da história e cultura nacional, sendo o sistema simbólico mais utilizado no Brasil.
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Considere a publicação Atendimento educacional especializado : deficiência física. MEC, (2007) de autoria de Schirmer, Browning; Bersch e Machado para responder à questão.

As autoras Schirmer et al. apresentam as pranchas de comunicação. Segundo o descrito por elas, é correto afirmar:

A A prancha de comunicação apresenta uma desvantagem para o usuário, a de expor vários símbolos ao mesmo tempo.
B A prancha personalizada (de comunicação pessoal) deve ser utilizada por múltiplos usuários de comunicação aumentativa e alternativa.
C O vocabulário de símbolos, constante da prancha, deverá ser escolhido de acordo com as necessidades comunicativas de seu usuário.
D Ela é elaborada de acordo com o tamanho e o formato já pré-estabelecidos e, na sua confecção, são utilizados determinados materiais.
E Os símbolos da prancha de comunicação constituem-se sempre de desenhos estilizados em branco sobre um fundo preto.

Em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein , Danilo Marcondes aborda o período crítico de Kant: “na relação de conhecimento, não é o sujeito que se orienta pelo objeto (o real), como quis a tradição, mas o objeto que é determinado pelo sujeito. A Crítica da razão pura visa, assim, investigar as condições de possibilidade do conhecimento”. Segundo a perspectiva apresentada no excerto, as condições de possibilidade do conhecimento estão associadas à

A rejeição de qualquer relação entre o sujeito e o objeto no processo de conhecimento.
B investigação das contribuições recíprocas de sujeito e objeto na constituição do conhecimento.
C ideia de que o sujeito se adapta às estruturas da realidade externa para produzir conhecimento.
D noção de que o conhecimento é construído exclusivamente com base em intuições sensíveis.
E renúncia completa da distinção entre fenômenos e números na construção da experiência.

Em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré- -socráticos a Wittgenstein , Danilo Marcondes discute diferentes teorias metafísicas da Antiguidade. Dentre elas, o contraste entre Aristóteles e Platão. Nas palavras do autor: “Aristóteles, ao contrário de Platão, valoriza os sentidos e sua contribuição para o desenvolvimento do conhecimento. Enquanto Platão considerava os sentidos pouco confiáveis, proporcionando apenas uma ‘visão de sombras’, Aristóteles os vê como pontos de partida do processo de conhecimento e indispensáveis para esse processo”. No excerto, a diferença entre teoria metafísica apresentada e a platônica diz respeito à

A rejeição da investigação sobre as causas fundamentais da existência.
B ideia de que a essência das coisas é inacessível ao entendimento humano.
C negação da existência de formas separadas do mundo sensível.
D visão de que a realidade carece de qualquer fundamento universal.
E valorização da tese inatista na composição das substâncias.

Alberto Cupani, quando discute a filosofia da tecnologia de Borgmann, em seu texto A tecnologia como problema filosófico: três enfoques , destaca que: “Para Borgmann, ‘tecnologia’ não designa uma forma de técnica, mais evoluída e potente graças à sua associação com a ciência […], mas um modo de vida próprio da Modernidade. A tecnologia é o modo tipicamente moderno de o homem lidar com o mundo, um ‘paradigma’ ou ‘padrão’ caraterístico e limitador da existência, intrínseco à vida quotidiana. Tão intrínseco que ele passa, por isso mesmo, despercebido”. A abordagem da filosofia da tecnologia mencionada, no excerto, considera como característica central da tecnologia

A a estrutura econômica da modernidade.
B a racionalidade técnica como ação racional.
C o desenho e planificação de artefatos.
D a ubiquidade dos dispositivos tecnológicos.
E a ambivalência social e técnica.

Sobre a relação entre Platão e Sócrates, Danilo Marcondes, em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein , afirma: “A crítica de Platão a Sócrates diz respeito […] à concepção de filosofia como método de análise, que […] seria […] insuficiente para caracterizá-la. Seu principal argumento era que um método necessita, para a sua aplicação correta e eficaz, de um fundamento teórico que estabeleça exatamente os critérios segundo os quais o método é aplicado de forma correta e eficaz. […] É esse o papel da famosa teoria platônica das ideias ou das formas, que pode ser considerada o início da metafísica clássica”. Segundo Marcondes, a principal função da Teoria das Ideias de Platão é

A descartar o método dialético por um sistema metafísico.
B estabelecer parâmetros para validar definições e conceitos.
C rejeitar a necessidade de um método de análise.
D refutar a influência de Sócrates sobre sua filosofia.
E propor uma visão materialista do conhecimento humano.

Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote, em seu texto Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no ensino médio: o que dizem as pesquisas? , ressaltam que: “todos os recursos digitais adotados nas práticas pedagógicas contribuem para o ensino de Filosofia. A depender do recurso utilizado […], eles permitem: (i) ilustrar conceitos e teoria filosóficas de modo mais concretos; (ii) estimular a reflexão filosófica e crítica; (iii) desenvolver habilidades críticas; (iv) estimular o debate e diálogo; (v) compartilhar ideias e opiniões sobre temas filosóficos”. Segundo os autores, os recursos mencionados no ensino de Filosofia refletem suas potencialidades ao

A democratizar o acesso a conteúdos filosóficos.
B substituir as práticas pedagógicas presenciais.
C limitar-se à sua função de suporte para práticas tradicionais.
D complementar o ensino, mas sem promover reflexões interativas.
E depender exclusivamente da formação tecnológica dos professores.

Danilo Marcondes explica, em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein , um ponto fundamental do pensamento dos filósofos pré-socráticos: “A característica central da explicação da natureza pelos primeiros filósofos é […] o apelo à noção de causalidade. O estabelecimento de uma conexão causal entre determinados fenômenos naturais constitui assim a forma básica da explicação científica. […] A explicação causal possui, entretanto, um caráter regressivo. Ou seja, explicamos sempre uma coisa por outra e há assim a possibilidade de se ir […] até o infinito. […] Surge a necessidade de se estabelecer uma causa primeira […] que sirva de ponto de partida para todo o processo racional”. Entre os filósofos pré-socráticos, Demócrito concebia como princípio explicativo mencionado

A o fogo.
B a água.
C o apeíron.
D o átomo.
E o ar.

Em seu texto Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no ensino médio: o que dizem as pesquisas? , Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote argumentam que: “O ensino de filosofia é fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico, da reflexão ética e da compreensão da complexidade do mundo. A filosofia pode ajudar os estudantes a pensar de forma autônoma, a questionar seus preconceitos e a compreender as diferentes perspectivas sobre os problemas da vida. E, para dinamizar essas possibilidades, há pesquisas que recorrem aos recursos digitais provenientes da cultura digital”. Com base no texto, recorrer aos recursos indicados é relevante para o ensino de filosofia, pois

A os recursos digitais tornam a compreensão da filosofia imediata.
B a sociedade exige o desenvolvimento de uma educação digital.
C o pensamento crítico depende do suporte de ferramentas digitais.
D a cultura digital redefine as relações sociais e educacionais.
E os docentes têm sua função pedagógica reduzida pelas tecnologias.

Segundo Koudela

( 2015 ), no que diz respeito aos adereços, no teatro oriental o ator traz nas costas várias bandeiras que representam uma certa quantidade de homens de um exército. Quando em cena a personagem perde uma batalha, uma bandeira é retirada, simbolizando que um número de soldados foi abatido. Essa prática se dá no teatro

A japonês.
B coreano.
C tailandês.
D chinês.
E indiano.