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Avaliar o desempenho das organizações é algo muito importante. Todas as organizações são sistemas de recursos que perseguem objetivos. Sendo assim, o desempenho de uma organização pode ser avaliado pela medida em que os objetivos são realizados. Assinale a alternativa que apresenta o nome que se dá ao realizar tarefas de maneira correta, sem erros sem atrasos, de maneira inteligente, com o mínimo de esforço e o maior aproveitamento dos recursos disponíveis.

A Eficácia
B Efetividade
C Competitividade
D Eficiência
E Produtividade

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Sobre esse assunto, analise as afirmativas abaixo:

I. A motivação para o trabalho é resultante de uma interação complexa entre os motivos internos das pessoas e os estímulos da situação ou ambiente.

II. São exemplos de motivos internos: necessidade, interesse e recompensa.

III. São exemplos de motivos externos: valores, incentivos e punições. Assinale a alternativa correta.

A Apenas a afirmativa I está correta
B Apenas a afirmativa II está correta
C Apenas a afirmativa III está correta
D As afirmativas I, II e III estão corretas
E Apenas as afirmativas II e III estão corretas

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Sobre esse assunto, analise as afirmativas abaixo:

I. A motivação para o trabalho é resultante de uma interação complexa entre os motivos internos das pessoas e os estímulos da situação ou ambiente.

II. São exemplos de motivos internos: necessidade, interesse e recompensa.

III. São exemplos de motivos externos: valores, incentivos e punições. Assinale a alternativa correta.

A Apenas a afirmativa I está correta
B Apenas a afirmativa II está correta
C Apenas a afirmativa III está correta
D As afirmativas I, II e III estão corretas
E Apenas as afirmativas II e III estão corretas

Para responder a questão, considere o texto abaixo. A roda dos não ausentes O nada e o não, ausência alguma, borda em mim o empecilho. Há tempos treino o equilíbrio sobre esse alquebrado corpo, e, se inteira fui, cada pedaço que guardo de mim tem na memória o anelar de outros pedaços. E da história que me resta estilhaçados sons esculpem partes de uma música inteira. Traço então a nossa roda gira-gira em que os de ontem, os de hoje, e os de amanhã se reconhecem nos pedaços uns dos outros. Inteiros. (EVARISTO, Conceição. Poemas da Recordação e outros movimentos. Rio de Janeiro: Malê, 2017, p. 12) No verso “ Há tempos treino / o equilíbrio sobre” (v.4/v.5), destacam-se dois verbos. Ao analisá-los com atenção, é correto afirmar que:

A O verbo “há” é impessoal e poderia ser substituído por “existir”.
B “treino” está no singular, concordando com um substantivo “equilíbrio”.
C “há” está flexionado na primeira pessoa do singular, assim como “treino”.
D O verbo “treino” concorda com um sujeito que não está explícito no verso.
E O verbo “há” poderia, facultativamente, concordar com o substantivo “tempos”.

A figura do gestor é essencial em uma empresa. Sobre o papel do gestor, analise as afirmativas abaixo:

I. O gestor deve ter poder de decisão adequado às responsabilidades do cargo.

II. O gestor deve ter estímulos compatíveis e recompensadores tendo em vista os desafios da sua atividade.

III. O gestor deve ter informações disponíveis para a tomada de decisões, em termos de quantidade, qualidade e rapidez. Assinale a alternativa correta.

A Todas as alternativas estão corretas
B Apenas as afirmativas II e III estão corretas
C Apenas a afirmativa I está correta
D Apenas a afirmativa II está correta
E Apenas a afirmativa III está correta

Para responder a questão, leia o fragmento do texto abaixo do romance A Metamorfose , de Franz Kafka. Aqueles foram bons tempos, mas que não se repetiram – ao menos, não com a mesma intensidade –, embora, de toda forma, Gregor ganhasse o suficiente para arcar sozinho com as necessidades domésticas. À medida que tudo isso foi se tornando costumeiro, a surpresa e a alegria inicial arrefeceram e, assim, Gregor entregava o dinheiro com prazer espontâneo e a família, de bom grado, recebia. Apenas a irmã permanecia mais próxima e afetuosa e, como ela, ao contrário de Gregor, era amante da música e sabia tocar violino com muita graça, ele tinha planos de enviá-la para o Conservatório no ano seguinte, sem importar-se com os gastos extras que isso acarretaria. Em conversas com a irmã, nos curtos períodos em que ficava sem viajar, sempre mencionava o projeto (que ela considerava lindo, mas impossível de se concretizar), enquanto os pais demonstravam não aprovar nem um pouco a ideia. Contudo, Gregor pensava muito seriamente nisso e pretendia anunciá-lo solenemente na noite de Natal. Todos esses pensamentos, agora inúteis, fervilhavam em sua cabeça, enquanto ele escutava as conversas, colado à porta. De vez em quando o cansaço obrigava-o a desligar-se, apoiando pesadamente a cabeça na porta, mas logo recuperava a prontidão, pois sabia que qualquer ruído era ouvido na sala e fazia com que todos se calassem. “Novamente aprontando alguma coisa”, dizia o pai instantes depois, certamente olhando para a porta. Passado algum tempo, eles continuavam a trocar palavras entre si. Na conversa sobre as finanças da família, o pai redundava nas explicações – seja porque há tempos não se ocupava disso, seja porque a mãe tinha dificuldades para entender –, e Gregor, com satisfação, tomou conhecimento de que, a despeito da desgraça que haviam sofrido, restava-lhes algum capital, que, se não era muito, ao menos tinha crescido nos últimos anos por conta dos rendimentos de juros acumulados. Além disso, o dinheiro que Gregor entregava (retinha apenas uma pequeníssima parte) não era gasto integralmente, e pouco a pouco ampliava o montante economizado. De onde estava, ele aprovou, com a cabeça, o procedimento, contente com a inesperada provisão feita pelo pai. Era verdade que aquele dinheiro poderia ter paulatinamente saldado a dívida que o pai tinha com seu patrão, livrando-o daquele constrangimento. Não obstante, ele julgou que pai havia procedido corretamente. (KAFKA, Franz. A Metamorfose. Trad. Lourival Holt Albuquerque. São Paulo: Abril, 2010, p.40-41) No segundo parágrafo, a construção “agora inúteis” intercala a oração em que está inserida apresentando ao leitor, de forma abrupta, uma informação. A escolha dessa construção por parte do autor enfatiza a:

A recorrência de uma situação.
B perenidade de uma condição.
C mudança de um estado ou situação.
D ambiguidade da experiência reiterada.
E causa de um problema descrito.

Acerca da prescrição da ação penal e as disposições da Lei nº 8.112/1990, analise as afirmativas abaixo e dê valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A ação disciplinar prescreverá em 8 (oito) anos, quanto às infrações puníveis com demissão.

( ) A ação disciplinar prescreverá em 180 (cento e oitenta) dias, quanto às infrações puníveis com advertência.

( ) A ação disciplinar prescreverá em 2 (dois) anos, quando às infrações puníveis com suspensão. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

A V, F, V
B V, V, F
C F, V, V
D F, F, V
E F, V, F

Para responder a questão, leia o fragmento do texto abaixo do romance A Metamorfose , de Franz Kafka. Aqueles foram bons tempos, mas que não se repetiram - ao menos, não com a mesma intensidade -, embora, de toda forma, Gregor ganhasse o suficiente para arcar sozinho com as necessidades domésticas. À medida que tudo isso foi se tornando costumeiro, a surpresa e a alegria inicial arrefeceram e, assim, Gregor entregava o dinheiro com prazer espontâneo e a família, de bom grado, recebia. Apenas a irmã permanecia mais próxima e afetuosa e, como ela, ao contrário de Gregor, era amante da música e sabia tocar violino com muita graça, ele tinha planos de enviá-la para o Conservatório no ano seguinte, sem importar-se com os gastos extras que isso acarretaria. Em conversas com a irmã, nos curtos períodos em que ficava sem viajar, sempre mencionava o projeto (que ela considerava lindo, mas impossível de se concretizar), enquanto os pais demonstravam não aprovar nem um pouco a ideia. Contudo, Gregor pensava muito seriamente nisso e pretendia anunciá-lo solenemente na noite de Natal. Todos esses pensamentos, agora inúteis, fervilhavam em sua cabeça, enquanto ele escutava as conversas, colado à porta. De vez em quando o cansaço obrigava-o a desligar-se, apoiando pesadamente a cabeça na porta, mas logo recuperava a prontidão, pois sabia que qualquer ruído era ouvido na sala e fazia com que todos se calassem. “Novamente aprontando alguma coisa”, dizia o pai instantes depois, certamente olhando para a porta. Passado algum tempo, eles continuavam a trocar palavras entre si. Na conversa sobre as finanças da família, o pai redundava nas explicações - seja porque há tempos não se ocupava disso, seja porque a mãe tinha dificuldades para entender -, e Gregor, com satisfação, tomou conhecimento de que, a despeito da desgraça que haviam sofrido, restava-lhes algum capital, que, se não era muito, ao menos tinha crescido nos últimos anos por conta dos rendimentos de juros acumulados. Além disso, o dinheiro que Gregor entregava (retinha apenas uma pequeníssima parte) não era gasto integralmente, e pouco a pouco ampliava o montante economizado. De onde estava, ele aprovou, com a cabeça, o procedimento, contente com a inesperada provisão feita pelo pai. Era verdade que aquele dinheiro poderia ter paulatinamente saldado a dívida que o pai tinha com seu patrão, livrando-o daquele constrangimento. Não obstante, ele julgou que pai havia procedido corretamente. (KAFKA, Franz. A Metamorfose. Trad. Lourival Holt Albuquerque. São Paulo: Abril, 2010, p.40-41) No final do primeiro parágrafo, nota-se o emprego recorrente de um tempo verbal. Seu uso, nesse trecho, remete a ações:

A futuras que seriam realizadas com certeza.
B pontuais ocorridas em um momento passado.
C situadas no momento da enunciação da narrativa.
D habituais, recorrentes em um momento do passado.
E marcadas por um tom imperativo do enunciador.

Sobre Administração, analise as afirmativas abaixo:

I. Administração é processo porque tem o significado de norte, de caminho a ser percorrido e buscar um resultado comum.

II. Administração é solução de problemas porque é uma atividade contínua.

III. Administração é coordenação porque o administrador é como um maestro e precisa reger a empresa. Assinale a alternativa correta.

A As afirmativas I, II e III estão corretas
B Apenas as afirmativas I e III estão corretas
C Apenas a afirmativa I está correta
D Apenas a afirmativa II está correta
E Apenas a afirmativa III está correta

Para responder a questão, considere o texto abaixo. A roda dos não ausentes O nada e o não, ausência alguma, borda em mim o empecilho. Há tempos treino o equilíbrio sobre esse alquebrado corpo, e, se inteira fui, cada pedaço que guardo de mim tem na memória o anelar de outros pedaços. E da história que me resta estilhaçados sons esculpem partes de uma música inteira. Traço então a nossa roda gira-gira em que os de ontem, os de hoje, e os de amanhã se reconhecem nos pedaços uns dos outros. Inteiros. (EVARISTO, Conceição. Poemas da Recordação e outros movimentos. Rio de Janeiro: Malê, 2017, p. 12) No verso “ Há tempos treino / o equilíbrio sobre” (v.4/v.5), destacam-se dois verbos. Ao analisá-los com atenção, é correto afirmar que:

A O verbo ?há? é impessoal e poderia ser substituído por ?existir?.
B ?treino? está no singular, concordando com um substantivo ?equilíbrio?.
C ?há? está flexionado na primeira pessoa do singular, assim como ?treino?.
D O verbo ?treino? concorda com um sujeito que não está explícito no verso.
E O verbo ?há? poderia, facultativamente, concordar com o substantivo ?tempos?.