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Um órgão que lida com muitos documentos sigilosos sinalizou para sua equipe de Tecnologia da Informação (TI) sua preocupação quanto a uma invasão cibernética e roubo desses documentos. Para incrementar a segurança da rede desse órgão, a equipe de TI instalou um equipamento capaz de verificar as conexões TCP em andamento antes de permitir a passagem de um determinado pacote. O equipamento instalado pela equipe de TI utiliza recursos de:

A IDS ( Intrusion Detection System );
B gateway VPN;
C gateway de aplicação;
D filtro de pacotes tradicionais;
E filtro de estado.

As interfaces dos equipamentos de uma rede local podem atuar com diferentes velocidades de transmissão. Contudo, se o emissor transmitir em velocidade muito superior à do receptor poderá sobrecarregar o buffer do receptor. Para controle de fluxo, no padrão Ethernet é implementado o mecanismo de quadros:

A STOP;
B REDUCING;
C PAUSE;
D JUMBO;
E RUNT.

Os analistas de Tecnologia da Informação de uma instituição estão planejando modernizar o Centro de Dados da organização. Para isso, estão avaliando os indicadores de disponibilidade de sistemas e componentes, pois os indicadores são importantes para cálculos de desempenho e planejamento da manutenção. Um dos componentes em avaliação possui o tempo médio de operação sem falhas de 500 horas e o tempo médio de reparo é de 5 horas. Com base nessas informações, é correto afirmar que:

A o MTTF é de 5 horas;
B o MTBF é de 100 horas;
C o MTBF é de 500 horas;
D a disponibilidade do componente é de 90%;
E a disponibilidade do componente é de 95%.

O órgão XPTO do Poder Judiciário está implementando tecnologia em nuvem para prover serviços para outros órgãos. Os serviços ofertados consistirão em um ambiente no qual os clientes receberão máquinas virtuais, com suas áreas de armazenamento definidas ( storage ) e as interfaces de rede de acordo com os ambientes (produtivos ou não produtivos), nas quais poderão instalar os sistemas operacionais e suas aplicações para disponibilizarem serviços para seus clientes. De acordo com a NIST SP 800-145, o modelo de serviço de nuvem implementado pelo órgão XPTO é o:

A infrastructure as a service;
B on-demand self-service;
C software as a service;
D platform as a service;
E measured service.

O Centro de Dados (CD) de um órgão público passou por algumas reformas e recebeu o acréscimo de alguns itens à sua infraestrutura para aumentar sua resiliência. Atualmente o CD possui geradores com tanques de combustível externos para reabastecimento, nobreaks e aparelhos de refrigeração redundantes. Apesar dessas redundâncias, os serviços do CD ficam indisponíveis quando há interrupções não planejadas ou falhas graves em seu único sistema de distribuição elétrica. De acordo com os níveis de classificação Tier do Uptime Institute, o CD do órgão público está classificado no tier:

A 0;
B I;
C II;
D III;
E IV.

A equipe de virtualização de um órgão público administra um cluster VMware composto por 6 hosts esx. Nesse cluster há um sistema de missão crítica que requer alto índice de disponibilidade. Para assegurar a disponibilidade desse sistema, a equipe de virtualização criou 2 máquinas virtuais idênticas e configurou-as para estarem sempre hospedadas em hosts esx diferentes. O recurso que assegura a configuração aplicada nas máquinas virtuais é o:

A vCenter high availability;
B fault tolerance;
C cluster DRS;
D distributed power management;
E vMotion .

A equipe de banco de dados (BD) necessita implementar em sua infraestrutura própria um cluster de BD com 3 nós (3 servidores físicos), os quais irão compartilhar os mesmos discos, que deverão ser apresentados para os 3 nós como raw devices para criação da base de dados. O protocolo utilizado deverá ser o Fibre Channel (FC) e será utilizado um switch com suporte ao FC para permitir que os nós acessem os discos a eles apresentados. A arquitetura de armazenamento que deve ser utilizada para atender os requisitos de armazenamento para o cluster de BD é o:

A RAID 1;
B DAS;
C NAS;
D RAID 6;
E SAN.

A Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (ENTIC-JUD) visa ao incremento da governança, da gestão e da colaboração tecnológica no âmbito do Poder Judiciário, com o objetivo de maximizar os resultados com otimização de recursos, pautados em eficiência, eficácia, efetividade e economicidade dos órgãos. A fim de cumprir o objetivo da ENTIC-JUD, todos os órgãos do Poder Judiciário devem constituir um Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação multidisciplinar. Uma das atribuições desse comitê, de acordo com a Resolução CNJ nº 370/2021, é:

A acompanhar o andamento das iniciativas estratégicas bem como seus desdobramentos;
B estabelecer plano de ação para iniciativas de curta duração ou escopo simplificado;
C monitorar a execução orçamentária e financeira de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC);
D aprovar planos táticos e operacionais junto à alta administração, disseminando a importância da área de TIC nos tribunais;
E promover ações de transparência, responsabilidade e prestação de conta, possibilitando um maior controle e acompanhamento da governança para convergência dos interesses entre Poder Judiciário e a sociedade.

Segundo o ITIL versão 4, a prática que define metas claras e baseadas no negócio para o desempenho dos serviços, permitindo que a entrega de um serviço seja devidamente avaliada, monitorada e gerenciada com relação a essas metas, é o gerenciamento de:

A capacidade de serviço;
B configuração de serviço;
C continuidade de serviço;
D desempenho de serviço;
E nível de serviço.

O analista José gerencia o servidor LServer que executa RHEL ( Red Hat Enterprise Linux ). O servidor LServer possui o sistema de controle de acesso nativo do RHEL, o SELinux ( Security-Enhanced Linux ), habilitado no modo Enforcing. José precisa mapear o usuário local user10 do LServer para um dos usuários SELinux nativos do RHEL de forma que o SELinux restrinja os direitos de acesso do user10 ao mínimo necessário. O user10 prescinde de qualquer acesso como superusuário, mas necessita efetuar login no ambiente gráfico. O acesso à rede do user10 se dá apenas com o uso de navegadores web. Portanto, José deve mapear user10 para o usuário SELinux:

A user_u;
B staff_u;
C sysadm_u;
D system_u;
E xguest_u.