Atenção : Para responder às questões de números 9 a 15, baseie-se no texto abaixo.
De Rubem Braga para Vinícius de Moraes
Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinícius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:
- Vou ficando por aqui mais um pouco...
Esse “vou ficando” resume a contingência de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se eterno fosse. Esse “vou ficando” soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.
Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não tem cura. Esse “vou ficando” soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.
Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizer a todos os parentes e amigos que já partiram:
— Vou ficando mais um pouco...
Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscrição de um vivo, essa penitência de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.
(Almeida Tibiriçá, a editar)
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Considerando-se o sentido do contexto, ocorre expressivo emprego de linguagem figurada na seguinte construção:
Um Técnico está processando grandes volumes de dados e precisa verificar se há valores duplicados em uma coleção de milhares de elementos. A ordem dos elementos não é importante, mas o processamento precisa ser o mais eficiente possível para identificar e eliminar quaisquer duplicatas. A estrutura de dados que deve ser usada em Python, nesse caso, é
No ambiente Windows Server 2019, instalado e funcionando em condições ideais, um Técnico ficou encarregado de atribuir privilégio mínimo, que restringe os direitos de acesso apenas ao que é necessário para a execução de uma tarefa ou função de trabalho especifica. Para iniciar a tarefa, ele procurou determinar quais entidades de segurança (usuários e grupos) pertencem a grupos administrativos. No AD DS ( Active Directory Domain Services ), há vários grupos administrativos confidenciais, quais sejam, Grupo de segurança
I. global que reside na pasta Usuários de cada domínio em sua fioresta AD DS. Os membros podem executar todas as tarefas administrativas em qualquer domínio local.
II. do domínio local que reside na pasta BUILTIN em AD DS. O grupo local também existe em todos os computadores em sua floresta AD DS. Eles têm acesso completo e irrestrito ao domínio ou computador.
III. universal que reside na pasta Usuários do domínio raiz da floresta. Os membros podem modificar as propriedades do esquema d AD DS. As alterações de esquema não são frequentes, mas têm um efeito muito significativo.
IV. universal que reside na pasta Usuários do domínio raiz da floresta AD DS. Os membros podem executar todas as tarefas administrativas em qualquer lugar da floresta. Há algumas tarefas de gerenciamento que exigem associação a este grupo.
Os grupos administrativos de I a IV são, correta e respectivamente:
Considere a seguinte situação hipotética: Poseidon, servidor público federal há dez anos, nunca sofreu qualquer penalidade disciplinar. No entanto, em 5 de setembro de 2024, retirou, sem prévia anuência da autoridade competente, documento da repartição pública em que exerce suas funções. Nos termos da Lei nº 8.112/1990, a conduta de Poseidon
Considere:
I. Obedecerá aos princípios da legalidade, da eficiência e da transparência, com utilização, sempre que necessário, da simplificação do procedimento e da concentração das instâncias decisórias.
II. Pode ser aplicada a todos os processos administrativos, desde que haja relevância quanto à matéria e discordância que prejudique a celeridade do processo administrativo decisório.
III. É considerada a instância de natureza interinstitucional ou intersetorial que atua de forma compartilhada mediante participação concomitante de todas as autoridades e agentes decisórios, não havendo, entretanto, a participação dos responsáveis pela instrução técnico-jurídica.
De acordo com a Lei nº 9.784/1999, especificamente no que diz respeito à decisão coordenada, está correto o que consta em
A participação de um servidor público na fase interna da licitação, como, por exemplo, na elaboração do edital do certame, bem como na condução da licitação, atuando como membro da comissão de licitação, viola um dos princípios das licitações públicas previsto na Lei nº 14.133/2021. Trata-se do princípio da
Texto associado
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De Rubem Braga para Vinícius de Moraes
Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinícius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:
- Vou ficando por aqui mais um pouco...
Esse “vou ficando” resume a contingência de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se eterno fosse. Esse “vou ficando” soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.
Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não tem cura. Esse “vou ficando” soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.
Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizer a todos os parentes e amigos que já partiram:
— Vou ficando mais um pouco...
Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscrição de um vivo, essa penitência de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.
(Almeida Tibiriçá, a editar)
De Rubem Braga para Vinícius de Moraes
Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinícius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:
- Vou ficando por aqui mais um pouco...
Esse “vou ficando” resume a contingência de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se eterno fosse. Esse “vou ficando” soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.
Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não tem cura. Esse “vou ficando” soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.
Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizer a todos os parentes e amigos que já partiram:
— Vou ficando mais um pouco...
Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscrição de um vivo, essa penitência de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.
(Almeida Tibiriçá, a editar)