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Na ampola de Rx, o polo positivo e o polo negativo, são chamados, respectivamente, de

A anodo e catodo.
B catodo e anodo.
C anodo fixo e anodo giratório.
D catodo e o filamento de tungstênio.
E filamento de tungstênio e catodo.

Considere as colunas abaixo.

1.
Osso longo
2.
Osso curto
3.
Osso irregular
4.
Osso plano
5.
Osso pneumático

a.
Morfologia complexa que não encontra correspondência em formas geométricas conhecidas.
b.
Comprimento e largura equivalentes predominando sobre a espessura.
c.
Apresenta uma ou mais cavidades, de volume variável, revestidas de mucosa e contendo ar.
d.
Equivalência nas três dimensões.
e.
Comprimento maior que largura e espessura.

A correta correlação entre as duas colunas se encontra em

A 1-a; 2-b; 3-d; 4-c; 5-e.
B 1-e; 2-d; 3-a; 4-b; 5-c.
C 1-c; 2-a; 3-b; 4-e; 5-d.
D 1-b; 2-e; 3-c; 4-a; 5-d.
E 1-e; 2-a; 3-d; 4-b; 5-c.

Em relação à radioterapia,

A a braquiterapia é utilizada para terapias a longa distância.
B o tecnécio 99-m é a fonte radioativa utilizada nas teleterapias por feixe externo.
C os tipos de radiação rotineiramente utilizados para os tratamentos com radioterapia são os fótons, raios gama e elétrons.
D o cobalto 60 é uma onda radioativa que emite raios alfa e beta.
E nos aceleradores lineares de uso médico são produzidos feixes de raios gama.

O gestor do SUS em cada ente da Federação, conforme estabelece a Lei n o 141/2012, deve prestar contas dos recursos públicos ao respectivo Conselho de Saúde e à Casa Legislativa compatível, respeitando-se a periodicidade

A quinzenal.
B semestral.
C bimestral.
D anual.
E quadrimestral.

Em relação aos fatores de exposição,

A a kilovoltagem (Kv) é um fator de controle secundário do contraste na imagem.
B a miliamperagem (mA) controla a quantidade ou número de Rx produzidos na ampola.
C baixo contraste está relacionado a uma escala curta de contraste na imagem.
D alto contraste está relacionado a uma escala longa de contraste na imagem.
E o responsável por controlar a energia ou poder de penetração do feixe primário é a miliamperagem (mA).

A publicação do documento intitulado Pacto pela Saúde, regulamentado pela Portaria GM/MS n o 399, de 22 de fevereiro de 2006, e pela Portaria GM/MS n o 699, de 30 de março de 2006, definiu modalidades de transferência dos recursos federais aos estados e municípios, dentre as quais:

A custeio e investimento.
B atenção básica, atenção de média e alta complexidades, vigilância em saúde, assistência farmacêutica e gestão.
C piso da atenção básica, teto financeiro para média e alta complexidade, e vigilância sanitária.
D fundo de ações estratégicas e compensação, piso da atenção básica e custeio.
E incentivo de valorização dos resultados, teto financeiro anual da assistência ambulatorial e hospitalar de média e alta complexidade, e piso da atenção básica.

De acordo com a Lei Orgânica da Saúde, Lei n o 8.080/1990, são critérios referentes à distribuição de recursos:

A previsão quinquenal de investimentos da rede; ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo; número de equipes da Estratégia de Saúde da Família.
B perfil epidemiológico da população a ser coberta; características socioeconômicas; níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais.
C dimensão espacial; capacidade de oferta de ações e de serviços de saúde; previsão quinquenal de investimentos da rede.
D perfil epidemiológico da população a ser coberta; características quantitativas e qualitativas da rede de saúde; desempenho técnico, econômico e financeiro.
E dimensões demográfica, socioeconômica e espacial.

Segundo a portaria 453, para cada setor de radiologia diagnóstica ou intervencionista desenvolvido em um estabelecimento, o titular deve designar um médico, ou um odontólogo, em se tratando de radiologia odontológica, para responder pelos procedimentos radiológicos no âmbito do serviço, denominado responsável técnico (RT). Sobre isso,

A cada RT pode ter somente um substituto para o caso de seu impedimento ou ausência.
B o RT deve estar adequadamente capacitado para as responsabilidades que lhe competem, mesmo se não possuir certificação de qualificação.
C o RT pode responsabilizar-se por, no máximo, três serviços, desde que haja compatibilidade operacional de horários.
D o titular do serviço, que é também RT, deve assumir as responsabilidades de ambos.
E não é permitido ao RT assumir também as funções de SPR (supervisor de proteção radiológica).

Para identificação de lesões ou corpos estranhos, obtém-se um mínimo de duas incidências a

A 50º entre si ou ângulos mais possíveis do reto.
B 90º entre si ou ângulos mais distantes do reto.
C 90º entre si ou ângulos mais possíveis do reto.
D 50º entre si ou ângulos mais distantes do reto.
E 45º entre si ou ângulos mais possíveis do reto.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 4 a 10, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

O conteúdo do texto está organizado nos três parágrafos na seguinte ordem:

A descrição das etapas da comunicação; exemplo de um tipo específico de comunicação; resumo do que foi exposto.
B definição de comunicação; apresentação de um ideal de comunicação intercultural; ilustração de desvio desse ideal.
C exposição do conceito de comunicação; comparação entre diferentes tipos de comunicação; retificação das ideias expostas anteriormente.
D explicação subjetiva de comunicação; introdução de uma definição contrária à explicação anterior; detalhamento de diferentes processos comunicativos.
E conceituação de comunicação segundo o senso comum; crítica a esse conceito; demonstração de um tipo de comunicação não convencional.