A Brazilian company has agreed to pay nearly $ 7 billion in compensation after a dam collapsed at one of its mines in Brazil two years ago, killing 270 people and causing huge damage to the local environment. The settlement with the Brazilian state of Minas Gerais, which was announced on Thursday, is the largest in the country’s history, according to local media.
The Court of Justice of Minas Gerais mediated the agreement, which will provide funds for affected communities, emergency aid and resources for urban mobility. In January 2019, a dam holding waste water from the company’s iron ore mine in the town of Brumadinho burst, burying the workers’ cafeteria and dozens of homes under a toxic wave of sludge. It also polluted local rivers.
Minas Gerais, a state whose name translates to “general mines”, is a mining hub in the southeast of Brazil. The 2019 disaster came after another mining dam in the state burst in November 2015, inundating the small village of Mariana and killing 19 people.
“Our company is committed to fully repair and compensate the damage caused by the tragedy in Brumadinho and to increasingly contribute to the improvement and development of the communities in which we operate,” the company’s CEO said in a statement.
In 2016, a mining company reached a deal with the Brazilian government to pay up to 24 billion reais ($ 6,2 billion) over the Mariana dam collapse.
The disasters, which left thousands of families in mourning, have renewed scrutiny of the company’s practices and of environmental regulations in Minas Gerais. The company involved in the Brumadinho disaster has said that since the latest breach two years ago, it has tried to work with “the impacted families, providing assistance to restore their dignity, well-being and livelihoods.”
“In addition to meeting the most immediate needs of the affected people and regions, it is also working to deliver projects that promote lasting change to recover communities and benefit the population effectively,” the company said in its statement.
Internet: < edition.cnn.com > (adapted).
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Texto associado
A figura seguinte ilustra a relação (sem escala) entre tensão e deformação de determinado material. O ponto P corresponde ao primeiro ponto na curva no qual essa relação não é linear.
A partir dessa figura, julgue os próximos itens.
A partir dessa figura, julgue os próximos itens.
O ponto P é denominado tensão de ruptura, e a inclinação da reta na faixa do regime elástico é denominada módulo de Young.
Texto associado
No que se refere às características geotécnicas dos rejeitos de mineração e aos ensaios utilizados para definição de suas propriedades, julgue os itens a seguir.
A liquefação está associada à ruptura de materiais geotécnicos com alta coesão, quando submetidos a carregamentos não drenados, havendo redução da tensão efetiva e, consequentemente, queda na resistência ao cisalhamento não drenado.
Texto associado
No que diz respeito aos direitos e às garantias fundamentais, bem como aos direitos do servidor público, assegurados na Constituição Federal de 1988, julgue os itens a seguir.
As ações de habeas corpus e habeas data são gratuitas apenas para os reconhecidamente pobres, na forma da lei.
Texto associado
Texto CB1A1-I
Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul.
No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas.
Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”.
Iran F. Machado e Silvia F. de M. Figueirôa. 500 anos de mineração no Brasil: breve histórico. Parte I. In:
Brasil Mineral. São Paulo, n.º 186, p. 44-47, ago./2000 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens a seguir.
Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul.
No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas.
Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”.
Iran F. Machado e Silvia F. de M. Figueirôa. 500 anos de mineração no Brasil: breve histórico. Parte I. In:
Brasil Mineral. São Paulo, n.º 186, p. 44-47, ago./2000 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens a seguir.
De acordo com o texto, no período colonial brasileiro, a extração de minérios consistiu em uma atividade tão lucrativa quanto a produção de açúcar e a extração de pau-brasil.
Texto associado
Acerca da classificação geomecânica dos maciços rochosos, julgue os itens a seguir.
A classificação RMR é composta pela análise de diversos parâmetros relativos ao maciço rochoso em estudo, sendo atribuída a cada um destes parâmetros uma nota. O somatório destas notas é o resultado da classificação geomecânica, conforme a qual, a classe V corresponde a um maciço de muito boa qualidade.
Texto associado
Considerando as barragens de terra com fundação impermeável e as características apresentadas nas figuras anteriores, julgue os itens a seguir.
Antes de traçar a rede de fluxo em uma seção anisotrópica, deve-se considerar uma seção transformada; sendo assim, caso o coeficiente de permeabilidade na direção horizontal corresponda ao dobro do coeficiente de permeabilidade na direção vertical, deve-se dividir a dimensão horizontal por um valor inferior a 2.
Texto associado
Julgue os itens seguintes, acerca de aspectos referentes aos métodos geofísicos aplicados à investigação geológica-geotécnica e ao monitoramento de barragens.
Em um projeto de estabilidade de talude com alto risco de danos a vidas humanas e alto risco de danos materiais e ambientais, deve ser adotado o fator de segurança mínimo admissível de 1,2.
Texto associado
Texto CB1A1-I
Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul.
No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas.
Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”.
Iran F. Machado e Silvia F. de M. Figueirôa. 500 anos de mineração no Brasil: breve histórico. Parte I. In:
Brasil Mineral. São Paulo, n.º 186, p. 44-47, ago./2000 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens a seguir.
Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul.
No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas.
Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”.
Iran F. Machado e Silvia F. de M. Figueirôa. 500 anos de mineração no Brasil: breve histórico. Parte I. In:
Brasil Mineral. São Paulo, n.º 186, p. 44-47, ago./2000 (com adaptações).
Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue os itens a seguir.
Segundo o texto, a mineração teve início no Brasil graças ao interesse de Pedro Álvares Cabral por essa atividade.
Texto associado
Uma abordagem utilizada para estimar o fluxo e as pressões hidráulicas em problemas de percolação é a utilização de redes de fluxo. Com relação a redes de fluxo, julgue os itens a seguir.