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Texto associado
Texto I Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re- vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol- vimento habitacional, econômico e turístico dos bair- ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo.

Em meados de 2007, quando se iniciou esse estudo so- bre o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária já passava por um rápido processo de ressignificação perante a cidade: nos imaginários construídos pelas diferentes mídias, não era mais associada apenas à prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa- velizadas”, despontando narrativas que positivavam alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios culturais”.

Dentro do amplo território portuário, os plane- jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe- lecimentos financeiros e comerciais.

GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro: FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

No Texto I, no trecho “concentrou diferentes projetos” (?. 3-4), o verbo concentrar apresenta a mesma regência do verbo destacado em:

A O cenário atual mostra um cenário bem diferente.
B Hoje, os bairros portuários do Rio parecem um cartão postal.
C Agora os comerciantes confiam nesse bairro.
D Nas lojas para turistas, sobressaem anéis e pulseiras.
E A Zona Portuária necessitava de muitas benfeitorias.

W é docente da UNIRIO e propõe a criação de entes que possam incrementar a atuação da Universidade. Havendo necessidade de incrementar e operacionalizar a consecução de sua missão, princípios e objetivos, a UNIRIO, nos termos do seu Estatuto, poderá criar

A Organizações Sociais
B Fundações de Apoio
C Parcerias privadas
D Órgãos descentralizados
E Institutos de Pesquisa
Texto associado
Texto II
Serviu suas famosas bebidas para Vinicius, Carybé e Pelé

Os pedaços de coco in natura são colocados no liquidificador e triturados. O líquido resultante é coado com uma peneira de palha e recolocado no aparelho, onde é batido com açúcar e leite condensado. Ao fim, adiciona-se aguardente.

A receita de Diolino Gomes Damasceno, ditada à Folha por seu filho Otaviano, parece trivial, mas a conhecida batida de coco resultante não é. Afinal, não é possível que uma bebida qualquer tenha encantado um time formado por Jorge Amado (diabético, tomava sem açúcar), Pierre Verger, Carybé, Mussum, João Ubaldo Ribeiro, Angela Rô Rô, Wando, Vinicius de Moraes e Pelé (tomava dentro do carro).

Baiano nascido em 1931 na cidade de Ipecaetá, interior do estado, Diolino abriu seu primeiro estabelecimento em 1968, no bairro do Rio Vermelho, reduto boêmio de Salvador. Localizado em uma garagem, ganhou o nome de MiniBar.

A batida de limão — feita com cachaça, suco de limão galego, mel de abelha de primeiríssima qualidade e açúcar refinado, segundo o escritor Ubaldo Marques Porto Filho — chamava a atenção dos homens, mas Diolino deu por falta das mulheres da época. É que elas não queriam ser vistas bebendo em público, e então arranjavam alguém para comprar as batidas e bebiam dentro do automóvel. Diolino bolou então o sistema de atendimento direto aos veículos, em que os garçons iam até os carros que apenas encostavam e saíam em disparada. A novidade alavancou a fama do bar. No auge, chegou a produzir 6.000 litros de batida por mês.

SETO, G. Folha de S.Paulo. Caderno “Cotidiano”. 17 maio 2019, p. B2. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do Texto II: “O líquido resultante é coado com uma peneira de palha e recolocado no aparelho, onde é batido com açúcar e leite condensado” (?. 2-4) Analisando-se valores contextuais do pronome relativo onde e do substantivo aparelho , conclui-se que ambos têm, entre si, o mesmo valor semântico, já que

A retomam a informação do substantivo líquido .
B confirmam o sentido do adjetivo coado .
C retomam o significado do substantivo liquidificador .
D preveem o emprego do substantivo açúcar .
E reiteram o valor do particípio batido.

Um sistema operacional permite que o usuário manipule vários tipos de arquivos e efetue operações que são realizadas sobre eles ou sobre seu conteúdo. Assim sendo, um arquivo do tipo

A bloco é utilizado para modelar impressoras, modems e outros dispositivos que aceitam ou dão como saída um fluxo de caracteres.
B binário, em geral, é usado nas operações de entrada e saída realizadas caractere a caractere de modo sequencial.
C socket faz referência a outro arquivo ou diretório em outra localização do sistema de arquivos.
D pipe é um canal de comunicação, ou um redirecionamento de dados entre dois processos.
E caractere é utilizado para definir e configurar discos rígidos e fitas magnéticas.
Texto associado
Texto III Beira-mar

Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva, frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-sistir ao chamado da noite.

Nas pedras do quebra-mar caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e toscas sandálias de dedo.

Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso. Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.

A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar. Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.

A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios. Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro, ainda fiel à boa técnica.

— Na nossa profissão vivemos sempre preocu-pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce das cotações, situação financeira de cada país mun-do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda dos colegas da financeira onde trabalha.

LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p. 101. Adaptado.

Em qual das alterações feitas em “ainda fiel à boa técnica” (?. 25 do Texto III) o emprego do acento de crase NÃO está de acordo com a norma-padrão?

A ainda fiel àquela técnica
B ainda fiel à toda técnica
C ainda fiel à sua técnica
D ainda fiel à velha técnica
E ainda fiel à técnica de sempre
Texto associado
Texto III Beira-mar

Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva, frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-sistir ao chamado da noite.

Nas pedras do quebra-mar caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e toscas sandálias de dedo.

Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso. Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.

A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar. Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.

A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios. Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro, ainda fiel à boa técnica.

— Na nossa profissão vivemos sempre preocu-pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce das cotações, situação financeira de cada país mun-do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda dos colegas da financeira onde trabalha.

LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p. 101. Adaptado.

A concordância estabelecida com o verbo destacado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:

A Os caniços de pesca pode ser comprado pela internet.
B Já não se fazem mais caniços de pesca como antigamente.
C Haviam muitos anos que eu não levava caniços de pesca para o quebra-mar.
D Bastava apenas dois caniços de pesca para Ricardo.
E O caniço dos pescadores eram os melhores da praia.

Uma das opções para manipular arquivos no Windows 8 é usar o mouse para arrastar e copiar ou mover pastas. Quando o mouse está na sua configuração normal (click com o botão esquerdo), para copiar um arquivo entre duas pastas no mesmo disco, sem apagá-lo na pasta original, é possível:

A arrastar o arquivo com o botão direito, soltá-lo na pasta destino e escolher a opção “Copiar aqui”.
B arrastar o arquivo com o botão esquerdo, soltá-lo na pasta destino e escolher a opção “Copiar aqui”.
C arrastar o arquivo com o botão esquerdo, apertando também a tecla Shift.
D arrastar o arquivo com o botão esquerdo, apertando também a tecla Alt.
E selecionar o arquivo, apertar Ctrl-X, clicar na pasta destino e teclar Ctrl-V.

Uma rede local foi configurada com um hub simples (que opera como um repetidor) com as interfaces 100BaseT operando em modo half-duplex. As informações apresentadas acima permitem afirmar que a topologia física, a topologia lógica, a taxa de transmissão utilizada e o meio de transmissão usado para ligar as estações ao hub são, respectivamente,

A barra, estrela, 10 Mbps, par trançado
B barra, estrela, 10 Gbps, fibra óptica
C estrela, barra, 10 Mbps, par trançado
D estrela, barra, 100 Mbps, cabo coaxial
E estrela, barra, 100 Mbps, par trançado
Texto associado
Texto III Beira-mar

Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva, frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-sistir ao chamado da noite.

Nas pedras do quebra-mar caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e toscas sandálias de dedo.

Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso. Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.

A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar. Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.

A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios. Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro, ainda fiel à boa técnica.

— Na nossa profissão vivemos sempre preocu-pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce das cotações, situação financeira de cada país mun-do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda dos colegas da financeira onde trabalha.

LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p. 101. Adaptado.

Assim como ocorre com a palavra quebra-mar (?. 5 do Texto III), emprega-se obrigatoriamente o hífen, de acordo com o sistema ortográfico vigente, em

A casa-comercial
B linha-de-passe
C peixe-espada
D pedra-fundamental
E sala-de-jantar