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Em um computador, existem tipos de memória que se perdem ao desligar ou reiniciar o computador e outras que se mantêm mesmo após o desligamento de energia. Assinale a alternativa que apresenta um dispositivo de armazenamento de memória volátil.

A Módulo de memória DIMM (Dual Inline Memory Module).
B Pen Drive 16GB.
C Fita DAT.
D Unidade SSD (Solid State Drive).

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 04/2010, a avaliação institucional:

( ) deve ser prevista no Projeto Político-Pedagógico e detalhada no plano de gestão.
( ) deve ser realizada semestralmente.
( ) deve levar em consideração as orientações contidas na regulamentação vigente.

A V – V – V.
B F – V – V.
C V – F – F.
D V – F – V.

A Lei nº 13.146/2015 e suas alterações institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência): disposições gerais; da igualdade e da não discriminação; do direito à educação, considerando várias barreiras e dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência. Sobre essas barreiras, assinale a alternativa correta.

A I) Barreiras de harmonização: são as existentes nas calçadas de prédios públicos e privados; II) Barreiras cognitivas: dificuldade de compreensão das necessidades das pessoas com deficiência; III) Barreiras pessoais: impossibilidade de relacionamento interpessoal entre as pessoas com deficiência.
B I) Barreiras nos transportes: são as existentes nos trens, metrôs e sistemas de transportes; II) Barreiras profissionais: impossibilidade de acesso às pessoas com deficiência; III) Barreiras Familiares: dificuldade da família de se profissionalizar para atender às pessoas com deficiência.
C I) Barreiras arquitetônicas: são as existentes nas vias e nos espaços privados abertos ao público; II) Barreiras urbanísticas: impossibilidade de acesso ou de uso de espaços coletivos; III) Barreiras afetivas: dificuldade ou impossibilidade de se aproximar e manter contato com pessoas com deficiência.
D I) Barreiras nas comunicações e na informação: qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens e de informações; II) Barreiras atitudinais: atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas; III) Barreiras tecnológicas: são as que dificultam ou impedem o acesso da pessoa com deficiência às tecnologias.

O mouse é um periférico que permite alterar dados no computador através de movimentações e cliques do ponteiro. Assinale a alternativa que apresenta duas conexões válidas para esse tipo de periférico.

A HDMI e PCI.
B USB e DB9.
C AGP e PCIe.
D USB e RJ45.

Considerando o Microsoft Excel 2013, versão em português, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Fórmula BD
2. Fórmula CONT.SE
3. Fórmula GAUSS
4. Fórmula DEGRAU

( ) Retorna a depreciação de um ativo para um determinado período.
( ) Testa se um número é maior que um valor limite.
( ) Retorna 0,5 menos que a distribuição cumulativa normal padrão.
( ) Calcula o número de células não vazias em um intervalo relacionado a uma condição.

A 4 – 2 – 1 – 3.
B 1 – 4 – 3 – 2.
C 3 – 2 – 1 – 4.
D 3 – 1 – 4 – 2.

De acordo com a Lei Complementar nº 29/2010 – Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Município de Cariacica –, são vantagens a serem pagas aos servidores:

A apenas adicionais e 13º vencimento.
B apenas gratificações e 13º vencimento.
C apenas gratificações e adicionais.
D gratificações, adicionais e 13º vencimento

Juliana, Maria e Solange são três amigas que não se viam desde a formatura e marcaram de se encontrar para tomar um café e conversar. As três estão casadas e os maridos se chamam José, Felipe e João (não necessariamente nessa ordem). Uma das três amigas não teve filhos, outra teve um filho e a outra teve dois. Sabendo que Maria casou com José, que a esposa de João não teve filhos e que Solange teve um filho, podemos concluir corretamente que

A Solange casou com João.
B Maria teve 2 filhos.
C Juliana casou com Felipe.
D Juliana teve 2 filhos.
Texto associado
O
cortador de piada

Por Paulo
Pestana

Contar piada é
uma arte. Há o contador
minucioso, que entra em detalhes, sai do
trilho e,
quando menos se espera, volta para o
arremate,
normalmente rindo mais do que quem ouve a
história pela primeira vez; há o conciso,
que usa
poucas frases e normalmente é cortante,
frequentemente maldoso; o histriônico, que
muda
a voz, se levanta, interpreta e exagera, o
pornográfico, que acha palavrão engraçado, o
verborrágico, que emenda uma piada na outra,
entre muitos outros.
Toda boa roda
de botequim tem que ter algum
contador de anedota de repertório amplo,
memória
prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez
em
quando aparecer na conversa um outro
personagem, o cortador de piada. Sim; um
conta,
o outro corta, normalmente se introduzindo
na
história alheia, estragando o final.

Toda boa
piada tem seu clímax no final. Não
é como um conto, uma narrativa, um cordel ou
até
mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas
vezes,
está no desenvolvimento da ação. O fecho da
piada tem que ser surpreendente, definitivo,
deve
conter toda graça em poucas palavras que
muitas
vezes torcem a lógica exposta
anteriormente.
O cortador de
piada é também conhecido
como o chato. Por mais velho que seja o
chiste, é
preciso respeitar o contador, ainda que não
seja
dos mais cativantes, que não tenha o brilho
e a
graça de um Chico Anísio. O cortador muitas
vezes interrompe a narrativa sem a menor
cerimônia, com aquela inocência insuportável
dos
enjoados — o chato de verdade nunca é
proposital; é um traço de caráter inato, o
que só
piora a situação.
Mas há
situações piores, quando o chato se
transforma no ladrão de piada. Também
querendo
dominar o ambiente, o ladino se apodera da
história alheia e conta o final, deixando o
dono da
anedota com a boca aberta e sem ter o que
dizer.
Foi o que aconteceu, não faz muito tempo,
num
famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso
para nós, frequentadores, já que não sai nas
colunas de jornal.
A noite ainda
era juvenil, mas aquela turma
dava impressão de estar por ali desde o café
da
manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de
cerveja já tinham enchido um engradado e já
eram
colocados com a boca para baixo, entre os
outros.
Um dos rapazes começou a contar uma piada
comprida e que era constantemente
interrompida
por comentários diversos por outro
sujeito.

Havia interessados na narrativa, até
porque
é
uma piada sobre advogados, e os causídicos
são
fregueses habituais do estabelecimento. O
chato
não sossegava, queria ser o centro das
atenções
e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio,
disparou:

— Que tatu? Não vi nenhum tatu por
aqui!

E se contorcia como o Orlando Furioso,
da
ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da
piada
numa cena que só pode ser explicada pelo
alto
nível etílico daquela mesa, quando o tempo
fechou
como uma final com Grenal. Até hoje tem
gente
querendo saber como a piada chegaria ao
tatu,
mas tem medo de perguntar.

Adaptado de:
http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/m
aisleitor/ 2019/12/06/noticia-mais-
leitor,162065/cronica-o-cortador-
depiada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.

O termo destacado em “Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.” só NÃO poderia ser substituído, sem acarretar mudança de sentido, por

A pois.
B porém.
C contudo.
D todavia.