QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
132 questões encontradas

Com distintas propriedades morfológicas, os classificadores são formas complexas em que os parâmetros formacionais dos sinais podem especificar qualidades de um referente

Um exemplo de um classificador em Libras é o sinal para

A ‘pessoa caminhando em um labirinto’ em que a configuração de mão relacionada à pessoa move-se em zigue-zague.
B ‘responder a alguém’ em que a configuração de mão em R dirige-se para o interlocutor.
C ‘matemática’ em que a configuração em M assume movimento repetido para baixo.
D ‘provocar’ em que as duas mãos em configuração de mão em D produzem movimento em direção ao alvo da provocação.
E ‘política’ em que as duas mãos em configuração de mão em D são movidas para cima e para baixo alternadamente.

Em razão de ser a única instituição de educação de surdos em território brasileiro e mesmo em países vizinhos, por muito tempo, o atual INES teve um papel fundamental na difusão da língua de sinais

Dois fatores que corroboraram com essa difusão são:

A a publicação dos livros Compêndio para o Ensino dos Surdos-Mudos e Iconographia dos Signaes dos Surdos-Mudos e o trabalho desenvolvido por ex-alunos do Instituto de Surdos como repetidores.
B a publicação dos livros Compêndio para o Ensino dos Surdos-Mudos e Iconographia dos Signaes dos Surdos-Mudos e as visitas de apoio do Imperador D.Pedro II ao Instituto.
C a publicação dos livros Compêndio para o Ensino dos Surdos-Mudos e Iconographia dos Signaes dos Surdos-Mudos e os alunos do Instituto que regressavam aos seus Estados quando do término do curso.
D o trabalho desenvolvido por ex-alunos do Instituto de Surdos como repetidores e os alunos do Instituto que regressavam aos seus Estados quando do término do curso.
E o trabalho desenvolvido por ex-alunos do Instituto de Surdos como repetidores e as visitas de apoio do Imperador D.Pedro II ao Instituto.
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 ___ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
_
40 ___ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
_
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 ___ Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro
Caderno, p. 13. Adaptado.

No final do primeiro parágrafo do Texto III, o autor compara o tempo a um imperador sem rivais, pois é o tempo “que diz que passa quando, de fato, quem passa somos nós” (l. 4-5).

O presente do indicativo, empregado três vezes nessa passagem, produz o seguinte efeito de sentido:

A atribui validade permanente a uma afirmação.
B confere atualidade a uma ação ocorrida no passado.
C retrata algo ocorrido no momento da fala do imperador.
D indica um fato próximo, cuja realização é dada como certa.
E infere à cena apresentada uma descrição do momento vivido.

Qual foi a grande iniciativa do Instituto Nacional de Educação de Surdos, no ano de 2013, para atender à demanda reprimida da comunidade surda brasileira por entretenimento, cultura e educação?

A Um canal de televisão, via web, totalmente acessível para os surdos, a TVINES.
B A ampliação dos cursos de LIBRAS destinados a pessoas que atuam nos setores culturais.
C A organização de concurso público para tradutores intérpretes de libras com atuação nos meios de comunicação.
D A realização de concurso público para professores surdos com experiência em comunicação de massa.
E Realização de um Encontro de Pais com o objetivo de estabelecer metas no sentido de suprir tal demanda reprimida.

Em língua portuguesa, ‘mala’ e ‘sala’ se diferenciam significativamente pela alteração de um único fonema: a substituição do /m/ pelo /s/. Esse contraste de dois itens lexicais com base em um único componente recebe em linguística o nome de par mínimo.

Qual das alternativas abaixo apresenta um exemplo correto de par mínimo em Libras?

A pai e mãe
B menino e menina
C gramática e frase
D família e reunião
E relógio e hora

Como nas línguas orais, a Língua Brasileira de Sinais possui uma gramática, onde suas regras determinam a formação e a execução dos sinais para que uma mensagem tenha sentido. Uma frase pode ter sua mensagem modificada em função da variação de alguns sinais, conforme seus significados, ou seja, um mesmo sinal pode ter significados diferentes. Por exemplo, o mesmo sinal pode significar um verbo ou um substantivo, uma mudança na classe gramatical.

Duas palavras para as quais o sinal pode significar um verbo ou um substantivo, dependendo da frase em Libras, são

A dormir e cama
B chutar e futebol
C lavar e sabão
D casar e casa
E dirigir e carro

O Decreto n o 5.626/2005 em seu Cap. V, Art. 19, dispõe quanto à atuação da pessoa surda como Tradutor Intérprete de Libras.

O que diz a legislação citada, quanto ao perfil do profissional surdo na atuação como tradutor intérprete?

A A pessoa surda poderá atuar como Tradutor Intérprete de Libras desde que possua domínio na leitura dos lábios.
B A pessoa surda poderá atuar como Tradutor Intérprete de Libras desde que sua primeira língua tenha sido a Língua Portuguesa.
C A pessoa surda não poderá atuar como Tradutor intérprete por ser incapaz de realizar uma tradução simultânea.
D A pessoa surda poderá atuar como Tradutor Intérprete de Libras desde que possua competência para realizar a interpretação de línguas de sinais de outros países para a Libras, para atuação em cursos e eventos.
E A pessoa surda poderá atuar como Tradutor Intérprete de Libras desde que comprove possuir competência e fluência para realizar a interpretação das duas línguas em uso, de maneira simultânea.

Com a entrada do intérprete educacional na sala de aula, reconfigura-se o espaço escolar que passa a se constituir de mais um elemento nos processos de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, pode-se afirmar que o intérprete não está nesse contexto apenas para interpretar da Libras para o português e do português para a Libras, mas também para contribuir com a aprendizagem operando nos fluxos comunicativos entre os sujeitos envolvidos no processo educativo.

O item que expressa essa ideia corresponde à seguinte alternativa:

A O intérprete educacional deve exercer o papel de mediador dos processos discursivos entre professor e alunos surdos.
B O intérprete educacional deve atuar como se fosse o professor dos alunos surdos.
C O intérprete educacional deve apenas se preocupar em elucidar dúvidas dos alunos surdos com palavras da língua portuguesa.
D O intérprete educacional deve restringir-se a tirar dúvidas dos alunos surdos sobre o conteúdo ministrado em aula.
E O intérprete educacional deve trabalhar no modelo de tradução simultânea sem se envolver absolutamente com a recepção da mensagem pelo aluno surdo.

Em Libras, muitos sinais são formados por uma configuração de mão que corresponde a letras do alfabeto da língua portuguesa.

NÃO apresenta essa característica o sinal para:

A namorar
B trabalhar
C ler
D amar
E evitar

Em uma situação de interpretação em que a atividade é em língua de sinais e há na plateia surdos que se comunicam através da língua portuguesa oral e não dominam a língua de sinais, a interpretação ou acessibilidade linguística deve ser em

A linguagem gestual
B língua de sinais para que esses surdos possam aprender essa língua
C língua portuguesa com um profissional sentado de frente para os surdos, de modo que eles possam ler os seus lábios
D língua de sinais e língua portuguesa de modo simultâneo
E língua portuguesa escrita