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No livro Implante Coclear: normalização e resistência surda encontramos a seguinte afirmação:

(...) vejo os sujeitos surdos em sua constituição social,
cultural e linguística. Isso significa que parto do entendimento de que o sujeito surdo não possui uma natureza
dada que o determine como anormal, deficiente, etc.
Qualquer representação surda é uma invenção cultural que pode ser determinada por distintos discursos,
sejam eles de base clínica, psicológica, pedagógica,
religiosa, linguística, entre outros. Posiciono-me dentro
de um campo de saber que entende os sujeitos surdos
como pertencentes a uma comunidade linguística e cultural distinta.

REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira. Implante Coclear : normalização e resistência. Curitiba, PR: CRV, 2012.

Qual é a concepção de surdez expressa no texto acima:

A Clínico-terapêutica
B Oralista
C Psicológica
D Patológica
E Socioantropológica

Para a garantia de acessibilidade linguística num dado
evento em que conta com a participação de uma pessoa
surdocega, os organizadores devem, primeiramente, procurar:

A Contratar profissional com domínio da libras tátil e do
tadoma, soroban.
B Contratar profissional com domínio do tadoma, da libras tátil e do braile.
C Contratar profissional com domínio da libras, do tadoma e da libras tátil.
D Obter informações sobre a pessoa surdocega participante do evento buscando conhecer suas singularidades comunicacionais.
E Obter informações sobre a melhor maneira de se comunicar com pessoas surdocegas.

A configuração de mão em Y está presente na formação de vários classificadores. Um exemplo desse caso é
quando a configuração de mão em Y é usada para representar objetos ou entidades, tais como:

A telhado, livro, borracha
B bule de café, salto de sapato, chifre de boi
C faca, guarda-chuva, ramalhete de flores
D carro, moto, bicicleta
E moeda, botão, gota d’água

Entre os diferentes tipos de interpretação, há aquela em que os intérpretes — sempre em duplas — trabalham isolados numa cabine de vidro, de forma a permitir a visão do orador, e recebem o discurso por meio de fones de ouvido. Ao processar a mensagem, reexpressam-na na língua de chegada por meio de um microfone ligado a um sistema de som que leva sua fala até os ouvintes, por meio de fones de ouvido ou receptores semelhantes a rádios portáteis. LACERDA, Cristina B.F. de. Intérprete de Libras : em atuação na educação infantil e no ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação, 2009 A atividade de interpretação acima descrita é de natureza

A consecutiva
B simultânea
C sussurrada
D simultânea e sussurrada
E sussurrada e consecutiva

A atuação de tradutores-intérpretes de língua brasileira de sinais, no ensino básico, é uma condição necessária de acessibilidade aos conteúdos curriculares quando, em sala de aula, há a presença de alunos

A com perda auditiva leve.
B com perda auditiva média e não usuários de libras.
C surdos oralizados e usuários de libras.
D surdos oralizados e não usuários de libras.
E surdos não oralizados e não usuários de libras.

O atendimento educacional a alunos com surdocegueira requer uma série de formas comunicacionais alfabéticas e não alfabéticas. Dentre essas formas, há o Tadoma, que se caracteriza pela utilização de

A sistema Braile
B alfabeto manual tátil
C língua oral amplificada
D língua de sinais em campo reduzido
E percepção da língua oral por meio do tato

Na circunstância de não haver língua comum entre aluno surdo e professor regente ouvinte, a atuação do intérprete em sala de aula visa a

A substituir o professor em sua ausência.
B orientar o professor sobre como ele pode-se comunicar com o aluno.
C ensinar, em língua de sinais, a matéria dada pelo professor.
D interpretar a matéria dada pelo professor.
E tirar dúvidas do aluno quanto aos conteúdos curriculares.

Para a garantia de acessibilidade linguística num dado evento em que conta com a participação de uma pessoa surdocega, os organizadores devem, primeiramente, procurar:

A Contratar profissional com domínio da libras tátil e do tadoma, soroban.
B Contratar profissional com domínio do tadoma, da libras tátil e do braile.
C Contratar profissional com domínio da libras, do tadoma e da libras tátil.
D Obter informações sobre a pessoa surdocega participante do evento buscando conhecer suas singularidades comunicacionais.
E Obter informações sobre a melhor maneira de se comunicar com pessoas surdocegas.

O professor francês, surdo, E. Huet, escreveu um relatório dirigido ao Imperador Pedro II com a finalidade de obter apoio para abrir uma escola para educação de surdos no Brasil. Esse relatório foi escrito em

A Junho de 1855
B Janeiro de 1856
C Junho de 1856
D Setembro de 1856
E Setembro de 1857

O Imperador D. Pedro II, em viagem no ano de 1876, visitou uma instituição de educação de surdos registrando as seguintes impressões: Neste belo estabelecimento perfeitamente colocado e com 150 acres de terreno onde os alunos trabalham, saem deles bacharéis em letras ou ciências. Metade deles articula e fala melhor ou pior. Resolvem equações algébricas, discorrem por escrito na pedra perfeitamente expondo um a teoria dos eclipses e outro traduzindo falando Horácio e uma passagem das Catilinárias mostrando saber bem o latim. O diretor é filho de uma pessoa que aprendeu em Paris com abbé Sicard. Casou com uma de suas discípulas surda-muda que é a mãe do diretor e a qual me deu uma hera que eu plantei perto da escada do estabelecimento. Fiquei encantado da visita. Disponível em: 5.PDF> Adaptado. Acesso em 06 de ago. 2019. A instituição a que se refere o Imperador é

A Instituto Nacional de Jovens Surdos de Paris
B Instituto Jacob Rodrigues Pereira
C Instituto dos Surdos-Mudos de Bourges
D Gallaudet University
E Imperial Instituto dos Surdos Mudos