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No laudo de avaliação de um imóvel, o perito indicou depreciação física. Esse termo, segundo a ABNT NBR 14653-2:2011 – Avaliação de bens – Parte 2: Imóveis urbanos, representa

A perda de valor em função do desgaste das partes construtivas de benfeitorias, resultante de decrepitude, deterioração ou mutilação.
B anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial à saúde ou à segurança do usuário, decorrentes de falhas do projeto, do serviço ou do material aplicado na execução da construção.
C vício que decorre de falha de projeto, de material aplicado na construção ou de execução.
D vício que decorre de uso inadequado ou de falha na manutenção.
E parte do imóvel serviente diretamente atingida pela servidão.

Uma das exigências para a apresentação de solicitação de um determinado financiamento é que o solicitante indique de que forma seu pedido atende ao critério de ser um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, essa exigência trata do(a)

A controle social
B coleta seletiva
C logística reversa
D gestão regionalizada dos resíduos
E regularidade da prestação de serviços

Para avaliar um bem rural, foi adotada a norma ABNT NBR 14653-3:2019 – Avaliação de bens – Parte 3: Imóveis rurais e seus componentes, que apresenta orientações quanto à classificação dos bens, seus frutos e direitos. De acordo com essa norma, está entre os frutos a(o)

A concessão
B servidão
C usufruto
D comodato
E arrendamento

Dentre as diferentes modalidades de financiamento que o BNDES oferece, está o BNDES Finem – Desenvolvimento Integrado dos Municípios, que trata do financiamento para projetos multissetoriais, sustentáveis e integrados, alinhados ao planejamento municipal. Sobre essa modalidade de financiamento, verifica-se que a

A taxa de juros envolve o custo direto, não havendo remuneração ao BNDES.
B solicitação é feita, exclusivamente, via apoio indireto e sem a participação de instituições financeiras, mesmo que credenciadas pelo BNDES.
C participação do BNDES pode chegar a até 100%, no caso de investimentos de empresas privadas em regime de concessão.
D sua utilização como apoio a investimentos que tenham como objetivo urbanização e implantação de infraestrutura básica no município, inclusive em áreas de risco e de sub-habitação, é possível.
E solicitação é feita presencialmente em uma das agências indicadas para esse recebimento, após agendamento no sistema disponível na página do BNDES.

Uma empresa privada sem fins lucrativos sediada no Brasil pretende apresentar proposta para restauração de um determinado monumento, tomando como base o BNDES Fundo Cultural – Apoio à Cultura, na modalidade Apoio Continuado, cuja solicitação de participação do BNDES é de 15 milhões de reais. Pesquisando sobre esse tipo de apoio e verificando o valor máximo de participação do BNDES, observado o orçamento global do projeto e o cenário de disponibilidade financeira das empresas do Sistema BNDES, constata-se que o valor solicitado, em reais, está

A abaixo do valor máximo, que é de 30 milhões.
B abaixo do valor máximo, que é de 20 milhões.
C igual ao valor máximo, que é de 15 milhões.
D acima do valor máximo, que é de 10 milhões.
E acima do valor máximo, que é de 5 milhões.

Quando analisadas sob o ponto de vista dos sistemas dos espaços livres públicos e de sua qualificação, as Soluções Baseadas na Natureza (SBN) podem ser verificadas nos projetos implantados de parques, praças e demais categorias de espaços urbanos. De acordo com suas linhas de concepção e projeto, há diversos tipos de parques, que podem ser encontrados em diferentes cidades do Brasil. De forma geral, classificam-se os espaços em parques ecléticos, modernos e contemporâneos, tomando-se como base a estrutura formal, o programa, o arranjo espacial, a utilização pelas pessoas, os equipamentos e o tratamento com vegetação. Nesse sentido, no Brasil, um parque de concepção contemporânea, quando atende a preceitos ecológicos de preservação ambiental, responde também aos preceitos das SBN, apresentando como principais características o fato de ser

A contemplativo, ordenado de forma geométrica, idealizado para as pessoas circularem em cenário concebido, de modo a criar uma paisagem de recreação passiva, alheia à realidade do entorno, e que pode conter vegetação de origem nativa entremeada à vegetação de origem exótica.
B recreativo, pouco geometrizado, concebido para as pessoas exercerem atividades esportivas e culturais, de forma a usufruir uma paisagem de recreação ativa, sem preocupação marcante com o entorno, com relevante cobertura vegetal de origem nativa ou de origem exótica.
C estruturalista, ordenado por plasticidade marcante, projetado para as pessoas usufruírem ambientações distintas, com ou sem recreação ativa, com maior integração ao entorno, podendo contar com elementos de água e com vegetação predominantemente de origem nativa.
D modernista, com pisos tratados e programa recreativo, voltado ao uso de extensos gramados pelas pessoas, de forma a usufruir ambientes com sofisticados elementos arquitetônicos, não necessariamente integrados ao entorno, e com vegetação mesclada entre espécies nativas e exóticas.
E formalista, ordenado geometricamente com exuberante cobertura vegetal, de origem nativa ou exótica, destinado à contemplação pelas pessoas, com monumentos e equipamentos sofisticados de lazer, não necessariamente conectados com seu entorno.

O desenvolvimento de um projeto arquitetônico de edificações prevê etapas, cuja sequência e cuja abrangência permitem o dimensionamento do tempo e o escopo das atividades a serem desenvolvidas, possibilitando o cálculo adequado da remuneração básica dos serviços a serem contratados. Tal cálculo vai embasar propostas profissionais a serem elaboradas pelos arquitetos e urbanistas, além de viabilizar a montagem de cronogramas físico-financeiros que fundamentam esse cálculo. Nesse sentido, o projeto de aprovação é caracterizado como a(o)

A fase complementar de projeto que se desenvolve concomitantemente à etapa de execução da obra arquitetônica.
B subfase da etapa de anteprojeto, constituindo a configuração técnico-jurídica da solução arquitetônica proposta.
C conjunto de documentos técnicos necessários à licitação e/ou execução da etapa da obra.
D configuração inicial da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando a etapa de programa de necessidades.
E configuração final da solução arquitetônica proposta para a obra, considerando todas as exigências aprovadas na etapa de estudo preliminar.

Dentre os programas computacionais utilizados para desenvolvimento de projetos arquitetônicos, o AutoCAD, em suas diversas versões, se transformou em ferramenta de trabalho muito utilizada por arquitetos e urbanistas, pois permite otimizar o processo do desenvolvimento dos desenhos que compõem a documentação técnica dos projetos. Na instrumentação disponibilizada pelo programa AutoCAD, há determinados comandos que aceleram o processo de desenho por evitar duplicação de esforços. Tendo em vista o conjunto de elementos, destaca-se a possibilidade de criação de elementos gráficos denominados blocos, que são atribuídos ao desenho de itens de mobiliário, componentes de esquadrias, equipamentos hidrossanitários, dentre outros, e que

A funcionam como entidades gráficas isoladas e levam o profissional de arquitetura e urbanismo a desenhar cada entidade repetidamente.
B permitem a superposição de entidades gráficas isoladas e auxiliam o profissional de arquitetura e urbanismo a visualizá-las de forma virtual.
C se comportam como uma entidade gráfica única e eximem o profissional de arquitetura e urbanismo de desenhar repetidamente os mesmos elementos.
D induzem ao desenho de entidades gráficas de forma isolada e dependente e impedem o profissional de arquitetura e urbanismo de inseri-las repetidamente.
E eliminam demais entidades gráficas e impossibilitam a sua inserção em diferentes escalas e ângulos de rotação.

Dentre as normativas que regulamentam a profissão de arquiteto e urbanista, há aquelas que se dedicam a estabelecer as condições para a elaboração de projetos de arquitetura para a construção de edificações e é aplicável a todas as classes (ou categorias) tipológicas funcionais e formais das edificações (ou de quaisquer ambientes construídos ou artificiais), bem como aos serviços técnicos de obras, conforme as classes (ou categorias) de intervenções correntes para edificações novas e edificações existentes. Segundo essas normativas, na fase do “Programa de Necessidades de Arquitetura”, deverão ser produzidas as seguintes informações técnicas:

A caracterização específica dos elementos construtivos e dos seus componentes principais, incluindo indicações das tecnologias recomendadas.
B plantas, cortes e elevações de ambientes especiais (banheiros, cozinhas, lavatórios, oficinas e lavanderias) e detalhes (plantas, cortes, elevações e perspectivas) de elementos da edificação.
C características funcionais ou das atividades em cada ambiente (ocupação, capacidade, movimentos, fluxos e períodos) e características, dimensões, equipamentos e mobiliário.
D componentes construtivos e estruturais de materiais de construção.
E memorial descritivo detalhado, dos elementos da edificação e caracterização das instalações prediais (aspectos arquitetônicos), dos componentes construtivos e dos materiais de construção.

A NBR 9050/2022 reúne a legislação em vigor relativa à acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, regulamentando entradas, rotas acessíveis, dimensionamento de portas e características de dispositivos para circulação de pedestres em passeios públicos, como escadas e rampas. De acordo com os critérios e parâmetros estabelecidos por essa norma, para a garantia das condições de acessibilidade ao meio físico de caráter público, deve-se ter em conta que

A as portas de acesso a edificações, de duas ou mais folhas, devem ter um vão livre de 0,60 m em, pelo menos, uma das folhas.
B as entradas e as rotas de interligação às funções do edifício não devem conter barreiras físicas, como degraus.
C a inclinação transversal dos passeios que demandem ajustes de soleira deve ser superior a 20%.
D os degraus de escadas fixas, localizados nas rotas acessíveis, podem ter espelhos vazados.
E a altura do desnível acima de 0,18 m, em áreas de circulação pública, não demanda a previsão de proteções contra queda.