QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
180 questões encontradas

Considere as seguintes afirmações:

I. Todo amapaense é brasileiro.

II. Todo brasileiro é sul-americano. Então, é correto afirmar:

A Todo brasileiro é amapaense.
B Todo sul-americano é brasileiro.
C Existe amapaense que não é brasileiro.
D Existe brasileiro que não é sul-americano.
E É possível que exista um sul-americano que não seja amapaense.
Texto associado
[Beleza e propaganda] A crescente padronização do ideal de beleza feminina foi um dos efeitos imprevistos da popularização da fotografia, das revistas de grande circulação e do cinema a partir do início do século XX. Não é à toa que esse movimento coincide com a decolagem e vertiginosa ascensão da indústria da beleza (hoje um mercado com receita global acima de 200 bilhões de dólares). Como vender “a esperança dentro de um pote?" As estratégias variam ao infinito, porém a mais diabólica e (possivelmente) eficaz dentre todas - verdadeira premissa oculta do marketing da beleza - foi explicitada com brutal franqueza, em 1953, pelo então presidente da megavarejista de cosméticos americana Allied Stores: “O nosso negócio é fazer as mulheres infelizes com o que têm". O atiçar cirúrgico da insegurança estética e a exploração metódica das hesitações femininas no universo da beleza abrem as portas ao infinito. Os números e lucros do setor reluzem, mas quem estimará a soma de todo o mal-estar causado pelo massacre diuturno de um padrão ideal de beleza? (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos . São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 104-105)

O autor do texto se posiciona claramente contra

A os efeitos nocivos da propaganda, quando se vale de recursos das artes tradicionais para vender produtos de grande significação social.
B as teses idealistas acerca do que seja o belo, que propagam modelos estéticos ligados a um passado clássico que hoje não guardam qualquer sentido.
C a exploração comercial de produtos ligados à estética feminina, como os cosméticos, que ele julga perverter o padrão ideal de beleza.
D a disseminação de padrões de beleza inatingíveis que atendem a um ávido interesse econômico e acarretam infelizes obsessões às mulheres.
E a reprodução de modelos de beleza que levam as mulheres a encontrar em si mesmas uma fonte de prazer sem qualquer relevância social.

A modelagem de processos de negócio é um instrumento que auxilia a planejar e analisar mudanças de uma situação conhecida para uma situação futura ou modelo otimizado de um processo. O ciclo de melhoria contínua e o modelo do estado futuro de um processo são conhecidos por

A AS-IS e TO-BE
B Cascata e AS-IS
C Incremental e PDCA.
D PDCA e TO-BE.
E Espiral e Cascata.

Um Analista de Informática desenhou um processo utilizando a notação BPMN. Em ocasiões distintas da modelagem, ele utilizou símbolos para gateways representados por losangos contendo:

I. Uma cruz.

II. Um “X”.

III. Um círculo. Tais símbolos representam, correta e respectivamente, os gateways

A nclusivo, exclusivo e paralelo.
B inclusivo, paralelo e exclusivo.
C exclusivo, paralelo e inclusivo.
D paralelo, inclusivo e exclusivo
E paralelo, exclusivo e inclusivo.
Texto associado
[Vocação de professor] Escritor nas horas vagas, sou professor por vocação e destino. “A quem os deuses odeiam, fazem-no pedagogo”, diz o antigo provérbio; assim, pois, dando minhas aulas há tantos anos, talvez esteja expiando algum crime que ignoro, cometido porventura nalguma existência anterior. Apesar disso, não tenho maiores queixas de um ofício que, mantendo-me sempre no meio dos moços, me dá a ilusão de envelhecer menos rapidamente do que aqueles que passam a vida inteira entre adultos solenes e estereotipados. Outra vantagem da minha profissão principal é fornecer material copioso para a profissão acessória. Se fosse ficcionista, que mina não teria à mão no mundo da adolescência, mina ainda insuficientemente explorada e cheia de tesouros! Mas, como não sou ficcionista, utilizo-me desse cabedal apenas para observação e reflexão; às vezes o aproveito nalgum monólogo inócuo, como este. (Adaptado de: RÓNAI, Paulo. Como aprendi o Português e outras aventuras. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2014, p. 109)

Na condição de professor por vocação e destino, o autor se vê como

A um velho pedagogo odiado pelos deuses, que está se redimindo dos defeitos que demonstrou na condução de sua carreira profissional.
B alguém que está envelhecendo na benfazeja companhia de jovens cujo universo, além de tudo, poderia propiciar-lhe farta matéria para a arte da ficção.
C um escritor a quem o destino brindou com o talento da boa pedagogia, fazendo justiça a quem os deuses prezam pelo exercício dessa qualidade.
D um profissional dividido, uma vez que a pedagogia e a arte literária constituem um campo de disputas inconciliáveis entre ficção e ensino.
E alguém a quem foi reservado tanto o privilégio da criação literária como o gosto pela avaliação crítica dos resultados dessa criação.

É preciso ter cuidado com as palavras. Elas são verdadeiras armas. Algumas vezes mortais. Certas pessoas têm o dom de dizer as mais afiadas, que entram feito uma 4 flecha envenenada. Porém, em muitos casos, o atingido é aquele que usou a arma, ou seja, o falador. Esse, por exemplo, pode sofrer horríveis arrependimentos por ter dito o que não 7 deveria ter dito. Mas como não dizer aquilo que pensamos? Há maneiras de dizer sem dizer, e de dizer, desdizendo. Ana Miranda. O oráculo insondável. In: Correio Braziliense, Caderno C, p. 10, 2/4/2006 (com adaptações). Assinale a opção incorreta com relação à argumentação do texto.

A As palavras podem ter conseqüências tão perigosas quanto as armas, que têm a capacidade de ferir mortalmente
B Palavras devem ser usadas com cuidado, pois podem ter conseqüências nefastas tanto para quem as ouve quanto para quem as pronuncia.
C Em todas as circunstâncias, é mais prudente não dizer nada porque as palavras são perigosas e, uma vez ditas, não são recolhidas.
D O perigo das palavras recomenda que se empregue cautela ao dizê-las, pois a maneira de dizer pode ser tão importante quanto o próprio dizer.
Texto associado
Uma das questões habitualmente referidas no contexto das finanças públicas é a chamada Lei de Wagner. Formulada de forma simples [significa que] a procura por bens e serviços fornecidos pelo Estado é elástica em relação ao rendimento. Isso implicaria que a despesa pública poderia ser tratada como um resultado, ou um fator endógeno, e não, por exemplo, uma causa do crescimento do rendimento nacional. (Adaptado de: PEREIRA, Paulo Trigo; AFONSO, António; ARCANJO, Manuela; SANTOS, José Carlos Gomes. Economia e Finanças Públicas . 5.ed. revisada e atualizada. Lisboa: Escolar, 2016. p. 175/176).

Dito de outra forma, os autores expressam que

A o endividamento público é indutor do crescimento.
B as famílias deveriam buscar menos serviços públicos.
C países desenvolvidos tem menor procura por bens e serviços públicos.
D o gasto público cresce com o rendimento das famílias.
E a despesa pública é um fator exógeno à análise.

De acordo com o disposto na Lei 4320/64, analise as proposições abaixo.

I. A cobertura dos déficits de manutenção das empresas públicas, de natureza autárquica ou não, far-se-á mediante subvenções econômicas expressamente incluídas nas despesas correntes do orçamento da União, do Estado, do Município ou do Distrito Federal.

II. Consideram-se, igualmente, como subvenções econômicas: as dotações destinadas a cobrir a diferença entre os preços de mercado e os preços de revenda, pelo Governo, de gêneros alimentícios ou outros materiais; as dotações destinadas ao pagamento de bonificações a produtores de determinados gêneros ou materiais.

III. A Lei de Orçamento não consignará ajuda financeira, a qualquer título, a empresa de fins lucrativos, sem exceção. Estão corretas

A I e II, apenas.
B II e III, apenas.
C III, apenas.
D I, II e III.
Texto associado
1 A premissa fundamental da vida é simples: para viver, um organismo precisa de energia. Se essa energia não puder ser retirada do ambiente, precisa ser retirada de outros seres vivos. Portanto, 4 para viver é essencial procurar por alimento. Nasce aqui a polaridade da presa e do predador. Uma árvore se alimenta da luz do Sol e dos nutrientes do solo. Parasitas se alimentam da árvore. 7 Para que a árvore sobreviva precisa captar energia do Sol e nutrientes do solo. Ao mesmo tempo, precisa também se proteger dos predadores. 10 Dadas as condições ambientais e a dinâmica presa-predador, as espécies mais bem adaptadas são as que conseguem maximizar seus objetivos: encontrar alimentos, multiplicar-se e sobreviver. Marcelo Gleiser. Por que girafas não são prateadas. In: Folha de S. Paulo, 19/2/2006 (com adaptações).

De acordo com o texto,

A a dinâmica da relação entre presa e predador é uma questão de busca de sobrevivência.
B predadores são nocivos à vida e o objetivo de uma boa qualidade de vida é a sua extinção.
C não pode haver árvores — e, portanto, florestas — sem os parasitas que fecundam o solo.
D as condições ambientais ideais são as que não permitem a sobrevivência dos predadores.